sexta-feira, 2 de abril de 2021

QUEM CONDENOU JESUS À MORTE?


Quem o condenou foi O POVO. Pois, quando perguntaram quem deveria ser absolvido, Jesus ou Barrabás, o povo gritou:

- Barrabás.

Jesus foi, injustamente, condenado a morte. Por contrariar o modo de agir e pensar dos sacerdotes e fariseus, estes planejaram sua execução. Infelizmente, até hoje convivemos com esta intolerância. O que será que aconteceria se Jesus estivesse entre nós? Hoje não há crucificação, mas há linchamento, emboscada, sequestro e outros. Ele incomodou muita gente da época com seus ensinamentos moralizadores, como incomoda até hoje. Mas, pensemos juntos: Sua vinda mudou totalmente o comportamento dos cristãos? Não. Por que? Porque só ficamos na admiração de sua vinda; só decorando seus ensinamentos; só tentando agradá-Lo indo à templo religioso, orando repetidas vezes; deixando de comer carne na data que lembramos sua morte ou fazendo troca de presentes e ceia farta regada a bebida alcoólica para lembrar seu nascimento, realizando cultos externos como o batismo e outros, enfim, só repetindo seus gestos ou fazendo a vontade imposta pela religião sem fazer o que realmente Ele espera de nós que é a vivencia de seus ensinamentos. Agimos de maneira superficial e com hipocrisia. Muitos de nós somos sepulcros caiados de branco. Precisamos entender que Jesus não veio nos salvar, mas mostrar o caminho da salvação. Que ele não levou o pecado do mundo porque, se assim fosse, o mundo não estaria tão desequilibrado, tão cheio de pecadores. Ele está esperando que salvemos o mundo com nossa conduta em relação ao próximo, ao planeta e a nós mesmos com o uso dos ensinamentos Dele. Precisamos nos perguntar: Como estamos tratando o próximo da família consanguínea? Da escola? Do trabalho? Da via pública? E o planeta: como estamos tratando os animais, as florestas, o ar, os rios, os mares...? Jesus desceu da cruz e continuou a ensinar. Respeitá-lo vai além de deixar de comer carne na sexta-feira que lembramos sua morte. O jejum que ele pediu não foi de nos abster de ficar 40 dias sem comer ou beber algo, mas de nos abster de sentimentos e atitudes negativos como: ódio, rancor, revide, falta de perdão e outros que transgridem a lei de Deus nos 365 dias do ano. Façamos valer o sacrifício Dele por nós. Não condenemos à morte seus ensinamentos. Pensemos nisso.
Texto de Rudymara

ÚLTIMA QUINTA FEIRA DE JESUS NA TERRA


Na última quinta feira de Jesus na Terra, ele reuniu os apóstolos para a última refeição. Ele tomou de um pão, deu graças e repartiu entre eles, dizendo ser (simbolicamente) o "seu corpo" (o corpo da sua doutrina: o pão espiritual, que são seus ensinamentos) oferecido para eles. Da mesma maneira Jesus fez com o cálice de vinho, dizendo ser (simbolicamente) seu sangue (o sacrifício que Ele se submeteu de vir à Terra trazer tais ensinamentos para beneficiá-los mesmo sabendo que enfrentaria a ignorância dos poderosos da época que o levaram à morte). E pediu: "façam isto em memória de mim."

Para nós espíritas, Jesus pediu para que os apóstolos (do cristianismo), em qualquer época, de qualquer religião, compartilhassem não só o pão que alimenta o Corpo, maS também o pão espiritual que alimenta a alma: SEUS ENSINAMENTOS, que ampara, esclarece, consola e nos impulsiona a evoluir. Enfim, que saíssem pregando, dando seu sangue, se preciso fosse, assim como Ele fez por nós. Ele fez este pedido porque sabia que sua doutrina (o cristianismo) não seria de fácil aceitação, por isso concluiu nesta mesma ceia: "se me perseguiram, também perseguirão a vós outros." Tanto que seus apóstolos foram perseguidos e mortos barbaramente. Exemplo: Pedro foi crucificado de cabeça para baixo; os cristãos novos morreram nas arenas comidos por leões. E Jesus conclui pedindo que fizessem isto em memória Dele, ou seja, para que Seus ensinamentos não ficassem esquecidos.
O que podemos fazer para que os ensinamentos cristãos não fiquem esquecidos?
Ressuscitando Jesus em nossas atitudes e palavras e não apenas reproduzindo Seus gestos e palavras. Afinal, foi Ele que nos ensinou que: "A fé sem obras (úteis) é morta."
Texto de Rudymara

ÚLTIMA QUARTA FEIRA DE JESUS NA TERRA


Na última quarta-feira, Judas passa o dia com Jesus e os outros apóstolos sem imaginar que Jesus já sabia o que ele havia feito. Jesus escolheu seus apóstolos e sabia a fraqueza de cada um deles. Assim mesmo deu a oportunidade de segui-Lo. Judas não nasceu para trair. Ninguém nasce para matar, roubar, trair ou transgredir a lei dos homens e a de Deus. Nós apenas fazemos mau uso do livre arbítrio. Então, neste caso, o maior traído foi ele próprio que se deixou levar por seu ponto fraco: A GANÂNCIA. Quando estamos prestes a errar, o mundo espiritual tenta nos orientar pelos condutos da intuição, além de buscarem nos fazer relembrar as lições que temos armazenadas e que recebemos durante a vida através da religião, do lar, da escola. Mas, quando permitimos que entre em nosso coração as tentações e enganos do mundo, acaba frustrando o empenho do mundo espiritual. Resta deixar que a pessoa exercite o livre-arbítrio e “quebre a cara”, como se costuma dizer, aprendendo, pela didática severa da dor, que é preciso respeitar as leis divinas. O QUE MUDOU DAQUELA ÉPOCA PARA CÁ? Quase nada. Ainda hoje, encontramos muitos Judas vendendo o Cristo, ou seja, seus ensinamentos, por muito mais que 30 moedas de ouro. E traindo seus ensinamentos quando, por exemplo, o marido trai sua esposa e vice-versa; quando os filhos traem a confiança dos pais; quando pessoas traem colegas de trabalho para ganhar posição e cargo; quando familiares traem na partilha da herança; quando traem a confiança das pessoas para roubar, assaltar, dar golpes, quando políticos traem seus eleitores não cumprindo suas promessas, enfim, quando fazemos ao outro o que não queremos o que ele nos faça. Judas traiu, foi devolver as moedas e se matou por remorso e arrependimento. E muitos que traem hoje, embora digam ser cristãos, nem arrependimento sentem. Judas, para ressarcir seu débito, reencarnou como Joana D’Arc (1412-1431) que, à semelhança de Jesus, foi traída, vendida, humilhada e morta. Só não foi crucificada. Morreu numa fogueira.

Texto de Rudymara

ÚLTIMA TERÇA FEIRA DE JESUS NA TERRA


Na segunda Jesus expulsou vendilhões do templo e isso incomodou muita gente. Por isso, na terça-feira o plano estava pronto. Jesus foi testado por um fariseu que Lhe perguntou se era correto pagar tributo a César. Jesus pediu uma moeda e perguntou quem estava cunhado naquela moeda. O fariseu respondeu que era a face de César. Então Jesus disse:

- Daí a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.
O que é de César? Os bens materiais. O que é de Deus? Os bens espirituais.
Se Jesus dissesse “SIM” (que era correto pagar tributo a César) o povo que odiava pagar impostos ficaria contra Jesus. E se Jesus dissesse “NÃO” seria preso por trair Roma.
Depois Jesus é testado novamente pelo fariseu que lhe perguntou qual dos 613 mandamentos era o mais importante? Jesus respondeu:
- Amarás teu Deus de todo coração, de toda tua alma, de todo teu ensinamento, e todas as tuas forças, e depois, amarás o próximo como a ti mesmo.
O fariseu surpreende-se com a resposta e concorda. Mais tarde Jesus adverte o povo a ter cuidado com pessoas que fazem o bem para serem visto. E observa um homem rico colocando sua oferta e uma viúva pobre pondo duas moedas. Disse Ele:
- A viúva deu mais que todos, pois deu tudo que possuía. Depois disso Jesus vai para o Monte das Oliveiras. Na mesma noite Judas negociou com os principais sacerdotes para entregar Jesus.
Ainda hoje vemos pessoas fazendo doações com holofotes, doando menos do que poderiam doar, doando o que não tem mais condição de uso, construindo templos suntuosos achando que agradam Deus, Jesus ou um santo qualquer. Na verdade isto agrada os "Cérares" que adoram insuflar seu ego e vaidade ou fazem para levar vantagem material como pedir voto, dízimo e outros. Deus, Jesus, Maria e outros santos nunca pediram isto, a eles devemos dar a parte ESPIRITUAL, que é viver os ensinamentos de Deus trazidos por Jesus. Então, aprendamos a dar a César o que é de César e á Deus o que é de Deus.

Texto de Rudymara

ÚLTIMA SEGUNDA FEIRA DE JESUS NA TERRA


Na última segunda-feira que Jesus esteve encarnado na Terra, Ele expulsou os vendilhões do templo. Este relato está em Lucas XIX, 45-46; Marcos XI, 15-18; Mateus, XXI, 12-17 e João II, 14-19. O de Lucas diz: "TENDO ENTRADO NO TEMPLO, COMEÇOU A EXPULSAR OS QUE ALI VENDIAM, DIZENDO-LHES: ESTÁ ESCRITO: A MINHA CASA SERÁ DE ORAÇÃO, MAS VÓS A FIZESTES UM COVIL DE LADRÕES."

Infelizmente, até hoje encontramos os vendilhões dos templos. Se Judas vendeu Jesus por 30 moedas, hoje encontramos outros que o vende por muito mais. Este dinheiro sustenta o luxo dos templos e os intermediários que vivem desse dinheiro que Jesus condenava. Afinal, Ele próprio pregava nas ruas e praças, não pedia nada pelas curas e andava a pé. O barco e o burro que usava eram todos emprestados. Ao expulsar os vendilhões do templo, Jesus condenou a venda das coisas santas, sob qualquer forma que seja. Deus não vende a sua bênção, nem o seu perdão, nem a entrada no Reino dos Céus. O homem não tem, portanto, o direito de cobrar nada disso. Mas, "tudo nos é lícito, mas nem tudo nos convém", porque "cada um prestará contas de si para Deus".
MAS, JESUS USOU DE VIOLÊNCIA PARA EXPULSÁ-LOS?
E Cairbar Schutel comenta:"(...) A ação do mestre foi natural; embora não tivesse espancado a quem quer que fosse, nem mesmo as ovelhas e os bois, exerceu uma ação física semelhante à nossa, quando expulsamos do nosso quintal um boi, um carneiro ou um cabrito. Para tal munimo-nos de uma vara ou de um relho e, mesmo sem espancar os pobres animais, fazemo-los sair donde não devem estar. O Evangelho não acusa, absolutamente, a Jesus, por haver Ele afugentado os animais. A ação resoluta de Jesus com os cambistas e traficantes, derribando-lhes as mesas com o dinheiro que sobre as mesmas se achava, é que pode ser classificada como um ato de violência, mas violência sancionada pela Lei que Moisés citou: “A minha casa será casa de oração; mas vós a fizestes um covil de salteadores”, palavras estas proferidas por Isaías(...).
Esse ato de coragem do Senhor, que causou admiração a todos foi, a seu turno, o cumprimento de uma predição do Salmista (...)
O fato é que ninguém se achou com autoridade para expulsar do templo, e Jesus, fê-lo em alguns minutos, dando logo começo à sua tarefa pela cura dos enfermos, coxos e cegos que lá se achavam, atos esses que lhe valeram aplausos dos meninos, que exclamaram: “Hosanas ao Filho de Davi(...)”Após esta atitude de Jesus, sacerdotes e fariseus, contrariados com sua posição e reação, começaram a fazer planos contra Ele.
Texto de Rudymara


DOMINGO DE RAMOS


 

PEDRO NEGOU JESUS


Jesus, na última ceia previu que Pedro O negaria 3 vezes. E foi o que aconteceu. Hoje, muitos “Pedros” negam Jesus muito mais vezes que Pedro negou, quando pedem, por exemplo, a pena de morte, a liberação do aborto, das drogas, quando somos corruptos, etc. Pois, negar é saber as atitudes que Ele espera que tenhamos conosco e com o próximo e fazermos o contrário. Muitas pessoas costumam dizer ama-Lo, mas tem vergonha de ter atitude cristã diante de quem não tem. A falta de coragem ocorre por medo das perseguições, das discussões, e até mesmo do simples sarcasmo, aos quais sempre se expõe aquele que não teme confessar abertamente suas ideias e atitudes. Pedro negou Jesus 3 vezes, mas depois se arrependeu e O seguiu. E nós, quando faremos o mesmo? Por que temos facilidade em seguir o que ensina as novelas, a moda, as propagandas, enfim, o que a mídia nos impõe e temos dificuldade em seguir Seus pedidos? Certa vez Ele disse a um homem: "SEGUE-ME..." e este respondeu que não podia porque tinha que enterrar seu pai. E nós? Qual a desculpa que damos a Ele nos dias de hoje? "Não posso, vou curtir a vida." "Não posso, vou ao churrasco." "Não posso, vou viajar." "Não posso, vou ao show de meu cantor predileto." "Não posso, não posso, não posso..." São muitas as desculpas. Então, fica a pergunta: "Até quando O negaremos?"

Texto de Rudymara

OS ESPÍRITAS TRANSGRIDEM A BÍBLIA?

 


ONTEM UMA PESSOA ENTROU EM NOSSA PÁGINA E DISSE:

- Vocês (espíritas) estão indo contra a lei de Deus.
EU RESPONDI:
- Temos certeza que estamos, somos imperfeitos, falíveis. Mas, e vocês, não estão? Quem segue todos os pedidos de Deus? Quem segue todas as leis de Moisés ? São ao todo 613 leis.
Eis aqui alguns exemplos das leis de Moisés:
• Quem trabalha no sábado será morto. (Êxodo, 35:2) – Mataremos, então, os médicos, os enfermeiros, bombeiros, e tantos outros profissionais que trabalham no sábado para nos socorrer numa emergência?
• Os filhos desobedientes e rebeldes, que não ouçam seus pais e se comprometam no vício, serão apedrejados até a morte. (Deuteronômio, 21: 18-21) – Quantas igrejas, templos, estariam vazios, pois a maior parte foram, ou são, filhos desobedientes e rebeldes. Não daria tempo de “aceitar Jesus”.
• O homem que se deitar com outro homem (homossexualismo) será punido até a morte. (Levítico, 20: 13)
• Deficientes físicos estão proibidos de aproximar-se do altar do culto, para não profaná-lo com seu defeito (Levítico, 21: 17-23). Devemos acabar vom a inclusão?
• Os adúlteros serão apedrejados até a morte (Deuteronômio, 22: 22).
Quantos estariam mortos, não é?
Estas leis, são leis de Moisés, feitas por ele, que serviram como rédea para conter um povo desregrado, rebelde e ignorante. Se seguíssemos as leis de Moisés (que a maioria manda punir até a morte) estaríamos transgredindo uma das leis dos 10 mandamentos (que são realmente de Deus): “Não Matarás".
Então se os espíritas transgridem a lei de Moisés que está em Deuteronômio 18:11, os protestantes e católicos também transgridem outras leis de Moisés, como as que citamos acima. Ou será que alguém sai matando homossexuais, filhos rebeldes, adulteros(as) e proibindo deficientes físicos de frequentar casas religiosas? A verdade é que, perde-se muito tempo apontando falha na religião e atitude do próximo, tempo este que deveria ser empregado em corrigir seus próprios erros. Se seguíssemos Jesus de verdade saberíamos que ele pediu que fizessemos ao outro o que queremos que o outro nos faça, ou seja, se quero que respeitem minha religião, devo respeitar a religião do meu próximo. Um ensinamento simples que, se caso seguíssemos, se extinguiria brigas, guerras, o desrespeito, a violência, a maldade, a enganação, as trapaças dentre outros atos que prejudicam o próximo e que não queremos que o próximo nos faça. E assim, viveríamos mais felizes.
Kardec nos adverte no cap. XVIII, item 51 dizendo: “Lançar reprovação contra os que não pensam como nós, é reclamar essa liberdade para nós e recusá-la aos outros . . ."
Texto de Rudymara

domingo, 28 de março de 2021

É HORA DE TRABALHAR


Espíritas, o momento pede que coloquemos em prática o que sabemos na teoria. A apreensão, ansiedade e as notícias negativas sobre a COVID 19 estão adoecendo muitas pessoas. É preciso ter cuidado, mas tenhamos fé também. Quando tudo está bem é fácil dizer que temos fé. Momentos difíceis é que daremos prova de nossa fé. E fé é acreditar que nada acontece por acaso, tudo tem uma razão de ser e acontecer. A dor e o sofrimento é um cutucão para que façamos uma reflexão. Além do trabalho de caridade é hora da REFORMA ÍNTIMA. É momento de perguntar o que a dor veio nos dizer ou alertar. É momento dos trabalhadores da última hora trabalhar para consolar, amparar e amenizar o medo das pessoas. Não é momento de recuar diante do trabalho. Há irmãos e irmãs com depressão, desenvolvendo doenças e até cometendo suicídio por medo. É hora de mostrar o que aprendemos com a doutrina. Sabemos que temos que ter cuidado com a doença, ninguém sabe quem vai ou não contraí-la. Mas, não podemos ficar paralisados, estáticos e vendo irmãos(ãs) em sofrimento psicológico. Os trabalhos de caridade não devem parar. O fechamento de comércios está causando desemprego e, consequentemente, aumentou o número de necessitados que precisam de ajuda. Uma doação a quem está se predispondo a ajudar famílias que precisam de alimentos ou outros é necessário. É momento de união por amor ao próximo. Esta semana relembramos a última semana de Jesus na Terra. Perguntemos o que ele veio fazer aqui. O que ele espera de nós. Será q ele quer que sacudamos raminhos para lembrar sua entrada em Jerusalém? NÃO. Que nos preocupemos com o ovo de páscoa, paçoca, que peixe comeremos na sexta-feira "santa"? NÃO. Ele quer que relembremos seus ensinamentos e o vivenciemos. E um deles é: “Faça ao teu próximo o que gostaria que teu próximo fizesse a você.” Este pedido é claro, diz para que nos coloquemos no lugar de quem sofre e façamos algo para amenizar este sofrimento, porque se estivéssemos no lugar dele, com certeza, iríamos querer a ajuda de alguém. Como disse Chico Xavier: ''Se todos trabalhassem pelo pão de cada dia, dividindo com os outros as migalhas que lhes sobrassem do pão cotidiano, a paz seria uma realidade e a justiça social se faria sem tantas lutas''. Como disse Kardec: "seremos cobrados não só pelo que fizemos, mas também pelo que deixamos de fazer." Como disse Emmanuel: "Não te digas incapaz, nem te digas inútil. Auxilie como puderes." Isto serve também pela palavra de consolo que alguém precise ouvir ou de um ouvido amigo para desabafar. Se preciso for, marque uma hora para a conversa fraterna que mantenha distanciamento, use máscara, higienização com álcool gel, mas não deixe de ajudar. Jesus conviveu com leprosos, Chico Xavier visitava um leprosário todos os anos. Enfim, se o Centro Espírita está fechado, envie ou compartilhe mensagens edificantes. Faça uma página nas redes sociais e poste todos os dias algo que console, que explique a dor na visão espírita, dentre outros assuntos esclarecedores. Evite divulgar notícia negativa para não aumentar o desespero das pessoas que estão lendo ou ouvindo. Se não tem algo bom para divulgar, é melhor ficar calado. Como disse Chico Xavier: "Lembra-te de que falando ou silenciando, sempre é possível fazer algum bem." Então, espíritas, vamos ao trabalho que a doutrina nos ensina, a da CARIDADE.

Texto de Rudymara

HONESTIDADE E DESONESTIDADE


QUEM É FIÉL NO POUCO, TAMBÉM É FIÉL NO MUITO, E QUEM É DESONESTO NO POUCO, TAMBÉM É DESONESTO NO MUITO” - Lucas 16:10

Muitas pessoas pedem honestidade aos políticos. Mas, elas mesmas não são honestas onde trabalham, estudam ou vivem. Na primeira oportunidade levam objetos que não lhe pertencem. Compram e não pagam. Emprestam e não devolvem. Se recebem troco a mais, não devolvem. Se lhe oferecem propina, aceitam. Saqueiam caminhão que tomba ou se acidenta. Os que mentem para receber o auxílio emergencial sem precisar. Há quem rouba indiretamente, quando compra produtos roubados. Daí, alguém diz:

- MAS OS POLÍTICOS ROUBAM MILHÕES OU BILHÕES.
Mas, se não podemos confiar um objeto de pouco valor a esta pessoa, será que podemos confiar algo de grande valor? Quem não é fiél no pouco, será fiél no muito? A tentação não é maior? Qual a diferença em roubar milhões e um pote de manteiga? O valor do objeto roubado, mas o delito é o mesmo. Será que, quem rouba um pote de manteiga só não rouba milhões porque não tem acesso? E quando não somos fiél nas mínimas coisas que Jesus nos pede, como seremos nas grandiosas? Repensemos nossas ações, precisamos ser exemplo para nossos filhos. Eles são o futuro do país e consequentemente, os futuros profissionais: políticos, engenheiros, professores, etc.
Pensemos nisso!

TEXTO DE RUDYMARA