domingo, 9 de fevereiro de 2014

ESPIRITISMO É SINÔNIMO DE ESTUDO E TRABALHO


Há espíritas que nada fazem no Centro Espírita, senão frequentar reuniões, como se meramente cumprissem uma obrigação religiosa. Talvez porque ninguém lhes tenha informado o essencial: ESPIRITISMO É ESTUDO E TRABALHO. Qualquer pessoa com um mínimo de contato com a Doutrina deve estar informada de que ser Espírita é “ARREGAÇAR AS MANGAS”. O trabalho divide-se em duas formas: o primeiro é o trabalho de reformar-se moralmente buscando entender quem ela é, o que faz aqui neste mundo, de onde veio e para onde vai. E o outro é o trabalho da caridade que estendemos ao próximo. Seja a caridade material: dinheiro, roupas, alimentos, etc., seja a caridade moral: carinho, respeito, tolerância, etc. A doutrina precisa de trabalhadores espíritas, comprometidos com este trabalho que consola, que ajuda as pessoas a serem e a viverem melhor. O mundo só será melhor quando melhorarmos nosso mundo interior.
Rudymara

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

CHICO XAVIER VISITOU UM CASSINO

Foto: CHICO XAVIER VISITOU UM CASSINO 

Sempre que viajávamos juntos, aprendíamos muito. Ensinamentos oportunos eram transmitidos em forma de exemplos e palavras. Eram aulas transmitidas na prática com a vivência de um espírito superior. 
Fomos em caravana a Foz do Iguaçu para uma noite de autógrafos no Centro Espírita “Os Mensageiros”. Após o trabalho na casa espírita, visitamos as cataratas e os pontos turísticos. À noite, atrevidamente manifestamos o desejo de visitar um cassino. Chico prontificou-se acompanhar-nos.
 Ao chegar ao cassino, fomos atraídos pelas máquinas papa-niqueis.
Colocávamos moedas, uma após outra, e todas eram tragadas pela máquina.
Sugeri que Chico tentasse a sorte colocando ele também uma moeda.
Qual não foi nossa surpresa quando a máquina despejou muitas moedas.
Para nossa alegria, Chico repartiu seu prêmio entre todos, mas convidando-nos a jogá-las na máquina, que novamente as tragava uma a uma.
Chico alertou-nos que era hora de deixar o cassino. Era dinheiro do jogo, disse, ao jogo pertencia. Quantos não teriam perdido todo seu dinheiro nesses papa-niqueis?
Chico deu-nos uma lição e defendeu-nos da tentação de continuar a jogar.

DO LIVRO: ATÉ SEMPRE, CHICO XAVIER
NENA GALVES
TEMA: DESPRENDIMENTO
 
Sempre que viajávamos juntos, aprendíamos muito. Ensinamentos oportunos eram transmitidos em forma de exemplos e palavras. Eram aulas transmitidas na prática com a vivência de um espírito superior.
Fomos em caravana a Foz do Iguaçu para uma noite de autógrafos no Centro Espírita “Os Mensageiros”. Após o trabalho na casa espírita, visitamos as cataratas e os pontos turísticos. À noite, atrevidamente manifestamos o desejo de visitar um cassino. Chico prontificou-se acompanhar-nos.
Ao chegar ao cassino, fomos atraídos pelas máquinas papa-niqueis.
Colocávamos moedas, uma após outra, e todas eram tragadas pela máquina.
Sugeri que Chico tentasse a sorte colocando ele também uma moeda.
Qual não foi nossa surpresa quando a máquina despejou muitas moedas.
Para nossa alegria, Chico repartiu seu prêmio entre todos, mas convidando-nos a jogá-las na máquina, que novamente as tragava uma a uma.
Chico alertou-nos que era hora de deixar o cassino. Era dinheiro do jogo, disse, ao jogo pertencia. Quantos não teriam perdido todo seu dinheiro nesses papa-niqueis?
Chico deu-nos uma lição e defendeu-nos da tentação de continuar a jogar.

DO LIVRO: ATÉ SEMPRE, CHICO XAVIER
NENA GALVES
TEMA: DESPRENDIMENTO



 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

CONVITE ESPECIAL

sábado, 1 de fevereiro de 2014

ESPÍRITO DESENCARNADO LEVA O MÉDIUM DIVALDO FRANCO À SUA TUMBA

 
Divaldo, após concluir algumas palestras na capital bandeirante, seguíamos para Curitiba, numa caminhonete, quando Franklin, no bairro de Butantã, se recordou de que prometeu à sua mãe visitar a tumba do seu falecido pai.
Espírita militante e com larga folha de serviços à causa, o moço perguntou a Divaldo se lhe
Após estacionarmos o veículo, Franklin passou a percorrer as aléias da necrópole onde se enfileiravam as tumbas (muito parecidas entre si, com a mesma simetria e característica) em granito negro, com os nomes dos inumados inscritos em yiddish (hebreu), enquanto nos detínhamos a regular distância.
Transcorridos alguns minutos, nosso condutor retornou desanimado, asseverando ser-lhe impossível identificar o mausoléu, porquanto se esqueceu do número de registro e entre aqueles milhares que ali se enfileiravam não teria possibilidade de o encontrar.
Desolado, ia retirar-se, quando Divaldo que, como todos os outros, com exceção de Franklin, jamais ali estivera, disse:
- Vejo o senhor seu pai dizendo que nos conduzirá ao mausoléu, não porque ali esteja, porém, com a finalidade de que o filho ateste à mãe a sua obediência, atendendo-lhe à solicitação.
Ante a nossa surpresa e a emoção filial, seguiu Divaldo à frente e todos nós, imediatamente, sem titubear, até uma tumba em tudo igual às demais, indicando:
- Afirma ele que é esta.
Nenhum sinal exterior que a distinguisse das outras. Sobre o bloco de pedra lapidado apenas alguns caracteres, para nós ilegíveis. Franklin, visivelmente comovido, adiantou-se e, examinando a tumba pelo lado oposto ao qual nos encontrávamos, exclamou:
- É esta, sim. Aqui está o nome de papai.
Foram feitas diversas fotografias, comprovando à senhora Wagner, viúva do desencarnado, que o filho lhe fizera a vontade.
 
 
Do livro: Seara de luz
Organizado por: Fernando Hungria.
 
 
 

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

A IMPORTÂNCIA DA EVANGELIZAÇÃO INFANTIL


Temos ouvido alguns confrades afirmarem:
- “Eu não forço os meus filhos, para a evangelização espírita, porque eu sou liberal.”
Ao que poderia ajuntar:
- “Porque não tenho força moral.”
Se o filho está doente, ele o força a tomar remédios; se o filho não quer ir à escola, ele o força. Isto porque acredita no remédio e na educação. Mas não crê na religião quando afirma:
- “Vou deixá-lo crescer, depois ele escolherá.”
Para mim representa o mesmo que o deixar contaminar-se pelo tétano ou outra enfermidade, para depois aplicar o remédio, elucidando:
- “Você viu que não deve pisar em prego enferrujado? Agora, irei medicá-lo.”
Ou tuberculoso, falar-lhe dos preceitos da higiene e da saúde.
Se nós damos a melhor alimentação, o melhor vestuário, o melhor colégio, dentro das nossas possibilidades, aos filhos, porque não lhes damos a melhor religião, que é aquela que já elegemos? Que os filhos, quando crescerem, larguem-na, que optem depois. Cumpre aos pais o dever de dar o que há de melhor. Se eles encontraram, no Espiritismo, a diretriz de libertação, eis o melhor para dar e não deixar a criança escolher, porque esta ainda não sabe discernir. Vamos orientá-los. Vamos “forçá-los”, entre aspas, motivando-os, levando-os, provando em casa, pelo nosso exemplo, que o Espiritismo é o que há de melhor. Não, como fazem muitos: obrigam os filhos irem à evangelização e, em casa, não mantém uma atitude espírita. É natural que os filhos recalcitrem, porque vêem que tal não adianta, pois que os pais são espíritas, mas em casa, decepcionam.
Se, todavia, os pais são espíritas em casa, eles irão, felizes, às aulas de evangelização e de juventude, porque estão impregnados do exemplo.


DIVALDO FRANCO

OBSERVAÇÃO: Na evangelização a criança (que é um espírito velho em corpo novo) poderá receber ajuda e os Benfeitores Espirituais podem conduzir o seu desafeto (obsessor), se for o caso, ao tratamento espiritual. (Manoel P. de Miranda, do livro, Sexo e Obsessão.



quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

HOMOSSEXUAL x HETEROSSEXUAL

 
Uma pessoa nos escreveu dizendo:
"Sei que não podemos ter preconceito, mas vi dois homens se beijando no metrô (linha verde - domingo a tarde) e uma garotinha espantada, me deixou chocado. O que vocês me dizem disso?"
 
 
RESPONDI: A homossexualidade não é um comportamento novo. Era escondido ou não divulgado, mas sempre existiu. Hoje, veio à tona e está assustando muitas pessoas, como tudo que é novidade. E como tudo que é novo, muitos não sabem lidar com isso. Daí, encontramos gays afrontando a sociedade. Assim como vemos muitos vivendo dignamente. Como nós espíritas não somos contra, porque somos a favor do livre arbítrio, apenas orientamos os homossexuais que nos escrevem para que não caiam na prostituição ou promiscuidade. É preferível que eles se casem e vivam uma vida digna, sem escândalos, sem afrontar a sociedade do que ficar se expondo de forma que os homofóbicos os maltratem e matem ou que se comprometam com a lei divina. Precisamos lembrar que, os heteros também estão aprendendo a usar sua sexualidade. Ainda hoje ouvimos muitos pais dizendo “prendam suas cabras que meu bode está solto”. Orientam seus filhos a ter várias experiências sexuais (com a filha dos outros) antes de se casar. Quantos heteros encontramos por aí contraindo doenças sexualmente transmissíveis e, muitas vezes, transmitindo à esposa, namorada ou companheira. E vice-versa. O número de idosos da terceira idade que estão contraindo AIDS, é grande. Quantos jovens transando com vários a cada balada. Namoro tornou-se ultrapassado para muitos. Eles querem é “ficar” para não criar vínculo e/ou para poder trocar de parceiro(a) como trocam de roupa. A diferença de ficar e da prostituição é que um cobra e outro não. As roupas e danças de muitas meninas se igualam aos usados pelas moças que vendem sexo nas ruas e/ou casas de prostituição. Encontramos mulheres se igualando ao homem no que ele vem errando à séculos: vícios e sexo desregrado. Temos Reality show no horário nobre exibindo promiscuidade e novelas incentivando maldade, separações, rivalidade, assassinato, vingança, traições, tramas em família, cenas de sexo e as pessoas dando audiência, inclusive "crianças". Ouvimos músicas com letras promíscuas dançadas e cantadas até por "crianças" e ninguém nos escreve dizendo ficar horrorizado. Então, precisamos rever nossos valores. Ficamos horrorizados com a homossexualidade e somos permissivos a promiscuidade heterossexual? Pensemos nisso!
 
 
Rudymara
 
 
 
 
 

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

DIVALDO FRANCO RECEBE MENSAGEM DE FRANCISCO DE ASSIS E ANTONIO DE PÁDUA


Entre as várias mensagens espirituais sublimes, conta-nos Divaldo:
“(...) em Pádua, por exemplo, Santo Antônio escreveu uma página por meu intermédio, intitulada: AOS MÉDIUNS.
“Em Assis, inúmeras vezes, diante da tumba de São Francisco de Assis, Joanna de Angelis tem escrito mensagens de peregrina beleza, facultando-me a visão do Irmão Alegria que me transcende.”
 
Do livro: Divaldo Franco, a história de um humanista
 
 
 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

DIVALDO FRANCO RECEBE MENSAGEM DE SANTA TEREZINHA




Disse Divaldo: “Confesso que foram muitas as experiências superiores mediúnicas. Mas uma, porém, foi marcante, que aconteceu na Igreja Santa Terezinha de Jesus, em Lisieux, na França, quando ali estive. Joanna de Ângelis informou-me que o nobre Espírito desejava enviar à Terra uma mensagem e convidou-me à recepção. Sentei-me num dos bancos do templo e com papel e lápis – material que sempre tenho em minha pasta de viagem – eu vi a Gloriosa Entidade em todo seu esplendor, enviando o pensamento que era captado por Joanna de Ângelis, que o codificava e transmitia-o a mim. Era como se, para dar uma ideia imperfeita da ocorrência, Terezinha estivesse em um lugar muito alto, o Espírito Joanna de Ângelis ao meio e eu sentado na Igreja embaixo. A mensagem que foi escrita é de uma beleza, na sua simplicidade e no seu conteúdo, muito profunda.”
Do livro: Divaldo Franco, a história de um humanista

sábado, 18 de janeiro de 2014

PADRE COLOCA VÍDEO DA GLOBELEZA NO TELÃO DA IGREJA


Um padre colocou um vídeo nos telões da Igreja, a Globeleza dançando semi nua toda pintada e o vídeo durou uns 15 segundos. O povo da Igreja ficou todo escandalizado, então o padre perguntou:
- “Alguém se incomodou com esse vídeo aqui na casa de Deus ?”
É claro que o povo se incomodou, mas não falaram nada, então ele disse:
- “Aqui na casa de Deus não é lugar de passar essas coisas, mas na casa de vocês isso passa o dia todo e vocês não fazem nada! Será que a casa de vocês não é também a casa de DEUS? Hipócritas, são os que se escandalizam quando falam dos erros que ocorrem na casa dos outros, na igreja do outro, na vida do outro, na religião do outro... e se esquece dos erros que comete em sua própria casa.”




OBSERVAÇÕES 1 E 2 DE RUDYMARA:

1- Ele quis dizer que nos escandalizamos com o erro na casa e vida alheia, sem nos dar conta que há erro em nossa casa e em nossa vida.
2 - E há outra observação: devemos nos comportarmos no lar como nos comportamos na igreja ou qualquer templo religioso. Por que a imoralidade não é aceita dentro da igreja e em nosso lar e na rua é? Afinal, Deus está em todos os lugares.
3 - OBSERVAÇÃO DE RICHARD SIMONETTI: A samaritana perguntou à Jesus no poço da Samaria:
- Senhor, vejo que és profeta. Dize-me, então: nossos pais adoraram Deus neste monte (Garizin) e vós outros dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorá-Lo...
Este momento, é dos mais importantes no Evangelho. Porque o Mestre lança os fundamentos da verdadeira adoração dizendo:
- . . . Mulher, crede-me. Virá a hora em que não será nem neste monte, nem em Jerusalém que adorareis o Pai. Deus é espírito e em espírito e verdade é que o devem adorar os que o adoram.

Em nosso relacionamento com Deus, julgamos que haveremos de encontrá-lo nos templos religiosos. Mas, se Deus é espírito, Ele está em todos os lugares, dentro e fora dos templos. E agradá-Lo, não é freqüentar templos religiosos, em dias e horas certas, ou então, utilizando práticas exteriores, e esquecer o fundamental, que é o combate às nossas imperfeições, no esforço de renovação íntima que marca a verdadeira religiosidade. Temos que ser verdadeiros (diante dos ensinamentos evangélicos) em todos os lugares, dentro e fora dos templos, no lar, no trabalho, na rua, no trânsito, etc . . . Nos templos buscamos o entendimento e o fortalecimento para enfrentarmos os problemas, as dores, as aflições que apareçam em nossas vidas. Para isso é preciso procurar Deus “em espírito e verdade.


quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

JESUS NO LAR



“FAZ-SE URGENTE O RETORNO DE JESUS À FAMÍLIA". - aconselha Joanna de Ângelis

Não através de imagens, amuletos, etc., mas através do estudo do Evangelho, e da vivência de seus ensinamentos.
O que vem ocorrendo nos lares é que a maioria dos pais e mães estão despreparados para enfrentar as dificuldades do trabalho educativo e acabam por tomar atitudes erradas, tanto na prevenção quanto na terapêutica, para corrigir os problemas que surgem. Como disse André Luiz: “Na fase atual evolutiva do planeta, existem na esfera carnal raríssimas uniões de almas gêmeas, reduzidos matrimônios de almas irmãs ou afins, e esmagadora porcentagem de ligações de resgate. O maior número de casais humanos é constituído de verdadeiros forçados, sob algemas.” Portanto, diante dos ajustes de seus próprios problemas, os filhos tornam-se, muitas vezes, mais problemas. Muitos pais tentam compensar o tempo que ficam fora trabalhando ou por estarem separados comprando coisas para os filhos, fazendo suas vontades e não colocando limites. Com isso, muitos estragam seus filhos porque os liberam demais, outros prendem demais, outros os ignoram, transferindo a responsabilidade de educar para outras pessoas, ou então, superprotegem, transformando-os em egoístas, orgulhosos, frágeis diante dos problemas. Fazendo tudo para nossos filhos, eles acostumarão e acharão que todos terão que fazer o mesmo. Fraquejarão no primeiro obstáculo. Os meninos acharão que suas esposas deverão fazer tudo para eles e que eles não devem ajudar. E as meninas serão péssimas organizadoras do lar, e irão querer empregadas para mínimas coisas, ou dependerão dos pais para tudo. Resumindo, provavelmente, terão um casamento fracassado. Não os carreguemos nos braços, caminhemos com eles. Porque “Aquele que estraga seus filhos com mimos terá que pensar as feridas.” (Eclesiástico, 30:7).
 
 
Rudymara