sexta-feira, 18 de abril de 2014

JESUS LEVOU O PECADO DO MUNDO? ELE NOS SALVOU?


Jesus não levou o pecado do mundo, se isso fosse verdade, o mundo não estaria tão desequilibrado. Ele está esperando que salvemos o mundo com nossa conduta em relação ao próximo, ao planeta e a nós mesmos.
Como fazer isso?
Usando os ensinamentos Dele.
Jesus também não morreu para nos salvar, Ele viveu para nos mostrar o caminho da "salvação". Ou seja, para nos mostrar o caminho que devemos trilhar para nos "libertarmos" dos erros que ainda habitam em nós.
E qual é este caminho?
É a prática do Bem. Este é o caminho mais curto entre a animalidade que nos domina e a angelitude que devemos atingir.
Para isto, devemos renovar nossas atitudes, deixando morrer o "homem velho" (Paulo, cap. 4. Vs. 22/23), coberto de egoísmo, de orgulho, de vaidade, de preconceito, ou seja, coberto de ignorância e inobservância com relação à leis Morais, para que possa surgir para ventura de todos nós, o "homem novo", através dos ensinamentos e exemplos de Jesus Cristo.
Ele se sacrificou por nós, e nós, que sacrifício estamos fazendo por Ele?
Nós queremos que Ele ouça nossos pedidos, e nós, estamos ouvindo Seus pedidos?
Lembremos Dele na páscoa, no Natal e nos outros dias do ano. Não só para fazer festa, trocar presentes, etc., mas para "cristianizarmos" nossas atitudes.



Rudymara

quinta-feira, 17 de abril de 2014

O QUE ACONTECEU NA ÚLTIMA QUINTA-FEIRA DE JESUS NA TERRA?


 
Aconteceram muitas coisas.
Jesus chama Pedro e João para que eles fossem a Jerusalém para prepararem tudo para celebrarem a páscoa judaica. Pedro e João preparam tudo e naquela noite Jesus vai com os outros. Depois que se assentaram, Jesus se ajoelha, como um servo e lava os pés dos discípulos.
OBSERVAÇÃO: O ensino é magistral, reafirmando a mensagem mais importante: Para Deus o maior será sempre aquele que mais disposto estiver a servir, o que mais se dedique ao Bem. Porque ninguém é mais ou melhor que ninguém.
 
 
Minutos depois, Jesus faz uma revelação espantosa:
- Um de vocês me trairá.
Os discípulos ficaram indignados
Dirigindo-se a João, sentado ao seu lado, Jesus, informou que o traidor seria aquele a quem Ele entregasse o pão molhado no vinho. E o ofereceu a Judas, dizendo:
- O que vai fazer faça depressa.
Judas sai, mas os outros não compreendem por quê. Como era Judas quem guardava a bolsa do grupo, pensaram que ele saíra para comprar o necessário à festa e algo para dar aos pobres.
Depois que Judas sai, Jesus pega um pedaço de pão, agradece a Deus, parte-o e dá a seus discípulos dizendo:
- Este é o meu corpo.
Depois compartilha a taça de vinho dizendo:
- Bebam dele todo. Isto é o meu sangue que será derramado pelos pecados (erros) de vocês. Dentro em pouco eu vou partir, e não poderão me seguir. Mas antes quero dizer-lhes para amarem uns aos outros assim como eu os amei.
OBSERVAÇÃO: Jesus, tomou de um pão, deu graças e repartiu entre eles, dizendo ser (simbolicamente) o "seu corpo", oferecido por eles. Da mesma maneira Jesus fez com o cálice de vinho, dizendo ser (simbolicamente) seu sangue, que também seria derramado para beneficia-los. E pediu: "façam isto em memória de mim." Para nós espíritas, Jesus pediu para que os apóstolos (do cristianismo) compartilhassem uns com os outros o pão de cada dia, seja o pão de trigo, seja o pão do espírito, o pão da dor ou da alegria. Enfim, que doassem e se doassem, derramando sangue, se preciso fosse, assim como ele fez por nós. Ele fez este pedido porque sabia que sua doutrina não seria de fácil aceitação, por isso concluiu: "se me perseguiram, também perseguirão a vós outros." E que fizessem isto em memória dele, ou seja, para que seus ensinamentos não ficassem esquecidos.
Mas infelizmente, uma simples evocação sugerida transformou-se em ritual com propriedades mágicas.
 
 
Mas, após a partilha do pão e do vinho, Jesus, ainda diz:
- Pedro, antes de o galo cantar, você me negará 3 vezes.
Pedro surpreende-se, porque acreditava que defenderia Jesus contra o primeiro que o quisesse ferir.
Os discípulos ficaram inseguros ao ouvir Jesus dizer que ia partir.então, Jesus disse:
- Se me amais, observareis meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que permaneça convosco para sempre, o Espírito de Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece . . . Tenho ainda muito que vos dizer, mas não podeis suportar agora. Quando vier aquele Espírito de Verdade, ele vos conduzirá à verdade completa, pois falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará o que está por vir. Ele me glorificará porque receberá do que é meu e vos anunciará.
OBSERVAÇÃO: A ortodoxia religiosa situa o Consolador, o Espírito de Verdade, na festa de Pentecostes, quarenta dias após as materializações de Jesus, quando os discípulos, sob influência do Espírito Santo, falaram e profetizaram em línguas estrangeiras. Esta é uma ideia equivocada. Não vemos o Consolador naquelas manifestações. A morte de Jesus era recente. Nada havia para recordar, porque nada havia esquecido. E, se Jesus tinha muito que dizer, mas não disse porque o povo não estava preparado naquele momento, como estaria preparado 40 dias depois? Para nós, o Consolador Prometido que é o Espiritismo que veio para nos ajuda a compreender bem o significado de suas palavras, mesmo aquelas que nos parecem difíceis e enigmáticas.
 
 
Após a revelação, Jesus e os outros se retiraram em silêncio e seguiram pelas ruas até o portão oriental. Atravessaram o vale e foram ao jardim do Getsêmani no monte das Oliveiras. Na entrada, Jesus pede que Pedro, Tiago e João (seus amigos mais chegados) que sigam com Ele, e pede para que os outros fiquem. Após caminhar um pouco, disse:
- Esta noite será muito triste. Fiquem aqui vigiando enquanto vou orar.
Jesus então diz em prece:
- Meu Pai, se possível tire de mim esta agonia, mas faça-se a Tua vontade e não a minha.
Quando Jesus voltou onde estavam os discípulos, achou-os dormindo, e diz:
- Levantem-se, o traidor está chegando.
Jesus ainda estava falando quando Judas se aproxima com um grupo de homens de acordo com o combinado, e o identifica com um beijo.
Quando os soldados pegam Jesus, Pedro tira a espada e corta a orelha de um dos homens com um golpe rápido.
Jesus que pregou a não violência disse:
- Guarda a espada, Pedro. Pensa que não posso pedir a Deus uma legião de anjos para me socorrer?
Jesus cura a orelha do homem. Ao ver que Jesus não faz nada, os discípulos fogem. A uma ordem do oficial, os soldados amarraram Jesus e o levaram para Jerusalém, a mesma cidade onde ele entrou triunfalmente uns dias antes (no domingo).
Jesus é preso e levado ao palácio do sumo sacerdote. É interrogado e insultado. Enquanto isso, Pedro, o negava por 3 vezes. Então o galo canta. Pedro se assusta ergue a cabeça e seus olhos se encontram com os de Jesus que está sendo levado para a corte. Envergonhado, ele corre para fora chorando e pedindo perdão à Deus por ter negado conhecer Jesus.
 
 
 
Compilação de Rudymara
 
 
 
 
 

quarta-feira, 16 de abril de 2014

A ÚLTIMA QUARTA-FEIRA DE JESUS NA TERRA

 
 
Na última quarta-feira, Judas passa o dia com Jesus e os outros sem imaginar que Jesus já sabia o que ele fez.
 
 
OBSERVAÇÃO: Jesus escolheu seus apóstolos. Sabia a fraqueza de cada um deles. Assim mesmo deu a oportunidade de segui-lo. Judas não nasceu para trair. Ninguém nasce para matar, roubar, trair ou transgredir a lei dos homens e a de Deus. Nós apenas fazemos mal uso do livre arbítrio. Então, neste caso, o maior traído foi ele próprio que se deixou levar por seu ponto fraco: A GANÂNCIA. Quando estamos prestes a errar, o mundo espiritual tenta nos orientar pelos condutos da intuição, além de buscarem nos fazer relembrar as lições que temos armazenadas e que recebemos durante a vida através da religião, o lar, a escola. Mas, quando permitimos que entre em nosso coração as tentações e enganos do mundo, acaba frustrando o empenho do mundo espiritual. Resta deixar que a pessoa exercite o livre-arbítrio e “quebre a cara”, como se costuma dizer, aprendendo, pela didática severa da dor, que é preciso respeitar as leis divinas.
Para ressarcir seu débito, Judas reencarnou como Joana D’Arc (1412-1431) que, à semelhança de Jesus, foi traída, vendida, humilhada e morta. Só não foi crucificada. Morreu numa fogueira.
 
 
 
Rudymara
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 15 de abril de 2014

O QUE ACONTECEU NA ÚLTIMA TERÇA-FEIRA QUE JESUS ESTEVE NA TERRA?


 
Na segunda Jesus expulsou vendilhões do templo e isso incomodou muita gente.
Por isso, na terça-feira o plano estava pronto. Jesus foi testado por um fariseu que Lhe perguntou se era correto pagar tributo a César. Jesus pediu uma moeda e perguntou quem estava cunhado naquela moeda. O fariseu respondeu que era a face de César. Então Jesus disse:
- Daí a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.

O que é de César? Os bens materiais. O que é de Deus? Os bens espirituais.
Se Jesus dissesse “sim” (que era correto pagar tributo a César) o povo que odiava pagar impostos ficaria contra Jesus. E se Jesus dissesse “não” seria preso por trair Roma.
 
Depois Jesus é testado novamente pelo fariseu que lhe perguntou qual dos 613 mandamentos era o mais importante? Jesus respondeu:
- Amarás teu Deus de todo coração, de toda tua alma, de todo teu ensinamento, e todas as tuas forças, e depois, amarás o próximo como a ti mesmo.

O fariseu surpreende-se com a resposta e concorda. Mais tarde Jesus adverte o povo a ter cuidado com pessoas que fazem o bem para serem visto. E observa um homem rico colocando sua oferta e uma viúva pobre pondo duas moedas. Disse Ele:
- A viúva deu mais que todos, pois deu tudo que possuía. Depois disso Jesus vai para o Monte das Oliveiras. Na mesma noite Judas negociou com os principais sacerdotes para entregar Jesus.
 
 
 
Rudymara
 
 
 
 
 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

O QUE ACONTECEU NA ÚLTIMA SEGUNDA-FEIRA QUE JESUS ESTEVE NA TERRA?


Na última segunda-feira que Jesus esteve encarnado na Terra, Ele expulsou os vendilhões do templo. Este relato está em Lucas XIX, 45-46; Marcos XI, 15-18; Mateus, XXI, 12-17 e João II, 14-19. O de Lucas diz: "TENDO ENTRADO NO TEMPLO, COMEÇOU A EXPULSAR OS QUE ALI VENDIAM, DIZENDO-LHES: ESTÁ ESCRITO: A MINHA CASA SERÁ DE ORAÇÃO, MAS VÓS A FIZESTES UM COVIL DE LADRÕES."
 MAS, JESUS USOU DE VIOLÊNCIA PARA EXPULSÁ-LOS?
E Cairbar Schutel comenta:"(...)A ação do mestre foi natural; embora não tivesse espancado a quem quer que fosse, nem mesmo as ovelhas e os bois, exerceu uma ação física semelhante à nossa, quando expulsamos do nosso quintal um boi, um carneiro ou um cabrito. Para tal munimo-nos de uma vara ou de um relho e, mesmo sem espancar os pobres animais, fazemo-los sair donde não devem estar. O Evangelho não acusa, absolutamente, a Jesus, por haver Ele afugentado os animais. A ação resoluta de Jesus com os cambistas e traficantes, derribando-lhes as mesas com o dinheiro que sobre as mesmas se achava, é que pode ser classificada como um ato de violência, mas violência sancionada pela Lei que Moisés citou: “A minha casa será casa de oração; mas vós a fizestes um covil de salteadores”, palavras estas proferidas por Isaías(...).
Esse ato de coragem do Senhor, que causou admiração a todos foi, a seu turno, o cumprimento de uma predição do Salmista (...)
O fato é que ninguém se achou com autoridade para expulsar do templo, e Jesus, fê-lo em alguns minutos, dando logo começo à sua tarefa pela cura dos enfermos, coxos e cegos que lá se achavam, atos esses que lhe valeram aplausos dos meninos, que exclamaram: “Hosanas ao Filho de Davi(...)”Após esta atitude de Jesus, sacerdotes e fariseus, contrariados com sua posição e reação, começaram a fazer planos contra Ele."
 Infelizmente, até hoje encontramos os vendilhões dos templos. Se Judas vendeu Jesus por 30 moedas, hoje encontramos outros que o vende por muito mais. Este dinheiro sustenta o luxo dos templos e dos intermediários assalariados que Jesus condenava. Afinal, Ele próprio pregava nas ruas, não pedia nada pelas curas e andava a pé. O barco e o burro que usava eram todos emprestados. Ao expulsar os vendilhões do templo, Jesus condenou a venda das coisas santas, sob qualquer forma que seja. Deus não vende a sua bênção, nem o seu perdão, nem a entrada no Reino dos Céus. O homem não tem, portanto, o direito de cobrar nada disso. Mas, "tudo nos é lícito, mas nem tudo nos convém."

Rudymara

domingo, 13 de abril de 2014

DOMINGO DE RAMOS


 
Jesus e seus discípulos seguiram para Jerusalém. No caminho, Jesus pede para que seus discípulos Lhe arranjassem um animal de carga. E assim o fizeram. Jesus montou nele e prosseguiu a viagem. A estrada estava cheia de pessoas que também iam para Jerusalém para comemorar a páscoa judaica. Eles abriram alas para Jesus passar. Acenaram com ramos de árvores e forraram o chão com suas roupas. E ao segui-Lo iam gritando parte de um salmo, 118: 25-26:
-Hosana! Bendito o rei que vem em nome do Senhor!
 
 
O simbolismo do jumento pode ser uma referência à tradição oriental de que este é um animal da paz, ao contrário do cavalo, que seria um animal de guerra. Segundo esta tradição, um rei chegava montado num cavalo quando queria a guerra e num jumento quando procurava a paz. Portanto, a entrada de Jesus em Jerusalém simbolizaria sua entrada como um "príncipe da paz" e não um rei guerreiro.
Em muitos lugares no Oriente Próximo antigo, era costumeiro cobrir de alguma forma o caminho à frente de alguém que merecesse grandes honras. A Bíblia hebraica (II Reis 9:13) relatam que Jeú, filho de Josafá, recebeu este tratamento. Este era símbolo de triunfo e vitória na tradição judaica e aparecem em outros lugares da Bíblia (Levítico 23:40 e Apocalipse 7:9, por ex.). Por causa disto, a cena do povo recebendo Jesus com as palmas e cobrindo seu caminho com elas e com suas vestes se torna simbólica e importante.
 
 
OBSERVAÇÃO DE RUDYMARA: O último domingo de Jesus na Terra ficou conhecida como "domingo de ramos." Neste dia ele entrou exaltado e saudado com repeito e alegria. Mas, quatro dias depois, os mesmos que o saudaram o condenaram a morte.
Ainda hoje fazemos isso a Ele. Nós o saudamos, dizemos que o amamos, compartilhamos seus ensinamentos pelas redes sociais, mas em seguida, muitos de nós, o traímos quando nossas atitudes e palavras contrariam seus pedidos. Com isso, condenamos à morte seus ensinamentos. Mas, ele acredita em nós, porque nos compreende, sabe que ainda damos mais valor ás coisas materiais do que as espirituais, e assim, continua aguardando há mais de dois mil anos que o sigamos. Pensemos nisso!
 
 
 
COMPILAÇÃO DE RUDYMARA
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, 9 de abril de 2014

NÃO CONTRIBUA COM O CRIME

 
 Muitos, que se sentem indignados com os assaltos e roubos, são grandes colaboradores para que eles aconteçam. Pois, na primeira oportunidade, compram produtos roubados. Exemplo: um celular, um aparelho eletrônico, peças de carro e moto, etc. Quem compra, na maioria das vezes, são os que se intitulam “espertos” porque acham que estão levando vantagem, mas estão apenas incentivando estes mesmos assaltantes, hora ou outra, a assaltar ele próprio ou um de seus familiares.
Pense que, não haveria ladrões e assaltantes se não houvesse quem os incentive a cometer tal crime. Então, não contribua com a violência. Não compre produtos suspeitos de roubo, principalmente se você é cristão. Coloque-se no lugar de quem foi lesado. A recomendação de Jesus foi: “Não façam aos outros o que não quer que os outros façam a você.” Está mais do que na hora de seguirmos seus conselhos.


 
 Rudymara
 
 
 

sexta-feira, 4 de abril de 2014

QUEM É ESPERTO NÃO USA DROGAS


 
 Muitos defendem a droga dizendo: "Não estou prejudicando ninguém. A vida é minha e eu faço o que quero com ela." Tem razão, temos o livre arbítrio e podemos fazer o que quisermos com nossa vida mas, este discurso egoísta, mostra total ignorância no assunto, pois ela não prejudica só sua vida. O dependente de drogas, geralmente, envolve a família, a sociedade e torna-se envolvido com a criminalidade, pois quando este fica sem condições financeiras para adquiri-la, a consegue com o traficante, através do sistema de comissão nas vendas; sem contar pequenos e grandes furtos, assaltos, muitas vezes, seguidos de mortes, etc. E quando não tem dinheiro para pagar o traficante, é perseguido e morto. Chegam a matar familiares para obter algo que possam vender e sustentar seu vício. E com isso, traficantes se fortalecem, matando vidas de maneira direta ou indireta, desagregando famílias e desequilibrando a sociedade. Muitos acreditam também, que o usuário não deve ser punido. Mas é o usuário que fortalece o traficante e, consequentemente, ambos fortalecem a criminalidade. Se não houvesse usuário, não haveria traficante. O usuário deveria ser encaminhado, obrigatoriamente, a um centro de recuperação, antes de tornar-se violento, perigoso a sociedade. E os que já estão cometendo delitos também.
Os usuários de drogas viram zumbis vivos onde marcam hora para usar (4:20), só pensam naquilo o tempo todo e muitos só conseguem executar alguma atividade após o uso dela. Isso não é esperteza. Usar algo que nos escraviza não pode ser algo inteligente. Muitos chamam a maconha de "a planta da paz". Qual a durabilidade dessa sensação de paz? Se trouxesse paz, muitos não ficariam nervosos sem seu uso. Pensemos nisso! Não deixemos nos enganar. Esperto é quem NÃO usa drogas. Este não precisa correr de polícia, de traficante, enfim, não se compromete com a lei dos homens e nem com a de Deus.



Rudymara
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 31 de março de 2014

VIVA A DEMOCRACIA!!!!!!


Democracia: regime onde temos liberdade de falar, esbravejar, gritar, xingar, mas a obrigação de engolir a indignação de não poder fazer nada contra a falta de educação, segurança, moradia e saúde. Pagamos para ter tudo isso, através dos impostos, mas não temos de boa qualidade. Temos que pagar escola particular, planos de saúde, alarmes, seguros de carro, casa, etc., para podermos ter um pouco de segurança e se quisermos melhor qualidade de saúde e educação.
Na Democracia a tortura e morte não são mais às escondidas (como na Ditadura), mas nas filas dos hospitais, nas vias públicas com os assaltos, nas moradias debaixo dos viadutos e periferias invadidas, etc. Onde os cadáveres são as vítimas que morrem todos os dias pela falta de segurança e saúde. E há os cadáveres ambulantes, verdadeiros zumbis que, nada mais são que dependentes das drogas e que moram em nossas ruas e lares de todas as cidades deste país. Onde a cada dia pagamos “democraticamente” mais impostos. Onde o cidadão é livre para abrir seu “próprio negócio”, desde que pague “democraticamente" impostos abusivos. Onde o cidadão é livre para ir e vir desde que pague “democraticamente” o pedágio. Onde o cidadão pode ter sua casa “própria” desde que pague "democraticamente" o resto da vida o imposto IPTU. Onde o cidadão pode comprar seu carro desde que pague “democraticamente” o imposto do IPVA e o seguro “obrigatório” todos os anos. Onde o cidadão pode ser um profissional liberal desde que pague o resto da vida, “democraticamente”, para exercer a profissão (CREA, CRM, etc). Onde elegemos políticos para nos representar, mas que legislam em causa própria, eles nunca perguntam o que queremos que votem. Onde o tráfico de drogas comanda paralelamente com os Governos.
Se o Regime militar deixou a desejar, o Regime democrático também está deixando. Por que? Porque o problema não são os Regimes, mas quem toma conta deles.
ENFIM, VIVA A DEMOCRACIA, COMO ELA DEVE SER VIVIDA, COM LIBERDADE SEM LIBERTINAGEM, COM AUTORIDADE SEM AUTORITARISMO.


Rudymara


O LIVRO DOS ESPÍRITOS, QUESTÃO 916: O egoísmo, longe de diminuir, aumenta com a civilização , que parece excitá-lo e entretê-lo; como a causa poderia destruir o efeito?
 
"Quanto maior o mal, mais ele se torna hediondo. Era preciso que o egoísmo fizesse muito mal para fazer compreender a necessidade de extirpá-lo.
Quando os homens tiverem se despojado do egoísmo que os domina, eles viverão como irmãos, não se fazendo mal, entreajudando-se reciprocamente, pelo sentimento mútuo da solidariedade. Então, o forte será o apoio e não o opressor do fraco, e não se verá mais homens a quem falta o necessário, porque todos praticarão a lei da justiça. É o reino do bem que os Espíritos estão encarregados de preparar.“





JEJUM NA VISÃO ESPÍRITA

 
 "Quando jejuarem, não mostrem uma aparência triste como os hipócritas, pois eles mudam a aparência do rosto a fim de que os outros vejam que eles estão jejuando. Eu digo verdadeiramente que eles já receberam sua plena recompensa. Ao jejuar, arrume o cabelo e lave o rosto, para que não pareça aos outros que você está jejuando, mas apenas a seu Pai, que vê em secreto. E seu Pai, que vê em secreto, o recompensará." (Mateus 6:16-18)

Moisés, instituiu a prática de jejuar, e disse que era pedido divino, proclamando que Jeová castigaria aqueles que não a observassem.
Como acontece com todo culto exterior, em breve o jejum deixou de servir à religião para servir ao religioso. Os judeus submetiam-se ao jejum, não por empenho de purificação, mas apenas para mostrar que observavam com rigor os pedidos divinos.
Os fariseus, por exemplo, jejuavam duas vezes por semana. Nesses dias, para evidenciarem que isto representava sacrifício para eles, apresentavam as vestes mal arrumadas, barba e cabelos em desalinho, expressão torturada . . . É provável que nem mesmo estivessem jejuando, já que o importante era a aparência.
Jesus combate o comportamento hipócrita, recomendando que o jejuante se mantenha sereno, dentro da normalidade, em sua apresentação pessoal, buscando não a apreciação dos homens, mas a aprovação de Deus.
Jejum não se trata da mera abstenção de alimentos. Algumas horas ou todo um dia ingerindo apenas líquidos é prática saudável que desintoxica o organismo, se bem orientada, mas não tem nada a ver com nossa edificação espiritual. Se fosse assim, multidões que estão abaixo da linha da pobreza, submetidas a um jejum permanente, não por opção, mas por carência, seriam criaturas santas. Pelo contrário, fome e agressividade, geralmente, dão-se as mãos. O jejum a que se refere Jesus é de ordem MORAL. Se quisermos nos renovar, é necessário combater nossas mazelas, cultivando a Virtude e o Bem.
Então, nos períodos de jejum é preciso seguir a recomendação de Jesus: erguer a cabeça, mantendo expressão serena, calando a própria dor, confiantes em Deus. E Ele, que tudo vê, encontrará em nós a posição ideal para que nos possa ajudar.



RICHARD SIMONETTI