Escrito pelo espírito: Irmão X (Humberto de Campos)
Psicografia de: Chico Xavier
Livro: Pontos e Contos
Tema: Grande Cabeça
"Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más."
sábado, 1 de agosto de 2020
ADVOGADO AMBICIOSO REENCARNA COM HIDROCEFALIA
FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO
Texto de Rudymara
QUEM É ESPERTO NÃO USA DROGA
Texto de Rudymara
TROQUEMOS DE LADO
Vemos e nos pegamos, muitas vezes, julgando ou agindo contra uma pessoa ou situação, sem nos dar conta que, se estivéssemos do lado de lá, nosso julgamento ou atitude seria diferente. Quando dizemos, por exemplo, "o filho(a) de fulano não presta", pensemos que, o "filho de fulano" poderia ser nosso filho. Daí perguntamos: "Será que gostaríamos de ouvir alguém dizendo o mesmo do nosso filho?" Com certeza não e ainda diríamos: "ele é um bom filho, foi um deslize ou foram os amigos que o arrastaram para o mal." Quando é filho dos outros "não presta" e quando é nosso "foi um deslize"? Quando ficamos irritados com um vendedor(a) numa loja, há quem chame o gerente e reclame do funcionário(a) com veemência, sem pensar que ele poderá ser mandado embora. Mas, se aquele funcionário fosse nosso filho? Será que aplaudiríamos alguém que reclamasse dele para o patrão? Quando o filho é delinquente e é repreendido por um policial, muitos pais passam a odiar o policial. Mas, se este filho fosse o policial, será que ele defenderia o delinquente que o filho prendeu ou o apoiaria? Quando um professor(a) chama a atenção de um aluno(a), muitos pais ficam indignados, sem perguntar quem está certo ou errado, logo corre para a escola para reclamar do professor. Mas, se este professor fosse seu parente, seu filho(a) ou nós mesmos, será que agiríamos assim? Outro dia, num supermercado, uma senhora disse ao funcionário novo do caixa: "como você é lerdo!" Pensei comigo: "Será que ela diria isso se fosse seu neto?" "Será que ela ficaria contente ao ouvir alguém fazendo esta afirmativa humilhante com seu neto?" Estes são apenas alguns exemplos para ilustrar o quanto, ainda, deixamos de lado o ensinamento do Cristo que diz: "Faça ao teu próximo o que quer que ele lhe faça." Quando seguirmos esta máxima, todos nossos atos, pensamentos e palavras serão medidos, porque nos colocaremos do lado oposto. Muitas desavenças, brigas e, até violência, acabariam. Se não gosto que falem de mim e dos meus, não falarei das outras pessoas. Se não gosto que me enganem, não enganarei ninguém. Se não gosto de ser humilhado, não vou humilhar. Se quero que respeitem minha religião, raça, orientação sexual e outros, devo fazer o mesmo com os outros. E assim por diante. É simples, mas é um ensinamento que, geralmente, exigimos apenas dos outros. Jesus precisa ser lembrado, não só para fazermos pedidos a Ele, mas, principalmente, na vivência de seus ensinamentos. Este é o propósito da Sua vinda à Terra. Pensemos nisso!
Texto de Rudymara
É CERTO A ADOÇÃO POR CASAIS HOMOSSEXUAIS?
JOSÉ RAUL TEIXEIRA: “O amor não tem sexo. Como é que podemos imaginar que o melhor para uma criança é ser criada na rua, ao relento, submetida a todo tipo de execração, a ser criada nutrida, abençoada por um lar de casal homossexual? Muita gente assevera que a criança corre riscos. Mas como? Nós estamos acompanhando as crianças correndo riscos nas casas de seus pais heterossexuais todos os dias. Outros afirmam que a criança criada por homossexuais poderá adotar a mesma postura, a mesma orientação sexual. O que também é falso. A massa de homossexuais do mundo advêm de lares heterossexuais. Então, teremos de concluir que são os casais heterossexuais que formam os homossexuais. Logo, não devemos entrar nessa discussão que é tola e preconceituosa. Aquele que tem amor para dar que dê.”









