domingo, 14 de março de 2010

RESUMO DO LIVRO "MEMÓRIAS DE UM SUICIDA"


A história do livro (Memórias de um Suicida) começa no século XVII, quando nasce um jovem em terras portuguesas numa família pobre, mas que sonhava ser rico, culto e poderoso.
Este jovem procurou um pároco e contou seu sonho. O pároco então, passou a ensinar-lhe quanto sabia.
Diante das suas ambições, o jovem despertou a vontade de ser um sacerdote. Mas o pároco, disse que o rapaz não tinha vocação para o sacerdócio, e aconselhou-lhe que exercesse o sublime sacerdócio construindo um lar, com respeito, justiça e amando sempre o próximo.
O conselho do pároco calou fundo, e os planos foram adiados.
O jovem então, apaixonou-se por Maria Magda com fervor. Ambos faziam planos matrimoniais, quando Magda conhece um outro rapaz, Jacinto de Ornelas y Ruiz, apaixona-se, casa-se e muda-se para Madrid.
O jovem sentiu-se humilhado, cheio de ódio, rancor, despeitado e jurou vingança. Diante do desgosto, ele reativou a idéia de ser sacerdote e a realizou.
Serviu às leis de Inquisição. Perseguia, denunciava, caluniava, fazia intriga, mentia, condenava, torturava e matava.
Quinze anos depois do casamento de sua amada Maria Magda, o sacerdote vai para Madrid a mando da Igreja. O acaso então, os colocou novamente frente a frente, trazendo muito ódio à lembrança, mas sentindo que ainda a amava.
Tentou cativa-la, mas não conseguiu. Ela resistiu com dignidade. Jacinto, percebeu o assédio do sacerdote à sua esposa. Preparou-se para deixar Madrid, buscando refúgio no estrangeiro para si próprio como para a família. Pois, o medo do oficial do Santo-Ofício era grande.
Mas, o sacerdote descobriu, denunciou Jacinto de Ornelas ao tribunal, com muitas acusações.
Jacinto foi preso, processado e entregue ao sacerdote, por ordem dos seus superiores.
Jacinto foi levado à masmorra infecta, onde passou martirizantes privações e torturas: arrancaram-lhe as unhas e os dentes, fraturaram os dedos, deslocaram os pulsos, queimaram a sola dos pés.
Maria Magda, sofria pensando o que poderia estar acontecendo ao marido. Por isso, procurou o sacerdote entre lágrimas, suplicou trégua e compaixão.
Ele então, prometeu o marido de volta com uma condição, de que ela se entregasse à ele.
Ela relutou, mas acabou aceitando. Pois sabia que se não fizesse o acordo, seu marido seria morto.
Dias depois do pacto, Magda vai à sala de torturas, contempla o marido, desespera-se, e não consegue ocultar o ódio pelo sacerdote.
Ele notou o desprezo, sentiu-se cansado em lutar por um bem inatingível, pois não conseguia entender aquele sublime amor que cobria as mãos de Jacinto com beijos e lágrimas.
E por não conseguir o amor de Magda, a inveja, o despeito, o ciúme, tomou-lhe o coração. As tendências maléficas do passado, vieram-lhe na lembrança, quando no ano 33 gritou junto ao povo para condenar Jesus de Nazaré em favor da liberdade do bandoleiro Barrabás. Ele então, vazou os olhos de Jacinto perfurando-os com pontas de ferro incandescido.
Jacinto inconformado com a situação, não querendo tornar-se estorvo à querida companheira, suicidou-se dois meses depois de obter a liberdade.
Magda voltou para a terra natal com os filhos, desolada e infeliz. Nunca mais viu o sacerdote ou obteve notícias.
O arrependimento não tardou iniciar ao mesquinho ser do sacerdote. Não dormia com tranqüilidade, vivia nervoso e a imagem de Jacinto o atordoava. Ele passou a evitar cumprir as tenebrosas ordens de seus superiores, até que mais tarde foi levado ao cárcere perpétuo.
Da Segunda metade do século XVII até o século XIX, ele começou a expiar, na Terra como homem e na erraticidade como Espírito, os crimes e perversidades cometidos sob a tutela do Santo-Ofício.
Na Segunda metade do século XIX, reencarnou em Portugal, como escritor famoso, Camilo Castelo Branco, para a última fase das expiações inalienáveis: a cegueira.
O mesmo horror que Jacinto de Ornelas sentiu pela cegueira, ele também sentiu. Diante da inconformidade, imitou a gesto, deu um tiro no ouvido, tornando-se em 1890, suicida como Jacinto o fora em meado do século XVII.
A cegueira era uma expiação, mas o suicídio não.
O suicídio foi uma escolha dele, que perdeu a oportunidade que Deus estava dando para que ele reparasse sua falta do passado. Ele fez mal uso do livre arbítrio.
Camilo Castelo Branco lança neste livro, através da médium Yvonne A . Pereira (que também foi uma suicida na sua encarnação passada) um alerta para aqueles que pensam que a vida termina no túmulo.
Camilo conta a experiência dele e de outros suicidas como:
Jerônimo que deu um tiro no ouvido porque era rico e não suportou a ruína dos negócios comerciais;
Mario Sobral perdeu-se nos instintos inferiores, influenciado pela beleza física, a vaidade, a sedução, que pediam cada vez mais prazeres. Quando percebeu que estava perdendo sua esposa para outro, tentou encontrar-se e reconduzir sua vida, mas não conseguiu. Sua esposa não o aceitou. Ele então, à matou estrangulada e logo após enforcou-se;
Belarmino era um professor conceituado, diante de uma tuberculose, resolveu acabar com o sofrimento, cortando os pulsos;
João era viciado em jogo, perdeu tudo, inclusive a honra e a própria vida, envenenou-se.


Uma observação importante: O resgate não é igual para todos. Por exemplo: Jerônimo, o amigo de Camilo, que se matou com um tiro no ouvido porque sua empresa faliu, deixando esposa e filhos em situação difícil, reencarnou em família rica, com o propósito de não formar família, montar uma instituição para crianças órfãs, e ir à ruína financeira novamente, para ter que lutar com coragem; Camilo tornou-se grande trabalhador no Vale dos Suicidas, e após 50 anos reencarnou para cegar aos 40 anos e desencarnar aos 60 anos. Como vemos, ambos deram um tiro no ouvido, mas o resgate foi diferente.

(Resumo feito por Rudymara de Paula) - O livro “Memórias de um Suicida”, buscou ajudar aqueles que, em desespero, tentaram ou pensam tentar contra a própria vida, comprometendo severamente a evolução espiritual que todos buscamos. Este livro foi escrito pela psicografia da médium Yvonne Pereira - ditado pelo espírito Camilo Castelo Branco, extraordinário romancista e poeta português, que contou sua lamentável atitude (em vidas passadas), disparando um tiro de revólver na cabeça e consequências. Peço que todos aqueles que lerem este resumo leiam também o texto "PARA ONDE VAI O SUICIDA" que se encontra neste blog. Ele complementa o assunto: SUICÍDIO. http://grupoallankardec.blogspot.com/2010/01/para-onde-vai-o-suicida.html







13 comentários:

  1. Anônimo4/5/11 00:42

    estava pesquizando sobre o assunto para poder entender porque minha melhor amiga cometeu o suicidio; achei o resumo muito bom!

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  2. A própria Yvonne, na introdução da oitava edição do livro (que é uma publicação da FEB, Federação Espírita Brasileira, de 1954), informa aos leitores que a obra, conquanto de origem mediúnica, não foi rigorosamente psicografada pois, diz ela, "eu via e ouvia nitidamente as cenas aqui descritas, observava as personagens, os locais, com clareza e certeza absolutas, como se os visitasse e a tudo estivesse presente e não como se apenas obtivesse notícias através de simples narrativas". E a escrita se seguia depois de que, durante o sono do corpo físico e em Espírito, se "alçava ao convívio do mundo invisível e as mensagens já não eram escritas, mas narradas, mostradas, exibidas à minha faculdade mediúnica para que, ao despertar, maior facilidade eu encontrasse para compreender" os fatos que assistira e que por seus próprios meios não tinha condição de descrever (p. 9).
    Esclareça-se que essa modalidade de transmissão mediúnica se dá através do chamado desdobramento (emancipação da alma), no qual o médium, durante o descanso ou torpor do corpo físico, em espírito se desdobra para entrar em contato com a realidade do mundo extra físico, tendo exata noção do que pôde ver ou dos conselhos que recebeu (Livro dos Espíritos, A. Kardec, questões 409 e 410).
    2) O autor espiritual foi no livro identificado pelo nome de Camilo Cândido Botelho, mas tratava-se efetivamente de um dos maiores nomes da literatura portuguesa do século 19: Camilo Castelo Branco. Este, após ter tomado conhecimento de uma cegueira irreversível, disparou um tiro de revólver no ouvido, em maio de 1890. Deduz-se facilmente que o personagem Espírito narrador dos fatos é Camilo Castelo Branco, por várias circunstâncias: pelo fato de Yvonne mesma ter dito que o ocultaria sob o pseudônimo de Camilo Cândido Botelho (na página 8, observem-se as iniciais claríssimas de ambos os nomes e o prenome exato); a autoria resta clara para quem conhece a obra do talentos o escritor português, seja pelo estilo, seja pelos fatos narrados que coincidem com os seus em vida; e, afinal, porque a própria médium disse que, dentre os numerosos Espíritos de suicidas com quem tivera contato, um se destacou pela assiduidade e pela simpatia e por seu "nome glorioso que deixou na literatura em língua portuguesa, pois se tratava de romancista fecundo e talentoso, senhor de cultura tão vasta ... " (p. 8).
    3) Conquanto tenha sido a obra editada pela FEB em 1954, a médium registra que ela se iniciou em 1926, sob a orientação de Léon Denis (Espírito), em vida considerado um verdadeiro apóstolo do Espiritismo. Em razão de gravíssimos problemas pessoais, paralisou as anotações que recebia durante quase vinte anos, retomando os trabalhos em 1946, compilando os fragmentos produzidos e adicionando outros fatos e novas observações, de onde resultou - segundo consta, sob a inspiração instigada do Dr. Adolfo Bezerra de Menezes - a decisão de publicá-la cerca de oito anos depois (informação verbal de Samuel Angarita, decano espírita da FEESP, que conheceu a médium).
    4) A médium declara, no mesmo prefácio da obra, que ela de há muito recebia comunicações, psicográficas ou psicofônicas, de inúmeros suicidas, que se afinizavam com ela, porquanto ela mesma fora uma suicida em outra existência, em encarnação passada (p.7).

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  3. Anônimo7/8/11 22:23

    estou tendo a oportunidade de ler, confesso que dá um pouco arrepio...mas estou tentando ir em frente apesar de pouco entender sobre esse assunto

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  4. Anônimo9/8/11 13:37

    Além de decidir por não suicidar-se, este livro dará nova luz a sua vida.

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  5. Pois eu tinha uma Tia que se suicidou por causa de namorado e deixou um filho de 3 anos e morreu gravida de um hoje o de 3 anos tem 18 anos e é um menino lindo e bem criado .ja pensei em fazer isso mais depois que eu lir sobre o suicidio não penso mais pois suicidio não iria resolver meus problemas todos nos passamos por momentos bons e dificeis nas nossa vidas mas temos que saber enfrenta-los honestamente para vencermos nunca é tarde para repara os nossos erros pois quem pensa em suicidio é muito egoista pq so penssa nele e não liga prara os sofrimentos dos outros lembre-se Deus esta sempre do nosso lado nos ajundando so não encherga quem não quer

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  6. Olá Anônimo, penso como você suicida é egoísta, tenho vários problemas e já passei por outros tantos, muito que já se passaram e hoje ao lembrar deles dou risadas do meu desespero diante de tão pequeno que era meu sofrimento, hoje aprendi que por mais difícil que estiver vai passar e tudo vai ser contornado e resolvido, basta darmos tempo ao tempo, pois este é o nosso melhor conselheiro e amigo o "Tempo".

    Abraços
    Ana

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    1. Olá...respondendo aos dois comentários, só posso dizer que "não devemos julgar ninguém".....cada um de nós está num grau de evolução, problema é visto e vivido de forma diferente por cada um de nós......uns são mais fracos, outros mais fortes.....seja lá qual for o caso, só Deus pode e deve julgar, ok?......abraço e voltem sempre

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  7. Passei por um momento muito difícil na minha vida há uns anos atrás. E numa noite muito dolorosa, vários pensamentos suicidas ocuparam a minha mente. Percebi que havia algo errado, aqueles pensamentos divergiam em muito de tudo que eu acredito. Cedi ao sono e ao repouso. Alguns dias depois sonhei que um irmão pedia para que eu fosse até a Casa Espírita perto de minha casa. Estou lá até hoje colaborando nas atividades da Casa. Com o entendimento de hoje compreendo que em em momentos difíceis nada melhor que silenciar e dedicar-se a prece, buscando resignação e fé em dias melhores. A paz a todos os colaboradores.

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  8. Ninguém sabe o que se passa na cabeça de um suicida, só ele sabe os pensamentos que tem,eles não são egoístas, como disse a amiga(o) de cima,digo isso pq tenho depressão e já passou pela minha cabeça várias e várias vezes o suicidio, mais acredito que se Deus me colocou nesse mundo não foi a toa então não posso desapontá-lo,luto contra isso todos os dias da minha vida, então não julgue se você não sabe do que se trata.

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  9. Bom, quando eu tinha 16 anos tentei o suicídio. Foi um dia bem conturbado, lembro como se fosse hoje. Minha família tinha muitos problemas, desentendimento, brigas constantes...
    Me sentia muito triste, vinham uns pensamentos que não pareciam meus. Cortei meus pulsos muitas vezes, quanto mais eu cortava mais algo me dizia pra não parar. Levei mais de 15 pontos. neste dia não havia ninguém em casa.
    me tranquei no posto de luz que tinha em casa, um lugar fechado entre duas peças ao ar livre, onde ninguém pudesse me ver. Meu pai tinha saído pra trabalhar e não voltaria tão cedo. Eu lembro de estar perdendo muito sangue e me sentia muito fraca. Foi quando ouvi um barulho na porta da frente, não conseguia falar nem me mexer, nem se eu quisesse poderia voltar atrás. Era o meu pai, venho em casa para pegar umas ferramentas e voltar para o trabalho. Quando ele estava quase saindo no portão da frente pensou em voltar pra dentro da casa pra ver se estava tudo bem. Ele me disse que sentiu que tinha esquecido de algo, mas não sabia o que exatamente. Entrou em casa e foi direto no meu quarto, abriu a porta do posto de luz e me encontrou em uma poça de sangue. Eu só me lembro dele me chamando, mas não conseguia falar. Saiu correndo de dentro de casa comigo nos braços, pedindo ajuda pra um vizinho..me colocou no carro e me levou para o hospital.
    Depois ele me contou que não tinha nada pra pegar dentro de casa, mas que teve um sentimento ruim quanto a mim e resolveu voltar...
    Se ele não tivesse chegado a tempo eu teria morrido ali mesmo perdendo sangue.
    Por causa disso, acredito em uma força maior que nos protege.
    E tento esquecer este capítulo da minha vida mas, as marcas são tão profundas que não poso fazê-lo. Tive uma segunda chance e pretendo aproveitá-la. É a primeira vez que conto esta história pra alguém, espero que com ela, algumas pessoas possam aprender algo...
    Obrigada!!

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    1. Nossa!.....ainda bem que vc mudou de ideia....sua vida é muito importante.....obrigada por seu depoimento......um forte abraço e que Deus te abençoe

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  10. Anônimo9/9/13 14:50

    Há mais de dez anos, tive uma crise familiar, com esposo, filhos, etc...no alge do desespero tomei uma caixa de comprimidos e fui internada naUTI...depois fui para o quarto e consegui sair dessa. Como fazeia terapia com uma psicóloga ela me disse q. só me atenderia se eu fosse ao psiquiatra.Até entendi a insegurança em relação à mim.Contudo ela achou q. eu deveria me internar numa clinica,levar livros, fazer cooper , mas meu marido inocentemente, tenho a certeza, confiou na psicóloga do nosso plano de saude q. num sábado me levou, ela em no0ssa companhia, para a ALDEIA, perto acho de são gonçalo.Ao chegar já vi q. não era aquilo que eu precisava:era uma clínica para viociados, alcoolatras, etc...desci ao inferno quando lá me deixaram, me convecendo q. era o melhor, eu estava muito vulneravel...e fiquei.Era o próprio inferno, assim mesmo fiz amizades com todos, especialmente com dois rapazes que conversavcamos muito as refeições, embora eu procurasse sempre sentar com todos variando de companhia e não querendo ser antipatica.
    Foi quando passeando no jardim(cercado de fios de alta tensão e uma unioca entrada com guarita e guardas),. além de observar tudo isso vi um rapaz lindo simpatico, q. se drogava mesmo, tendo convulosão pedindo a drioga e logo chamei os enfermeiros q. devem te-lo dopado...na reunião no colégio Santa Rosa Niteroi, ninguem sabia onde me colocar no onibus dos alcolatras ou dos viciados em drogas.Assisti aos maiores depoimentos q. se ´poderia assitir como lição de vida...sim tomei tudo isto como lição de vida. Mas apezar de fazer reuniões com todos,e estar me achando util.Meu marido ligou me e o enfermeiro não me deixou atender...gritei com ele q. não era drogada, queria sair dali e quero falar com meu marido: por favor venha me buscar agora, já estou com tudo pronto quero voltar para minha casa...ele prontamente foi me buscar, mas para sair...foi dificil, eles queriam me deixar lá quatro a cinco meses e eu iriame jogar naqueles fios de alta tensão...Será que por ter passado por tudo isto e muito mais, Deus abrandaria as minhas penas quando fizer a passagem?

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    1. Eu li o seu texto, achei bem comovente. Olha eu não sei o seu nome,mas uma coisa eu te falo, todos nos seres humanos passamos por problemas, frustrações, mas os nossos problemas são muito das vezes dádivas, por que é com os problemas que realmente encontramos a felicidade. Muitos falam que a felicidade esta no fim do caminho, mas não.. ela esta em todo percusso, nos é que não damos a minima. Mas de qualquer forma isso que tu enfrentou foi uma barreira, parabéns por ter feito a coisa certa. Mas minha amiga, esse vida que vivemos não é a verdadeira vida, estamos aqui apenas de passagem. A vida na terra é feita para que nos evolua, pense nisso! Lhe desejo boa sorte e que Deus abençoe sua vida e toda família.

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