quarta-feira, 23 de outubro de 2013

O PASTOR E SUAS OVELHAS


 
Dizemos que Jesus é nosso pastor, mas será que estamos nos deixando conduzir por Ele? Será que nossas ações, pensamentos e palavras condizem com Seus ensinamentos? Ele não falta conosco. Mas, e nós, não estamos faltosos, falhando com Ele? Até quando seremos ovelhas rebeldes, desgarradas de Seu rebanho? Vamos pensar nisso? E o mais importante, vamos modificar, nem que seja aos poucos, nossas atitudes?
 
 
Rudymara
 
 
 
 

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

DEVEMOS SENTIR PENA DE NÓS MESMOS?



Diz Emmanuel no livro O Consolador: "dentre os mundos inferiores, a Terra pertence à categoria dos de expiações e provas, porque ainda existe predominância do mal sobre o bem. Aqui, o homem leva uma vida cheia de vicissitudes por ser ainda imperfeito, havendo, para seus habitantes, mais momentos de infelicidades do que de alegrias. A provação é a luta que ensina ao discípulo rebelde e preguiçoso a estrada do trabalho e da edificação espiritual. A expiação é a pena imposta ao malfeitor que comete um crime.”

Diante de tal explicação, concluímos que não nascemos para ser completamente felizes. Aqui, neste planeta, alegria e tristeza se revezam. Moramos num vale de lágrimas, ou seja, ora choramos de alegria, ora de tristeza. Ora somos testados na riqueza, ora na pobreza. Família e familiares difíceis são reencontros, muitas vezes, com inimigos do passado. Família é uma escola onde somos testados para desenvolvermos a paciência, a tolerância, o perdão, a reconciliação, etc. Se o exemplo dos membros da família for bom, copiemos, se for ruim mudemos o rumo e façamos melhor. Se são pessoas difíceis em nossa vida, somos também, muitas vezes, pessoas difíceis na vida deles. Doenças podem ser: desgaste físico natural com o avanço da idade, resgates do passado, abuso do presente, um pedido de prova para acelerar a evolução ou um pedido nosso para que nos sirva de freio para que não nos precipitemos nos erros de outra encarnação ou que atrapalhe a realização de um trabalho social que nos comprometemos realizar. Desencarnação é algo natural onde cada um de nós, hora ou outra terá que enfrentar. Cada um nasce com uma estimativa de vida. Uns mais, outros menos, depende das necessidades do Espírito reencarnante. Dependendo da vida que levarmos podemos antecipar ou adiar esta desencarnação. Estes são ensinamentos básicos na Doutrina Espírita, mas muitos de nós espíritas, mesmo sabendo de tudo isso, quando passamos por um momento difícil, sentimos pena de nós mesmos. Basta encontrarmos com um conhecido para desabafarmos nossas amarguras nos colocando na condição de “coitadinho” ou “vítima” de uma situação. Temos também o hábito de responsabilizar os outros pela nossa dor. Há quem responsabilize: um amigo(a), um espírito, a macumba, os pais, a inveja, o olho gordo, a herança genética, etc. Quando na verdade somos vítimas de nós mesmos. O plantio é livre, mas a colheita obrigatória. Portanto, estamos colhendo o que plantamos, nesta vida ou na anterior. Se queremos uma vida melhor, devemos nos esforçar para sermos melhores. Não adianta buscar amuletos, rezas milagrosas, escapulários, sal grosso, arruda, etc. Esta é a saída fácil que muitos buscam. Pendurar um amuleto no pescoço é mais fácil que modificar nossas atitudes, pensamentos e palavras. A solução está em nós e não nas coisas externas. Chega de nos enganarmos. Chega de auto-piedade, tomemos uma atitude. Portanto, não somos coitadinhos.

Rudymara




domingo, 13 de outubro de 2013

VIÚVO(A) É QUEM MORRE?

 
Quando uma pessoa desencarna e a viúva(o) casa-se novamente, este fica infeliz? Ele(a) vê o que acontece?
Depende. Se for alguém compreensivo e amigo(a), preocupado com o bem-estar da família, certamente há de desejar que a esposa(o) refaça sua vida afetiva com um companheiro(a) que a(o) ajude a enfrentar os desafios da existência. Se for do tipo egoísta e possessivo(o), vai aborrecer-se e até interferir, causando-lhe embaraços.
Pouco tempo após a morte do marido, a viúva arranjou um namorado. Familiares do falecido revoltaram-se, considerando falta de respeito. Como agir nessa situação?
Aurélian Scholl, famoso escritor francês, dizia: "o casamento tem sua lua-de-mel; a viuvez também". A duração da lua-de-mel depende da extensão da paixão. A viuvez, como estado de espírito, só é duradoura quando o relacionamento transcendeu da paixão para o amor, sustentado por legítima afinidade. Se isso não ocorre, é inútil impor prazo para alguém tirar o luto.
Richard Simonetti



 

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

TEMOS DATA E HORA CERTA PARA DESENCARNAR?



 

Quando encarnamos, recebemos uma carga de fluido vital (fluido da vida).
Quando este fluido acaba, morremos. Somos como a pilha que com o tempo vai descarregando.
Chegamos ao ponto que os remédios já não fazem mais efeito. Daí não resta outra alternativa senão trocar de “roupa” e voltar para a escola planetária.
Mas a quantidade de fluido vital não é igual em todos seres orgânicos. Isso dependerá da necessidade reencarnatória de cada um de nós.
Quando chegamos á Terra cada um tem uma "estimativa de vida". Vai depender do que viemos fazer aqui. A pessoa que está estimado viver em torno de 60 anos receberá mais fluido que a pessoa que está estimado viver 20 anos.
André Luiz, através da psicografia de Chico Xavier, explica que poucos são completistas, ou seja, nascemos com uma estimativa de vida e, com os abusos, desencarnamos antes do previsto, não completamos o tempo estimado, isso chama-se suicídio indireto.
Se viemos acertar as pendências biológicas por mau uso do corpo, como o suicídio direto ou indireto, nós vamos ficar aqui pouco tempo. É só para cobrir aquele buraco que nós deixamos. Exemplo: Se nossa estimativa de vida é 60 anos e nós, por abusos, desencarnamos aos 40 anos, ficamos devendo 20 anos. Então, na próxima encarnação viveremos somente 20 anos.
Mas há outros indivíduos que vem para uma tarefa prisional. E daí vai ficar, 70, 80, 90, 100 anos. Imaginamos que quem vira os 100 anos está resgatando débitos. Porque vê as diversas gerações que já não são as suas. E o indivíduo vai se sentindo cada vez mais um estranho no ninho. Os jovens o olham como se ele fosse um dinossauro. Os da sua idade já não se entendem mais porque já faltam certos estímulos (visuais, auditivos, etc.). Já não podem visitar reciprocamente, com raras exceções. Tornam-se pessoas dependentes dos parentes, dos descendentes para levar aqui e acolá. Até para cuidar-se e tratar-se. Então, só pode ser resgate para dobrar o orgulho, para ficar nas mãos de pessoas que nem sempre gostam dela. Alguns velhos apanham, outros são explorados na sua aposentadoria, outros são colocados em asilos onde nunca recebem visitas.
Em compensação, outros vêm, cuidam da família, educam os filhos em condição de caminhar, fecham os olhos e voltam para a casa com a missão cumprida com aqueles que se comprometeu em orientar, impulsionar, a ajudar.
Por isso, precisamos conversar com os jovens. Dizer a eles que é na juventude que a gente estabelece o que quer na velhice, se chegar lá. E que vamos colher na velhice do corpo o que tivermos plantado na juventude. Se ele quiser ter um ídolo, que escolha alguém que esteja envolvido com a paz, com a saúde, a ética, ao invés de achar ídolos da droga, do crime, das sombras.
E aqueles que não tem jovens para orientar e que estão curtindo a própria maturidade, avaliar o que fizeram da vida até agora. Se a morte chegasse hoje, o que teriam para levar? Se chegarem a conclusão que não tem nada para levar lembrem que: HÁ TEMPO.
Enquanto Deus nos permitir ficar na Terra, HÁ TEMPO, para fazermos algum serviço no Bem seja ao próximo ou a nós mesmos: estudar, aprender uma língua, uma arte, praticar um esporte. Enquanto respirarmos no corpo perguntemos: “O QUE DEUS QUER QUE EU FAÇA?” Usemos bem o fluido que nos foi disponibilizado.

ATENÇÃO: a vida bem vivida pela causa do Bem pode nos dar “MORATÓRIA”, ou seja, uma sobrevida, uma dilatação do tempo de permanência do Espírito no corpo de carne. Por isso vemos muitos trabalhadores do BEM desencarnando com idade bem avançada. Estes receberão uma carga extra de fluido vital para estender seu tempo no corpo físico.
Então, há idosos em caráter expiatório e em caráter de moratória.




Rudymara compilou este texto da palestra de José Raul Teixeira e de Richard Simonetti






 


terça-feira, 8 de outubro de 2013

PRECISAMOS FALAR DE DEUS E JESUS PARA AS CRIANÇAS

Foto: <3 Você costuma falar de Deus e de Jesus aos seus filhos? Explica a eles o que Eles esperam deles e de nós? Nossos filhos são crianças hoje, mas serão os adultos de amanhã. Prepare-os para serem bons cristãos. Este é o melhor presente que podemos dar a eles. Brinquedos quebram, enjoam e são substituídos, mas os ensinamentos são para a vida eterna. <3
 
Você costuma falar de Deus e de Jesus aos seus filhos? Explica a eles o que Eles esperam deles e de nós? Nossos filhos são crianças hoje, mas serão os adultos de amanhã. Prepare-os para serem bons cristãos. Este é o melhor presente que podemos dar a eles. Brinquedos quebram, enjoam e são substituídos, mas os ensinamentos são para a vida eterna.
 
Rudymara
 
 
 
 

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

FRANCISCO DE ASSIS

Francisco de Assis nasceu em família abastada. O pai, Pietro di Bernardone, era comerciante de tecidos. A mãe, Maria Picalini, talvez fosse de origem francesa.
Francisco tentou seguir a carreira do pai, mas foi em vão: acostumado às farras e à boa vida, queria as conquistas da guerra e do amor.
Aos 22 anos, alistou-se no exército de Gaultier de Brienne, que passava pela região recrutando cavaleiros para as Cruzadas. Mas, na localidade de Spoleto, Francisco teve uma revelação, em que Jesus lhe perguntava: "O que é melhor servir o rei ou servir o servo?"
Francisco retornou para Assis e começou a mudar o rumo de sua vida. Afastou-se dos amigos, buscou a oração e procurou ajudar os pobres e leprosos.
Em outubro de 1205, ouviu outra mensagem enquanto rezava na igrejinha de San Damiano: era um chamado para que restaurasse a "casa" em ruínas. Ele interpretou a mensagem como ordem para reformar a pequena construção e não viu que o sentido maior de "casa" era a própria instituição da Igreja. Joanna de Ângelis, no livro Liberta-te do Mal, escreve para Francisco de Assis: "Quando, na igrejinha de São Damião, atendestes ao convite que Jesus vos fez, sequer tínheis ideia do que vos iria acontecer, mas assim mesmo seguistes adiante. (...) " 
O jovem vendeu as mercadorias do pai para comprar material de construção (isso quando simplesmente não as deu aos pobres). Furioso, Pietro o deserdou, acreditando, como toda a população de Assis, na loucura do filho. Francisco tirou suas vestes, entregou-as ao seu pai e disse-lhe: "Até agora o chamei de pai, mas agora direi com razão: meu pai está no céu, porque Nele depositei minhas esperanças". Em seguida, vestiu uma túnica de algodão e maltrapilho saiu pelo mundo. Dois anos depois, Francisco, com mais onze companheiros, se tornou um grande pregador, viajando por vários países como Marrocos, Egito e Israel. Assim, nasceu a "Ordem dos Franciscanos".
Aos 25 anos, com a renúncia definitiva aos bens paternos, Francisco iniciou de fato a vida religiosa, primeiro como eremita, depois como pregador. Joanna de ângelis conta: Francisco "Buscou o papa Inocêncio III, o homem mais poderoso da época, mergulhado em luxo e diplomacia, pompa exorbitante e indiferença pela fé(...)Dele conseguiu somente uma bênção, perfeitamente dispensável, e algumas palavras de encorajamento. Vistes ali, no palácio de Latrão, em Roma o anticristianismo, o burlesco, o jogo dos interesses vis, nos quais Jesus estava ausente (...) " 
Fundou a Ordem dos Frades Menores, que em poucos anos se transformaria numa das maiores da cristandade. 
Pregando a obediência, a pobreza e a castidade, o amor deste missionário de Deus tem sentido universalista. Foi irmão do sol, da água, das estrelas, dos animais. O "Cântico ao Sol", em que proclama seu amor a tudo o que existe, é uma das mais lindas páginas da poesia cristos. Com Clara, estabeleceu o ramo feminino da mesma ordem. Segundo narra Divaldo Franco, ele foi visitar o túmulo de Santa Clara e, ao lado do túmulo estava Joanna de Ângelis, ele olhou o rosto de Clara no túmulo, que estava em perfeito estado de conservação e comparou com o rosto de Joanna de Angelis e, ele concluiu que se tratava do mesmo espírito. 
Joanna de Ângelis narra os momentos finais de Francisco de Assis na Terra: "As vossas dores físicas, naqueles dias, despedaçavam o vosso corpo frágil e afligiam a alma veneranda: malária em surtos contínuos com febres e dores estomacais, com o baço e o fígado comprometidos não conseguira desanimar-vos... Ao lado dessas aflições vosso corpo foi lentamente transformando em um jardim, no qual passaram a desabrochar as primeiras rosas arroxeadas da hanseníase...Suportáveis tudo com paz, cantando louvores a Deus e aos irmãos da Natureza (...) sentíeis as dores quase insuportáveis da conjuntivite tracomatosa (...) aceitastes em vos submeterdes ao tratamento especial contra o tracoma em Rieti, nas mãos do médico que aqueceu dois ferros até os tornar brasas vivas e vos cegou, na ignorância presunçosa (...) abrindo na vossa face duas imensas feridas que chagavam às orelhas. E sequer reclamastes, exclamando, confiante: "Oh irmão fogo!...Sê bondoso comigo nesta hora..." (...) posteriormente, a fim de estancar a purulência dos vossos ouvidos, novamente experimentastes barras de ferro em brasa que os penetraram, sem que exteriorizásseis um gemido único... (...) conforme ocorrera diante do crucifixo de São Damião, vos assinalou com o stigmata, que alguns negariam depois...(...)"Pai Francisco: Evocando aquela tarde de 04 de outubro de 1226, com céu transparente e azulado, há setecentos e oitenta e quatro anos, três meses e um dia, quando vos preparáveis para o retorno ao Grande Lar, murmurantes para poucos irmãos que vos cuidavam: "FIZ O QUE ME CABIA. QUE CRISTO VOS ENSINE O QUE VOS CABE."
Foi canonizado pela igreja católica e sua festa se celebra a 4 de outubro pelos católicos.
"Santo" na visão espírita é um atributo dirigido a determinadas pessoas que aparentemente atenderam, na Terra, à execução do próprio dever - disse André Luiz. Ele foi um exemplo cristão a seguir. 
Para os espíritas, Francisco de Assis foi João Evangelista, aquele discípulo querido, responsável pela vida de Maria, após a volta de Jesus ao seu verdadeiro mundo.



Compilação de Rudymara






quinta-feira, 3 de outubro de 2013

ALLAN KARDEC É A TERCEIRA REVELAÇÃO DIVINA?


 
Não. A 3ª revelação divina são os ensinamentos trazidos pelos "Espíritos Superiores", chamados de "Espírito Santo" por várias religiões. Através de várias "médiuns", chamadas de "profetas" por várias religiões. Portanto, Kardec apenas coletou e organizou tais ensinamentos para que pudesse nascer um código de normas morais que se encontram nas obras básicas da doutrina espírita. Mas, lembremos que, o Espiritismo, não foi trazido como uma doutrina já completa, sem nada mais a acrescentar, os ensinamentos continuam e continuarão sendo trazidos do mais Alto, conforme a nossa necessidade de progresso espiritual e, também, a serem adquiridos pelo progresso científico.
 
Rudymara
 
 
 
 
 
 

O ESPIRITISMO DEVE SER MELHOR COMPREENDIDO


 
POR QUE VOCÊ PROCURA O ESPIRITISMO? Quem procurar o Espiritismo somente para obter cura imediata de seus males físicos e espirituais, ou para resolver de pronto seus problemas materiais, poderá ficar decepcionado. Porque somente se realiza o que estiver dentro das leis divinas.
QUAL A FINALIDADE DO ESPIRITISMO?  O Espiritismo não tem por finalidade principal a realização de fenômenos, mas, sim, o progresso moral da humanidade.
O ESPIRITISMO RETIRA PROBLEMAS E DORES DAS PESSOAS?O Espiritismo esclarece que não retira problemas e dores do nosso caminho. Explica-nos o porquê das coisas e ensina-nos: como podemos melhorar a nós mesmo para gerarmos efeitos felizes; como prevenir e resolver problemas espirituais, desde que empreguemos vontade e esforço no sentido do Bem; ou ainda, como superar aquilo que, por ora, não pode ser mudado porque nos serve de expiação ou de prova.
 
 
 
 
 

ALLAN KARDEC



O nome verdadeiro de Allan Kardec é Hippolyte Léon Denizard Rivail. Ele foi um professor que escreveu livros didádicos. Mas, para publicar as obras espíritas, e não ser confundida com os livros que escreveu, como pedagogo, adotou o pseudônimo de Allan Kardec, nome que, conforme revelação feita (pelo espírito Zéfiro), usara em encarnação anterior, ainda em solo francês (Gálias, hoje, França), ao tempo dos druidas.
ALLAN KARDEC CRIOU O ESPIRITISMO?
Não. Allan Kardec apenas formulou e organizou as perguntas, mas as respostas foram dadas pelos Espíritos através da mediunidade de várias jovens médiuns. O primeiro livro da doutrina espírita é “O livro dos Espíritos”, e ele tem este nome porque o conteúdo pertence aos “Espíritos” e não à Kardec.
POR QUE ALLAN KARDEC É CHAMADO DE "O CODIFICADOR"?
Porque ele coletou e organizou os ensinos "dos Espíritos", as leis e os princípios revelados. E para distingui-la das demais doutrinas espiritualistas, Rivail a denominou Espiritismo e, aos adeptos, chamou de espíritas ou espiritistas.
POR QUE ALGUNS DIZEM SER "KARDECISTA"?
Para dizer que ela segue o Espiritismo, pois muitos confundem o Espiritismo com outras religiões espiritualistas.
ENTÃO, É ERRADO DIZER "SOU KARDECISTA"?
Não, mas o certo é dizer "sou espírita". Quando dizemos "sou kardecista", estamos dizendo que seguimos os ensinamentos de Kardec, quando na verdade seguimos os ensinamentos dos espíritos. Kardec apenas organizou os ensinamentos dos espíritos.
O ESPIRITISMO TEM DIVISÃO?
Não. Espiritismo é um só. Centro Espírita só os que seguem a Doutrina dos Espíritos. Algumas religiões que usam o nome de "Centro Espírita" e divergem dos ensinamentos dos Espíritos que estão nas obras básicas codificadas por Kardec, não são Centros Espíritas, são Casas Espiritualistas.
QUAL A DIFERENÇA DE ESPIRITISMO E ESPIRITUALISMO?
Espiritismo é uma doutrina filosófica, científica e religiosa.
Espiritualismo é a crença em algo além da matéria. Muitas crenças crêem na comunicação com os espíritos (espírito santo, caboclos, etc. ), mas não são espíritas.
Podemos concluir que todo espírita é espiritualista (porque crê em algo além da matéria), mas nem todo espiritualista é espírita (porque não segue os ensinamentos trazidos pelos espíritos através de Allan Kardec) .
ALLAN KARDEC CRIOU UM EVANGELHO?
Não. O Evangelho segundo o Espiritismo é o Evangelho de Jesus com explicações sob a ótica espírita ou dos espíritos superiores.
A curiosidade de Kardec trouxe ensinos que consolam, fortalecem e explicam o que era inexplicável além de mostrar a bondade, justiça e amor de Deus.
Obrigada, Kardec!
Rudymara

ANIVERSÁRIO DE KARDEC



O nome verdadeiro de Allan Kardec é Hippolyte Léon Denizard Rivail. Ele foi um professor que escreveu livros didádicos. Mas, para publicar as obras espíritas, e não ser confundida com os livros que escreveu, como pedagogo, adotou o pseudônimo de Allan Kardec, nome que, conforme revelação feita (pelo espírito Zéfiro), usara em encarnação anterior, ainda em solo francês (Gálias, hoje, França), ao tempo dos druidas. 
ALLAN KARDEC CRIOU O ESPIRITISMO?
Não. Allan Kardec apenas formulou e organizou as perguntas, mas as respostas foram dadas pelos Espíritos através da mediunidade de várias jovens médiuns. O primeiro livro da doutrina espírita é “O livro dos Espíritos”, e ele tem este nome porque o conteúdo pertence aos “Espíritos” e não à Kardec.
POR QUE ALLAN KARDEC É CHAMADO DE "O CODIFICADOR"?
Porque ele coletou e organizou os ensinos "dos Espíritos", as leis e os princípios revelados. E para distingui-la das demais doutrinas espiritualistas, Rivail a denominou Espiritismo e, aos adeptos, chamou de espíritas ou espiritistas.
POR QUE ALGUNS DIZEM SER "KARDECISTA"?
Para dizer que ela segue o Espiritismo, pois muitos confundem o Espiritismo com outras religiões espiritualistas. 
ENTÃO, É ERRADO DIZER "SOU KARDECISTA"?
Não, mas o certo é dizer "sou espírita". Quando dizemos "sou kardecista", estamos dizendo que seguimos os ensinamentos de Kardec, quando na verdade seguimos os ensinamentos dos espíritos. Kardec apenas organizou os ensinamentos dos espíritos.
O ESPIRITISMO TEM DIVISÃO?
Não. Espiritismo é um só. Centro Espírita só os que seguem a Doutrina dos Espíritos. Algumas religiões que usam o nome de "Centro Espírita" e divergem dos ensinamentos dos Espíritos que estão nas obras básicas codificadas por Kardec, não são Centros Espíritas, são Casas Espiritualistas. 
QUAL A DIFERENÇA DE ESPIRITISMO E ESPIRITUALISMO?
Espiritismo é uma doutrina filosófica, científica e religiosa.
Espiritualismo é a crença em algo além da matéria. Muitas crenças crêem na comunicação com os espíritos (espírito santo, caboclos, etc. ), mas não são espíritas.
Podemos concluir que todo espírita é espiritualista (porque crê em algo além da matéria), mas nem todo espiritualista é espírita (porque não segue os ensinamentos trazidos pelos espíritos através de Allan Kardec) .
ALLAN KARDEC CRIOU UM EVANGELHO?
Não. O Evangelho segundo o Espiritismo é o Evangelho de Jesus com explicações sob a ótica espírita ou dos espíritos superiores. 
A curiosidade de Kardec trouxe ensinos que consolam, fortalecem e explicam o que era inexplicável além de mostrar a bondade, justiça e amor de Deus. 
Obrigada, Kardec!

Rudymara