Após a festa de Natal vem a de Ano Novo, onde muitos esquecem ou não buscam o sentido do Natal e cometem abusos dizendo estar comemorando o Novo Ano. Depois vem o carnaval, onde muitas pessoas também abusam e transgridem as leis morais cristãs de todas as formas: sexo desregrado, gravidez indesejada, aborto, doenças sexualmente transmissíveis, mortes no trânsito causado por desrespeito às leis de trânsito, uso abusivo de drogas lícitas e ilícitas que causam violências na família e sociedade, dependentes químicos, fortalecimento do tráfico que mata, domina de forma negativa. Dia seguinte ao término do carnaval, é a quarta-feira intitulada de cinzas, onde muitos mostram em seu semblante o arrependimento, por isso buscam templos religiosos para tomar cinzas, cujo simbolismo é para que as pessoas façam reflexão sobre o dever da "conversão", da mudança de vida, recordando a passageira fragilidade da vida humana e suas consequências nesta e em outra encarnação. A quarta-feira de cinzas é o primeiro dia da quaresma católica, que é o período de quarenta dias que antecedem a festa da Páscoa, tempo de jejuar. Mas, o jejum a que se refere Jesus é de ordem "moral". Se quisermos nos renovar, é necessário combater nossas fraquezas, cultivando a Virtude e o Bem. E na Páscoa relembramos os últimos dias de Jesus na Terra, onde na sexta-feira muitos deixam de comer carne em "respeito" à Jesus. VAMOS PENSAR JUNTOS? Será que é este o respeito que ele espera de nós. E os outros 364 dias do ano? Quando entenderemos o sentido da vinda do Cristo a Terra? Será que estamos agradando Jesus com esta fé sem obras? Com atitudes não "muito cristãs"? Só com a vinda Dele já estamos salvos? Não nos enganemos. Jesus não morreu para nos salvar. Ele viveu para nos mostrar o caminho da salvação. A busca é individual e só acontecerá se cristianizarmos nossas atitudes. Então, como vemos o sacrifício do Cristo e de seus discípulos não aconteceu para admirarmos Suas bravuras ou para decorarmos os versículos e capítulos das suas histórias e ficar por isto mesmo. A passagem do Cristo na Terra é mais que presépios, presentes, ceia, bacalhau, ovos de chocolate, paçoca e coelhinho. Alguém então perguntará: Então devemos acabar com a Páscoa e o Natal? Não. Devemos relembrar a vinda do Cristo todos os dias; santificar todos os dias, não somente a sexta-feira "santa" ou o 25 de dezembro. Utilizarmos as datas para intensificarmos a caridade ensinada pelo “crucificado” ou pelo “menino da manjedoura” e também nossa renovação interior. Mudar hábitos, eliminar vícios, pensamentos e atitudes negativos. Nós espíritas não somos contra a festa ou a alegria de reunir a família. Mas achamos que a festa de Natal deveria despertar em nós o desejo de fazermos o Cristo renascer em nossas atitudes e a da Páscoa deveria despertar em nós a vontade de nos libertarmos dos erros, das transgressões, para ressuscitarmos numa nova pessoa, uma pessoa de atitudes nobres, cristãs. Mas, infelizmente, há quem acredite ser perdoado com simples ritual ou com penitências corporais. Por isso, na próxima festa, veremos as mesmas pessoas cometendo as mesmas transgressões. Como pedir que o mundo mude se nós não mudamos? A mudança do mundo começa em nós e só acontecerá quando seguirmos os ensinos de Jesus, TODOS OS DIAS, senão será apenas mudança de data. Despertemos!
"Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más."
sábado, 1 de janeiro de 2022
QUEREMOS PAZ, MAS NÃO SOMOS PACÍFICOS.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2021
FERA NO TRÂNSITO
Está difícil viajar. As pessoas colam na traseira do nosso carro querendo que a gente corra além do que está estipulado na placa de trânsito. A faixa dupla pintada no asfalto e a placa de "proibido ultrapassar" não inibem ninguém. Quando não ligamos e tocamos em frente, eles nos cortam pelo acostamento e, quando nos ultrapassam, nos xingam como se o errado fossemos nós. Lamentável... o que era para ser um passeio para desestressar, descansar, vira tortura psicológica. São estes que pedem mais respeito, educação, menos corrupção, enfim, um mundo pacífico. De onde será que eles acham que estas coisas devem vir? Só dos outros? As pessoas viram verdadeiras feras no trânsito. Muitos se acham pilotos, mas piloto também desencarnam e, o que é pior, desencarnam pessoas com sua imprudência. Enfim, mundo melhor se constrói com atitudes melhores. Como disse Emmanuel: "A melhora de tudo para todos depende da melhora de cada um." Então, não espere milagre para ter um mundo melhor, toda melhora depende da nossa melhora. Pensemos nisso!
TEMPO DE RESPEITO
Existiu um tempo onde as casas tinham muros baixos, pão e leite na porta e, as pessoas, mesmo tendo menos que nós, respeitavam o que era do próximo. Não mexiam. Hj a "cultura" é de levar vantagem, mesmo que esta vantagem prejudique o próximo. Cultura que chamam de esperteza, mas na verdade é de desonestidade. Tempo que a família ensinava os filhos com punição, se preciso fosse, a respeitar, a não pegar e, até devolver, tudo que não fosse deles. Onde perdemos estes ensinamentos? Enfim, que Jesus não seja lembrado só para realizarmos as festas de Páscoa e Natal, mas para a vivência de seus ensinamentos que, um deles, pede para que façamos ao próximo o que queremos que ele nos faça. Quando estivermos vivendo este ensinamento, estaremos entendendo a vinda dele a Terra e, os bons tempos estarão de volta construindo o reino de Deus na Terra.
PROCURA-SE PAZ
segunda-feira, 11 de outubro de 2021
JESUS QUER MISERICÓRDIA OU SACRIFÍCIO?
Jesus disse: "MISERICÓRDIA É O QUE EU QUERO, E NÃO SACRIFÍCIO.”Essa é a compreensão que deveríamos ter como cristãos.* De que adianta privar-se de comer e não repartir o alimento com o faminto?* Caminhar quilômetros sofrendo com calor, fome, cansaço, calos nos pés, etc., e dizer que não tem tempo para visitar os pais, a família, um doente, uma instituição de caridade?* Pagar o dízimo, mas não pagar um pão a um necessitado.* Arrumar tempo para festas, cabeleireiro, manicure, viagens e outros, mas não tem tempo para dedicar à uma instituição de caridade.* Chamar Nossa Senhora de "mãe" e não respeitar, não ajudar e explorar a mãe consanguínea.* Se sacrifica para comprar um tênis, celular e roupas caras ao filho(a) e a si mesmo mas não destina um quilo de alimento para completar a cesta básica de um carente.Na época de Jesus as pessoas tinham o costume de sacrificar um animal para oferecer a deus, porque acreditavam que o agradava. Mas, Jesus veio mostrar que esta e qualquer outra prática exterior não é agradável a Deus, mas sim o sacrifício de seguirmos seus ensinamentos. Ele não quer que sacrifiquemos o corpo e sim a alma. Como? Eliminando vícios, respeitar o próximo de qualquer raça, posição social, orientação sexual, gordo ou magro, quem usa e não usa óculos, criança, idoso, deficientes e outros, enfim, sendo misericordioso que implica em sentir a dor do próximo, ter solidariedade com relação a alguém que sofre uma tragédia pessoal ou que caiu em desgraça; é perdoar; usar de indulgência. Infelizmente, ainda vemos pessoas vendo o cisco no olho do próximo sem enxergar a trave em seu olho; ainda atiramos pedra nas pessoas que erram, sabendo que somos falíveis; sentimos pena de quem sofre, mas muitos de nós não buscamos ajudar quem passa por uma dificuldade, dentre outros. Então, mais MISERICÓRDIA e menos SACRIFÍCIO, ou seja, chega de cultos externos e mais vivencia dos ensinamentos cristãos. Mais "fé com obras", por favor. Pensemos nisso!
TEXTO DE RUDYMARA
domingo, 3 de outubro de 2021
SEM ORDEM NÃO HÁ PROGRESSO
Sem ordem não há progresso. Só quando, nós brasileiros, nos libertarmos do "jeitinho brasileiro", egoísta e ganancioso de ser, progrediremos e faremos o Brasil progredir. Kardec alertou dizendo que: "É PELA EDUCAÇÃO (moral), MAIS QUE PELA INSTRUÇÃO (escolar) QUE SE TRANSFORMARÁ A HUMANIDADE." Por isso, busquemos a transformação moral porque, como disse Chico Xavier, "O ESPÍRITA QUE NÃO SE PREOCUPA COM A RENOVAÇÃO ÍNTIMA, AINDA NÃO COMPREENDEU A FINALIDADE DO ESPIRITISMO." Então, onde estivermos, no lar, na escola, na rua, no trabalho, na casa religiosa, nas redes sociais, pratiquemos o ensinamento do Cristo que diz: "FAÇA AO TEU PRÓXIMO O QUE DESEJA QUE ELE TE FAÇA." Nos colocando no lugar do outro antes de falarmos ou agirmos já estaremos iniciando esta reforma íntima e, consequentemente, ajudando o Brasil a ser melhor. Porque, como disse Emmanuel: "A MELHORA DE TUDO PARA TODOS COMEÇA NA MELHORA DE CADA UM." Façamos a nossa parte. Pensemos nisso.
quinta-feira, 26 de agosto de 2021
ROBSON PINHEIRO NÃO É ESPÍRITA, É ESPIRITUALISTA
O BEM E O MAL
Ouvimos muito, hoje em dia, falar do mal. Do mal da violência, da corrupção, da desigualdade social, etc. Mas, o que estamos fazendo para acabar com o mal? Para acabar com ele precisamos praticar o bem. O que é o bem? “O Bem é proceder de acordo com a Lei de Deus; e o Mal é desrespeitá-la.” (Questão 629 em O Livro dos Espíritos). Martin Luther King disse: “O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.” Os Espíritos disseram para Kardec: "Não basta não fazer o mal é preciso fazer o bem". Então, antes de dizer que o mal está no outro, na macumba, no espírito obsessor, etc.., observemos nossas atitudes. Como explicou Richard Simonetti sobre espíritos que são contratados para fazer o mal: "Os espíritos não têm o poder de criar o mal. Apenas alimentam o mal que há na pessoa. Ninguém faz mal para ninguém, porque o mal só nos atinge porque está dentro de nós. Jamais seremos induzidos à violência se conquistamos a mansuetude." Explica Kardec que: "os maus espíritos não vão senão onde acham com o que satisfazerem a sua perversidade; para afastá-los, não basta pedir-lhes nem mesmo ordenar, é preciso despojar de nós o que os atrai. Os maus espíritos farejam as chagas da alma, como as moscas farejam as chagas do corpo; do mesmo modo que limpamos o corpo para evitar a bicheira, limpemos também a alma de suas impurezas para evitar o ataque dos maus espíritos." E o mal da fome? Chico Xavier responde: "Tudo aquilo que está sobrando em nossa casa está fazendo falta pra alguém", logo, não estamos sabendo dividir o que temos. A bala do trafico de droga que mata o policial, o usuário que deve ao tráfico, o cidadão que estava passando no momento de disputa de território entre traficantes, dentre outros é comprada com o dinheiro de quem? Dos usuários. São eles que sustentam este mal que está matando pessoas, desfazendo famílias e desestruturando a sociedade com a violência. Pois, quando o usuário não tem dinheiro para o seu consumo, ele rouba, assalta e chega a matar para sustentar seu vício. Reclamamos da corrupção, mas cometemos pequenas corrupções no dia a dia. Por exemplo: quando furamos uma fila, quando não seguimos as leis de trânsito, quando um aluno cola para alcançar nota, dentre outros. Quem compra um produto roubado está causando o mal, porque por detrás de um produto roubado, alguém foi lesado e, muitas vezes, ferido e morto. Então, o mal que devemos temer, é o mal moral, que ainda se encontra em nós. O mal do egoísmo, da ganância, do ódio, do revide, da reclamação, da fé sem obras. Está na hora de cortarmos a “A Corrente do Mal” nos filmes, esportes, novelas, desenhos “animados”, jogos eletrônicos, política, jornalismo, nos vícios, na compra de produtos roubados, no desejo de levar vantagem sobre o próximo de forma desonesta, etc.? Como disse Divaldo P. Franco: “o mal é o bem ausente. A treva é a luz apagada. Ao invés de amaldiçoarmos na escuridão, acendamos uma luz.” Como disse Gandhi: "Sejamos a mudança que queremos ver no mundo." E Emmanuel lembra que "a melhora de tudo para todos começa na melhora de cada um." Pensemos nisso.
DROGA, NUNCA!
A violência assusta diariamente nos noticiários. Mas, se observarmos, 90% da violência tem ligação com as drogas. A bala do trafico de droga que mata o policial, o usuário que deve ao tráfico, o cidadão que estava passando no momento de disputa de território entre traficantes, dentre outros é comprada com o dinheiro de quem? Dos usuários. São eles que sustentam este mal que está matando pessoas, desfazendo famílias e desestruturando a sociedade com a violência. Pois, quando o usuário não tem dinheiro para o seu consumo, ele rouba, assalta e chega a matar para sustentar seu vício. Então, é preciso atacar a raiz do problema. COMO DISSE CHICO XAVIER: “Eu não sei como as autoridades competentes não resolvem o problema das drogas, que, em última análise, diz respeito a todos... Quem é que não tem hoje, próximo ou distante, um parente envolvido com elas?! Tenho escutado muitos pais, muitas mães, muitos avós... Nos Estados Unidos, as drogas praticamente estão comprometendo uma geração. Devemos combater, com veemência, este problema: nas escolas, nos ambientes de trabalho e, sobretudo, nos lares... Não podemos assistir, impassíveis, aos nossos jovens sendo vítimas de traficantes. A propaganda contra as drogas ainda é muito tímida. De meia em meia hora, a Televisão deveria combater o problema, o rádio, o jornal... Os livros escolares deveriam, no processo de alfabetização, já começar esclarecendo a criança contra o perigo das drogas – um “vírus” que tem matado mais gente que os agentes viróticos mais violentos. A propaganda contra o uso de drogas tem que ser maciça – nos intervalos dos “shows”, nas partidas de futebol, nas missas, nas reuniões espirituais...” Portanto, é preciso conversar com os jovens. Os pais precisam estar atentos, dialogar com os filhos, saber com quem e por onde andam. As religiões precisam fazer seu papel de orientador. Mostrar que "tudo nos é lícito, mas nem tudo nos convém", como disse o apóstolo Paulo. A doutrina tem uma visão muito mais ampla que é a espiritual, visão da obsessão, do resgate doloroso numa próxima encarnação. Enfim, precisamos fazer nossa parte, onde estivermos. Não existiria traficante se não houvesse usuário. A legalização das drogas acabaria com o tráfico? Não. Onde foi legalizado, o usuário tem direito de comprar uma porção de droga, mas quem quer mais vai procurar onde? Com os traficantes. E a violência, acabaria? Não. Sabemos que a abstinência altera a reação dos usuários e estes sem dinheiro buscarão roubar, assaltar e até matar, se for preciso, para conseguir algo que possam trocar por droga. Então, o grande causador de nossas dores e aflições somos nós mesmos. Droga causa uma alegria ilusória, artificial, momentânea, mas aprisiona e passa a coordenar nossa vida e ações. Tem usuários que não sabem fazer nada sem antes fazer uso delas. Hoje vemos muitos querendo orientar as crianças para tudo, mas não falam das drogas que estão dominando os jovens. Pensemos nisso.




