sábado, 4 de agosto de 2018

SOMOS ESPÍRITOS


Todos nós somos “Espíritos”. Cada vez que encarnamos mudamos de roupagem física, ou seja, mudamos o corpo de carne. Podemos nascer homem ou mulher, nesta ou naquela raça, com ou sem defeito físico, depende da necessidade de aprendizado de cada Espírito. Se formos "expiar" irão escolher como será nosso corpo físico e, se formos passar por "prova" nós faremos a escolha. E, quando desencarnamos, ou seja, quando o corpo físico morre, nós Espíritos saímos deste corpo e voltamos a ser o que sempre fomos: ESPÍRITO. E Espírito não tem forma, como disseram os Espíritos no O Livro dos Espíritos, o Espírito é um clarão, uma chama, não tem uma forma determinada. Quem dá forma ao Espírito é o Perispírito. Quando um Espírito aparece para um médium vidente, por exemplo, ele irá se apresentar, geralmente, com as características físicas da sua última encarnação para que seja identificado. Emmanuel, por exemplo, em sua última encarnação foi o Padre Manoel da Nobrega, mas ele aparecia para Chico Xavier com a aparência do senador Publius Lentulus porque esta encarnação foi marcante para ele, pois ele conheceu Jesus. Então, toda esta discriminação e preconceito é bobagem porque nós não SOMOS, nós ESTAMOS por breve tempo numa determinada raça, sexo, posição social e outros. Na próxima encarnação trocaremos de corpo físico e, talvez, estejamos na raça, por exemplo, que discriminamos. Perante a lei divina prestaremos contas de como nos comportamos como homem ou mulher, como negro, branco ou outra raça qualquer, enfim, a lei quererá saber do nosso comportamento, porque na balança divina o que conta são as VIRTUDES. Trocaremos de corpo, ou seja, encarnaremos até chegarmos a ser Espíritos Puros. E estes só encarnarão se quiserem como, por exemplo, Jesus, que encarnou entre nós para exemplificar as leis divinas. Pensemos nisso!
Rudymara

AS ELEIÇÕES E SEUS INTERESSES



Era época de eleição. As discussões estavam em todas as rodas de conversa. O que mais se ouvia era:
- Eu não voto no fulano porque o procurei para arrumar emprego para meu filho e ele nem deu importância. 
- Eu não voto no beltrano porque, no outro mandato, dificultou para os funcionários públicos tirarem licença médica. Meu filho não pode trabalhar tempo integral, ele é alérgico . . . 
- Eu votarei no ciclano porque ele doou cestas básicas para a instituição que eu participo. 
- Minha família irá votar em fulano porque ele colocou o nome de meu pai numa rua em minha cidade.
- Votarei em tal político porque ele arrumou vaga de internação para meu filho no hospital.
Seu Antonio escutou tudo, até que de repente falou:
- Seu Lico, político bom cria oportunidade de emprego aos filhos de vários pais; dona Nilda, licença médica são duas despesas no bolso do povo. É um salário para quem está de licença e outro para quem vai substituí-lo. Há muitos que tiram licença médica sem necessidade. Infelizmente, os funcionários sinceros estão pagando pelos mentirosos; seu José, político bom não é aquele que faz o bem ou um favor para uma instituição, uma pessoa, uma família. Mas é aquele que faz o bem para uma cidade, um Estado ou um país. Dona Lola, me desculpe, mas colocar nome de rua não é um trabalho social, é só um agrado para que a senhora e seus familiares votem nele na próxima eleição, já que seu parente não fez nada para a sociedade que merecesse tal homenagem. Ele apenas aproveitou para satisfazer a sua vaidade para tirar vantagem mais tarde. Wagner, quem tem que arrumar vaga é o hospital. Este tipo de político segura vaga, bolsa de estudo, emprego e outros para que possa fazer este tipo de favor e ganhar seu voto e sua propaganda a respeito dele na próxima eleição. Quer dizer que, se um coitadinho, que não conhece um político não conseguirá vaga? Será que seu filho não passou na frente de pessoas que precisavam da vaga com mais urgência? Não devemos fazer aos outros o que não queremos que façam para nós ou para os nossos. E, furar fila é uma pequena corrupção. As vezes, político bom é aquele que diz "não" a pedidos particulares, é aquele que não consegue aprovar uma lei dele, porque não faz conchavo, enfim, avaliem o candidato sem egoísmo. 
Todos fizeram um silêncio para pensar naquelas sábias palavras. Então seu Antonio concluiu:
- Não podemos votar pensando somente em nosso interesse. Isto é egoísmo. Por isso, temos políticos corruptos. Porque nós nos corrompemos quando vendemos nosso voto por interesse próprio. Incentivamos muitos políticos a continuarem corruptos e depois de eleitos, reclamamos. Político não é nosso empregado particular, é empregado do povo. 
Alguém, então, bateu palmas e gritou:
- Seu Antonio, porque o senhor não se candidata? Meu voto será seu . . .

Conclusão: “Cada povo tem o Governo que merece.”
“O egoísmo, ninguém o desconhece, consiste no excessivo amor ao próprio bem, sem atender ao dos outros." (Rodolfo Calligaris)
"O Governo representa não apenas a sociedade, mas também suas tendências." (Richard Simonetti)
"Fundando-se o egoísmo no sentimento do interesse pessoal, bem difícil parece extirpá-lo inteiramente do coração humano. Chegar-se-á a consegui-lo?"
"A medida que os homens se instruem acerca das coisas espirituais, menos valor dão às coisas materiais. Depois, necessário é que se reformem as instituições humanas que o entretêm e exercitam. Isso depende da educação (moral)." (O Livro dos Espíritos, questão 914)

Rudymara



EU SÓ ACREDITO EM KARDEC





Estes dias me escreveram dizendo o seguinte: 
“Chico e Divaldo são apenas dois grandes médiuns com grandes causas assistencialistas e merecem todo nosso respeito. Mas me recuso a acreditar em tudo que os espíritos sopram em seus ouvidos. E avaliar a doutrina por André e Emmanuel (padre Manuel da Nóbrega-jesuita) sem antes ter entendido Kardec, e como falar de geometria analítica sem conhecer Euclides.”
Eu respondi: 
“André e Emmanuel são aprendizes, como Kardec também era. Kardec apenas codificou o que os Espíritos “sopraram” a ele através de vários médiuns. O que eu acho interessante é que você acredita no que "sopraram" nos ouvidos dos médiuns que Kardec utilizou e fica com um pé atrás com os que “sopraram” no ouvido de Chico e Divaldo. Nós não devemos cair no mesmo argumento de algumas religiões que dizem: “A reencarnação não existe porque não está na Bíblia.” Ela está, mas nem tudo está na Bíblia e nem por isso deixa de existir. Por exemplo, a Biblia não cita o rádio, a televisão, a internet e, no entanto, eles existem. Assim são as obras básicas, nem tudo está nelas. Houve um complemento das obras básicas que chegaram através de vários médiuns, dentre eles Chico Xavier e Divaldo Franco, trazidos por muitos espíritos. Emmanuel foi um deles. Em sua última encarnação ele foi um jesuíta e os estudos do evangelho trouxeram obras espetaculares como “Caminho, Verdade e Vida; Fonte Viva e outros. Nós espíritas sabemos que quando estamos encarnados muitos dos nossos conhecimentos ficam esquecidos e, quando desencarnamos as lembranças vem a tona. Quem garante que ele não conheceu "Euclides" (Kardec) por isso ele falou sobre geometria analítica (Espiritismo)? E André Luiz foi transmitindo o que aprendia e, para transmitir ensinamentos não precisa ser um Espírito de grande evolução. Assim são os oradores. Eles transmitem os ensinamentos sem serem espíritos de luz. E, como disse Kardec em Obras Póstumas, segunda parte, quando fala de seus contatos iniciais com o Além: "Um dos primeiros resultados que colhi das minhas observações foi que os Espíritos, nada mais sendo do que almas dos homens, não possuíam nem a plena sabedoria, nem a ciência integral; que o saber de que dispunham se circunscrevia ao grau de adiantamento que haviam alcançado, e que a opinião deles só tinha o valor de uma opinião pessoal. Reconhecida desde o princípio, esta verdade me preservou do grave escolho de crer na infalibilidade dos Espíritos e me impediu de formular teorias prematuras, tendo por base o que fora dito um ou alguns deles." Por isso, João, o Evangelista nos alertou dizendo para que: “Não acreditemos em todos os Espíritos, mas que examinássemos se eles são de Deus.” Ou seja, que examinemos se suas comunicações são baseadas na moral cristã. 
Portanto, podemos aceitar ensinamentos sérios que condizem com os ensinamentos das obras básicas e as do Cristo. Sejamos cautelosos sem sermos radicais. O radicalismo faz com que, muitas vezes, nos esqueçamos de viver o que aprendemos. Pensemos nisso!


Texto da Rudymara



O EVANGELHO NÃO É AMULETO



Disse Jesus: "Quem lê, atenda."
O Evangelho para muitos virou amuleto, objeto para ganhar dinheiro, para discussão, para decorar seus versículos e capítulos, para fazer pedidos, mas o seu principal objetivo, que é fazer com que as pessoas leiam e atendam o que está sendo ensinado ali fica, muitas vezes, esquecido. Fé sem obra é morta. É preciso vivenciar fora do templo religioso o que aprendemos dentro dele.

Rudymara


quinta-feira, 2 de agosto de 2018

ESPIRITISMO É RELIGIÃO?


Para as pessoas que não tem conhecimento da doutrina espírita, acredita que ela não seja uma religião. Por abordar fatos filosóficos e científicos, acaba confundindo a visão sobre o espiritismo.
Espiritismo é sim uma religião por que consiste na restauração do evangelho e na prática dos princípios cristãos, trazendo a renovação moral individual. Religando assim o homem a Deus. O que temos que entender é o principio da doutrina espírita que é a caridade e a renovação do seu espírito em estudar o espiritismo, podemos notar que a evolução é constante.
A base dos estudos espíritas é formada principalmente pelos seguintes conceitos:
Deus: inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas;
Reencarnação: através da imortalidade da alma, o homem tem a oportunidade de crescimento moral;
Mediunidade: aptidão de contato com o mundo espiritual;
Livre arbítrio: liberdade de escolha, onde cada um é responsável por sua própria conduta e ações;
Conduta: seguir o Evangelho de Jesus e seus ensinamentos é o que deve direcionar o espírita.
Allan Kardec, nascido em Lyon (França) em 04 de outubro de 1804 e desencarnado em 31 de março de 1869. Discípulo de Pestalozzi conhecido como grande educador e autor de várias obras e estudioso dos fenômenos psíquicos, especialmente pelo estudo do magnetismo. Ao tomar conhecimento das mesas girantes, começa a estudá-las como fenômenos de magnetismo, percebendo a existência de inteligência nas respostas admite a hipótese da atuação do mundo espiritual. Resolve então verificar a procedência dos fatos acabando por elaborar a codificação da Doutrina Espírita.
Seu primeiro livro foi o Livro dos Espíritos editado em 18 de abril de 1857. Nesta obra ele traz 1019 questões que foram respondidas pelos Espíritos através do fenômeno mediúnico por intermédio de vários médiuns. Para abdicar melhor a informação de acordo com o livro Revolução espírita, diz que o espiritismo é um religamento constante com o plano espiritual, logo é uma religião.

Retirado da página da TV Mundo Maior

OBSERVAÇÃO DE RUDYMARA: O Espiritismo é uma ciência (estuda as manifestações dos espíritos através da mediunidade), é uma filosofia (questiona: quem somos; de onde viemos; porque estamos aqui; para onde iremos depois da morte física), com consequências religiosas. 

POR QUE O ESPIRITISMO NÃO FOI APRESENTADO LOGO COMO RELIGIÃO? 
Kardec deu duas razões: 
1) A fim de evitar rejeição e até perseguição prematura os bons espíritos aguardaram a maturidade da inteligência humana. Primeiro estabeleceram os fundamentos filosóficos e científicos. 
2) Porque, na opinião geral, a palavra "religião" é inseparável do "culto", coisa que o Espiritismo não tem. Exemplo: dogmas, casta sacerdotal com seu cortejo de hierarquias, cerimônias, privilégios e a mistificação e os abusos. (Kardec, discurso em 1º/nov./1868 - RE dez/1868)




quarta-feira, 25 de julho de 2018

DEUS NÃO ERRA DE ENDEREÇO



Ninguém se une numa família por acaso. Ninguém é vítima ou coitadinho. Deus não erra de endereço. Colhemos o que plantamos e nascemos onde temos necessidade de evoluir. Há filhos(as) que dizem amar seus pais, mas na verdade só tem interesse neles. Pois, só exploram, humilham e maltratam. E quando precisam deles são dissimulados a ponto de fazer-lhes um agrado, só para alcançar o almejado. Por isso que, muitas vezes, quando os pais já estão idosos e não conseguem mais fazer "coisas" para os filhos, estes o descartam, pois já não são mais úteis. Eles não foram ensinados a "amar" os pais, mas a ter "interesse" no que eles fazem. E há pais que fazem todas as vontades do filho(a) dizendo amá-lo, quando na verdade não o ama, apenas é apaixonado. Pois, quem ama educa, diz sim e não na hora certa. O amor não é cego, porque enxerga que, muitas coisas que os filhos(as) querem, serão prejudiciais no futuro. Já a paixão diz sim sempre, não tem coragem de negar nada, de educar, não enxerga o futuro. Então, observemos nossas atitudes, como filho(a), pai ou mãe, pois colheremos no futuro o que estamos plantando no presente. Filhos são espíritos velhos em corpos novos, ou seja, eles trazem em sua memória espiritual o que fizeram de bom e de ruim. Se não dissermos o "sim" e o "não" na hora certa poderemos contribuir para que errem no mesmo ponto que erraram em outra encarnação. Como disse Kardec: "Na família, os pais tem deveres para com os filhos e os filhos além de respeito para com os pais, tem deveres com eles, mesmo quando são injustos." E aos pais Santo Agostinho aconselha: “Espíritas, compreenda agora o grande papel da humanidade, compreenda que, quando produzem um corpo, a alma que nele encarna vem do espaço para progredir. Inteirem-se dos seus deveres e ponha todo o seu amor para aproximar de Deus essa alma, esta é a missão que lhes está confiada e cuja recompensa receberão se fielmente a cumprirem. Os seus cuidados e a educação que lhe derem auxiliarão o seu aperfeiçoamento e o seu bem-estar futuro. Lembrem-se de que, a cada pai e a cada mãe, Deus perguntará: Que fizestes do filho confiado à vossa guarda?” 
Então, façamos para conviver bem. Respeitando e ensinando nossos filhos a serem respeitadores, a terem obrigações no lar, na escola, na sociedade. Ensinar que em todo lugar há hierarquia: na família, na escola, no trabalho e até no plano espiritual e, consequentemente, devem ser respeitados. Deus nos uniu para aprendermos a AMAR uns aos outros, perdoando, compreendendo, tolerando, educando, respeitando, enfim, fazendo ao outro o que queremos que o outro nos faça. Pensemos nisso!


Texto de Rudymara

sábado, 21 de julho de 2018

JESUS E VOCÊ


Nosso Mestre não se serviu de condições excepcionais no mundo para exaltar a Luz da Verdade e a Bênção do Amor.
Em razão disso, não aguarde renovação exterior na vida diária, para ajudar.
Comece imediatamente a própria sublimação.
Jesus não tinha uma pedra onde recostar a cabeça. Se você dispõe de mínimo recurso, já possui mais que Ele.
Jesus, em seu tempo, não desfrutou qualquer expressão social. Se você detém algum estudo ou título, está em situação privilegiada.
Jesus esperou até os trinta anos para servir mais decisivamente. Se você é jovem e pode ser útil, usufrui magnífica oportunidade.
Jesus partiu aos trinta e três anos. Se você vive na idade amadurecida e dispõe do ensejo de auxiliar, agradeça ao Alto, dando mais de si mesmo.
Jesus não contou com os familiares nas tarefas a que se propôs. Se você convive em paz no recinto doméstico, obtendo alguma cooperação em favor dos outros, bendiga sempre essa dádiva inestimável.
Jesus não encontrou ninguém que o amparasse na hora difícil. Se você recebe o apoio de alguém nos momentos críticos, saiba ser grato.
Jesus nada pôde escrever. Se você consegue grafar pensamentos na expansão do bem, colabore sem tardança para a felicidade de todos.
Vemos, assim, que a vida real nasce e evolui no Espírito eterno e não depende de aparências para projetar-se no rumo da perfeição.
Jesus segue à frente de nós. Se você deseja acertar, basta apenas segui-lo. Sigamo-lo, pois.


Do livro O Espírito da Verdade, cap. VI, obra psicografada pelos médiuns Waldo Vieira e Francisco Cândido Xavier.


domingo, 15 de julho de 2018

TROQUEMOS DE LADO


Vemos e nos pegamos, muitas vezes, julgando ou agindo contra uma pessoa ou situação. Sem nos dar conta que, se estivéssemos do lado de lá, nosso julgamento ou atitude seria diferente. Quando dizemos, por exemplo, "o filho(a) de fulano não presta", pensemos que, o "filho de fulano" poderia ser nosso filho. Daí perguntamos: "Será que gostaríamos de ouvir alguém dizendo o mesmo do nosso filho?" Com certeza não e ainda diríamos: "ele é um bom filho, foi um deslize ou foram os amigos que o arrastaram para o mal." Quando é filho dos outros "não presta" e quando é nosso "foi um deslize"? Quando ficamos irritados com um vendedor(a) numa loja, há quem chame o gerente e reclame do funcionário(a) com veemência, sem pensar que ele poderá ser mandado embora. Mas, se aquele funcionário fosse nosso filho? Será que aplaudiríamos alguém que reclamasse dele para o patrão? Quando o filho é delinquente e é repreendido por um policial, muitos pais passam a odiar o policial. Mas, se este filho fosse o policial, será que ele defenderia o delinquente que o filho prendeu ou o apoiaria? Quando um professor(a) chama a atenção de um aluno(a), muitos pais ficam indignados, sem perguntar quem está certo ou errado, logo corre para a escola para reclamar do professor. Mas, se este professor fosse seu parente, seu filho(a) ou nós mesmos, será que agiríamos assim? Outro dia, num supermercado, uma senhora disse ao funcionário novo do caixa: "como você é lerdo!" Pensei comigo: "Será que ela diria isso se fosse seu neto?" "Será que ela ficaria contente ao ouvir alguém fazendo esta afirmativa humilhante com seu neto?" Estes são apenas alguns exemplos para ilustrar o quanto, ainda, deixamos de lado o ensinamento do Cristo que diz: "Faça ao teu próximo o que quer que ele lhe faça." Quando seguirmos esta máxima, todos nossos atos, pensamentos e palavras serão medidos, porque nos colocaremos do lado oposto. Muitas desavenças, brigas e, até violência, acabariam. Se não gosto que falem de mim e dos meus, não falarei das outras pessoas. Se não gosto que me enganem, não enganarei ninguém. Se quero que respeitem minha religião, raça, orientação sexual e outros, devo fazer o mesmo com os outros. E assim por diante. É simples, mas é um ensinamento que aplicamos apenas para os outros. Jesus precisa ser lembrado, não só para fazermos pedidos a Ele, mas, principalmente, na vivência de seus ensinamentos. Este é o propósito da Sua vinda à Terra. Pensemos nisso!

Rudymara

sexta-feira, 13 de julho de 2018

AGRADECER MAIS E RECLAMAR MENOS


É necessário não considerarmos como felizes apenas os acontecimentos importantes, pois os que parecem insignificantes são frequentemente os que mais influem no nosso destino. O homem esquece facilmente o bem, e se lembra mais do que o aflige. Se diariamente anotássemos os benefícios que recebemos, sem pedir, ficaríamos muitas vezes admirados de haver recebido tanta coisa que nos esquecemos, e nos sentiríamos humilhados pela nossa ingratidão.

Allan Kardec. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. 28, item 28.


SUPERSTIÇÃO