terça-feira, 17 de janeiro de 2012

QUAL ERA A MISSÃO DE MAOMÉ? - Emmanuel

Antes da fundação do Papado, em 607, as forças espirituais mandaram para a Terra muitos emissários do Alto para nascerem entre as falanges católicas para que ajudassem a regenerar os costumes da Igreja. Eles tentaram fazer com que Roma retornasse aos braços do Cristo. Dentre esses emissários, veio aquele que se chamou Maomet, cuja missão era de reunir todas as tribos árabes sob a luz dos ensinos cristãos, de modo a organizar-se na Ásia um movimento forte de restauração do Evangelho do Cristo, em oposição aos abusos romanos, nos ambientes da Europa.
Maomé, contudo, pobre e humilde no começo de sua vida, que deveria ser sacrifício e exemplificação, torna-se rico após o casamento com Khadidja e não resiste ao assédio dos Espíritos da Sombra, traindo nobres obrigações espirituais com as suas fraquezas.
Dotado de grande faculdades mediúnicas, muitas vezes foi aconselhado por mentores do Alto, nos grandes lances da sua existência, mas não conseguiu vencer as inferioridades humana.
É por essa razão que o missionário do Islã deixa visível, nos seus ensinos, flagrantes contradições.
Junto do perfume cristão que exala de muitas de suas lições, há um espírito belicoso, de violência, de imposição; por isso encontramos no Alcorão, a doutrina fatalista se misturando com informações de uma imaginação superexcitada pelas forças do bem e do mal, num cérebro transviado do seu verdadeiro caminho.
Por essa razão o islamismo, que poderia representar um grande movimento de restauração do ensino de Jesus, corrigindo os desvios do Papado nascente, assinalou mais uma vitória das Trevas contra a Luz e cujas raízes era necessário extirpar.

Do livro: A Caminho da Luz
De: Emmanuel
Psicografia de: Chico Xavier



Um comentário:

  1. Carlos Carvalho9/8/12 21:59

    Passagem magnífica deste livro, entretanto, uma afirmativa de gigantesca responsabilidade e também de sensível periculosidade, haja vista, a mentalidade dos indivíduos a quem ela se reporta.
    É confuso que posições de tamanho vulto sejam ocupadas por espíritos despreparados, ainda que amparados; o que não modifica suas reais condições e fortes indícios de que fracassarão. Havendo a clara possibilidade de que trarão sofrimento coletivo por séculos à fio, qual a razão de tamanha responsabilidade nas mãos de inaptos? Decerto e sempre, Deus sabe o que faz.
    Não obstante, se naqueles tempos idos fosse o eleito da missão com evolução mais consistente certamente não haverias inocentes massacrados durante as cruzadas nem atuais inocentes pulverizados de suas vidas a serviço da selvageria e fanatismo do Corão.

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