quinta-feira, 21 de novembro de 2019

DIVALDO VISITA AMIGO DESENCARNADO NO PLANO ESPIRITUAL




DIVALDO  CONTA:

 "Numa certa data, desencarnou um amigo muito querido, que nos deixou contristado. A família ficou desolada. Algum tempo depois, Joanna de Ângelis me apareceu e orientou-me:
-          Hoje deite-se mais cedo, pois preciso conduzi-lo ao recinto onde se acolhe o nosso irmão recém-desencarnado, que irá despertar na Estância nova.
Normalmente, deito-me muito tarde mas, naquela ocasião, recolhi-me ao leito à hora recomendada. Fiz o relax, a Benfeitora me desdobrou e, de repente, me senti no Mundo Espiritual.
Joanna de Ângelis, muito atenciosa, falou-me:
-          Vou recomendar-lhe algo importantíssimo; por favor, faça silêncio!
Pensei: mas não é possível que ela acredite que eu me apresentarei extrovertido, barulhento!
Contestei-lhe, algo surpreso:
-          Minha irmã, desculpe-me, porém acho essa recomendação desnecessária, em razão da minha conduta habitual!
Ela sorriu, discreta, e insistiu:
-          Por favor, faça silêncio quando chegar lá, está bem?
-          Sim senhora! - anuí, constrangido.
Subitamente - não sei explicar como ocorreu o fenômeno - senti-me em uma região, na qual havia o que chamaríamos de um "edifício", mas não de tijolo, de vidro, de metais . . . Como explicarei a um cego sobre a diferença de cores? Tenho que usar imagens conhecidas que, para ele, serão poucas.
Era, portanto, um "edifício" hexagonal. Dava-me a impressão de ser de cristal. Tudo era transparente. Entramos. O corredor me permitia ver várias enfermarias e, lá dentro, alguns recém-chegados da Terra, internados, recebendo assistência especializada.
Adentramo-nos e seguimos andando, quando, adiante, vi meu amigo no colo de uma dama que supus ser sua mãezinha, uma senhora de idade, que eu não conhecera, mas que, de imediato assim identifiquei. Ela o amparava no colo, acarinhava-lhe a cabeça. Ele dormia. Quando o vi, gritei mentalmente: Jorge! Ele estremeceu. Ato contínuo, Joanna me advertiu:
-          Pedi-lhe silêncio . . . mental!
É muito difícil ver algo desse porte sem emocionar-se; ser uma testemunha imparcial. Quem é capaz de ver um crime, imparcialmente? Ver alguém maltratando uma criança, ou um animal, até matá-lo, e - como observador - não se envolver? É muito difícil a disciplina mental . . . O oposto também é verdade: identificar a beleza, a misericórdia, o amor, sem se manifestar!
Naquele momento controlei-me, mas ele se agitou. A mãe, acariciando-o, disse-lhe:
-          Acorde, Jorge! Está na hora, meu filho!
Ele, sonolento, foi abrindo os olhos. Olhou para ela e gritou:
-          Mamãe!
-          Meu filho!
Abraçaram-se.
-          Onde estou, mamãe?
-          Está em paz! Está em casa, meu filho.
-          E Ângela? (a esposa).
-          Ângela ficou na Terra.
-          Mas onde estou?
-          Está internado para tratamento do coração. As dores que ainda lhe afligem vão passar.
-          Mas, mamãe, você já . . . morreu!
-          Já, sim, meu filho, mas você também! Só que não existe a morte. Estamos vivos, meu filho.
Ele teve uma expressão de grande júbilo, e, chorando, olhou em derredor, identificando-me.
Muito emocionado, perguntou-me:
-          Divaldo, você também já morreu?
-          Ainda não! - respondi-lhe -, estou visitando-o.
Após alguns minutos de vivas emoções, Joanna de Ângelis convidou-me ao retorno ao corpo.
Ele voltou a adormecer.
Terminada a tarefa, a bondosa Amiga esclareceu:
-          Agora, vamos. Daqui a meia hora, mais ou menos, ele voltará a despertar, como qualquer pessoa depois de uma anestesia.
Retornei ao corpo. Às 8h da manhã, telefonei para a família e informei que o amigo Jorge já houvera despertado e que se encontrava muito bem.
Daí a uma semana voltei a visitá-lo mantendo um contato mais demorado. Ainda se encontrava com dores, porque o perispírito, que é o campo de energia semimaterial, que decodifica a emoção e a sensação do Espírito para o corpo e vice-versa, ainda estava impregnado pelos fluidos mantidos durante a jornada terrestre.
Chico Xavier contou-me, oportunamente que seu irmão José - que morreu de um derrame cerebral - dois anos depois do óbito, ainda guardava resquícios do problema orgânico que o levara à desencarnação que eram as dores de cabeça.
E, no entanto, fora um homem bom, severo cumpridor dos seus deveres, dedicado trabalhador espírita.
Desencarnar não é fácil. Morrer, sim: ocorre a parada cardíaca e sobrevém a morte, mas a criatura não se liberta dos sintomas do corpo com facilidade, porque ficam as impressões que decorrem do fenômeno da morte física. (Maiores detalhes ler o livro "Temas da vida e da morte", de Manoel P. de Miranda, pág. 77 e 78).
José, segundo o Chico, somente se recuperou totalmente no dia 26 de julho, quando recebeu a visita de uma Entidade veneranda: São Luís Gonzaga.
Naquele dia, que é o de seu aniversário, periodicamente esse nobre Espírito vem em visita à Terra.
José foi levado à presença de São Luís, que o tocou e lhe tirou as últimas impressões materiais. 
Disse-me, então, o querido Chico:
-          Divaldo, trabalhe muito na Terra, porque com seu problema cardíaco, se não trabalhar muito - mesmo com dores -, quando você seguir no rumo da Imortalidade, poderá continuar com as dores . . .
Conversei muitas vezes com o amigo Jorge, ali havendo retornado em diversões ocasiões. Em uma delas, fui acompanhado pelo Espírito Manuel Philomeno de Miranda, que me elucidou:
-          Tudo aquilo que impregnamos no corpo, demoramos para desintoxicar no Mundo Espiritual.
Quem fuma, por exemplo, mesmo esse denominado "cigarrinho inocente" de alcatrão e outros conservantes químicos do tabaco, poderá sofrer de câncer na boca, na língua, no pulmão ou enfisema. O tempo que se demorou fumando, ao desencarnar fumante, permanecerá no Além sentindo a sua falta por um tempo correspondente.
Quem fumou, por exemplo, durante vinte anos, ficará no Além sofrendo a falta da dependência do tabaco por um período correspondente. Quem se entregou à bebida alcoólica ou se permitiu drogas aditivas e perturbadoras, permanecerá, no Além, uma temporada correspondente a esse período a que se entregou na viciação com a mesma problemática de sofrimento. O físico é o mundo de pregnância, quando ficamos impregnados. No Mundo Espiritual, por consequência, ninguém se desimpregna de um momento para outro.
José, para libertar-se da dor, permaneceu por anos, razão pela qual, nas nossas reuniões mediúnicas, os Espíritos se apresentam conforme desencarnaram para, ao se incorporarem nos médiuns, deixarem-lhes os resíduos, e desvinculando-se sem as sensações, que são liberadas, quando são doutrinados. Os médiuns funcionam, desse modo, como se fossem esponjas, eliminando essas sensações e o mal-estar pela sudorese, pelo bocejo, pelos passes ou pelos Mentores, que no final da reunião desencharcam seus sensitivos (médiuns).
O Mundo Espiritual é uma realidade causal, é a nossa fonte original. Somos a continuação das ações de onde viemos, e voltaremos com os recursos resultantes de como agirmos.



Do livro: Divaldo Franco e o Jovem

sábado, 12 de outubro de 2019

FÉ SEM OBRAS É MORTA



Certa vez, Chico Xavier chegou ao Centro Espírita e viu uma multidão na porta. Ele perguntou:
- O que estas pessoas querem?
- Eles vieram buscar passe. - respondeu um trabalhador da casa.
Chico respondeu:
- Eles não precisam de passe, precisam de "pá".

Os ensinamentos de Jesus pedem "pá", ou seja, trabalho no campo do espírito: sacrifício, renúncia, esforço, força de vontade, transformação moral, atitude no bem comum.
Precisamos aprender a não olhar para Deus, Jesus e outros espíritos iluminados somente com interesse de pedir-lhes algo. Deveríamos nos desvincular da ideia de que frequentando uma casa religiosa e realizando liturgias, rituais, dogmas e pagando o dízimo já estamos agradando Deus. Por pensar assim, séculos de evolução foram perdidos. Pois, dentro da casa religiosa muitos seguem as exigências dos religiosos e fora dela transgridem as leis de Deus por acharem que já cumpriram sua obrigação dentro dela. Se cada vez que saíssemos de uma casa religiosa nos comprometêssemos, com nós mesmos, a praticar uma boa ação naquela semana, em nosso favor e/ou a favor do próximo, já estaríamos entendendo o propósito da vinda do Cristo à Terra. Não adianta fazer sopa na casa religiosa se não lavamos um copo para ajudar no serviço da nossa casa. Não adianta ser gentil com os irmãos de fé se somos grosseiros e mal educados no trato com nossos familiares. Não adianta arrecadarmos alimentos aos necessitados se não pensamos nas necessidades dos nossos parentes. Não adianta caminhar quilômetros para visitar um templo religioso se não visitamos nossos pais. Não adianta dizer que amamos Maria mãe de Jesus se não honramos, respeitamos e, às vezes, exploramos nossa mãe. Não adianta querer o perdão de Deus se não perdoamos ou relevamos uma ofensa. Não adianta pedir paz para o Céu se retribuímos o mal com o mal. Não adianta pedir saúde se acabamos com ela quando usamos bebida alcoólica, fumamos, comemos alimentos que faz mal ao corpo físico. Não adianta idealizar igualdade na divisão de renda se brigamos na partilha de bens da família. Mas, infelizmente, muitas pessoas só buscam o centro espírita para solucionar problemas, para pedir algo, sendo que o Espiritismo explica a causa dos problemas, a necessidade da transformação moral, da prática da caridade com o próximo e com nós mesmos e outros. Muitos querem atacar os efeitos de suas dores e aflições ao invés de atacarem as causas. É preciso agir na prevenção. Enfim, busquemos Jesus, Maria e outros espíritos evoluídos para aprender seus ensinamentos e colocá-los em prática onde estivermos. Porque Ele deixou bem claro que: “a fé sem obras é morta”, ou seja, acreditar Nele e não fazer o que Ele pediu é inútil. Fé é crer que Jesus pode e quer nos transformar em pessoas melhores. Mas para isso, precisamos estar dispostos a querer nos modificar. Ele nos estende a mão todos os dias, e nós estamos desviando de estender a nossa para Ele. Como disse Chico Xavier: "O espírita que não se preocupa com a renovação íntima ainda não compreendeu a essência do Espiritismo." Então perguntemos: "Como é a nossa fé?" "Com ou sem obras?" Pensemos nisso!


Texto de Rudymara




domingo, 29 de setembro de 2019

POR QUE ANDRÉ LUIZ FOI CONSIDERADO UM SUICIDA?



André Luiz conta seu sofrimento, após sua desencarnação, através da mediunidade de Chico Xavier, no livro "NOSSO LAR", ao ser chamado de suicida por companheiros da zona umbralina. Até que Clarêncio, o mensageiro da luz, o resgatou após 8 anos e explicou que ele era mesmo um suicida. Que todo seu aparelho gástrico foi destruído à custa de excessos de alimentação e bebidas alcoólicas. E a sífilis (conseqüência de algumas leviandades) devorou energias essenciais para sua recuperação corporal pós-operatória.
Hoje, as propagandas levam multidões a buscar a maneira mais agradável de diminuir as defesas orgânicas com bebidas alcoólicas, cigarros ou excessos à mesa. Há aqueles que buscam a tranquilidade artificial tomando calmantes, ou em busca da euforia ilusória tomam alucinógenos (maconha, cocaína, etc). Há também os vícios mentais, como os hipocondríacos (que de tanto imaginar doença, ficam doentes); os melancólicos ( adoecem porque a parte psicológica está em baixa); os maledicentes (se envenenem com o mal que julgam identificar nos outros); os rebeldes ( os eternos inconformados com a vida); os apegados à família a bens terrenos (passam a vida sobrecarregando o corpo carnal com preocupações injustificáveis, sofrem antes da hora); os irritados ( por falta de compreensão, favorecem o distúrbio circulatório, entupindo veias coronárias), sexo desregrado que contrae doenças sexualmente transmissíveis. Como vemos, muitos são os meios de nos auto-aniquilar lentamente.
Portanto, a roupagem carnal é um presente divino (uma criação de Deus) que nos permite abençoado aprendizado neste Mundo, por isso devemos preservá-la. Qualquer vício diminui o tempo de vida carnal e a pessoa é vista como um suicída indireto perante a lei divina. Numa próxima encarnação terá que ressarcir seu débito retornando, muitas vezes, com lesões no órgão afetado. Por isso, fuja dos vícios e incentive os jovens a ficarem longe deste veneno do corpo e da alma.


Texto de Rudymara





terça-feira, 17 de setembro de 2019

OS ESPÍRITOS


PASSE


SUICIDA REENCARNA COM CORPO MUTILADO PARA REPRIMIR NOVO SUICÍDIO



Uma criança foi levada ao Chico Xavier porque os médicos tinham indicado a amputação das pernas. A mãe perguntou:
- Chico, o que é que eu faço?
E o Chico disse:
- Siga a orientação dos médicos.
Os amigos que acompanharam aquele atendimento perguntaram:
- Mas, Chico, como é que pode uma criança ter as pernas amputadas? Ela já não tem braços, é cega, muda e surda. Qual a vantagem dessa encarnação?
- O Chico explicou:
- Os espíritos amigos me disseram que a mãe deveria seguir as orientações médicas porque o espírito que habita este corpo mutilado, nas últimas 10 encarnações, se suicidou. E antes de encarnar, ele rogou a misericórdia divina para que impedisse por todos os modos que ele cometesse o suicídio novamente. Embora ele não tenha os braços, não ouça, não fale e não enxergue, ele está pensando em ir caminhando procurar uma ponte para se jogar. A gangrena veio como a misericórdia divina para que na próxima encarnação ele viesse com menos débito e começasse a caminhar para a recuperação espiritual.

Lembremos que, a lei divina é de causa e efeito ou ação e reação. Por isso, nossos atos devem ser pensados porque colheremos aquilo que plantarmos, tanto o bem quanto o mal. Nada é por acaso e, ninguém está passando por algo injustamente. Deus fez leis perfeitas e justas, nós é que não as observamos e, por isso, sofremos as consequências.

Rudymara

É PRECISO SABER VIVER



O rico, da parábola "O rico e Lázaro", contada por Jesus, sofreu muito após a sua desencarnação (morte). Porque enquanto estava encarnado (vivo) ele se vestia de púrpura e de linho finíssimo, e todos dias se banqueteava esplendidamente, mas não dava uma migalha de sua mesa ao mendigo chamado Lázaro, que era coberto de chagas e ficava deitado no seu portão enquanto os cães vinham lamber-lhe as úlceras. Quando o mendigo desencarnou (morreu), foi levado pelos anjos para o seio de Abraão. E o rico sofreu os tormentos do remorso a queimar-lhe a consciência. Por isso, rogou que Moisés mandasse alguém avisar seus 5 irmãos encarnados (vivos) do seu sofrimento, para que eles mudassem seu comportamento para que não sofressem também. Mas Abraão disse: "Eles têm Moisés e os Profetas: ouçam-nos."
Jesus contou esta parábola para dizer que a vida continua após a morte do corpo físico. E se nós não queremos ter uma surpresa ruim ao desencarnar, comecemos a mudar agora. O rico da parábola tinha os ensinamentos de Moisés e os profetas a seguir e nós temos os de Jesus. Chega de adiarmos. Nascemos para evoluir e não para acumularmos coisas materiais, participar de festas, passeios, viagens, churrascos e outras coisas que, embora faça parte da vida, não é sua finalidade. Como disse Joamar Zanolini Nazareth: “O Espiritismo é uma doutrina que nos coloca no dever de sempre caminhar. Não nos pede santidade. Pede-nos apenas caminhar, e, a cada passo dado no rumo do progresso, surge o convite ao trabalho dentro do que já conquistamos, atribuindo oportunidades de adquirir as virtudes que ainda não trazemos na alma. O erro não está em ter imperfeições, mas em algemar-se à preguiça e não buscar melhorar-se.”
Então, como diz a letra da música do Titãs: "É preciso saber viver..." para que a vida após a vida não nos surpreenda. Como disse Emmanuel: "Viver, todos vivem, mas viver com consciência, é privilégio de poucos." Pensemos nisso!


Texto de Rudymara


SORTE OU AZAR



Quem acredita que Deus é amor e bondade, não aceita a ideia que ele tenha criado um animal para dar azar, para ser perseguido, maltratado e morto pelas pessoas. Seria muita crueldade para um Ser tão perfeito. Então, a doutrina espírita é muito clara quando ensina que o ser humano é o condutor da sua sorte ou do seu azar, ou seja, de seu destino. Explica, através da reencarnação que, somos hoje o que fizemos ontem, seremos amanhã o que fizermos hoje. Que podemos anular ações negativas que praticamos no passado com ações positivas que praticarmos no presente (“o amor cobre multidão de erros” – disse Jesus). Sexta-feira 13, 14, 15 e todos os dias do ano são oportunidades dadas por Deus para que sejamos a cada dia melhores que fomos no dia anterior. Afinal, a finalidade da vida é evoluirmos e, quem quer evoluir, deve amar respeitando tudo que Deus criou: nós, os animais, a Natureza e as pessoas.
Pensemos nisso!


Texto de Rudymara

TENDÊNCIAS POSITIVAS E NEGATIVAS DAS CRIANÇAS



Explica Emmanuel: “O período infantil é o mais sério e o mais propício à assimilação dos princípios educativos. Até aos sete anos, o Espírito ainda se encontra em fase de adaptação para a nova existência que lhe compete no mundo. Nessa idade, ainda não existe uma integração perfeita entre ele e a matéria orgânica. Suas recordações do plano espiritual são, por isso, mais vivas, tornando-se mais suscetível de renovar o caráter e a estabelecer novo caminho, na consolidação dos princípios de responsabilidade, se encontrar nos pais legítimos representantes do colégio familiar. Eis por que o lar é tão importante para a edificação do homem, e por que tão profunda é a missão da mulher perante as leis divinas....”
Emmanuel quis dizer que o reencarnante, na fase da infância, está com um pé na Terra e outro no plano espiritual, porque ele ainda guarda forte lembrança de lá. Ele só irá se integrar totalmente na Terra aos 7 ou 8 anos, uns um pouco mais e outros um pouco menos. Na fase da infância o espírito tem ligações ligeiramente mais tênues com o corpo físico, assim como os doentes terminais em que a ligação espírito-corpo já se enfraqueceu e eles podem ver os espíritos. Na medida que a pessoa cresce, vai se tornando ainda mais forte a ligação com o corpo e ela vai deixando de vê-los. Lembrando que: “nem todas as crianças veem espíritos. É natural que vejam, mas não obrigatório. Muitos confundem com mediunidade. Nem sempre a visão de espíritos pelas crianças caracteriza mediunidade. Quando não é mediunidade estas visões desaparecem aos 7 ou 8 anos de vida. Mas, assim como ele pode vê espírito, pode tb explodir lembranças do passado na sua memória atual, como flashes. E, após esta fase, tais flashes se apagam. Por isso encontramos crianças conversando com amigos "imaginários", com facilidade para a música, a ciência e outros. Com tendência para gostar mais de coisas masculinas sendo que nasceram num corpo feminino e vice versa. Tendência de maldade, como conta Divaldo sobre uma criança que ele criou desde seus 6 meses de idade. Quando ela cresceu começou a confeccionar faquinhas com pedaços de madeiras que encontrava. Ela dizia que queria enfiar a faca em alguém para sentir o sangue quente escorrer pelas mãos. Divaldo evangelizou esta criança e mais tarde contou a ela que, em outra encarnação, ela foi um assassino. Então, a infância é a fase que os pais ou aqueles que estão com a responsabilidade de educá-las, devem exaltar as qualidades que estes espíritos trazem na bagagem, tentar equilibrar os desequilíbrios ou corrigir as más tendências. Se, mais tarde, elas escolherem o caminho errado, através do livre arbítrio, teremos feito a nossa parte. Precisamos lembrar que crianças são espíritos velhos em corpos novos, que chegam para ajudar ou serem ajudadas. A maioria chegam para serem ajudadas, embora muitos pais, achem que são anjos. Pensemos nisso!


Texto de Rudymara



FAÇA SUA PARTE



"Se muitos companheiros estão vigiando os teus gestos, procurando o ponto fraco para criticarem, outros muitos estão fixando ansiosamente o caminho em que surgirás, conduzindo até eles a migalha do socorro de que necessitam para sobreviver. É impossível não saibas quais deles formam o grupo de trabalho em que Jesus te espera." 

Emmanuel