O acidente do Edifício Joelma marcou a cidade de São Paulo. Foram 183 mortos em um incêndio com imagens assustadoras de desespero, pessoas se jogando do alto do prédio, outras correndo no terraço e uma multidão de curiosos a observar. Ele foi baseado no livro Somos Seis, psicografado por Chico Xavier.
"Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más."
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
ONDE ESTAVA DEUS NA TRAGÉDIA DE SANTA MARIA?
Na
tragédia de Santa Maria, muitos questionam: “Onde estava Deus?”
Eu
respondo que:
-
Deus estava ausente na “atitude das
pessoas”.
Deus
nos mandou as regras do bem viver, mas nós vivemos como se tudo isso fosse
besteira e ultrapassado.
Buscamos
Deus nos cultos nos dias e horas certas dentro das casas religiosas, mas fora
dela, não fazemos a Sua vontade.
Deus nunca está ausente, nós que nos
afastamos Dele quando não colocamos em prática Seus ensinamentos.
Quando
alguém paga propina para legalizar algo ilegal, foi Deus que o ensinou a fazer
isso? Quem recebe propina para legalizar algo que pode colocar vidas em risco
no futuro, foi Deus que ensinou isso? Quem recebe instruções que a boate
comporta 300 pessoas e coloca 1000, foi Deus que permitiu isso? Colocar
sinaleiro barato dentro da casa fechada, cheio de espuma no teto, foi sugestão
de Deus? Político que é pago para fazer leis que rejam o bem viver de uma sociedade
e não faz, foi Deus que o instruiu? Ser fiscal relapso é de instrução divina?
Os espíritos disseram na questão 741 que, “muitos flagelos resultam da imprevidência do homem”. Ninguém nasce para matar, assaltar ou delinquir. Apenas fazem mau uso do livre arbítrio, daí sofrem as consequencias.
Muitos de nós somos imprevidentes
porque acreditamos que as tragédias só acontecessem com os outros. Muitos
de nós só agimos com prudência por medo de levar multa, de ser preso ou ser
punido de alguma forma. Muitos de nós só temos precauções após uma tragédia, um sofrimento ou dor.
Infelizmente, ainda somos muito egoístas,
imediatistas e materialistas, por isso, num momento desses, queremos colocar a
culpa em Deus.
Também não podemos esquecer que, a maioria de nós tem
algo a resgatar, porque somos devedores perante a lei de Deus. Salvo os casos
onde o Espírito pede, antes de encarnar, uma prova difícil ou dolorosa. Exemplo: para adiantar sua evolução, para despertar familiares a observar sua fé e por tantos outros motivos. Mas a maioria são
devedores, uns resgatam individualmente, outros coletivamente.
Precisamos observar que, nem todos que desencarnam coletivamente significa que desrespeitaram a lei divina coletivamente. Assim como, nem todas as mortes, por exemplo, por asfixia significa que os desencarnados mataram alguém asfixiado. A justiça divina, apenas, se aproveita das catástrofes decorrentes da imprevidência dos homens ou das leis da Natureza (maremoto, terremoto, tsunami, etc) para fazer resgates. Nem sempre a morte segue a lei do "olho por olho, dente por dente" ou "quem com ferro fere com ferro será ferido." Podemos resgatar de forma diferente.
Precisamos observar que, nem todos que desencarnam coletivamente significa que desrespeitaram a lei divina coletivamente. Assim como, nem todas as mortes, por exemplo, por asfixia significa que os desencarnados mataram alguém asfixiado. A justiça divina, apenas, se aproveita das catástrofes decorrentes da imprevidência dos homens ou das leis da Natureza (maremoto, terremoto, tsunami, etc) para fazer resgates. Nem sempre a morte segue a lei do "olho por olho, dente por dente" ou "quem com ferro fere com ferro será ferido." Podemos resgatar de forma diferente.
Portanto, é momento de reflexão, de buscarmos o
verdadeiro sentido da vida, de entendermos que precisamos
viver sem achar que somos imortais, que existe somente este lado
material ou que nascemos para apenas "curtir" a vida. Precisamos questionar: "O que Deus espera de nós?" O importante é modificarmos "para melhor" nossas atitudes em relação a nós mesmos a ao próximo, para amenizarmos nossos
débitos do passado ou para não adquirirmos um no futuro. Afinal, não sabemos quando seremos chamados a prestar contas.
Rudymara
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
OS DESENCARNADOS PRECISAM DE PRECE
Podemos chorar,
é claro. Mas saibamos chorar. Que seja um choro de saudade e não de
inconformação e revolta. O choro, a lamentação exagerada dos que ficaram causam sofrimento para quem partiu, porque eles
precisam da nossa prece, da nossa ajuda para terem fé no futuro e confiança em
Deus. Tal comportamento pode atrapalhar o reencontro com os que foram antes de
nós. Porque se eles nos visitar ou se nós os visitarmos (através do sono) nosso
desequilíbrio os perturbará. Se soubermos sofrer, ao chegar a nossa vez, nos
reuniremos a eles, não há dúvida nenhuma.
COMO PODEMOS AJUDAR OS QUE PARTIRAM ANTES DE NÓS?
Envolvendo o ser querido em vibrações de carinho, evocando as lembranças felizes, nunca as infelizes; enviando clichês mentais otimistas; fazendo o bem em memória dele, porque nos vinculamos com os Espíritos através do pensamento. Além disso, orando por ele, realizando caridade em sua homenagem, tudo isso lhe chegará como sendo a nossa contribuição para a sua felicidade; a prece dá-lhe paz, diminui-lhe a dor e anima-o para o reencontro futuro que nos aguarda. Porque o momento da morte do corpo físico é diferente para cada um. Morrer é diferente de desencarnar.
Clique no link para entender melhor.
http://grupoallankardec.blogspot.com.br/2012/09/morrer-e-diferente-de-desencarnar.html
Observação: Deus não desampara ninguém. Todos os desencarnados são amparados por trabalhadores Dele. Se nós, que estamos infinitamente aquém de Deus, não desamparamos os nossos antes queridos, imaginemos Ele. As obras espíritas mostram Espíritos resgatando, amparando, orientando os recém chegados no plano espiritual. Até mesmo em regiões umbralinas, como foi o caso de André Luiz narrado na obra Nosso Lar, psicografado por Chico Xavier. Deus é amor.
Rudymara
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
FLAGELOS DESTRUIDORES - Richard Simonetti
"Com que fim fere Deus a Humanidade por meio de flagelos destruidores?"
"Para fazê-la progredir mais depressa (...) (Questão 737)
Há uma ordenação divina no Universo. Deus a tudo prevê e provê, atendendo às necessidades evolutivas de seus filhos. Nada ocorre por acaso.
Sabe-se que as manchas solares, detectadas por sofisticado instrumental científico, fruto de explosões atômicas que ocorrem no astro-rei, são responsáveis por múltiplos fenômenos climáticos terrestres e não raro promovem flagelos devastadores, como tufões, tempestades, nevascas, secas, enchentes . . .
Seriam casuais tais ocorrências? Para o materialista, certamente. Mas o religioso, que concebe a onisciência e onipotência de Deus, não, porque equivaleria ao reconhecimento de que a Natureza escapa ao comando divino.
Admitindo, portanto, que o Criador controla os fenômenos naturais, contando com a participação de seus prepostos, podemos conceber que as convulsões solares são programadas por engenheiros siderais em benefício dos planetas que se movem em sua órbita, como um todo, e, em particular, beneficiando as coletividades terrestres, mais diretamente afetadas.
Os flagelos decorrentes beneficiam fisicamente o planeta, principalmente na renovação de sua atmosfera mas, sobretudo, impõem um agitar das consciências humanas, tanto para aqueles que desencarnam em circunstâncias dolorosas e traumáticas, quanto para os que colhem as conseqüências da devastação ocasionada. Experiências assim representam a oportunidade de resgate de seus débitos do pretérito, ao mesmo tempo em que fazem sua iniciação nos domínios da solidariedade. As vítimas das grandes calamidades tornam-se menos envolvidas com as ilusões, mais dispostas a ajudar o semelhante, após sentirem na própria carne a dor que aflige seus irmãos.
A Lei de Destruição funciona, também, para conter os impulsos desajustados da criatura humana. Não é preciso grande esforço de raciocínio para perceber que a AIDS, a síndrome de insuficiência imunológica adquirida, representa uma resposta da Natureza aos abusos cometidos pelo Homem nos domínios do sexo, a partir da decantada liberdade sexual, na década de sessenta.
A AIDS vem impondo ao Homem disciplinas às quais não se submeteria em circunstâncias normais. O mal terrível e assustador ajudá-lo-á a compreender que é preciso respeitar o sexo, que podemos exercitá-lo com liberdade, desde que não resvalemos para a liberalidade e muito menos para a licenciosidade. Sexo sem compromisso, sem responsabilidade, é mera semeadura de frustrações e comprometimento com o vício, resultando em inevitável colheita de desajustes e sofrimentos.
Talvez a AIDS faça parte de um elenco de medidas renovadoras que preparam a civilização do terceiro milênio. Oportuno recordar que determinados surtos de progresso para a humanidade são marcados por flagelos terríveis que dizimam populações imensas. Exemplo típico foi a Peste Negra, no século XIV, enfermidade mortal provocada por um bacilo que se instalava nos aparelhos digestivo e circulatório, eliminando suas vítimas em poucos dias. Disseminada pelo Oriente e pela Europa, exterminou perto de vinte e cinco milhões de pessoas, em plena Idade Média, um período de obscurantismo, em que a civilização ocidental parecia imersa em trevas.
No entanto, após a Peste Negra floresceu o Renascimento, um abençoado sopro de renovação cultural e artística, como o alvorecer de radioso dia precedido de devastadora tempestade noturna.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
ESPIRITISMO TAMBÉM É RELIGIÃO
O Espiritismo é uma ciência (estuda as manifestações dos espíritos através da mediunidade), é uma filosofia (questiona: quem somos; de onde viemos; porque estamos aqui; para onde iremos depois da morte física), com consequencias religiosas.
POR QUE O ESPIRITISMO NÃO FOI APRESENTADO LOGO COMO RELIGIÃO?
Kardec deu duas razões:
1) A fim de evitar rejeição e até perseguição prematura os bons espíritos aguardaram a maturidade da inteligência humana. Primeiro estabeleceram os fundamentos filosóficos e científicos.
2) Porque, na opinião geral, a palavra "religião" é inseparável do "culto", coisa que o Espiritismo não tem. Exemplo: dogmas, casta sacerdotal com seu cortejo de hierarquias, cerimônias, privilégios e a mistificação e os abusos. (Kardec, discurso em 1º/nov./1868 - RE dez/1868)
Portanto, precisamos intensificar, nas casas, instituições e departamentos espíritas, a explicação do porque precisamos mudar nossas atitudes e as consequências quando não mudamos. Há casas preocupadas com o grande número de frequentadores sem se preocupar com a qualidade dos ensinamentos. Muitos procuram a casa espírita para se beneficiar "materialmente", com curas, consultas vãs com espíritos, cartas consoladoras, afastar obsessores, cestas básicas, etc. Exemplo: há pessoas que pegam cestas básicas em vários lugares, mentem, ficam acomodadas. Isto é uma atitude cristã? Não. Nem da parte de quem busca e nem de quem doa. Outros buscam passe como buscam hóstia. Há quem frequente o passe como se fosse missa ou culto evangélico onde: entra, ouve, toma passe e vai embora como se já tivesse cumprido a obrigação com Deus. Mas lá fora, perante a família e a sociedade, agem como se a atitude moral religiosa não fosse importante. Há dirigente ocupando grande tempo para sofisticados passes ou rituais de cura ao invés de aprimorar os ensinamentos moral religioso. Dentro da casa espírita há palestrante pregando mudança de comportamento, mas fora dela fuma, bebe e tem atitude diferente do que prega. Enfim, estamos agindo como "uma religião a mais", errando onde Kardec tentou evitar que errássemos e onde muitas religiões erraram no passado e erram até hoje. Mas nós, espíritas, fazemos pior que tais religiões. Por que? Porque temos mais conhecimento. Então perguntemos: O que estamos ensinando para estas pessoas? Estamos ensinando a busca do religiosismo (culto externo) ou da religiosidade (qualidade de ser religioso)? Que exemplo os espíritas estão dando para motivar esta mudança? Precisamos rever nossas atitudes.
Rudymara
POR QUE O ESPIRITISMO NÃO FOI APRESENTADO LOGO COMO RELIGIÃO?
Kardec deu duas razões:
1) A fim de evitar rejeição e até perseguição prematura os bons espíritos aguardaram a maturidade da inteligência humana. Primeiro estabeleceram os fundamentos filosóficos e científicos.
2) Porque, na opinião geral, a palavra "religião" é inseparável do "culto", coisa que o Espiritismo não tem. Exemplo: dogmas, casta sacerdotal com seu cortejo de hierarquias, cerimônias, privilégios e a mistificação e os abusos. (Kardec, discurso em 1º/nov./1868 - RE dez/1868)
Portanto, precisamos intensificar, nas casas, instituições e departamentos espíritas, a explicação do porque precisamos mudar nossas atitudes e as consequências quando não mudamos. Há casas preocupadas com o grande número de frequentadores sem se preocupar com a qualidade dos ensinamentos. Muitos procuram a casa espírita para se beneficiar "materialmente", com curas, consultas vãs com espíritos, cartas consoladoras, afastar obsessores, cestas básicas, etc. Exemplo: há pessoas que pegam cestas básicas em vários lugares, mentem, ficam acomodadas. Isto é uma atitude cristã? Não. Nem da parte de quem busca e nem de quem doa. Outros buscam passe como buscam hóstia. Há quem frequente o passe como se fosse missa ou culto evangélico onde: entra, ouve, toma passe e vai embora como se já tivesse cumprido a obrigação com Deus. Mas lá fora, perante a família e a sociedade, agem como se a atitude moral religiosa não fosse importante. Há dirigente ocupando grande tempo para sofisticados passes ou rituais de cura ao invés de aprimorar os ensinamentos moral religioso. Dentro da casa espírita há palestrante pregando mudança de comportamento, mas fora dela fuma, bebe e tem atitude diferente do que prega. Enfim, estamos agindo como "uma religião a mais", errando onde Kardec tentou evitar que errássemos e onde muitas religiões erraram no passado e erram até hoje. Mas nós, espíritas, fazemos pior que tais religiões. Por que? Porque temos mais conhecimento. Então perguntemos: O que estamos ensinando para estas pessoas? Estamos ensinando a busca do religiosismo (culto externo) ou da religiosidade (qualidade de ser religioso)? Que exemplo os espíritas estão dando para motivar esta mudança? Precisamos rever nossas atitudes.
Rudymara
domingo, 20 de janeiro de 2013
SALMOS NA VISÃO ESPÍRITA
O "Livro dos Salmos", tem 150 capítulos. São poemas que louvam a Deus. A maioria (mais ou menos 73) é atribuída ao rei Davi; 12 são de Asafe; os filhos de Corá são autores de 9; Rei Salomão escreveu pelo menos 2; Etã e Moisés escreveram pelo menos 1; os outros 51 são de autoria anônima. Os salmos eram cantados nos ofícios litúrgicos do templo de Jerusalém; posteriormente eles também foram incorporados às liturgias das igrejas cristãs tradicionais, a católica e a protestante. Alguns desses poemas são realmente belos, sendo muito conhecido, por exemplo, o de numero 23 ("O Senhor é meu pastor").
O Rei Saul era médium e, como tal, tinha condições de receber espíritos. “Todas as vezes que o espírito maligno apoderava-se dele, Davi tomava a lira e tocava” (Samuel, 16:23). Porque a música seda os nervos quando melódica; os espíritos inferiores não gostam de prece, e uma bela melodia é prece de amor.
Vejamos este exemplo:
- Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?
Esta frase de Jesus intriga muita gente até hoje. Leva muita gente pensar que Jesus sentiu medo da dor e da morte. Mas, na verdade, Jesus citou em aramaico trecho do salmo 22:1 escrito pelo rei (médium) Davi. A maioria dos salmos eram letras das músicas que ele compunha. Na época de Jesus o povo lembrava dessas músicas que tinham em torno de 900 anos e onde havia premonições na letra. E o salmo 22, por exemplo, é uma visão profética de Davi do evento da crucificação. No versículo 16, por exemplo, diz: “….traspassaram-me as mãos e os pés.”. E no versículo 18 “Repartem entre si os meus vestidos, e lançam sortes sobre a minha túnica”, confirmado nos quatro evangelhos, Mateus 27:35; Marcos 15:24; Lucas 23:34 e João 19:24 onde houve a disputa da túnica pelos soldados romanos, confirmando a visão profética do médium Davi.
Entretanto, a doutrina espírita não adota nas práticas doutrinárias, o uso de roupas, gestos, mantras, objetos e outros aparatos cerimoniais, que outras religiões assumiram.
Assim, o Espiritismo não recomenda nem evita os Salmos: a escolha do gênero de filmes, poemas ou de músicas - sacra ou moderna - é questão pessoal de cada um, fazendo parte, portanto do livre-arbítrio de cada individualidade, a qual o Espiritismo evidentemente respeita por ser, o livre-arbítrio, um dos seus princípios básicos.
Acreditamos que há estudo mais importante a ser observado e, principalmente, seguido.
Compilação de Rudymara
Vejamos este exemplo:
- Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?
Esta frase de Jesus intriga muita gente até hoje. Leva muita gente pensar que Jesus sentiu medo da dor e da morte. Mas, na verdade, Jesus citou em aramaico trecho do salmo 22:1 escrito pelo rei (médium) Davi. A maioria dos salmos eram letras das músicas que ele compunha. Na época de Jesus o povo lembrava dessas músicas que tinham em torno de 900 anos e onde havia premonições na letra. E o salmo 22, por exemplo, é uma visão profética de Davi do evento da crucificação. No versículo 16, por exemplo, diz: “….traspassaram-me as mãos e os pés.”. E no versículo 18 “Repartem entre si os meus vestidos, e lançam sortes sobre a minha túnica”, confirmado nos quatro evangelhos, Mateus 27:35; Marcos 15:24; Lucas 23:34 e João 19:24 onde houve a disputa da túnica pelos soldados romanos, confirmando a visão profética do médium Davi.
Entretanto, a doutrina espírita não adota nas práticas doutrinárias, o uso de roupas, gestos, mantras, objetos e outros aparatos cerimoniais, que outras religiões assumiram.
Assim, o Espiritismo não recomenda nem evita os Salmos: a escolha do gênero de filmes, poemas ou de músicas - sacra ou moderna - é questão pessoal de cada um, fazendo parte, portanto do livre-arbítrio de cada individualidade, a qual o Espiritismo evidentemente respeita por ser, o livre-arbítrio, um dos seus princípios básicos.
Acreditamos que há estudo mais importante a ser observado e, principalmente, seguido.
Compilação de Rudymara
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
PAU QUE NASCE TORTO MORRE TORTO?
Não necessariamente.
Depende do uso que fazemos do livre arbítrio.
Todos nós
somos "espíritos" que já encarnou várias vezes e, consequentemente,
cada um de nós tem um grau de evolução e que carrega em sua memória espiritual
o que fez de bom e de ruim.
Um casal
poderá ter 10 filhos, mas eles apenas fazem corpos de carne, os
"espíritos" que irão habitar os corpos de carne de cada filho ninguém sabe de
onde veio e o que traz em sua bagagem espiritual. Só sabemos que nascemos
para "evoluir", crescer espiritualmente, ou seja, tentar ser melhor
do que fomos na vida anterior. Por isso, um irmão não é igual ao outro. Por
isso, vemos filhos mais queridos pelos pais ou mais desprezados.
Inconscientemente, lembram-se de algo que ocorreu entre eles em outra vida que foi
e/ou que não foi muito agradável.
Muitas vezes,
reencarnamos com determinadas pessoas (ou espíritos) que precisamos ajudar ou
que seremos ajudados. Encontramos amigos
do passado para trabalhos edificantes ou inimigos para nos reconciliar (pai,
mãe, irmãos), etc. Então, pai e mãe devem educar os filhos segundo suas necessidades.
Uns precisam de mais rigorosidade na educação e outros não.
O espírito
necessita passar pelo estado de infância, com o objetivo de se aperfeiçoar,
porque durante esse período, é mais fácil assimilar a educação que recebe, e
que poderão lhe auxiliar o adiantamento.
As crianças
são seres que Deus manda para novas existências, são espíritos velhos em corpos
novos.
Costumamos
ouvir: “fulano é ruim porque puxou
beltrano”, daí nos acomodamos como se não tivesse solução. Como se a
ruindade fosse uma herança genética que devemos nos conformar. Só que a frase "pau
que nasce torto morre torto" não existe para os espíritas. O espírito
que nasce com más inclinações, más tendências, pode se modificar. Desde que se
predisponha a vivenciar o Bem, sufocando o Mal. Nascemos para evoluir. Nós não “puxamos” ninguém. Só nos afinizamos
com certo comportamento de alguém que convivemos. Se fosse verdade, um
assassino que tem um pai (ou mãe) assassino não poderia ser responsabilizado,
porque alguém iria dizer: “Ele é assim
porque puxou o pai (ou a mãe).”
Os filhos não
têm os pais que merecem, mas sim que necessitam para evoluir. Se os pais não
são os que idealizamos, é porque devemos observar seus comportamentos e fazer
diferente, sempre melhor. Muitos se revoltam e erram no mesmo ponto que os pais
erraram. Aproveitemos a oportunidade que eles nos deram de nascer e façamos a nossa
parte, bem melhor.
Rudymara
sábado, 12 de janeiro de 2013
A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO
Jesus falou que "Lázaro morreu", porque essa era a única linguagem que aquele povo entendia naquela época. (João, 11:1-54)
Na verdade, tratava-se de catalepsia.
Vejamos do que se trata.
Letargia, em “O Livro dos Espíritos” significa em estado de “perda temporária da sensibilidade e do movimento”, em que o corpo parece morto, no qual os sinais vitais se tornam quase imperceptíveis, a respiração reduz-se bastante e a pessoa pode ser tomada como morta.
Catalepsia em Kardec é uma espécie de letargia parcial, que atinge apenas alguns órgãos do corpo e que pode não prejudicar a comunicação com o seu portador, que poderia ter este estado induzido pelo magnetismo animal (passes, como dizemos hoje).
Kardec analisou situações de quase-morte na Revista Espírita. Há diversos casos de letárgicos, pessoas que chegaram a ser consideradas mortas pela medicina da época como a Sra. Schwabenhaus (Revista Espírita, 1858) ou que passaram por situações de claro risco de morte, ou como o Dr. D. (Revista Espírita, 1867), que ficou mais de meia hora debaixo d’água e foi resgatado e retomou a consciência.
Outro caso apresentado por Kardec é o da jovem cataléptica de Souabe, que após um evento traumático (morte da irmã), entrou em um estado entre cataléptico e letárgico e passou a ser capaz de descrever pessoas enterradas, bastando ser levada próxima ao túmulo e a descrever a aparência de pessoas idosas que a visitavam quando eram jovens e sem modificações do tempo e das doenças.
Eles narram histórias envolvendo o contato com pessoas desencarnadas e descrições do plano espiritual. Por esta razão, Kardec teorizou que os sonâmbulos, letárgicos e catalépticos perceberiam o plano espiritual, ou dariam notícias de eventos à distância porque perceberiam com a alma, semi-liberta do corpo (emancipação) que transmitiria suas sensações espirituais ao cérebro.
A letargia pode surgir a partir de vários fatores:
· Doença grave: o paciente entra em estado de coma.
· Indução medicamentosa: há substâncias que provocam o coma artificial.
· Hipnose: Indivíduos sensíveis podem ser induzidos ao transe letárgico. Hipnotizadores inescrupulosos costumam fazer deles instrumentos para pantomimas teatrais que fazem sucesso.
· Transe mediúnico: em determinados desdobramentos, particularmente na chamada “bilocação”, quando o Espírito afasta-se do corpo e se materializa alhures, há enorme dispêndio das energias do médium, com o auxílio de mentores espirituais. Para tanto, ele entra em estado letárgico.
· Auto-indução: há faquires indianos que se fazem sepultar vivos. Entram em estado letárgico por sua própria iniciativa. Com o organismo funcionando em ritmo lento, o consumo de oxigênio é mínimo. Daí conseguirem sobreviver por horas e até dias. É algo semelhante aos animais que hibernam, como os ursos.
· Obsessão: embora sejam raros, estes fenômenos necessitam de pesquisa por parte da ciência, na perspectiva da espiritualidade. No livro Recordações da mediunidade, Yvonne Pereira descreve o fenômeno do ponto de vista espírita. Destacamos o que doutor Bezerra de Menezes argumenta, em uma mensagem que consta do livro: “A catalepsia, tal como a letargia, não é uma enfermidade física, mas uma faculdade que, como qualquer outra faculdade medianímica, mal orientada se torna prejudicial ao seu possuidor. Como as demais faculdades, suas companheiras, a catalepsia e a letargia também poderão ser exploradas pela obsessão de inimigos e perseguidores invisíveis”.
Verificamos casos muito curiosos, a que Yvonne se refere, nos quais a pessoa fica com suas funções vitais suspensas, em um desdobramento mais ou menos consciente, a tal ponto que se produz cheiro e características cadavéricas. Um médium bem assessorado retoma naturalmente suas funções vitais, sem nenhuma marca em seu corpo do que se passou. Em Barra Mansa, Yvonne Pereira conheceu Zico Horta, um médium e expositor espírita que trabalhava com uma médium chamada “Chiquinha”. "Tratava-se de uma médium de 19 anos, finamente educada. Sua mediunidade, no início, apresentou-se como enfermidade para a qual os recursos médicos foram insipientes. Sob os cuidados de Zico Horta, tornou-se uma médium de admiráveis possibilidades, com a insólita faculdade da catalepsia. Em vinte minutos, a médium atingia os diversos níveis da catalepsia, chegando a apresentar-se com característica de um cadáver que estivesse falecido há 24 horas, em início de decomposição. Surgiam placas esverdeadas pelo corpo, e o odor desagradável da decomposição. Algumas vezes narrava fatos que via no espaço, transmitia instruções dos espíritos e até mesmo penetrava o corpo humano com sua visão espiritual que fornecia diagnósticos precisos. Yvonne Pereira tinha esta mesma faculdade, que lhe ocorreu pela primeira vez aos 29 dias de vida. Após uma crise de tosse, ficou como morta, por seis horas. O médico deu o atestado de óbito; a família providenciou o velório. Sua mãe, porém, não acreditava em sua morte e, quase à hora do enterro, ajoelhou-se e pediu com fervor a Nossa Senhora (sua mãe era católica devota). Em sua prece, rogava que, se sua filha estivesse morta, aceitaria, porém, se estivesse viva, que voltasse. Ouviu-se a seguir um choro estridente. Foram retirados todos os apetrechos mortuários. Felizmente a menina estava viva.
Compilação de Rudymara
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
O LADO RUIM DA TRANSIÇÃO PLANETÁRIA
Um caso de estupro coletivo,
no dia 16 de dezembro de 2012, dentro de um ônibus na capital indiana, Nova
Délhi, vem provocando comoção no país. A vítima foi uma estudante de 23
anos, que morreu após ficar internada.
Cinco passageiros, incluindo o
motorista do ônibus no qual ocorreu o ataque, foram presos.
Manifestantes e políticos
opositores pressionam governo, que anuncia medidas para aumentar segurança de
mulheres.
Uma mulher que sobreviveu a um
estupro e, anos depois do ataque, continua lutando por justiça. Ela se juntou aos protestos
nas ruas de Nova Délhi – onde houve vários relatos de homens aproveitando a
oportunidade para apalpar mulheres. Mas ela disse que ficou
surpresa também com o número de jovens homens que intervieram nessas
tentativas, ajudando a protegê-la e a suas amigas, formando um círculo ao redor
delas caso alguém se aproximasse.
Na Índia, todos os anos,
milhares de fetos do sexo feminino são abortados por causa da tradicional
preferência por filhos homens. Médicos e enfermeiras são subornados para
revelar o sexo das crianças durante a gravidez.
Essa prática vem levando a uma
crescente distorção no número de mulheres em relação ao número de homens. E uma
das piores distorções é vista na rica zona sul de Nova Déli.
Assim como em um pequeno
vilarejo, muitas famílias de classe média também preferem ter um filho homem,
que possa herdar seus bens.
Uma das muitas consequências
de se ter menos mulheres é o aumento no tráfico para casamentos forçados e
prostituição – e o ciclo de abusos continua.
E apesar de o governo da
Índia, liderado pelo Partido do Congresso, ter condenado o estupro coletivo da
estudante e prometido agilidade no processo judicial, nenhum político até agora
abordou as questões culturais mais amplas envolvidas neste caso.
Músicos e diretores de
Bollywood se viram repentinamente sob pressão para justificar canções e filmes
que retratam as mulheres como objetos sexuais.
Detalhes chocantes do crime e
da ação das autoridades relatados em uma entrevista pelo amigo que acompanhava
a vítima no dia do estupro deverão encorajar um exame de consciência ainda
maior.
E uma imagem não sai da
memória nessas últimas semanas – a de um homem indiano em um dos protestos,
sentado e com uma vela diante de seus pés, tranquilamente demonstrando
solidariedade à jovem brutalmente assassinada.
Ele segurava um cartaz que
dizia: "Vamos primeiro olhar para
nós mesmos".
Observação de Rudymara: Os sinais da Nova Era não são apenas nascimentos
de Espíritos missionários. Como disse Divaldo: “(...)infelizmente, do outro lado o caos. Nunca a
crueldade apresentou-se fria e perversa como nos últimos tempos. Onde matar já
não basta. Eles querem matar de maneira que choque e aterrorize a sociedade.
Então, estes são os sinais.” Espíritos rebeldes estão tendo
oportunidade de escolher viver o bem ou o mal. Os que escolherem o mal,
não reencarnarão mais aqui. Neste meio tempo, onde uns chegam e outros
saem, onde haverá a separação do joio e do trigo, ou seja, nesta peneira
simbólica que o Cristo previu que aconteceria no final dos
tempos, nos depararemos com "a violência, a sensualidade, a abjeção,
os escândalos, a corrupção atingirão níveis dantes jamais pensados, alcançando
o fundo do poço, enquanto as enfermidades degenerativas, os transtornos
bipolares de conduta, as cardiopatias, os cânceres, os vícios e os desvarios
sexuais clamarão por paz, pelo retorno à ética, à moral, ao equilíbrio(...)“ “Como em toda batalha, momentos
difíceis surgirão exigindo equilíbrio e oração fortalecedores, os lutadores
estarão expostos no mundo, incompreendidos, desafiados por serem originais na
conduta, por incomodarem os insensatos que, ante a impossibilidade de os
igualarem, irão combatê-los, e padecendo diversas ocasiões de profunda e
aparente solidão... Nunca, porém, estarão solitários, porque a solidariedade
espiritual do Amor estará com eles, vitalizando-os e encorajando-os ao
prosseguimento (...)” - (trecho do livro
Transição Planetária).
domingo, 6 de janeiro de 2013
ESPÍRITOS MISSIONÁRIOS CHEGAM AO NOSSO PLANETA
Garoto de 15 anos formula nova teoria de formação das galáxias e publica na 'Nature', uma das revistas científicas mais importantes do mundo, a qual, por exemplo, revelou o sequenciamento do genoma humano. Neil Ibata (foto) desenvolveu um programa de computador que descobriu que as galáxias-satélites giram de forma sincronizada com a galáxia de Andrômeda. http://migre.me/cFtje
Espíritos missionários estão chegando ao nosso planeta, através da reencarnação.....
Como disse Divaldo: "Crianças privilegiadas, sempre houve, mas não na quantidade que hoje encontramos. Crianças especiais portadoras de um elevadíssimo Q.I., não somente do Quociente Intelectual, mas do emocional....são os sinais da nova era...."
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