quarta-feira, 3 de julho de 2013

CHICO XAVIER FOI ACUSADO DE FRAUDE (trecho de sua biografia)

Foto: CHICO XAVIER FOI ACUSADO DE FRAUDE (trecho de sua biografia)

Durante décadas, Chico produziu cartas psicografadas para pais e mães que o procuravam para ter notícias de seus filhos no além. Segundo um estudo de 1990 da Associação Médico-Espírita de São Paulo, nomes de parentes apareciam em 93 por cento das cartas e 35 por cento delas tinham assinaturas semelhantes às dos falecidos. Sempre havia citações que davam impressão de familiaridade aos leitores a quem eram dirigidas.
A fonte dessas informações sempre esteve sob suspeita. Alega-se que funcionários do centro espírita conversavam com os presentes antes das psicografias e que Chico entrevistava previamente as pessoas que o procuravam em busca de contato com os espiritos dos mortos[carece de fontes]. Mesmo assim eram tidas como legítimas pelos familiares, e chegaram a ser usadas como provas em três julgamentos.
Além das cartas, houve a polêmica com os muitos livros de poesia e prosa que Chico produziu em nome de espíritos de escritores famosos do Brasil, como Olavo Bilac e Castro Alves. Chico só estudou até a quarta série primária, mas era leitor voraz e tinha uma biblioteca com quinhentos livros de autores diversos[carece de fontes], inclusive em inglês, francês e hebraico. Colecionava também cadernos com recortes de textos e poesias, notadamente dos autores espirituais que o procuravam.
O verdadeiro escândalo veio quando Amauri Pena Xavier, sobrinho de Chico, disse poder imitar as psicografias dele e acusou o tio de ser um impostor. Depois, sentindo-se culpado, retirou a acusação.
Durante transes mediúnicos, eletroencefalogramas do médium mostraram que ele apresentava características comuns da epilepsia, mas clinicamente Chico Xavier nunca foi epiléptico.
 
Durante décadas, Chico produziu cartas psicografadas para pais e mães que o procuravam para ter notícias de seus filhos no além. Segundo um estudo de 1990 da Associação Médico-Espírita de São Paulo, nomes de parentes apareciam em 93 por cento das cartas e 35 por cento delas tinham assinaturas semelhantes às dos falecidos. Sempre havia citações que davam impressão de familiaridade aos leitores a quem eram dirigidas.
A fonte dessas informações sempre esteve sob suspeita. Alega-se que funcionários do centro espírita conversavam com os presentes antes das psicografias e que Chico entrevistava previamente as pessoas que o procuravam em busca de contato com os espiritos dos mortos[carece de fontes]. Mesmo assim eram tidas como legítimas pelos familiares, e chegaram a ser usadas como provas em três julgamentos.
Além das cartas, houve a polêmica com os muitos livros de poesia e prosa que Chico produziu em nome de espíritos de escritores famosos do Brasil, como Olavo Bilac e Castro Alves. Chico só estudou até a quarta série primária, mas era leitor voraz e tinha uma biblioteca com quinhentos livros de autores diversos[carece de fontes], inclusive em inglês, francês e hebraico. Colecionava também cadernos com recortes de textos e poesias, notadamente dos autores espirituais que o procuravam.
O verdadeiro escândalo veio quando Amauri Pena Xavier, sobrinho de Chico, disse poder imitar as psicografias dele e acusou o tio de ser um impostor. Depois, sentindo-se culpado, retirou a acusação.
Durante transes mediúnicos, eletroencefalogramas do médium mostraram que ele apresentava características comuns da epilepsia, mas clinicamente Chico Xavier nunca foi epiléptico.
 
 
 
 
 

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