"Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más."
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
domingo, 8 de agosto de 2010
DIA DE DEUS - Emmanuel
As mães são sempre revelações angélicas de ternura, junto aos sonhos de cada filho, mas é preciso não esquecer que os pais também amam...
Esse perdeu a juventude, carregando as responsabilidades do lar; aquele se entregou a pesados sacrifícios, apagando a si mesmo, para que os filhos se titulassem com brilho na cultura terrestre; outros se escravizaram a filhinhos doentes; muitos foram banidos do refúgio doméstico, às vezes, pelos próprios descendentes, exilados que se acham em recantos de imaginário repouso, por trazerem a cabeça branca por fora, e, em muitas ocasiões alquebrada por dentro, sob a carga de lembranças difíceis que conservam em relação aos infortúnios que atravessaram para que a família sobrevivesse, e, ainda outros renunciaram à felicidade própria, a fim de se converterem nos guardais da alegria e da segurança de filhos alheios!...
Compadece-te de nossos irmãos, os homens, que não vacilaram em abraçar amargos compromissos, a benefício daqueles que lhes receberam os dons da vida.
Ainda mesmo aqueles que se transviaram ou enlouqueceram, sob a delinqüência, na maioria dos casos, nos merecem respeitoso apreço pelas nobres intenções que os fizeram cair.
A vida comunitária, na Terra de hoje, instituiu datas de homenagens às profissões e pessoas.
Lembrando isso, reconhecemos, por nós, que o Dia das Mães é o Dia do Amor, mas reconhecemos também que o Dia dos Pais é o Dia de Deus.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
MEIMEI SENTIU CIÚME? - história contada por Chico Xavier

Era uma agradável tarde de sábado e estávamos na ecumênica área da casa do Chico, quando alguém lhe disse:
- Chico, fale-nos sobre Meimei.
Sua fala mansa e agradável começou a penetrar-nos ouvidos.
- É um espírito que tem trabalhado muito. Lembro-me quando ela precisou encaminhar seu ex-esposo, que andava muito triste, para o segundo matrimônio. Quando a data do casamento estava próxima, ela começou a sentir um pouco de ciúmes e desejou voltar para junto dele. “Como esposa, não dá mais tempo. Mas, como filha, ainda posso”, pensou ela.
Fez a solicitação, mas seu requerimento foi parar nas mãos de nosso caro Emmanuel. Ele a chamou e disse:
- A senhora tem méritos suficientes para nascer como filha de seu ex-esposo, mas por que, então a senhora sensibilizou tantos corações com suas mensagens, levantando creches e lares para crianças? Deseja deixar o trabalho sobre os ombros dos companheiros e voltar à Terra por uma simples questão de ciúmes? Posso encaminhar seu requerimento às Autoridades Superiores, mas quero que a senhora fique bem certa que ele vai sair daqui com o primeiro “não”, que é o meu.
Desde então, Meimei desistiu da idéia e continua no mundo Espiritual graças a Deus.
Os dois tipos de sofrimentos, físico e moral, são de exclusiva culpa do próprio homem, que ao se desviar das leis divinas e humanas, atraem para si as dores e sofrimentos que experimentam, aqui e do outro lado da vida. O sofrimento material algumas vezes independe da vontade do homem, mas o sofrimento moral como: o orgulho ferido, a ambição frustrada, a ansiedade da avareza, a inveja, o ciúme, todas as paixões, numa palavra, são torturas da alma, ou seja, são fraquezas da alma. (O Livro dos Espíritos, questão 933)
183 –Como se interpreta o ciúme no plano espiritual?
-O ciúme, propriamente considerado nas suas expressões de escândalo e de violência, é um indício de atraso moral ou de estacionamento no egoísmo, dolorosa situação que o homem somente vencerá a golpes de muito esforço, na oração e na vigilância, de modo a enriquecer o seu íntimo com a luz do amor universal, começando pela piedade para com todos os que sofrem e erram, guardando também a disposição sadia para cooperar na elevação de cada um.
Só a compreensão da vida, colocando-nos na situação de quem errou ou de quem sofre, a fim de iluminarmos o raciocínio para a análise serena dos acontecimentos, poderá aniquilar o ciúme no coração, de modo a cerrar-se a porta ao perigo, pela qual toda alma pode atirar-se a terríveis tentações, com largos reflexos nos dias do futuro. (O Consolador - Emmanuel)
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
PERANTE A DESENCARNAÇÃO - conduta espírita
COMO DEVE SER A CONDUTA ESPÍRITA PERANTE A DESENCARNAÇÃO?Maior resignação, maior prova de confiança e entendimento.
* Dispensar aparatos, pompas e encenações nos funerais de pessoas pelas quais se responsabilize, abolir o uso de velas e coroas, crepes e imagens, e conferir ao cadáver o tempo preciso de preparação para o enterramento ou a cremação.
A caridade é dever para todo clima.
* Proceder corretamente nos velórios, calando anedotário e galhofa em torno da pessoa desencarnada, tanto quanto cochichos impróprios ao pé do corpo inerte.
O companheiro recém-desencarnado pede, sem palavras, a caridade da prece ou do silêncio que o ajudem a refazer-se.
* Desterrar de si quaisquer conversações ociosas, tratos comerciais ou comentários impróprios nos enterros a que comparecer.
A solenidade mortuária é ato de respeito e dignidade humana.
* Transformar o culto da saudade, comumente expresso no oferecimento de coroas e flores, em donativos às instituições assistenciais, sem espírito sectário, fazendo o mesmo nas comemorações e homenagens a desencarnados, sejam elas pessoais ou gerais.
* Ajuizar detidamente as questões referentes a testamentos, resoluções e votos, antes da desencarnação, para não experimentar choques prováveis, ante inesperadas incompreensões de parentes e companheiros.
O corpo que morre não se refaz.
* Aproveitar a oportunidade do sepultamento para orar, ou discorrer sem afetação, quando chamado a isso, sobre a imortalidade da alma e sobre o valor da existência humana.
A morte exprime realidade quase totalmente incompreendida na Terra.
POR QUE POUCA LUZ NA SALA DE PASSE? - Divaldo Franco

Divaldo - Em face da irradiação dos raios caloríferos que consomem os fluidos, é conveniente manter-se um ambiente de penumbra, quando da aplicação dos passes, evitando-se, quanto possível, a exposição também de lâmpadas coloridas, no pressuposto de realizar-se ação cromoterapêutica.
domingo, 1 de agosto de 2010
JESUS PEDIU QUE "PERDOÁSSEMOS" SEMPRE

Para falar sobre o perdão, vamos lembrar a estória alegórica do antigo testamento, quando Caim matou seu irmão Abel por inveja, porque Jeová elogiou a oferta de Abel e menosprezou a oferta de Caim. E Jeová, para castiga-lo o condenou a vagar sem destino.
Caim choramingou, porque ficou com medo de ser morto por algum desconhecido. Que desconhecido seria esse, se só havia ele, o pai Adão e a mãe Eva, já que o irmão estava morto?
Até Jeová se esqueceu disso, e proclamou que: se alguém o matasse seria castigado até 7 vezes.
Mais confiante, Caim partiu, e logo depois, encontra uma mulher e com ela se casou. Que mulher era essa ninguém sabe. Talvez uma das muitas Evas que Jeová criou. Mas, Caim fundou uma cidade e deixou uma descendência, dentre eles seu tataraneto chamado Lameque, que era casado com duas mulheres. Já que naquele tempo, Jeová liberava os homens a ter quantas mulheres pudessem sustentar.
E Lameque era um indivíduo mau, daqueles que não levam desaforo para casa. Um dia, ele disse às duas esposas:
“ . . . matei um homem por me ferir, e um rapaz por me pisar. Se Caim seria vingado 7 vezes (por Jeová), com certeza Lameque o será setenta e sete vezes.” (Gênesis, 4: 23-24)
Lameque mostrava o espírito de sua época. Espírito de revide, de não levar desaforo para casa. Ele seguia a lei de Moisés, do “Olho por olho, dente por dente.” (Êxodo, 21:24)
Mas, enquanto Lameque vingava-se 77 vezes, e Jeová 7 vezes, Jesus chegou para inverter tal proposta e inaugurar um novo tempo, com o perdoar 70x7 vezes. Para quem multiplicou o resultado é 490, segundo Emmanuel o perdão deve ser exercido 490 vezes ao dia e não ao longo da vida. Então, seja lá qual for a interpretação, podemos dizer que foi uma maneira simbólica que Jesus usou para pedir que perdoássemos sempre.
Mas, infelizmente, ainda hoje, conhecemos muitos Lameques, que falam de Jesus, mas seguem a lei do olho por olho, dente por dente. São aqueles que pedem pena de morte; os que querem fazer justiça com as próprias mãos; os que não levam desaforo para casa; os que revidam qualquer tipo de agressão. Estas pessoas, perdem famílias, amigos, emprego, liberdade . . .
sexta-feira, 30 de julho de 2010
QUAL A DIFERENÇA DE RESSURREIÇÃO E REENCARNAÇÃO?

Reencarnação é uma palavra criada por Allan Kardec que significa a volta do espírito “NA” carne, “NUMA NOVA CARNE”. E ressurreição significa “RESSURGIR”. Muitos entendem a ressurreição como o ressurgimento do espírito na carne, mas “NA MESMA CARNE”, ou seja, no mesmo corpo que morreu. Mas, como pode um espírito ressuscitar (ressurgir), por exemplo, num corpo carbonizado, ou que foi comido pelos peixes, etc.? Então, reencarnação significa o retorno do espírito em um novo corpo carnal; e ressurreição significa o retorno do espírito no mesmo corpo carnal, o que cientificamente é impossível. As aparições de desencarnados (mortos) acontecem graças ao corpo espiritual, também conhecido como perispírito ou corpo astral, já que o corpo material está morto. Foi o que aconteceu, por exemplo, com Jesus quando este se materializou ante os discípulos (Mc 16:4/18; Lc 24:36/49 e Jo 20:19/23). As portas da casa onde os apóstolos encontravam-se estavam trancadas, porque eles tinham medo da perseguição dos judeus. E estavam eles ainda falando dessas coisas, quando Jesus apareceu no meio deles e lhes disse: “A paz seja convosco!” Como teria Jesus entrado, se as portas estavam trancadas? Sendo fluídico o corpo com o qual ressurgira, não encontrou nenhum obstáculo nas paredes ou portas trancadas.
Se Kardec não houvesse criado a palavra REENCARNAÇÃO, nós espíritas poderíamos usar a palavra RESSURREIÇÃO para dizer que RESSUSCITAREMOS, ou seja, RESSURGIREMOS em UM NOVO CORPO CARNAL, o sentido seria o mesmo que damos ao significado da palavra REENCARNAÇÃO. Algumas religiões cristãs anunciam a ressurreição dos mortos e o retorno de Jesus para separar o "joio" do "trigo", os "bodes" das "ovelhas", os bons dos maus, transformando a Terra em paraíso pelos "eleitos". Parece filme de horror imaginar corpos decompostos reorganizando-se, reestruturando células e órgãos, com o aproveitamento de átomos que se dispersaram e que, no desdobrar do tempo, formaram incontáveis organismos nos reinos vegetais e animais. Ainda que isso ocorresse, por mágica divina, haveria uma multidão tão grande de ressuscitados que, literalmente, ocuparia todos os espaços, tornando impossível a vida na Terra, já que o homem surgiu há pelo menos um milhão de anos. Essas fantasias, extremamente ingênuas à luz do conhecimento atual, nasceram de interpretações equivocadas, por má fé ou descuido, de textos evangélicos. O "juízo final" é incompatível com a Justiça, pois nenhum crime, por mais tenebroso, nenhum comportamento, por mais vicioso, nenhuma existência, por mais comprometida com o mal, justifica uma destinação definitiva, um sofrimento sem fim. Não há crime que justifique um castigo eterno. Toda sentença deve ser compatível com as necessidades evolutivas de cada um.
Reencarnação não é punição é oportunidade de repararmos os erros que cometemos. Deus é misericordioso, bondoso e justo, ele não castiga ninguém. Ele nos mandou as leis que devemos seguir, através de Jesus. Se nós não seguirmos direitinho estas leis, teremos que nascer de novo, quantas vezes forem necessárias, para que aprendamos a segui-las. "Se nossa esperança em Cristo se limita a essa vida somos os mais infelizes de todos os homens." - Coríntios 15:19
quarta-feira, 28 de julho de 2010
"NÃO JULGUEIS PARA NÃO SERDES JULGADOS" - pediu Jesus

O primeiro comprou um coelho para os filhos. Logo, os filhos do outro vizinho pediram ao pai um bichinho de estimação. O homem comprou um cachorro.
Os bichos cresceram juntos e tornaram-se amigos. Era comum ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. E as crianças, felizes com a harmonia entre os dois.
Eis que o dono do coelho foi passar um final de semana na praia com a família e o coelho ficou sozinho.
No Domingo, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche, quando entra o cachorro na cozinha. Trazia o coelho entre os dentes, todo imundo, sujo de sangue e terra, morto!
Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo.
Mais algumas horas e os vizinhos não tardariam a chegar. Todos olhavam o coelho, desolados . . . O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambia os ferimentos.
- Já pensaram como vão ficar os filhos do vizinho?
Então, alguém teve a idéia de dar um banho no coelho, deixar ele bem limpinho, secar com um secador e o colocar na casinha dele.
Como o coelho não estava estraçalhado, assim o fizeram.
- Ficou lindo, parece vivo - diziam as crianças.
E lá foi colocado.
Logo depois, ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças.
- Descobriram . . . - disse o pai.
Não se passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta. Branco, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
- O que foi? Que cara é essa?
- O coelho . . . o coelho . . .
- O coelho, o que? O que tem o coelho?
- Morreu!
- Morreu? Parecia tão bem!
- Morreu na sexta-feira!
- Na SEXTA?
- Foi. Antes da gente viajar, as crianças o enterraram no fundo do quintal, mas agora apareceu na casinha . . .
Pobre cão, na ânsia de salvar seu amigo foi injustamente julgado e condenado . . . como ocorre com muita gente bem intencionada, porém mal interpretada!
"Não julgueis para não serdes julgados." - Jesus
Selai vossos lábios antes de proferirdes a palavra de acusação, pois não sabeis o que a vida vos reserva na continuidade dos dias que ainda tendes para viver.
Mais pesado será o julgamento dos Céus para aqueles que, conhecendo, tornam-se avarentos da Verdade, ou que, sendo fortes, tripudiam sobre os caídos.
Examinai-vos e, antes de acusardes, curvai reverente a vossa fronte e repeti as palavras de Francisco de Assis:
"Senhor, fazei que eu possa compreender, mais do que ser compreendido; amar, que ser amado" . . .
E sede, onde estiverdes, em nome do Senhor, um instrumento de Sua Alegria e de Sua Paz!
Antonio de Aquino (1994)
Do livro: Evangelho e Vida
segunda-feira, 26 de julho de 2010
A CARIDADE ESPÍRITA É A ESMOLA?
- Benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas". (pergunta 886, de “O Livro dos Espíritos”- Allan Kardec)
Vejamos a explicação: A caridade no nosso entendimento pode ser MATERIAL e MORAL.
A CARIDADE MATERIAL: é quando usamos dinheiro para comprar roupas ao nu, remédio ao enfermo, alimento ao faminto, etc.
E A CARIDADE MORAL: é quando usamos nosso tempo, nosso amor para sermos úteis em creches, hospitais, asilos, escolas, é uma boa palavra, um bom pensamento, um bom ato, um bom exemplo, um sorriso, uma prece para quem sofre, é perdoar, aceitar as imperfeições alheias, é usar a bondade com todos, etc.
Do ponto de vista espírita, pode haver: esmola sem caridade, esmola com caridade e caridade sem esmola. E qualquer uma deve ser feita sem preconceito de raça, religião, posição social, etc., assim como fez o bom samaritano da parábola.
A ESMOLA SEM CARIDADE: é quando damos a esmola para nos ver livre de quem nos pede; é quando damos pensando em receber algo em troca, como em época de eleição; enfim, é a doação arrancada contra nossa vontade. A esmola sem caridade é constrangedor para quem dá, e humilhante para quem recebe (apesar de ser útil muitas vezes). Do ponto de vista do beneficiário, a caridade pode ter efeitos desastrosos. Em muitos casos, ela desmotiva o mendigo a sair de sua situação. Quanto ao doente, ele nem sequer tenta se tratar, pois a cura significaria a perda dessa fonte de dinheiro.
Em todos os casos, a mendicância priva o homem de sua dignidade. Dispensando-o de prover as suas necessidades, ela o incita à passividade. Não é suficiente ficar sentado e estender a mão para ganhar a vida.
A ESMOLA COM CARIDADE: é quando doamos em silêncio; é não esperar nada em troca daquele que está recebendo; é quando não nos identificamos ao beneficiário; e se nos identificarmos, temos que doar com alegria, sem humilhar quem recebe; é dar o peixe, mas ensinando o beneficiário a pescar, para não viciar quem pede. É conveniente oferecer o primeiro peixe (sopa, cesta básica, roupa, etc.) e, depois, somente depois, ensinarmos os companheiros a pescar. Devemos evitar acomodação, da qual teremos que dar contas à própria consciência. Precisamos primar pelo trabalho da promoção humana, auxiliando o indivíduo a libertar-se da necessidade, por meio dos estudos necessários, por meio do esforço para buscar o próprio ganha-pão. ; enfim, a esmola será meritória aos olhos de Deus dependendo do grau de pureza do conteúdo caritativo.
A CARIDADE SEM ESMOLA: é quando cultivamos as virtudes cristãs, que são “filhas do amor”, como o perdão, a humildade, a indulgencia, a piedade, a solidariedade, é não abusar do próximo, não roubar, não adulterar, fazendo aos outros o que gostamos que os outros nos façam, etc.
Existe também a caridade para conosco. Quando descobrimos que estamos neste planeta para evoluir, começamos a ter caridade para com nosso corpo físico. Pois, somos apenas inquilinos dele. Daí, passamos a cuidar melhor da nossa saúde. Deixamos de tomar bebidas alcoólicas, drogas ilícitas, exagero alimentar, sexo desregrado, etc. Afinal, como podemos dizer que amamos Deus se não respeitamos sua criação: uma delas somos NÓS.Então, para nós espíritas, não é tão simples praticar caridade, mas é fundamental. E se essa caridade não é viver o autêntico cristianismo, aguardaremos uma explicação melhor. Por isso, a bandeira do Espiritismo é: "Fora da caridade não há salvação."
