domingo, 13 de março de 2016

PÁTRIA AMADA, BRASIL

 
 
Dentro do ideal político que almejamos, devemos nos incluir. Senão, nada vai mudar. Muitos pedem honestidade, mas não são honestos. Pedem mudanças, mas não mudam. Pedem direito, mas não dão o direito aos outros. Pedem que os políticos não sejam corruptos, mas não obedecem uma simples lei de trânsito. Pedem "ordem", mas são usuários de drogas, que contribuem com a desordem. Pedem mais segurança, mas estimulam a insegurança quando compram produto de roubo. Há quem vote na beleza do candidato, em quem está na frente das pesquisas, em quem o "cantor, ator, atriz, etc." preferido está apoiando, em quem nos fez algum favor, e em outras coisas banais. Enfim, estamos em fase de aprendizado, mas temos muito que rever, primeiro em nós e depois na nossa política. Senão, continuaremos votando nos mesmos políticos que envergonham nossa PÁTRIA AMADA, BRASIL. A grande crise do Brasil é a de ordem MORAL, tanto da parte dos políticos como do povo brasileiro. O Brasil será o que o brasileiro for. Reforma íntima, já!
 

Rudymara
 
 

 

ORDEM E PROGRESSO

 
 
Busquemos nossos direitos, utilizando nossos devers. Se queremos um país com políticos melhores, sejamos um povo melhor. Só com ORDEM alcançaremos o PROGRESSO.
 
Rudymara
 
 
 
 

MULHER É ASSIM

 
 
Mulher é assim.....o relógio se assusta quando vê que conseguimos fazer mil coisas em tão pouco tempo. Que apenas uma de nós faz papel de muitas e que, muitas vezes, sem diplomas desempenhamos muitas profissões: psicóloga, médica, condutora de van escolar, professora, babá, cozinheira, etc etc etc, e ainda arrumamos tempo para academia, facebook, marido, e muito mais. Enfrentamos as dores mensais e, muitas vezes, a dor do preconceito, da discriminação, do desrespeito, da violência, mas estamos sempre em pé, esperando o próximo desafio. Somos tão dinâmicas, responsáveis, fortes, amorosas, sensíveis, versáteis, que Deus nos confiou mais uma tarefa: A MATERNIDADE. Esta somos nós, mulheres. Parabéns, amigas do Grupo de Estudo Allan Kardec! Um beijo em todas vocês.
 
 
Rudymara

NÃO DEVEMOS ATIRAR PEDRAS EM TELHADOS ALHEIOS PORQUE O NOSSO É DE VIDRO MUITO FRÁGIL

 
 
Quem estuda as obras de André Luiz percebe claramente que os Espíritos orientadores jamais usam adjetivos depreciativos. Não dizem: “Fulano é um cafajeste, um vagabundo, um pervertido, um mau caráter, um criminoso, um monstro.”
Eles enxergam o próximo como um irmão em desvio, um companheiro necessitado de ajuda, um enfermo que precisa de tratamento . . .
Consideram que todo julgamento é assunto para a Justiça Divina.
Só Deus conhece todos os detalhes.
Mesmo quando lidam com obsessores, tratam de socorrê-los sem críticas, situando-os como irmãos em desajustes.
Por isso, Chico Xavier, que viveu esse ideal evangélico de fraternidade autêntica, não pronunciava comentários desairosos.
Se alguém comete maldades, não diz tratar-se de um homem mau.
É apenas alguém menos bom.
Faz sentido!
Somos todos filhos de Deus.
Fomos criados para o Bem.
O mal em nós é apenas um desvio de rota, um equívoco, uma doença que deve ser tratada.
A fórmula para esse visão tem dois componentes básicos: a intransigência (rigoroso) e a indulgência (uso do perdão).
Pode parecer tolice. Afinal, são atitudes antagônicas (opostos).
Mas é simples:
• Devemos ser intransigentes conosco. Vigiar atentamente nossas ações; não perdoar nossos deslizes; criticar nossas faltas, dispondo-nos ao esforço permanente de renovação. É o despertar da consciência.
• Devemos ser indulgentes com os outros. Evitar o julgamento, a crítica e as más palavras; respeitar o próximo, suas opções de vida, sua maneira de ser. É o despertar do coração.
Quando aplicamos essa orientação, ocorre algo muito interessante. Quanto mais intransigentes conosco, mais indulgentes somos com o próximo, exercitando o princípio fundamental: “Não podemos atirar pedras em telhados alheios, porquanto o nosso é de vidro, muito frágil.”
 

Richard Simonetti
 
 

 

domingo, 6 de março de 2016

É DANDO QUE SE RECEBE.... afirmou Francisco de Assis

 
 
Na frase de Francisco de Assis, é dando que se recebe, não registramos nenhuma referência a qualquer coisa material, mas às doações da alma.
É assim que, pelas leis da sintonia, da reciprocidade, ou de causa e efeito, concluiu que o que parte de nós é, de fato, o que a nós retorna.
A sementeira é sempre livre, mas a colheita é obrigatória.
Na figura apresentada por Jesus, o que se oferece ao solo, o solo devolve, ampliado, renovado, sejam aromas de flores, sejam espinhos.
* * *
Semeemos simpatia, e a teremos de volta. Espalhemos farpas e as veremos de retorno.
Distribuamos esperança e nos veremos esperançados. Semeemos agonia, e poderemos contar com a ação do desespero, logo mais.
Ofertemos nosso tempo precioso para atender ao próximo, e veremos que as preocupações do nosso próprio coração também estarão sendo atendidas.
Doemos nosso sorriso ao mundo e o mundo, dentro de nós, sorrirá satisfeito.
Perdoemos aquele familiar que falhou conosco mais uma vez, e perceberemos que, quando nós errarmos, encontraremos mais facilmente o autoperdão.
Semeemos a paz, o otimismo, em meio ao negativismo viciante dos dias atuais, e colheremos tranquilidade em meio ao caos, silêncio em meio à balbúrdia ensurdecedora.
É dando que se recebe. É dando-nos, doando-nos que receberemos a recompensa da consciência pacificada, cumpridora de todos os deveres para com Deus, o próximo e a nós mesmos.
Amemos e nos estaremos amando. Perdoemos e estaremos nos perdoando. Doemos e já estaremos recebendo.
Experimentemos a doce exortação de Francisco de Assis e nos sintamos em paz, desde agora.
 

Redação do Momento Espírita
 
 
 

 

ONDE HOUVER ÓDIO QUE EU LEVE O AMOR....pediu Francisco de Assis.

 
 
O ódio, a falta de perdão, a discórdia, a ofensa, são sentimentos contrários da paz.
Quem quer paz deve divulgá-la, seja em palavras faladas, escritas ou em gestos.
Quando nos depararmos com postagens que humilham pessoas, que ditam palavras de ódio, vingança, não devemos curtir nem compartilhar. Nós devemos ser a paz que queremos ver no mundo, disse Gandhi.
Não adianta pedir paz para Deus, ele não nos dará, mas nos ensinará como conquistá-la.
Como?
Basta seguir os ensinamentos trazidos por Jesus:
* Retribua o mal com o bem;
* Ame seu inimigo;
* Faça o bem a quem te odeia;
* Ore por quem te odeia;
*Perdoe sempre;
* Só atire a primeira pedra quem nunca errou;
* Que mérito há em amar apenas quem nos ama?;
* Não se vingue;
* Não sinta satisfação com algo de ruim que aconteça àquele que nos fez mal.
Fácil?
Não.
Mas, precisamos começar de alguma forma. Afinal, aquele que se intitula cristão precisa buscar ter atitude cristã. Pensemos nisso!


Rudymara

 
 
 

 

UM ALERTA DE DIVALDO FRANCO

 
 
 
Não entremos na faixa vibratória dos nossos governantes. Nosso desequilíbrio não mudará a situação do país, nossa ação nas urnas, sim.
 
 
 Rudymara
 
 
 
 
 

POR QUE ESPÍRITOS DESAJUSTADOS NOS ENVOLVEM E INFLUENCIAM TÃO FACILMENTE?

 
Podemos responder com a velha pergunta de algibeira:
• Por que o cachorro entra na igreja?
• Ora, por que a porta está aberta!
• Exatamente o que acontece com estas entidades.
Aproximam-se de nós, envolvem-nos, invadem nossa casa mental porque, segundo a expressão evangélica:
Está desocupada - vazia de ideais superiores, de motivação existencial.
Está varrida e adornada - atraente para os invasores, receptiva às suas sugestões.
A intervenção dos benfeitores desencarnados e os recursos mobilizados no Centro Espírita promovem seu afastamento.
Todavia, isso não é o bastante.
Fundamental que aprendamos a nos defender, que tenhamos cuidado porquanto pode ser que eles resolvam voltar e venham acompanhados de outros iguais ou piores. O estrago será maior.
Necessário, portanto, fechar a porta, impedir seu acesso.
Na questão 469, de O Livro dos Espíritos , Kardec pergunta aos mentores espirituais como podemos fazer isso.
A resposta é bastante elucidativa;
"- Praticando o Bem e pondo em Deus toda a vossa confiança (...)."
Quem se empenha em servir e tem certeza da proteção divina resguarda a casa mental contra malfeitores e desocupados do Além.
Uma pergunta que deveríamos formular a nós mesmos: que tipo de gente recebemos em nossa casa mental?
Não é difícil definir.
Basta analisar como estamos, nossas emoções e sentimentos.
Talvez seja preciso despejar hóspedes indesejáveis e convidar outros mais recomendáveis, em favor de nossa paz.


Richard Simonetti




sexta-feira, 4 de março de 2016

TRAIÇÃO

 
 
Seu parceiro(a) te traiu? Não retribua o mal com o mal. Retribuindo o erro dele(a) na mesma moeda, você estará se igualando a ele(a) em seu defeito moral. Portanto, seja superior em seus atos. Como disse o Cristo: "Se alguém te bater numa face, apresenta-lhe a outra." E como explica Joanna de Ângelis: “Uma é a face da violência, do orgulho ferido, da vaidade mesquinha, do medo. A outra é a da paz, da confiança no bem, da vitória do amor, da dignidade.” Então, se o parceiro(a) apresentou a face da traição, apresenta-lhe a da lealdade, da dignidade e do respeito ao próximo. Não se comprometa com a lei de causa e efeito. Mostre que você já aprendeu a "não fazer ao outro o que não quer que o outro lhe faça". Um dia, ele(a) também aprenderá. Pensemos nisso!

 

Rudymara

terça-feira, 1 de março de 2016

SABER VIVER

 
 
Viver todos temos que viver, mas viver bem, poucos vivem. Viver não é "curtir a vida" visando apenas a parte material: festas, viagens, sexo desregrado, bebidas alcoólicas e outras drogas, etc. Viver é saber que na vida tudo tem retorno. É saber ser alegre e se divertir sem se prejudicar e sem prejudicar o próximo, sem se comprometer com a lei divina e é também alegrar a vida dos que convivem conosco neste planeta. Jesus está nos alertando há mais de dois mil anos que "O plantio é livre, mas a colheita é obrigatória." Então, saibamos viver, seguindo o ensinamento do Cristo e também do apóstolo Paulo: "Tudo nos é lícito, mas nem tudo nos convém."

 
Rudymara