terça-feira, 17 de setembro de 2019

NÃO SE MATE! VOCÊ NÃO MORRE.



Todos que moram neste mundo, hora ou outra passam por dificuldades, dores, tristezas, desânimos. Como explica Emmanuel no livro O Consolador: "dentre os mundos inferiores, a Terra pertence à categoria dos de expiações e provas, porque ainda existe predominância do mal sobre o bem. Aqui, o homem leva uma vida cheia de vicissitudes por ser ainda imperfeito, havendo, para seus habitantes, mais momentos de infelicidades do que de alegrias. A provação é a luta que ensina ao discípulo rebelde e preguiçoso a estrada do trabalho e da edificação espiritual. A expiação é a pena imposta ao malfeitor que comete um crime.” Diante de tal explicação, concluímos que não nascemos para ser completamente felizes. Aqui, neste planeta, alegria e tristeza se revezam. Moramos num vale de lágrimas, ou seja, ora choramos de alegria, ora de tristeza. Então, se cada uma dessas pessoas se matassem, o mundo estaria desabitado. Precisamos enfrentar as dificuldades, saltar os obstáculos e recomeçar todos os dias. Você errou? E daí? Somos falíveis. Espíritos em aprendizado. Até os 12 apóstolos que Jesus escolheu tinham falhas morais. O importante é tentar não errar mais e seguir em frente. Se erraram conosco, lembremos que esta pessoa também é falível. Se não conseguirmos perdoar, relevemos. Deixemos a lei divina corrigir e ensinar. Só precisamos lembrar que suicídio não é a porta de saída dos problemas, mas a porta de entrada para mais problemas. Porque prestaremos contas do ato impensado. Como? Recomeçando, numa próxima encarnação, enfrentando, talvez, complicações físicas no local lesado pelo suicídio e dando continuação às lições que interrompemos ao nos retirarmos do corpo físico antes da hora. Portanto, NÃO SE MATE, VOCÊ NÃO MORRE. Quem morre é o corpo físico. O espírito é imortal. Como disse Emmanuel: "Nas dificuldades em andamento, considera as dificuldades que já venceste e compreenderás que Deus, cujo infinito amor te sustentou ontem, sustentar-te-á também hoje." E como disse Kardec: “o fardo é proporcional às forças, como a recompensa será proporcional à resignação e à coragem.”
Pensemos nisso!


Texto de Rudymara



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