quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

JESUS NO LAR



“FAZ-SE URGENTE O RETORNO DE JESUS À FAMÍLIA". - aconselha Joanna de Ângelis

Não através de imagens, amuletos, etc., mas através do estudo do Evangelho, e da vivência de seus ensinamentos.
O que vem ocorrendo nos lares é que a maioria dos pais e mães estão despreparados para enfrentar as dificuldades do trabalho educativo e acabam por tomar atitudes erradas, tanto na prevenção quanto na terapêutica, para corrigir os problemas que surgem. Como disse André Luiz: “Na fase atual evolutiva do planeta, existem na esfera carnal raríssimas uniões de almas gêmeas, reduzidos matrimônios de almas irmãs ou afins, e esmagadora porcentagem de ligações de resgate. O maior número de casais humanos é constituído de verdadeiros forçados, sob algemas.” Portanto, diante dos ajustes de seus próprios problemas, os filhos tornam-se, muitas vezes, mais problemas. Muitos pais tentam compensar o tempo que ficam fora trabalhando ou por estarem separados comprando coisas para os filhos, fazendo suas vontades e não colocando limites. Com isso, muitos estragam seus filhos porque os liberam demais, outros prendem demais, outros os ignoram, transferindo a responsabilidade de educar para outras pessoas, ou então, superprotegem, transformando-os em egoístas, orgulhosos, frágeis diante dos problemas. Fazendo tudo para nossos filhos, eles acostumarão e acharão que todos terão que fazer o mesmo. Fraquejarão no primeiro obstáculo. Os meninos acharão que suas esposas deverão fazer tudo para eles e que eles não devem ajudar. E as meninas serão péssimas organizadoras do lar, e irão querer empregadas para mínimas coisas, ou dependerão dos pais para tudo. Resumindo, provavelmente, terão um casamento fracassado. Não os carreguemos nos braços, caminhemos com eles. Porque “Aquele que estraga seus filhos com mimos terá que pensar as feridas.” (Eclesiástico, 30:7).
 
 
Rudymara
 
 
 

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

CONHECER PARA RESPEITAR

Foto: (Y) MUITO BOM!!!!

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

VÍCIO DE ROUBAR - depoimento de um desencarnado



“Há muito luto contra o vício de roubar. Pertences alheios fascinam-me. Já fui pobre, rico e não venci o vício. Na pobreza dou sempre desculpas de que me falta tudo. Porém, encarnado rico, roubei, apoderei-me de bens de minha mãe, irmãos, organizei quadrilha e muito roubei. Ainda bem que distribuí muita esmola e ajudei a muitos, porém, não anulei minhas faltas. Minha vida tem sido assim, roubo, sofro, arrependo, faço propósito de corrigir-me, volto à carne e tudo recomeça. No corpo se esquece muito das orientações e ensinamentos. Vou pedir, e espero conseguir, reencarnar sem os dois braços físicos. Sei que não provarei que estou curado do vício se não puder fazê-lo. Mas acredito se ficar uma encarnação sem as mãos, darei valor a elas, para o uso do bem.” (depoimento de um desencarnado)

DISSE JESUS: “Se vossa mão ou vosso pé é objeto de escândalo, cortai-os e lançai-os longe de vós; melhor será para vós que entreis na vida tendo um só pé ou uma só mão, do que terdes dois e serdes lançados no fogo eterno. – se vosso olho vos é objeto de escândalo (tropeço), arrancai-o e lançai-o longe de vós; melhor para vós será que entreis na vida tendo um só olho, do que terdes dois e serdes precipitados no fogo do inferno.”
Segundo a expressão evangélica, “entrar na vida”, equivale ao nascer de novo, ou reencarnar.
O espírito poderá reencarnar com limitações físicas e mentais que inibem suas tendências inferiores e impõem o resgate de seus débitos, a fim de que se liberte do “inferno” da consciência culpada.
Isso não significa que cairemos numa fogueira onde as almas ardem em sofrimento perene, sem jamais se consumirem.
As chamas do inferno simbolizam os tormentos da “consciência culpada”, na Terra ou no além, é ela que nos precipitarão ao “fogo do inferno.”
Essas labaredas ardentes chamam-se angústia, insatisfação, tristeza, desequilíbrio, enfermidade, que nos perturbam em face de nossos desvios do passado ou do presente.
As afirmativas de Jesus são exageradas ou enérgicas para que o indivíduo comprometido com o mal se redima.
É como alguns termos que usamos hoje:
Comer o fígado de alguém - significa grande raiva
Derramar rios de lágrimas - significa chorar muito
Coração de pedra - significa grande insensibilidade, etc.
Todos temos débitos do passado que justificam quaisquer limitações. Portanto, elas se manifestam em maior ou menor intensidade, segundo programas instituídos por Deus, guardando compatibilidade com necessidades e nossa capacidade de enfrentar desafios.
(Richard Simonetti)




sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

DIVALDO TENTOU NAMORAR

DIVALDO, VOCÊ TEVE CASOS DE AMOR NA ADOLESCÊNCIA?

Quando vim para Salvador, era muito jovem e, concursado, fui trabalhar no IPASE. Via, após o expediente, os colegas saírem com as esposas, namoradas, maridos, e eu sozinho ia tomar o bonde. No dia seguinte, todo mundo contava que tinha ido ao cinema e falava das suas emoções, da convivência e do sexo. Aí comecei a ter conflitos e achar-me infeliz.
Um dia, decidi procurar uma namorada. No ponto do bonde percebi uma jovem me olhando. Não era o meu tipo, mas me fitava muito, sorriu, também sorri. Abordei-a. naquele tempo o namoro era muito romântico, até pega na mão demorava uma vida...
- Vai tomar o bonde? – perguntei-lhe.
- Oh, sim.
Embarcamos, sentamos juntos, conversamos e marcamos um encontro para o outro dia.
Cheguei eufórico em casa porque já tinha namorada. Ela trabalhava perto do Elevador Lacerda. Combináramos que eu ficaria no ponto do bonde e embarcaria quando a visse. Ela reservaria o lugar.
No dia seguinte, aguardava-a. Chamou-me e subi. Sentei-me num colo, levantei-me constrangido, e fiquei em pé, segurando no balaústre. Ela puxou a minha calça e disse:
- Sente-se.
Olhei para trás
 E vi um homem. Atribui fosse o seu pai e sinalizei não poder sentar, mas ela insistia:
- Sente-se.
- Não posso, esse senhor...
Lá estava o homem sentado ao lado da moça, olhando-me. De repente, ele sumiu. Era um espírito. Acabou ali o namoro. Saltei do bonde envergonhado com o juízo que a namorada estaria fazendo de mim e nem olhei para trás. Acho que aquela Entidade tinha sido marido dela e ainda a vigiava...

(Retirado do livro: SEARA DE LUZ)


AS INFLUÊNCIAS ESPIRITUAIS PODEM ATRAPALHAR UM RELACIONAMENTO?

Os casais não devem perder de vista que o quadro das existências é assinalado pelo entrosamento dos dois mundos – físico e espiritual- um incidindo sobre o outro, e, assim, em virtude de haver sérios comprometimentos entre encarnados e desencarnados, é fácil achar processos de perversas associações mentais, determinando enfermidades morais, viciações, desarmonias, ou processos de vinganças que são levados a cabo através de perseguições, de infiltrações pelos poros abertos das invigilâncias e permissividades do cotidiano, forjando quadros de variadas obsessões.
Assim, muitas separações conjugais são incentivadas por comparsas de pretéritos equívocos, ainda mantidos no Mundo Invisível, ou por inimigos ferrenhos, que não suportam acompanhar a rota de felicidade daqueles aos quais odeiam, ou invejam, simplesmente. Dentre os que se mostram inimigos temos muitos amores traídos de vidas passadas; corações que foram enganados com falsas promessas de bem-querer ou de fidelidade, filhos que foram abortados em passado remoto ou próximo, todos assinalados por mágoas profundas ou por sentimentos odiosos, por desejo de desforço, de vingança, devendo ser tocados em sua alma pelas energias da disposição de mudar dos seus perseguidos, sendo que, somente dessa forma, os antigos dilapidadores da harmonia da vida lograrão chances de ventura, de um caminhar sem tantos atropelos na esfera moral.
Não se pode, então, pensar em casal bem-ajustado à alegria e ao equilíbrio sem os devidos cuidados com sua vida moral-espiritual.

José Raul Teixeira
Do livro: Desafios da Vida Familiar



quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

CURA ESPIRITUAL



"Quantas enfermidades pomposamente batizadas pela ciência médica não passam de estados vibratórios da mente em desequilíbrio." - (Emmanuel)
 
No trato com nossas doenças, além dos cuidados médicos indispensáveis à nossa cura, não nos esqueçamos também de que sempre, a origem de toda enfermidade principia nos recessos do espírito.
A doença, quando se manifesta no corpo físico, já está em sua fase conclusiva, em seu ciclo derradeiro. Ela teve início há muito tempo, provavelmente, naqueles períodos em que nos descontrolamos emocionalmente, contagiados que fomos por diversos vírus potentes e conhecidos como raiva, medo, tristeza, inveja, mágoa, ódio e culpa.
Como a doença vem de dentro para fora, isto é, do espírito para a matéria, o encontro da cura também dependerá da renovação interior do enfermo.
Não basta uma simples pintura quando a parede apresenta trincas. Renovar-se é o processo de consertar nossas rachaduras internas, é escolher novas respostas para velhas questões até hoje não resolvidas. O momento da doença é o momento do enfrentamento de nós próprios, é o momento de tirarmos o lixo que jogamos debaixo do tapete, é o ensejo de encararmos nossas paredes rachadas.
O Evangelho nos propõe tapar as trincas com a argamassa do amor e do perdão. Nada de martírios e culpas pelo tempo em que deixamos a casa descuidada.
O momento pede responsabilidade de não mais se viver de forma tão desequilibrada. Quem ama e perdoa vive em paz, vive sem conflitos, vive sem culpa.
Quando atingimos esse patamar de harmonia interior, nossa mente vibra nas melhores frequências de equilíbrio e da felicidade, fazendo com que a saúde do espírito se derrame por todo o corpo.
Vamos começar agora mesmo o nosso tratamento?
 
 

(Texto extraído do livro Minutos com Chico Xavier do José Carlos De Lucca.)
 
 
FELIZ 2014!!!!!!
 
 

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

COMO É DIFÍCIL FAZER O BEM!


 
“POIS NÃO FAÇO O BEM QUE EU QUERO, MAS JUSTAMENTE O MAL QUE NÃO QUERO FAZER É QUE EU FAÇO.”   Rm 7:19
 
Estas palavras do apóstolo Paulo mostram o quanto é difícil só fazermos o bem e o certo. Somos falíveis. Mas, não usemos nossas falhas para sermos ociosos, negligentes na busca de nosso aperfeiçoamento espiritual. Chega de dizer: "EU NÃO CONSIGO", "É MUITO DIFÍCIL SEGUIR OS ENSINAMENTOS DE JESUS", etc. É difícil, mas não impossível, senão Jesus não se sacrificaria em vir ao mundo nos ensinar. Então, ocupemos nosso tempo fazendo, pensando e falando coisas úteis e saudáveis. Observando, sempre, nossas falhas e nos esforçando para melhorá-las ou eliminá-las. O próprio apóstolo Paulo, um dia chamou-se Saulo e perseguia e matava os cristãos. Quando encontrou Jesus na estrada de Damasco, resolveu se aliar aos cristãos. Saiu pregando os ensinamentos do Cristo. De perseguidor passou a ser perseguido. E, assim mesmo, lutava dentro dele com o bem e o mal. Por isso, não devemos exigir das pessoas a perfeição que ainda estamos longe de alcançar.
 
Rudymara
 
 
 

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

"TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE"


 
NÃO ESPERE SANTIDADE DAS PESSOAS. ELAS, COMO NÓS, ESTÃO EM APRENDIZADO. LUTAM PARA CONSEGUIR COLOCAR EM PRÁTICA O QUE SABEM NA TEORIA. O QUE NÃO PODEMOS É DESANIMAR. ACHAR QUE NÃO CONSEGUIREMOS SEGUIR O CRISTO E QUE NINGUÉM CONSEGUIRÁ. AS MUDANÇAS NÃO ACONTECEM DO DIA PARA A NOITE. MAS PRECISAM DE UM PONTA PÉ INICIAL. NÃO PODEMOS NOS ACOMODAR. JESUS NÃO VEIO A ESTE MUNDO PARA QUE TENHAMOS DUAS DATAS PARA FAZERMOS FESTAS: PÁSCOA E NATAL. VEIO PARA PLANTAR UMA SEMENTE EM NOSSOS CORAÇÕES. MAS QUEM IRÁ CUIDAR OU DESCUIDAR DESSA SEMENTE SOMOS NÓS. PENSEMOS NISSO!!!!!
 
 
Rudymara
 
 
 
 

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

FELIZ NATAL COM JESUS



Meu amigo, não te esqueças,
Pelo Natal de Jesus,
De cultivar na lembrança
A paz, a verdade e a luz.
 
Não esqueça a oração
Cheia de fé e de amor,
Por quem passa, sobre a Terra,
Encarcerado na dor.
 
Vai buscar o pobrezinho
E o triste que nada tem . . .
O infeliz que passa ao longe
Sem o afeto de ninguém.
 
Consola as mães sofredoras
E alegra o órfão que cai
Pelas estradas do mundo
Sem os carinhos de um pai.
 
Mas escuta: Não te esqueças,
Na doce revelação,
Que Jesus deve nascer
No altar do teu coração.
 
 
(Do livro Antologia Mediúnica do Natal – pelo espírito Casimiro Cunha – pelo médium Chico Xavier)




 

domingo, 22 de dezembro de 2013

FALANDO DE JESUS




Jesus, o Rei solar; jamais escreveu qualquer vocábulo, mas marcou a história, deixou um pensamento de ouro e dividiu o tempo em antes e depois Dele, revolucionou a filosofia religiosa e tornou-se amado por mais de dois bilhões de seres humanos. Mas, há quem diga que ele não existiu. Há quem não acredite ser ele o messias esperado. Há quem ache que ele é o próprio Deus, apesar das muitas afirmativas onde Ele deixava claro que não era Deus encarnado, como quando disse, após a sua morte e ressurgimento espiritual: "Subo para MEU PAI e vosso Pai, para MEU DEUS e vosso DEUS." - (Jo 20:17). E há quem acredite ter sido ele um simples homem, com as fraquezas e inferioridade dos humanos pouco evoluídos. Podemos citar a fantasiosa estória do livro Código Da Vinci. Se espíritos aquém de Sua evolução vivem uma vida inteira em abstinência sexual, por que Jesus cairia em tentação? É mais fácil tentar justificar nosso erro do que corrigi-lo. É mais fácil tentar trazer Jesus para nosso nível evolutivo, buscando erros em Sua conduta (como se houvesse), do que buscarmos alcançar o nível Dele. É mais fácil copiar erros (que supomos ter Ele cometido) do que copiarmos os muitos acertos. Mas é compreensível para o grau de evolução dos espíritos que habitam este planeta. Espíritos ainda maldosos e ignorantes.
Enfim, os questionamentos são muitos, mas são poucos os que buscam viver seus ensinamentos. Os que tentam compreender o que ele espera de nós.
Os que aguardam sua volta, ainda não entenderam que seu nascimento se dará quando estivermos praticando qualquer um de seus ensinamentos. Nosso coração será sua nova manjedoura.
 
 
Compilação de Rudymara
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

QUAL A DATA CERTA DO NASCIMENTO DE JESUS?


A data do nascimento do Cristo ninguém sabe ao certo. São Clemente de Alexandria fala-nos nas datas de 18 a 20 de abril ou 29 de maio. No Oriente, até o século IV , adotava o 6 de fevereiro ou agosto. Até que o Papa Júlio I, no ano 357, estabeleceu definitivamente o 25 de dezembro.
Na verdade, a data certa pouco importa. O que importa é que tenha uma data, para que façamos um exame de consciência; para reexaminarmos projetos espirituais; para que nos renovemos intimamente; para reafirmarmos nossa fé, aquela fé viva, que encara a razão face a face; enfim, para programarmos o Natal permanente, ou seja, para que ele se estenda para todos os dias do ano.
Como disse Irmão X: “Cada Espírito é um mundo onde o Cristo deve nascer.” Mas para que Ele nasça, temos que permitir que isso aconteça.
 
 
Compilação de Rudymara