sexta-feira, 9 de agosto de 2013

QUANDO MODIFICAREMOS NOSSAS ATITUDES?



Muitos de nós ficamos agradecidos, surpreendidos, emocionados pelo sacrifício de Jesus por nós. Mas, e nós, quando nos sacrificaremos por ele? Quando faremos a sua vontade? Quando ouviremos seus pedidos? Quando viveremos seus ensinamentos? Será que basta dizer que o ama e compartilhar sua imagem no facebook? Quando entenderemos que seu sacrifício foi para nos ensinar como devemos nos comportar com o próximo e com nós mesmos? Ele está aguardando nossa atitude há mais de dois mil anos. Pensemos nisso! 

Rudymara

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

"NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL"

Foto: "NÃO NOS DEIXEIS CAIR EM TENTAÇÃO, MAS LIVRAI-NOS DO MAL" 

            Dai-nos, Senhor, a força de resistir às sugestões dos maus Espíritos (encarnado e desencarnado), que tentarão desviar-nos da senda do bem, inspirando-nos maus pensamentos.
           Sabemos que nós ainda somos, Espíritos imperfeitos, encarnados na Terra para expiar nossas faltas e nos melhorarmos. Portanto, a causa do mal está em nós próprios, e os maus Espíritos apenas se aproveitam de nossas tendências viciosas, nas quais nos entretêm, para nos tentarem.
            Cada imperfeição é uma porta aberta às suas influências, enquanto eles são impotentes e renunciam a qualquer tentativa contra os seres perfeitos. Tudo o que possamos fazer para afastá-los será inútil, se não lhes opusermos uma vontade inquebrantável na prática do bem, com absoluta renúncia ao mal. É, pois, contra nós mesmos que devemos dirigir os nossos esforços, e então os maus Espíritos se afastarão naturalmente, porque o mal é o que os atrai, enquanto o bem os repele.

O Evangelho segundo o Espiritismo
 
Dai-nos, Senhor, a força de resistir às sugestões dos maus Espíritos (encarnado e desencarnado), que tentarão desviar-nos da senda do bem, inspirando-nos maus pensamentos.
Sabemos que nós ainda somos, Espíritos imperfeitos, encarnados na Terra para expiar nossas faltas e nos melhorarmos. Portanto, a causa do mal está em nós próprios, e os maus Espíritos apenas se aproveitam de nossas tendências viciosas, nas quais nos entretêm, para nos tentarem.
Cada imperfeição é uma porta aberta às suas influências, enquanto eles são impotentes e renunciam a qualquer tentativa contra os seres perfeitos. Tudo o que possamos fazer para afastá-los será inútil, se não lhes opusermos uma vontade inquebrantável na prática do bem, com absoluta renúncia ao mal. É, pois, contra nós mesmos que devemos dirigir os nossos esforços, e então os maus Espíritos se afastarão naturalmente, porque o mal é o que os atrai, enquanto o bem os repele.
 
 
O Evangelho segundo o Espiritismo
 
 
 

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

NÓS NÃO CARREGAMOS UM FARDO QUE NÃO NOS PERTENCE



Muitos de nós, quando passamos por um momento difícil, sentimos pena de nós mesmos. Basta encontrarmos com um conhecido para desabafarmos nossas amarguras nos colocando na condição de “coitadinho” ou “vítima” de uma situação. Temos também o hábito de responsabilizar os outros pela nossa dor: um amigo(a), um espírito, a macumba, os pais, a inveja, o olho gordo, a herança genética, etc. Quando na verdade somos vítimas de nós mesmos. Só colhemos o que plantamos. Se não plantamos nesta vida, plantamos em vidas passadas. Ninguém sofre a toa. São consequências de nossa inconsequência.
Alguém acredita que Deus nos dá um fardo que não nos pertence? Claro que não, não é? Porque Ele é justo e perfeito. Ele sabe que somos imperfeitos, falíveis, sabe que usaremos de maneira equivocado nosso livre arbítrio. Por isso, nos dá sempre outras chances de recomeçar. Basta reconhecermos o erro e nos esforçar para não errar no mesmo ponto.
Então, chega de auto-piedade que é um alimento venenoso, uma espécie de erva daninha que intoxica o espírito, dificulta as relações e promove medo, desconfiança, solidão e melancolia. É filha do egoísmo e da lamentação, afilhada do orgulho e irmã da necessidade de aprovação e de atenção especial.
Rudymara

domingo, 4 de agosto de 2013

FELICIDADE NA VISÃO ESPÍRITA

 
 
Ninguém diria em sã consciência que não deseja ser feliz.
     Todos procuram, nos mais variados lugares e das mais diferentes formas.
     Como já disse Divaldo Pereira Franco: “O grande desafio da criatura humana é a própria criatura humana”, ou seja, o nosso grande desafio somos nós mesmos, nosso autoconhecimento.
     Sabemos que não somos somente aparência material, física. O ser humano é pré-existente ao corpo e a ele sobrevive. Através desse conceito é que conseguimos entender nossos enigmas, as problemáticas do inter-relacionamento, da dor, do desamor.
     Allan Kardec, diz no Evangelho Segundo o Espiritismo, que a felicidade não é deste mundo. Não quis ele, afirmar que aqui é um vale de lágrimas, mas sim, que este mundo é uma escola. E como toda escola, existe a disciplina e quem não respeita estas disciplinas precisa ser reeducado, repete de ano, no nosso caso, precisa voltar, reencarnar, recomeçar.
     A felicidade tem uma conotação diferente para cada criatura, de acordo com nível intelectual de cada um.
     Por estarmos a maioria, ligados ao material, muitos condicionam a conquista da felicidade à aquisição de bens materiais, outros ancoram o sonho da felicidade na busca da fama, do sucesso, do poder, para outros a felicidade está associada à inexistência de problemas, e a lista prossegue sem fim.
     Temos que lembrar que a vida não é um problema, é um desafio. Ela nos apresenta oportunidades de crescimento, nos setores que mais necessitamos. Por detrás dos problemas existem lições, desafios, tarefas. E a grande ventura tomará conta de nós quando vencermos os obstáculos que a vida nos apresenta.
      Lembremo-nos da felicidade de Francisco de Assis, conquistada na humildade, na pobreza e no serviço ao próximo. O santo da humildade era moço rico, mas vivia amargurado na riqueza que possuía, só encontrou a paz depois que se entregou à riqueza do espírito. Não nos esqueçamos de Paulo de Tarso, que na condição de poderoso Saulo era infeliz, mas voltou a viver após o célebre encontro a felicidade pessoal. Gandhi encontrou a sua felicidade na luta pela paz. Madre Tereza e Irmã Dulce, apesar dos inúmeros padecimentos que sofreram, conseguiram encontrar a felicidade na felicidade que podiam proporcionar aos desvalidos do caminho. Como esquecer a permanente alegria de Chico Xavier ? E problemas na vida não lhe faltaram. Divaldo Pereira Franco, outro exemplo de felicidade por fazer outros felizes diz: “Quando nós começarmos a tornar a Terra dígna de viver, o Reino de Deus estará entre nós.”       Portanto, a felicidade, nós a encontraremos na harmonização, no amor verdadeiro, na renúncia e no desprendimento. Nós a encontraremos ainda, dedicando-nos aos que sofrem, procurando amenizar-lhes as dores.
A felicidade não é deste mundo, mas começa aqui. Cabe a nós, seres inteligentes descobrir na Terra a razão fundamental da nossa existência. Será que estamos aqui para curtir a vida de maneira banal ou imoral? Portanto, enquanto não buscarmos o enriquecimento moral e espiritual, tudo nos parecerá sem sentido ou significado, tornando nossas encarnações um desafio recheado de desencanto e aflição. Buscando a felicidade em acontecimentos ou em algum bem material. E a felicidade não está fora de nós, ela é, antes de tudo, um estado de espírito. Ser feliz é nossa atitude diante da tarefa que viemos fazer na Terra, que é “progredir espiritualmente” e de preferência ajudando outros a progredirem.
Seremos felizes, materialmente, se nos contentarmos com o necessário para viver, superando as pressões da sociedade de consumo que, com seu incrível agente – a propaganda – induz-nos a desejar o supérfluo e a consumir até mesmo o que é nocivo, como o fumo e as bebidas alcoólicas.
A esse propósito vale lembrar Diógenes, famoso filósofo grego, que demonstrava um absoluto desprezo pelas convenções sociais e pelos bens materiais, em obediência plena às leis da Natureza.
Proclamava que para ser feliz o homem deve libertar-se do supérfluo, limitando-se ao essencial : andava descalço, vestia uma única túnica que possuía e dormia num tonel, que se tornou famoso em toda a Grécia.
Certa feita viu um garoto tomando água num riacho, a usar o côncavo das mãos. Então, exultou o filósofo: “Aí está, esse menino acaba de ensinar-me que ainda tenho objetos desnecessários.” – Assim, dispensou a caneca que usava, passando a utilizar-se das mãos.
Alexandre, o grande, senhor todo poderoso de seu tempo, curioso por conhecer aquele homem singular e desejando testar seu famoso desprendimento, aproximou-se dele em uma manhã fria de inverno, quando Diógenes aquecia-se ao sol. Então, Alexandre propôs-se a atender qualquer pedido seu. Que escolhesse o bem mais precioso, que enunciasse o capricho mais sofisticado e seria prontamente atendido.
Diógenes contemplou por alguns momentos o homem mais poderoso da Terra, senhor de vasto império. Depois, esboçando um sorriso, disse-lhe : “Quero apenas que não me tires o que não me podes dar. Estás diante do sol que me aquece. Afasta-te, pois . . .”Evidentemente não podemos levar Diógenes ao pé da letra, mesmo porque estamos longe do desprendimento total. Ele representa um exemplo de como podemos simplificar a existência, despindo-nos do materialismo, para que não haja impedimentos à nossa felicidade. E se, nós nos contentarmos com o necessário teremos condições para tratar de assuntos mais importantes, como a conquista moral. Porque, somos dotados de potencialidades criadoras que precisam ser exercitados permanentemente e tanto mais felizes seremos quanto maior o nosso empenho em cultivar os valores da Verdade e do Bem, da Justiça e da Sabedoria, do Amor e da Caridade, fazendo sempre o melhor. Gandhi disse: “Todo aquele que possui coisas de que não precisa é um ladrão.” E  Aristóteles disse: “A felicidade consiste em fazer o bem.” Divaldo P. Franco disse que aprendeu que a finalidade da vida é ser feliz através da felicidade proporcionada aos outros. E o apóstolo Paulo disse: “ Se alguém possuir bens deste mundo e, vendo o seu irmão em necessidade, fechar-lhe o coração, como poderá permanecer nele o amor de Deus?” 
 


(Richard Simonetti)

 
 
 

quarta-feira, 31 de julho de 2013

DOENÇAS E DOENTES


Desde que o mundo é mundo, a Humanidade tem lutado contra as enfermidades mais variadas.
Quando consegue controlar uma delas, outras surgem, mais cruéis e ameaçadoras.
Tem-se lutado com ardor para extirpar as doenças da face da Terra.
Mas por que não se consegue, já que a ciência moderna tem recursos fantásticos?
A resposta é simples: tem-se buscado curar os efeitos e não as causas.
Ou seja, temos envidado esforços para curar os corpos, esquecidos de que o enfermo é o Espírito imortal e não o corpo que perece.
O corpo é como um mata-borrão, que absorve e exterioriza as chagas que trazemos na alma.
A mente elabora os conflitos, os ressentimentos, os ódios que desatrelam as células dos seus automatismos, degenerando-as e possibilitando a origem de tumores de vários tipos, especialmente cancerígenos, em razão da carga mortífera de energia que as agride.
A sede de vingança volta-se contra o organismo físico e mental daquele que a acalenta, facilitando a instalação de úlceras cruéis e distonias emocionais perniciosas que empurram o ser para estados desoladores.
As angústias cultivadas podem ocasionar as crises nervosas, as enxaquecas, entre outros males.
A inveja, a cólera, a competição malsã provocam indigestões, hepatites, diabetes, artrite, hipertensão, entre outros distúrbios.
O desamor pessoal, o complexo de inferioridade, as mágoas, a autopiedade, favorecem os cânceres de mama, na mulher, e de próstata, no homem, além das disfunções cardíacas, dos infartos brutais e outras doenças.
A impetuosidade, a violência, as queixas sistemáticas,os desejos insaciáveis dão ocasião aos derrames cerebrais, aos estados neuróticos, psicoses de perseguição, etc.
Como podemos perceber, a ação do pensamento sobre o corpo é poderosa.
O pensamento salutar e edificante flui pela corrente sanguínea como tônus revigorante das células, passando por todas elas e mantendo-as em harmonia.
O contrário ocorre com o pensamento desequilibrado.
O homem é o que acalenta em seu íntimo. O que surge no corpo é a exteriorização dos males que cultiva na alma.
Não é outro o motivo pelo qual Jesus alertava àqueles a quem curava dizendo: Vá, e não tornes a pecar para que mal maior não te aconteça.
O que quer dizer que a saúde está condicionada ao modo de vida de cada criatura.
E que não há doenças, mas doentes, que, em maior ou menor intensidade, somos todos nós.

Jesus, que foi o exemplo máximo do Amor, jamais adoeceu, porque era são em Espírito, o que proporcionava saúde ao corpo.
Desta forma, se quisermos a saúde efetiva, enquanto buscamos a cura do corpo, tratemos também o verdadeiro enfermo, que é o Espírito.
 
Redação do Momento Espírita
Livro: Autodescobrimento – uma busca interior
Pelo:  Espírito Joanna de Ângelis
Psicografia de: Divaldo Pereira Franco
 

 

terça-feira, 30 de julho de 2013

RECADO DE BEZERRA DE MENEZES

Foto

segunda-feira, 29 de julho de 2013

CHICO XAVIER FALOU DA VIOLÊNCIA


 
Chico, como é que você vê a onda de violência que aumenta a cada dia?
 
Chico Xavier responde: A violência é qual se fosse a nossa agressividade exagerada trazida ao nosso consciente, quando estamos em carência de amor. Ela lava, por isso, o desamor coletivo da atualidade.
Se doarmos mais um tanto, se repartirmos um tanto mais, se houver um entendimento maior, estaremos contribuindo para a diminuição desta onda crescente de agressividade.
À medida que a riqueza material aumenta, o conforto e a aquisição de bens também cresce, com isso retornaremos à autodefesa exagerada, isolando-nos das criaturas humanas. A vacina é o amor de uns pelos outros, programa que Jesus nos deixou há dois mil anos.
 

Numa entrevista coletiva perante as câmeras da Rede Globo, comandada por Augusto César Vanucci, em julho de 1980.
(Consta do livro “Lições de Sabedoria – Chico Xavier)
 
 
 
 

quinta-feira, 25 de julho de 2013

CHICO XAVIER FALA DA SUA MISSÃO

Foto: CHICO XAVIER FALA DA SUA MISSÃO

Chico Xavier, suas palavras de solidariedade sempre giram em torno da missão que cada ser humano tem. Qual é a sua missão?

Chico Xavier responde: Um capim tem uma missão, alimentar o boi. Minha missão é como a do capim ou de qualquer outra plantinha sem nome que exista por aí. Precisamos viver honradamente e fazer tudo o que pudermos para ajudar o próximo a superar suas dificuldades.

(publicado na revista Contigo/Superstar, São Paulo, SP, n. 443, 19/3/1984, transcrita no ANUÁRIO ESPÍRITA 1985)
 
Chico Xavier, suas palavras de solidariedade sempre giram em torno da missão que cada ser humano tem. Qual é a sua missão?
 
Chico Xavier responde: Um capim tem uma missão, alimentar o boi. Minha missão é como a do capim ou de qualquer outra plantinha sem nome que exista por aí. Precisamos viver honradamente e fazer tudo o que pudermos para ajudar o próximo a superar suas dificuldades.
 
 
(publicado na revista Contigo/Superstar, São Paulo, SP, n. 443, 19/3/1984, transcrita no ANUÁRIO ESPÍRITA 1985)




 

sábado, 20 de julho de 2013

JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE

A Jornada Mundial da Juventude (católica), que acontecerá no Rio de Janeiro, deverá reunir 4 milhões de jovens de todo o mundo durante uma semana. Os jovens querem pedir respeito à vida.
Nós espíritas ficamos felizes ao ver os jovens reunidos por uma causa tão nobre e necessária. Mas, que não seja apenas um "oba oba" de jovens, apenas um evento para contar aos amigos e parentes, um momento de idolatria ao Papa ou para tirar fotos para postar no facebook. A igreja católica não precisa de um Papa com atitude diferente, precisa de um Papa diferenciado, que se preocupe com a evangelização de seu rebanho. As religiões cristãs em geral precisam, urgente, informar os jovens católicos, protestantes, espíritas que, o respeito à “VIDA”, vai além de uma passeata ou reunião.
·         O aborto, sexo desregrado, por exemplo, são desrespeito à vida de quem está para nascer e ao próprio corpo físico.
·         O violento não respeita a vida alheia porque, geralmente, motivado por sentimentos contrários aos ensinados pelo Cristo se vingam, revidam agressões, etc.
·         Os usuários de drogas não respeitam a sua vida porque lesam sua saúde e a do próximo, pois ficam violentos na abstinência. E quando não tem dinheiro para sustentar o vício, rouba, mata, assalta e estimula o tráfico que mata de maneira direta e indireta causando transtorno à sociedade e família.
·    Os que compram produtos roubados não são a favor da vida porque está incentivando o roubo, o assalto que pode vir seguido de morte.
·         Têm cristãos benzendo o carro, pendurando santinho no retrovisor, colando frases bíblicas no para-choque e, infelizmente, desrespeitando vidas no trânsito quando transgridem leis, quando bebem e dirigem, nos estádios de futebol, sem respeito pela vida dos animais, pois muitos incentivam a briga de galo, vibram nos rodeios, nas touradas, prendem aves em gaiolas, abandonam cães e gatos em estradas, vibram com as lutas do MMA, formam grupos que querem impor seu modo de pensar, agir, seu gosto musical, seu modo de vestir, etc., sem respeitar os demais.
·         O que vemos também é jovem fazendo uso de “inocentes” bebidas alcoólicas nas festas da família, nas baladas e até mesmo nas festas religiosas. Então, se queremos pregar respeito à vida, precisamos rever nossa posição no mundo. Não podemos achar que bebida alcoólica é algo inocente. As pesquisas afirmam, há muito tempo, o contrário.
Encontramos jovens e adultos cristãos com dois comportamentos: um dentro da casa religiosa e outro fora dela. Onde as religiões estão errando? Infelizmente muitas pessoas ainda não estão entendendo a proposta de Jesus. Acham que fazendo carinha de santinho(a) dentro da casa religiosa e realizando o que a religião pede, tipo "passe", "sopa", "reunião mediúnica", batismo, missa, culto, etc, já cumpriram sua obrigação cristã. E fora da casa religiosa se permitem a todos os desregramentos achando que Deus não está vendo ou se está não se importa porque já fomos a casa religiosa e realizamos os cultos externos? Ora! Não nos enganemos. Precisamos esclarecer e dar exemplo aos nossos jovens. Preservar a vida vai além de fazer passeatas, de pedir paz, enfim, de pedir respeito à vida. É ação, é atitude. É não fazer, de maneira direta ou indireta, aos que convivem conosco neste planeta o que não queremos que eles nos façam. Sejam eles próximos ou distantes, um vegetal ou um animal.
Aos espíritas, que acreditam na reencarnação podemos lembrar que "A QUEM MUITO FOI DADO, MUITO SERÁ COBRADO".
Rudymara

quinta-feira, 18 de julho de 2013

PROGRAMA ENCONTRO ESPÍRITA