terça-feira, 7 de janeiro de 2014

VÍCIO DE ROUBAR - depoimento de um desencarnado

Foto: VÍCIO DE ROUBAR - depoimento de um desencarnado

“Há muito luto contra o vício de roubar. Pertences alheios fascinam-me. Já fui pobre, rico e não venci o vício. Na pobreza dou sempre desculpas de que me falta tudo. Porém, encarnado rico, roubei, apoderei-me de bens de minha mãe, irmãos, organizei quadrilha e muito roubei. Ainda bem que distribuí muita esmola e ajudei a muitos, porém, não anulei minhas faltas. Minha vida tem sido assim, roubo, sofro, arrependo, faço propósito de corrigir-me, volto à carne e tudo recomeça. No corpo se esquece muito das orientações e ensinamentos. Vou pedir, e espero conseguir, reencarnar sem os dois braços físicos. Sei que não provarei que estou curado do vício se não puder fazê-lo. Mas acredito se ficar uma encarnação sem as mãos, darei valor a elas, para o uso do bem.”   (depoimento de um desencarnado)

DISSE JESUS: “Se vossa mão ou vosso pé é objeto de escândalo, cortai-os e lançai-os longe de vós; melhor será para vós que entreis na vida tendo um só pé ou uma só mão, do que terdes dois e serdes lançados no fogo eterno. – se vosso olho vos é objeto de escândalo (tropeço), arrancai-o e lançai-o longe de vós; melhor para vós será que entreis na vida tendo um só olho, do que terdes dois e serdes precipitados no fogo do inferno.”

Segundo a expressão evangélica, “entrar na vida”, equivale ao nascer de novo, ou reencarnar.
O espírito poderá reencarnar com limitações físicas e mentais que inibem suas tendências inferiores e impõem o resgate de seus débitos, a fim de que se liberte do “inferno” da consciência culpada.
Isso não significa que cairemos numa fogueira onde as almas ardem em sofrimento perene, sem jamais se consumirem.
As chamas do inferno simbolizam os tormentos da “consciência culpada”, na Terra ou no além, é ela que nos precipitarão ao “fogo do inferno.”
Essas labaredas ardentes chamam-se angústia, insatisfação, tristeza, desequilíbrio, enfermidade, que nos perturbam em face de nossos desvios do passado ou do presente.
As afirmativas de Jesus são exageradas ou enérgicas para que o indivíduo comprometido com o mal se redima.
É como alguns termos que usamos hoje:
Comer o fígado de alguém  -  significa grande raiva
Derramar rios de lágrimas   -  significa chorar muito 
Coração de pedra   -   significa grande insensibilidade, etc.
Todos temos débitos do passado que justificam quaisquer limitações. Portanto, elas se manifestam em maior ou menor intensidade, segundo programas instituídos por Deus, guardando compatibilidade com necessidades e nossa capacidade de enfrentar desafios.      

 (Richard Simonetti)
 
“Há muito luto contra o vício de roubar. Pertences alheios fascinam-me. Já fui pobre, rico e não venci o vício. Na pobreza dou sempre desculpas de que me falta tudo. Porém, encarnado rico, roubei, apoderei-me de bens de minha mãe, irmãos, organizei quadrilha e muito roubei. Ainda bem que distribuí muita esmola e ajudei a muitos, porém, não anulei minhas faltas. Minha vida tem sido assim, roubo, sofro, arrependo, faço propósito de corrigir-me, volto à carne e tudo recomeça. No corpo se esquece muito das orientações e ensinamentos. Vou pedir, e espero conseguir, reencarnar sem os dois braços físicos. Sei que não provarei que estou curado do vício se não puder fazê-lo. Mas acredito se ficar uma encarnação sem as mãos, darei valor a elas, para o uso do bem.” (depoimento de um desencarnado)

 
DISSE JESUS: “Se vossa mão ou vosso pé é objeto de escândalo, cortai-os e lançai-os longe de vós; melhor será para vós que entreis na vida tendo um só pé ou uma só mão, do que terdes dois e serdes lançados no fogo eterno. – se vosso olho vos é objeto de escândalo (tropeço), arrancai-o e lançai-o longe de vós; melhor para vós será que entreis na vida tendo um só olho, do que terdes dois e serdes precipitados no fogo do inferno.”
Segundo a expressão evangélica, “entrar na vida”, equivale ao nascer de novo, ou reencarnar.
O espírito poderá reencarnar com limitações físicas e mentais que inibem suas tendências inferiores e impõem o resgate de seus débitos, a fim de que se liberte do “inferno” da consciência culpada.
Isso não significa que cairemos numa fogueira onde as almas ardem em sofrimento perene, sem jamais se consumirem.
As chamas do inferno simbolizam os tormentos da “consciência culpada”, na Terra ou no além, é ela que nos precipitarão ao “fogo do inferno.”
Essas labaredas ardentes chamam-se angústia, insatisfação, tristeza, desequilíbrio, enfermidade, que nos perturbam em face de nossos desvios do passado ou do presente.
As afirmativas de Jesus são exageradas ou enérgicas para que o indivíduo comprometido com o mal se redima.
É como alguns termos que usamos hoje:
Comer o fígado de alguém - significa grande raiva
Derramar rios de lágrimas - significa chorar muito
Coração de pedra - significa grande insensibilidade, etc.
Todos temos débitos do passado que justificam quaisquer limitações. Portanto, elas se manifestam em maior ou menor intensidade, segundo programas instituídos por Deus, guardando compatibilidade com necessidades e nossa capacidade de enfrentar desafios.
 
 
(Richard Simonetti)




Nenhum comentário:

Postar um comentário