quinta-feira, 12 de maio de 2022

SER MÃE


SER MÃE vai além de gerar um filho. É amar cuidando, amparando, educando, acompanhando seus passos. É ensinar a respeitar tudo que conviva com ele neste mundo (começando pela família), a ser responsável com suas coisas (começando pelos afazeres escolares), com a dos outros e com a sua vida. É delegar tarefas no lar para que aprenda a dar valor aos cuidados da casa, a se sentir útil, ser responsável, sem condicioná-lo a fazer algo esperando uma recompensa (faça isso que te dou aquilo), mas fazer por amor a mãe e família. É ensinar o filho a amá-la e não a ter interesse nas coisas que ela faz ou dá. Ser mãe é elogiar quando ele acerta e ser advertência quando erra. Porque o amor não é cego, a paixão sim. Ele enxerga os erros e busca corrigir para que o sofrimento não faça parte do seu futuro. Enfim, ser mãe é ser co-criadora e co-educadora de Deus.

TEXTO DE RUDYMARA

segunda-feira, 18 de abril de 2022

PÁSCOA NA VISÃO ESPÍRITA



Páscoa é uma palavra hebraica que significa "libertação".

No antigo testamento esta festa surgiu para comemorar a libertação do povo hebreu da escravidão do Egito, através de Moisés.

No novo testamento a Páscoa Cristã surgiu através do catolicismo, é a lembrança de que Deus enviou Jesus para libertar (salvar) seu povo dos “pecados” (erros). 

A comemoração acontece na época em que se lembra a crucificação de Jesus. Começa, infelizmente, após o término do carnaval, onde muitos já transgrediram Seus ensinamentos através de sexo desregrado que, muitas vezes, resultam em aborto e doenças sexualmente transmissíveis; uso de drogas lícitas e ilícitas causadoras de doenças físicas, moral e social, obsessão, muita violência, dentre outros e termina no domingo onde Ele ressurgiu dos "desencarnados" para mostrar que Ele continua vivo, que a vida não termina no túmulo e aguarda que O sigamos para que esta “libertação” de erros e falhas e/ou "renovação" de atitudes aconteça o mais breve possível. Por isso, nós Espíritas, podemos dizer que, comemoramos a páscoa todos os dias. A busca desta “libertação” e/ou "renovação" é diário, e não somente no dia e mês pré determinado. Queremos, como disse o apóstolo Paulo: "Que surja o homem novo a partir do homem velho. Que do homem velho, coberto de egoísmo, de orgulho, de vaidade, de preconceito, ou seja, coberto de ignorância e inobservância com relação às leis morais, possa surgir, para ventura de todos nós, o homem novo, gerado sob o influxo revitalizante das palavras e dos exemplos de Jesus Cristo..." Enfim, a reforma íntima é a meta dos espíritas. Por este motivo que Chico Xavier disse: "O espírita que não se preocupa com a renovação íntima ainda não compreendeu a essência do Espiritismo." E o único que poderá nos ajudar nesta meta é Jesus. Ele é o nosso guia e modelo a ser seguido. Sigamos Jesus!

Texto de Rudymara

quarta-feira, 2 de março de 2022

ONDE ESTÁ DEUS NUMA TRAGÉDIA?


 Numa guerra ou qualquer tragédia de dor e sofrimento, muitos questionam: “onde está Deus?”

Eu respondo que:

-   Deus estava ausente na “atitude das pessoas”.

Deus nos mandou as regras do bem viver através de Jesus, mas nós vivemos como se tudo isso fosse besteira e ultrapassado. Buscamos Deus nos cultos nos dias e horas certas dentro das casas religiosas, mas fora dela, não fazemos a sua vontade. Deus nunca está ausente, nós que nos afastamos dele quando não colocamos em prática seus ensinamentos. Os espíritos disseram na questão 741 que, “muitos flagelos resultam da imprevidência do homem”. Ninguém nasce para matar, assaltar ou delinquir, nascemos para evoluir. Apenas fazemos mau uso do livre arbítrio, daí sofremos as consequências. Muitos de nós somos imprevidentes porque acreditamos que as tragédias só acontecessem com os outros. Muitos de nós só agimos com prudência por medo de levar multa, de ser preso ou ser punido de alguma forma. Muitos de nós só temos precauções após uma tragédia, um sofrimento ou dor. Infelizmente, ainda somos muito egoístas, imediatistas e materialistas, por isso, num momento desses, queremos colocar a culpa em Deus.  Também não podemos esquecer que, a maioria de nós tem algo a resgatar, porque somos devedores perante a lei de deus. Salvo os casos onde o espírito pede, antes de encarnar, uma prova difícil ou dolorosa. Exemplo: para adiantar sua evolução, para despertar familiares a observar sua fé e por tantos outros motivos. Mas a maioria são devedores, uns resgatam individualmente, outros coletivamente. Precisamos observar que, nem todos que desencarnam coletivamente significa que desrespeitaram a lei divina coletivamente. Assim como, nem todas as mortes, por exemplo, por asfixia significa que os desencarnados mataram alguém asfixiado. A justiça divina, apenas, se aproveita das catástrofes decorrentes da imprevidência dos homens ou das leis da natureza (maremoto, terremoto, tsunami, etc) para fazer resgates. A morte não segue a lei do "olho por olho, dente por dente" ou "quem com ferro fere com ferro será ferido." Podemos resgatar de forma diferente, "o amor cobre multidão de pecados, ou seja, o bem que praticarmos pode diminuir ou mudar o rumo do nosso resgate. A Terra é um planeta de provas e expiações. O simples fato de aqui vivermos significa que somos espíritos comprometidos com débitos que justificam qualquer tipo de sofrimento ou morte que venhamos a enfrentar, como contingência evolutiva, sem que tenha ocorrido um planejamento dos superiores celestes nesse particular. Como Deus colocaria um filho no mundo para se comprometer com a lei divina só para que outro filho resgate um débito? Um quita seu débito e o outro contrai? Se fosse verdade o que atira não teria culpa, já que nasceu para fazer aquilo. Se, por acaso, esta pessoa estava, como dizem, “no lugar errado na hora errada”, ele apenas adiantou o pagamento de algum débito. Ninguém nasce para matar nem para morrer assassinado. Nós acreditamos que nascemos para evoluir. Portanto, estes momentos de dor e sofrimento deveriam ser momentos de reflexão, de buscarmos o verdadeiro sentido da vida, de entendermos  que precisamos viver sem achar que nunca desencarnaremos, que existe somente este lado material ou que nascemos para apenas "curtir" a vida. Precisamos questionar: "o que Deus espera de nós?" O importante é modificarmos "para melhor" nossas atitudes em relação a nós mesmos a ao próximo, para amenizarmos nossos débitos do passado ou para não adquirirmos um no futuro. Muitos de nós criticamos quem faz uma guerra, mas no mundo familiar, de trabalho, escolar, numa fila, no trânsito, enfim, de convívio social também fazemos nossas guerras. Muitas vezes não somos pacíficos, revidamos, somos vingativos, não levamos desaforo para casa, somos do lema "bateu levou", fazemos inimizade na família por partilha de bens, matamos por sentimento de posse, como quando uma mulher se separa do marido ou vice versa. Enfim, será que seríamos diferentes se estivéssemos no comando de um país? Então, é preciso buscar nos conhecer, olhar para dentro de nós e começar a construir a paz em nós. "A paz do mundo começa em mim", diz a música de Nando Cordel. Afinal, não sabemos quando seremos chamados a prestar contas. Como disse Kardec no Livro Obras Póstumas:  "Não podem os homens ser felizes, se não viverem em paz, isto é, se não os animar um sentimento de benevolência, de indulgência e de condescendência recíprocas; numa palavra: enquanto procurarem esmagar se uns aos outros. A caridade e a fraternidade resumem todas as condições e todos os deveres sociais; uma e outra, porém, pressupõem a abnegação. Ora, a abnegação é incompatível com o egoísmo e o orgulho; logo, com esses vícios, não é possível a verdadeira fraternidade, nem, por conseguinte, igualdade, nem liberdade, dado que o egoísta e o orgulhoso querem tudo para si." Então, paz, felicidade não são distribuídos por Deus, Ele apenas nos ensina a conquistar. Então, podemos dizer que Deus está aguardando os filhos pródigos cansarem de sofrer e voltarem para o seu lado. Enquanto isto não acontece, ele manda seus trabalhadores para Terra para socorrer os que sofrem, orientar os desorientados e receber os desencarnados. Ele nunca nos abandona. Pensemos nisso!

Texto de Rudymara


JEJUM NA VISÃO ESPÍRITA


 DISSE JESUS: "Quando jejuarem, não mostrem uma aparência triste como os hipócritas, pois eles mudam a aparência do rosto a fim de que os outros vejam que eles estão jejuando. Eu digo verdadeiramente que eles já receberam sua plena recompensa. Ao jejuar, arrume o cabelo e lave o rosto, para que não pareça aos outros que você está jejuando, mas apenas a seu Pai, que vê em secreto. E seu Pai, que vê em secreto, o recompensará."

Moisés, instituiu a prática de jejuar, e disse que era pedido divino, proclamando que Jeová castigaria aqueles que não a observassem.
Como acontece com todo culto exterior, em breve o jejum deixou de servir à religião para servir ao religioso. Os judeus submetiam-se ao jejum, não por empenho de purificação, mas apenas para mostrar que observavam com rigor os pedidos divinos.
Os fariseus, por exemplo, jejuavam duas vezes por semana. Nesses dias, para evidenciarem que isto representava sacrifício para eles, apresentavam as vestes mal arrumadas, barba e cabelos em desalinho, expressão torturada . . . É provável que nem mesmo estivessem jejuando, já que o importante era a aparência.
Jesus combate o comportamento hipócrita, recomendando que o jejuante se mantenha sereno, dentro da normalidade, em sua apresentação pessoal, buscando não a apreciação dos homens, mas a aprovação de Deus.
Jejum não se trata da mera abstenção de alimentos. Algumas horas ou todo um dia ingerindo apenas líquidos é prática saudável que desintoxica o organismo, se bem orientada, mas não tem nada a ver com nossa edificação espiritual. Se fosse assim, multidões que estão abaixo da linha da pobreza, submetidas a um jejum permanente, não por opção, mas por carência, seriam criaturas santas. Pelo contrário, fome e agressividade, geralmente, dão-se as mãos. O jejum a que se refere Jesus é de ordem MORAL. Se quisermos nos renovar, é necessário combater nossas mazelas, cultivando a Virtude e o Bem.
Então, nos períodos de jejum é preciso seguir a recomendação de Jesus: erguer a cabeça, mantendo expressão serena, calando a própria dor, confiantes em Deus. E Ele, que tudo vê, encontrará em nós a posição ideal para que nos possa ajudar.


RICHARD SIMONETTI

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

GUERRA NO SÉCULO XXI


Em pleno século XXI, uma guerra? Ainda não saímos de uma guerra contra a COVID que matou e, ainda mata, muita gente e que chegou mostrando que: nada é nosso, que tudo é um empréstimo de Deus; que apenas administramos tudo; que nada levamos deste mundo a não ser o que ajuntamos na alma e que a vida é breve e, as vezes, mais breve do que pensamos. Mas daí, vem esta guerra descabida, porque o "homem" acha-se dono de terras e quer ditar regras aos outros países por medo de estratégia de invasão territorial e por não saber sentar e conversar. Enfim, por sentimento de posse e poder põe a vida de pessoas e do mundo em risco. Quando cresceremos, moralmente falando? Como disseram os espíritos à Kardec, na questão 742 do o livro dos Espíritos: "o que leva o homem à guerra é a predominância da natureza animal sobre a espiritual e a satisfação das paixões. No estado de barbárie, os povos só conhecem o direito do mais forte, e é por isso que a guerra, para eles, é um estado normal. A medida que o homem progride, ela se torna menos frequente, porque ele evita as suas causas e, quando ela se faz necessária, ele sabe adicionar- lhe humanidade." Esta resposta nos faz pensar no grau evolutivo dos que fazem guerra. Então, como disseram os espíritos à Kardec na questão 743, "a guerra desaparecerá da face da Terra quando os homens compreenderem a justiça e praticarem a lei de Deus. Então, todos os povos serão irmãos." Lembremos que, muitos que estão indignados com esta guerra, também fazem sua guerrazinha, por exemplo, numa disputa de herança familiar, por um cargo no trabalho, dentre outros, o que indica que, se estivéssemos na administração de um país, talvez estaríamos fazendo o mesmo que eles estão fazendo. Portanto, só nos resta orar pela paz e vigiar nossas ações. A única guerra que Deus é favorável é a guerra que travamos com nossas falhas morais. Estas sim sevem ser combatidas e exterminadas. Pensemos nisso.

TEXTO DE RUDYMARA



GUERRA DOS SEXOS



Segundo disseram os espíritos à Kardec “homem e mulher são iguais na balança divina só são diferentes nas funções”, mas isso não significa que a função do homem seja melhor ou pior que a função da mulher e vice versa, quer dizer que são complementares. As mulheres foram tratadas por muito tempo como inferiores. No final do século dezenove e início do século vinte, elas buscaram seu espaço, o direito de votar, trabalhar fora, ganhar o mesmo salário que o homem e outros. Mas, muitas mulheres se perderam nesta busca. Buscaram se igualar aos homens no que eles mais erraram há séculos e no que mais elas combatiam neles: "sexo desregrado e vícios." Com isso, ao invés de alcançarem respeito, foram desrespeitadas. Mas, o dia em que ambos compreenderem que, eles devem unir forças ao invés de medi-las, eles crescerão juntos, evoluirão mais rápido e, todas as disputas inúteis, de um mundo materialista, egoísta e orgulhoso, acabarão. Afinal, trocamos de sexo a cada encarnação, conforme a necessidade de aprendizado. Por isso, devemos nos esforçar para respeitarmos o sexo oposto. Homens e mulheres, não deixem de buscar a realização de seus sonhos, mas também não se envergonhem de aprender a cozinhar, fazer bolo, arrumar uma casa, trocar fraldas, de dizer "eu te amo" todos os dias, de fazer um elogio, de agradecer um carinho, o almoço ou jantar que foi feito para você, de dar uma flor ou um presente sem data de comemoração. Não se envergonhe de dizer aos amigos (as) o quanto você ama sua esposa (o) e o quanto você gosta de fazer coisas para agradá-la (o). Não entre nesta disputa imposta pela vaidade, pelo orgulho e egoísmo. Seja feliz fazendo feliz quem você ama. Quem se sente feliz, amado, respeitado retribui essa felicidade. E que se dane as regras machistas ou feministas que causam a guerra entre os sexos e a infelicidade das pessoas e fim de relacionamentos. Pensemos nisso!

Texto de Rudymara

ESQUECIMENTO DO PASSADO

 


 

Tem gente que diz que esquecer o que fizemos em outra encarnação atrapalha esta encarnação. A maioria das pessoas que dizem isto acreditam em Deus, mas elas questionam os planos dele para nós. Se Deus joga um véu nas lembranças do passado, é porque as lembranças nos trariam muitos inconvenientes. Nós poderíamos nos sentir humilhados, constrangidos, desconfortados ou vaidosos, orgulhosos, ou seja, nutriríamos sentimentos que atrapalhariam o uso do livre arbítrio ou o nosso relacionamento social. Por que? Porque, geralmente, encarnamos no mesmo meio e com os mesmos espíritos que convivemos em outra encarnação. Este convívio, muitas vezes é, para fazermos as pazes. Como faremos as pazes com alguém que nos feriu, nos lesou, nos causou algum mal? Nós olharemos para ele com sentimentos negativos e ele olhará para nós com constrangimento ou vive versa. Muitos de nós não consegue enfrentar nem os conflitos desta encarnação, imagina juntar com as lembranças de outra encarnação. Haveria muito mais depressões, síndromes e suicídios. Faltaria psicólogos e psiquiatras para tratar pessoas. Então, o esquecimento do passado é momentâneo e necessário. E ele não atrapalha esta encarnação, porque Deus nos proporciona duas coisas que auxiliam a caminharmos nesta encarnação: a voz da consciência e as tendências instintivas. A voz da conciência porque é na consciência que está escrito a lei de Deus (questão 621 O livro dos espíritos). Então, quando vamos tomar uma atitude é este arquivo que consultamos para resolvermos o que devemos fazer ou não fazer. Embora muitas vezes a voz da conciência diga para não fazer, usamos mal o livre arbítrio e fazemos o contrário daí, nos comprometemos com a lei divina. E a tendência instintiva são as lembranças sutis dos atos de outra encarnação. Exemplo: tem criança, como Bethoven, que compôs aos 5 anos de idade. É uma lembrança boa do passado que deve ser reforçado. Outros tem medos sem ter passado por nenhum trauma nesta encarnação. Talvez seja lembrança de algo desagradável que tenha ocorrido com ela em outra encarnação. Por isso temos que observar as tendências das crianças e nossas também. Se for boa reforcemos, se for ruim, tentemos eliminar. Crianças, por exemplo, são espíritos velhos em corpos novos. Não sabemos quem foram, o que fizeram, precisamos apenas a ajudá-las. Divaldo Franco conta a história de uma criança que ele criou desde os 6 meses de vida que, desde pequena dizia que queria enfiar a faca em alguém para sentir o sangue quente escorrer em suas mãos. Divaldo perguntou como ela sabia que o sangue era quente e ela não sabia dizer como sabia, só afirmava que sabia. Divaldo evangelizou esta criança e, quando ficou um moço, ele pediu a emancipação para ir embora da Mansão. Divaldo disse que daria se ele prometesse que quando sentisse vontade de matar alguém, voltasse e o matasse antes. Divaldo disse que não poderia soltar uma pessoa que pudesse ferir alguém na sociedade, pois foi ela que o ajudou a criar as crianças da Mansão. O rapaz aceitou e foi. Um dia eles se encontraram e Divaldo perguntou se ele sentiu vontade de matar alguém e ele disse que sim, várias vezes. Mas, todas as vezes que ele sentiu vontade, ele via Divaldo na frente dele dizendo " VENHA E ME MATE PRIMEIRO", daí ele se desarmava. Daí Divaldo contou que ele foi um assassino na encarnação anterior. Então, não nos importemos o que fomos ou o que fizemos. O que importa é o que estamos tentando ser e melhorar hoje. Deus não apaga nosso passado, ele apenas joga um véu que pode ser descoberto quando dormimos ou quando desencarnamos. Se ele apagasse, ainda estaríamos nas cavernas. Pensemos nisso!

Texto de Rudymara

APROVEITE A VIDA SEM ACABAR COM ELA


Conversando com um jovem de 20 anos e contando como era o namoro, a "balada" nas discotecas, as amizades da minha época, anos 70, 80, ele me disse: "queria ter vivido nesta época." Ele disse que hoje é difícil arrumar namorada porque as mulheres não querem compromisso, querem "ficar" , curtir o momento e buscar outro "ficante" no momento seguinte. Os rapazes tambem, eles contam com quantas ficaram na noite como se fosse uma competição com os amigos. Não sabem se divertir sem drogas lícitas e/ou ilícitas. As músicas que os jovens de hoje gostam não são românticas, são as agitadas, de letras chulas, baixas que incitam a buscar apenas uma aventura, a dançar de forma vulgar, sexo irresponsável, pmuitas estimulam o ódio por policiais e o uso de drogas. E tem pseudos intelectuais que rotularam estas músicas como cultural. A balada só existe porque é movida a drogas. Muitas pessoas não sabem se divertir sem elas, se mostram felizes usando algo que as fazem felizes artificialmente e momentaneamente. Muitas baladas acabam com violência porque as drogas revelam o que as pessoas levam dentro de si. A rebeldia faz parte da modinha que grita por liberdade, direitos, mas se deixam escravizar pela moda da rebeldia, pelas drogas que impuseram sutilmente a eles. Se a moda era cabelo comprido, eles cortam curto, raspam, descolorem, pintam de azul, rosa, vermelho, etc. Gritam por direitos, mas não buscam obrigações. Programas de TV mostraram há anos e, ainda mostram, em suas novelas, mini séries, reality show que casamento é coisa ultrapassada, que mulher tem que se igualar ao homem no que elas, há séculos, foram contra: sexo desregrado e vícios. Jogaram o homem contra mulher e vice versa os colocando numa queda de braço ao invés de ensiná-los que só serão felizes quando derem as mãos, caminharem juntos, se respeitando, cada qual com suas características. Fizeram uma campanha para que os jovens achassem que droga é bom e que deve ser legalizado. Resultado: os jovens estão se matando aos poucos, assaltando e roubando para sustentar o vício, sendo morto pelo tráfico, comprometido com a lei, apático com o estudo, sem perspectiva para o futuro, um escravo das drogas que, só pensa no hoje, no máximo, pensa em como conseguir a droga do dia seguinte, enfim, perdendo a juventude, embora muitos acreditem estar proveitando a vida. A família está se desfazendo com facilidade, os filhos, muitas vezes, ficam em segundo plano e, consequentemente, cheios de problemas comportamentais e psicológicos. As paqueras de ontem, hoje viraram assédio. Conclusão: estamos vivendo um tempo difícil onde estamos com dificuldade de encontrar uma boa amizade, um namoro, um casamento duradouro, enfim, as regras que impuseram na mídia de massa nos separou e dificultou a convivência e, consequentemente, viver bem e feliz se distanciou de nós. Precisamos retomar nossa vida. Não podemos deixar nos conduzir por maus exemplos, por modinhas comportamentais que nos fazem cada vez mais infelizes e que são impostas pela mídia. Pensemos nisto e sintonizemos em canais e programas mais edificantes. Ouçamos boas músicas. Sem audiência para programas e músicas ruins, eles acabarão. Aprendamos a discernir o que é bom para nossa vida. Como disse o apóstolo Paulo: "Nós podemos tudo, mas nem tudo nos convém." Por que? Porque a lei divina é de causa e efeito. Um dia tudo retorna, um dia prestaremos conta de tudo que fazemos ou deixamos de fazer. Então, só nos resta lembrar: "Alegra-te, jovem, na tua juventude... Recreie-se o teu coração nos dias de tua mocidade... Anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam teus olhos. Saiba, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá conta." (Eclesiastes).

Texto de Rudymara

sábado, 1 de janeiro de 2022

ANO NOVO E VELHAS ATITUDES


 Após a festa de Natal vem a de Ano Novo, onde muitos esquecem ou não buscam o sentido do Natal e cometem abusos dizendo estar comemorando o Novo Ano. Depois vem o carnaval, onde muitas pessoas também abusam e transgridem as leis morais cristãs de todas as formas: sexo desregrado, gravidez indesejada, aborto, doenças sexualmente transmissíveis, mortes no trânsito causado por desrespeito às leis de trânsito, uso abusivo de drogas lícitas e ilícitas que causam violências na família e sociedade, dependentes químicos, fortalecimento do tráfico que mata, domina de forma negativa. Dia seguinte ao término do carnaval, é a quarta-feira intitulada de cinzas, onde muitos mostram em seu semblante o arrependimento, por isso buscam templos religiosos para tomar cinzas, cujo simbolismo é para que as pessoas façam reflexão sobre o dever da "conversão", da mudança de vida, recordando a passageira fragilidade da vida humana e suas consequências nesta e em outra encarnação. A quarta-feira de cinzas é o primeiro dia da quaresma católica, que é o período de quarenta dias que antecedem a festa da Páscoa, tempo de jejuar. Mas, o jejum a que se refere Jesus é de ordem "moral". Se quisermos nos renovar, é necessário combater nossas fraquezas, cultivando a Virtude e o Bem. E na Páscoa relembramos os últimos dias de Jesus na Terra, onde na sexta-feira muitos deixam de comer carne em "respeito" à Jesus. VAMOS PENSAR JUNTOS? Será que é este o respeito que ele espera de nós. E os outros 364 dias do ano? Quando entenderemos o sentido da vinda do Cristo a Terra? Será que estamos agradando Jesus com esta fé sem obras? Com atitudes não "muito cristãs"? Só com a vinda Dele já estamos salvos? Não nos enganemos. Jesus não morreu para nos salvar. Ele viveu para nos mostrar o caminho da salvação. A busca é individual e só acontecerá se cristianizarmos nossas atitudes. Então, como vemos o sacrifício do Cristo e de seus discípulos não aconteceu para admirarmos Suas bravuras ou para decorarmos os versículos e capítulos das suas histórias e ficar por isto mesmo. A passagem do Cristo na Terra é mais que presépios, presentes, ceia, bacalhau, ovos de chocolate, paçoca e coelhinho. Alguém então perguntará: Então devemos acabar com a Páscoa e o Natal? Não. Devemos relembrar a vinda do Cristo todos os dias; santificar todos os dias, não somente a sexta-feira "santa" ou o 25 de dezembro. Utilizarmos as datas para intensificarmos a caridade ensinada pelo “crucificado” ou pelo “menino da manjedoura” e também nossa renovação interior. Mudar hábitos, eliminar vícios, pensamentos e atitudes negativos. Nós espíritas não somos contra a festa ou a alegria de reunir a família. Mas achamos que a festa de Natal deveria despertar em nós o desejo de fazermos o Cristo renascer em nossas atitudes e a da Páscoa deveria despertar em nós a vontade de nos libertarmos dos erros, das transgressões, para ressuscitarmos numa nova pessoa, uma pessoa de atitudes nobres, cristãs. Mas, infelizmente, há quem acredite ser perdoado com simples ritual ou com penitências corporais. Por isso, na próxima festa, veremos as mesmas pessoas cometendo as mesmas transgressões. Como pedir que o mundo mude se nós não mudamos? A mudança do mundo começa em nós e só acontecerá quando seguirmos os ensinos de Jesus, TODOS OS DIAS, senão será apenas mudança de data. Despertemos!

Texto de Rudymara

QUEREMOS PAZ, MAS NÃO SOMOS PACÍFICOS.

Como queremos paz se ainda revidamos qualquer contrariedade? Se ainda nos satisfazemos com a vingança? Se ainda não aprendemos a perdoar? Se brigamos na fila do Banco, da lotérica, da padaria, etc.? Se ofendemos alguém no trânsito? Se muitos, por sentimento de posse, matam o cônjuge porque não se conformam com a separação? Se tiramos a paz das pessoas com som alto ou barulhos que irritam, dentre outros atos que incomodam? Se discutimos, batemos e até matamos pessoas que torcem para um time que não é o nosso ou seguem uma religião diferente da nossa? Se agredimos quem tem orientação sexual oposta da nossa? Se queremos impor nossa visão política ao outro? Se usamos palavras humilhantes para nos referir a alguém: gordo(a), quatro olhos; burro(a), etc.? Se buscamos a paz nos alucinógenos que destroem a nossa paz e a da sociedade? O pior é que a maioria dos violentos se dizem cristãos. São cristãos ou frequentadores de templo religioso? Será que existe cristão "não praticante"? Onde as religiões e religiosos estão falhando? Enfim, ainda não somos pacíficos e, não será a roupa que nos fará diferente, mas seguir o: AMAI-VOS COMO EU VOS AMEI; FAÇA AO TEU PRÓXIMO O QUE GOSTARIA QUE ELE TE FIZESSE; PERDOAI OS VOSSOS INIMIGOS; RETRIBUA O MAL COM O BEM; etc tc etc... Como disse Emmanuel: "Se Jesus não nascer e crescer na manjedoura de nossa alma, em vão os anos novos se abrirão iluminados para nós." Pensemos nisso.
Texto de Rudymara