domingo, 16 de outubro de 2011

DEUS DISTRIBUIU MEDIUNIDADE



O apóstolo Pedro, vendo os apóstolos recebendo o “Espírito Santo”, no dia de Pentecostes (50 dias depois da ressurreição de Jesus) lembrou-se da profecia de Joel e disse: “Estes homens não estão embriagados, mas o que acontece aqui é o que foi dito (profetizado) por Joel (profeta ou médium do antigo testamento) : Que o Senhor, nos últimos tempos, derramaria do Seu Espírito sobre toda a carne; que seus filhos e suas filhas profetizariam, os jovens teriam visões (foi o caso de Maria), e os velhos sonhos (foi o caso de José). E naqueles dias, ele derramaria de Seu Espírito sobre Seus servos e sobre Suas servas, e eles profetizariam.” (Atos, 2: 17 e 18)

Este Espírito, que o profeta (médium) Joel disse que seria derramado sobre toda a carne são Espíritos desencarnados (mortos) que uns chamam de anjo, outros chamam de Espírito, outros de Espírito Santo. Analisemos este conselho de Paulo aos Coríntios (6: 19:20): “quem se entrega à imoralidade peca contra o seu próprio corpo. Ou vocês não sabem que o seu corpo é templo do Espírito Santo, que está em vocês e lhes foi dado por Deus?” Paulo explica que todo corpo físico merece respeito e cuidados, carinho e zelo contínuos, por ser a sede do Espírito, o "santuário" da vida em evolução. Portanto, todo corpo abriga um Espírito Santo, mesmo os que ainda se encontram na imoralidade. Mas, nem todo Espírito Santo é um Santo Espírito, sua atitude que o distinguirá.  Então, podemos concluir que são os "desencarnados" (mortos) que estão se comunicando através da mediunidade de vários médiuns, espíritas ou não. E, estes desencarnados podem ter evolução ou não. Por isso, sigamos a recomendação de João, quando disse para que: “Não acreditemos em todos os Espíritos, mas que examinássemos se eles são de Deus.” Ou seja, que examinemos se suas comunicações são baseadas na moral cristã. Há muitos Espíritos usando nomes respeitáveis da história, brincando com a fé das pessoas, pedindo e aconselhando coisas absurdas.

OBSERVAÇÃO: Por que Deus distribuiria o dom de profetizar (mediunidade) se isso fosse errado e contra Sua lei?


Rudymara





sexta-feira, 14 de outubro de 2011

A ESCOLA INSTRUI, O LAR EDUCA - dia dos professores


Nós pais somos os primeiros professores de nossos filhos, compete-nos a responsabilidade de vigiar nossas atitudes, fazendo o melhor para que nossos atos se reflitam positivamente sobre o destino de nossos filhos, auxiliando-os a melhorarem e a desenvolverem valores morais, possibilitando a eles melhores condições de vencerem espiritualmente, já que todos nós buscamos o retorno ao Planeta, visando conquistar os valores verdadeiros da alma e aprender a sublime lição da fraternidade.
Lares desequilibrados, sociedade desequilibrada, lares cristãos, sociedade cristã.
Muitos ainda teimam em restringir a educação às escolas do mundo, mas “os estabelecimentos de ensino, propriamente do mundo, podem instruir, mas só o instituto da família pode educar. É por essa razão que a Universidade poderá fazer o cidadão, mas somente o Lar pode edificar o homem.” (Emmanuel)
A escola instrui, o Lar educa. As escolas cumprem uma parte importante da educação; no Lar, entretanto, enxergamos a escola do coração, onde os pais se tornam professores de seus filhos, onde exercitarão seu acervo moral, sendo convidados a desenvolver a união e o companheirismo, de estreitar os laços que os unem, pois é neste ambiente de convivência contínua, interdependência, na condição de pais, filhos, irmãos aprendem a conjugar o verbo AMAR.
Afinal, Jesus, o maior professor que nosso planeta já recebeu, nos ensinou que as páginas de nosso destino são escritas diariamente com as letras de nossa conduta perante o Evangelho Divino ou perante as ilusões humanas.
Jesus conta com todos os tipos de professores do Bem para fazermos uma sociedade justa, responsável, onde respeitemos o próximo da família, da escola, do trabalho, da via pública, enfim, todos que convivem conosco neste planeta escola.


PARABÉNS PROFESSORES!!!!!!!!



INFIDELIDADE

Quando o homem e a mulher decidem casar-se, assumem o compromisso de cultivar a fidelidade por toda a vida, mas muitos não o cumprem. Este número é bem maior entre os homens do que entre as mulheres. Na atualidade, o percentual de homens infiéis é bem maior do que o dos fiéis.
Em muitos casos, a infidelidade não traz maiores problemas, mas, em alguns, provoca situações verdadeiramente dramáticas, não só em relação à mulher, como também ao homem, com repercussões para o resto da vida.
A vítima da infidelidade, seja homem ou mulher, fica seriamente lesada em sua sensibilidade.
Algumas se desestruturam totalmente, outras entram em depressão profunda ou se desequilibram completamente, necessitando de tempo mais ou menos longo para readquirir o equilíbrio. E o causador contrai um débito perante a justiça divina.
As conseqüências do ato infeliz, muitas vezes, se estendem às existências futuras, porquanto não se rompe impunemente um compromisso afetivo.
Por mais que tente, o infiel não consegue evitar mudanças no relacionamento conjugal, em virtude de sentir a consciência culpada. Como pode um homem que teve relacionamento íntimo com uma amante ser terno com a esposa, como se lhe fosse totalmente fiel? Da mesma forma, como pode a mulher ser carinhosa com o marido, após ferir a própria consciência num ato de infidelidade?
O infiel lesa moralmente o cônjuge e a si próprio. Nesta época em que vivemos, não é somente por questões psicológicas, espirituais ou morais que se deve conservar a fidelidade, mas também por razões de saúde, porquanto há várias doenças transmitidas sexualmente que a comprometem. Entre elas, a mais grave é a AIDS, para a qual ainda não existe tratamento eficiente.
Quais são as causas da infidelidade?
São bastante variadas e dependem da formação moral da pessoa e de determinadas circunstâncias.
O homem, que tem uma formação moral deficiente e com forte tendência para a infidelidade, costuma romper com os compromissos matrimoniais logo nos primeiros anos de vida conjugal. A educação deficitária, sob o ponto de vista cristão, lhe permite considerar como natural a experiência extraconjugal para o homem. É o pensamento marcadamente machista que predominou até recentemente. De acordo com esta concepção, o homem tinha o direito de ser infiel, mas a mulher não podia sequer pensar nisto.
Não são, entretanto, apenas estes tipos de homem que estão sujeitos à infidelidade. Também os que têm uma melhor formação, porquanto são muitas as oportunidades no mundo moderno. Só os que têm princípios muito bem consolidados resistem a tais arrastamentos.
Contribuem para este tipo de deslize as crises na vida conjugal, as brigas constantes, a indiferença, etc. esta situação leva os cônjuges a se sentirem infelizes, o que cria condições para o rompimento dos compromissos conjugais. Encontrando, então, uma pessoa que lhe dê atenção e carinho, o homem corre o risco de ceder, de se envolver afetivamente. Também a mulher está sujeita a seguir o mesmo caminho, se a vida a dois não vai bem. Em nossa sociedade, porém, ela resiste por mais tempo e é mais reservada. Ela se expõe menos. A maioria das mulheres tende a se resignar e rejeita sistematicamente a idéia de se tornar infiel. Prefere sacrificar-se e conservar os seus princípios. Muitas, porém, encontrando um homem mais atencioso, que lhes dê carinho, acabam cedendo.
Uma parcela significativa dos homens se tornam infiel depois que os filhos já estão criados. Para isto contribui não só a redução das preocupações com eles, como também a diminuição dos encantos da mulher, no aspecto físico. Isto para os homens que valorizam quase que exclusivamente a aparência da mulher, esquecendo-se de suas qualidades intelectuais e morais. Com a mulher costuma ocorrer diferente.
Ela valoriza mais as qualidades do homem que os seus dotes físicos.
Concorre também para criar as condições favoráveis para a infidelidade a convivência com outra pessoa, de forma mais íntima, seja no trabalho ou em outras atividades, inclusive as de natureza religiosa.
Há muitos casos de religiosos que se envolveram afetivamente desta forma. De modo geral, quando descobrem, já estão comprometidos emocionalmente, necessitando de uma potente força de vontade para se desvincularem. O sentimento vai crescendo sorrateiramente, sem que o percebam. Isto não constitui motivo para que um homem e uma mulher não convivam no trabalho ou na atividade espiritual, porquanto existe uma medida eficaz para evitar que isto aconteça: é não permitir o relacionamento exclusivista e universalizar o sentimento; é um encarar o outro como companheiro de trabalho ou de atividade religiosa.
Um aspecto do problema que não pode ser esquecido é o do conquistador ou conquistadora, que procuram identificar a carência do outro e atacam por este ponto. O dom-juan usa esta tática. Ele procura envolver a mulher que deseja conquistar pelo seu ponto fraco. Se percebe que ela é carente de atenção, procura se tornar extremamente atencioso. Se descobre que é carente de carinho, envolve-a com este tipo de afeto até conquistá-la.
Não podemos deixar de citar também a influenciação dos encarnados por espíritos obsessores, que procuram incentivar o envolvimento emocional das pessoas, muitas vezes com o objetivo de desarticular os seus lares, ou de um deles.

Vida Conjugal – Umberto Ferreira


Observação de Divaldo Franco: "O adultério é coabitar (viver) com alguém e aventurar-se simultaneamente (ao mesmo tempo) com outrem. Não nos parece legal nem moral esse comportamento."





quarta-feira, 12 de outubro de 2011

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!



"Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens." (Pitágoras)


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

MARIA NA VISÃO ESPÍRITA


Maria ganhou muitos nomes pelos católicos. Por exemplo: Nossa Senhora de Fátima, pela aparição em Fátima (Portugal); Nossa Senhora Aparecida, por ter sido encontrado uma imagem na cidade de Aparecida (Vale do Paraíba) durante uma pesca; o título de rainha, etc., são nomes e títulos que a Igreja Católica deu à Maria.
Para nós espíritas ela foi aqui na Terra, Maria a mãe de Jesus. Hoje, é um espírito que continua a trabalhar na Seara do Senhor, não mais como mãe, mas como irmã de Jesus e de todos nós, já que aprendemos que somos todos filhos de Deus, e aqui na Terra nós não “somos” mães, filhos, netos, etc., nós “estamos” por um breve tempo desempenhando tais papéis. Temos grande admiração e respeito a este espírito que aceitou a missão de receber o maior espírito que o planeta Terra já recebeu: JESUS.

O ESPÍRITA FAZ PROMESSA? Não. Promessa é costume dos católicos. Nós espíritas não barganhamos com Deus, Maria ou qualquer outro "santo". Por exemplo, há quem vá a Aparecida do Norte para agradecer a Nossa Senhora (Maria) por um pedido alcançado como se ela estivesse lá. Caminham quilômetros, carregam cruzes, velas, sobem ladeiras de joelhos, etc. Nós espíritas questionamos: "será que ela não ficaria mais contente se fizessem algo por alguém para retribuir o que "ela" fez?" O sacrifício que Maria, Deus, Jesus e os benfeitores espirituais querem de nós é o da alma e não a do corpo físico. É a reforma íntima onde nos despojamos dos sentimentos, atitudes e palavras inferiores. Estes Espíritos de grande evolução que viveram e vivem conosco neste planeta devem ser exemplos para que sigamos seus ensinamentos na prática e não para virarem "santos(as)" para que, depois de sua desencarnação fiquemos pedindo, pedindo e pedindo. Aliás, eles também fazem seus pedidos e nós não lhes damos ouvidos. Perguntemos: "Como estamos tratando nossos familiares, nossos vizinhos, nossos colegas de escola ou trabalho?" "Nós perdoamos ou revidamos as ofensas?" "Respeitamos os idosos, os animais, as crianças, o próximo e a nós mesmos?" "A mulher ao invés de buscar se igualar ao homem no que ele tem de pior moralmente (sexo desregrado, vícios, etc.), por que não busca mirar no exemplo de Maria como mulher, mãe, esposa e serva de Deus?" Enquanto falta compreensão, muitos comercializam o nome de Maria e sua falsa imagem, pois ela era simples como o filho, não usaria coroa de ouro e não aceitaria estar vestida com roupa bordada de ouro e guardada em uma caixa de ouro. Precisamos lembrar que Jesus repreendeu o comércio no templo religioso. Isso é o que o espírita pensa, sem querer impor ou ir contra quem pensa e age de maneira diferente.

O QUE É SANTO NA VISÃO ESPÍRITA? André Luiz responde: “É um atributo dirigido a determinadas pessoas que aparentemente atenderam, na Terra, à execução do próprio dever.” Os santos são chamados pela Doutrina Espírita de socorristas, e estes trabalham e não querem outro pagamento a não ser adquirir vontade de serem bons e servos de Jesus. Trabalham por toda parte, nos umbrais, nos postos de socorro e também ajudam os encarnados e muitas vezes, atendem os chamados de fé em nome das diversas entidades conhecidas na Terra (Maria, Jesus, Expedito, etc.). Há grande concentração de socorristas em lugares de romaria onde muitos oram e fazem pedidos. Estes abnegados trabalhadores, como já dissemos, atendem em nome de Nossa Senhora, dos diversos santos, de Jesus, etc. Os bons acodem sempre. Se os pedidos são mais complexos, são encaminhados a ministérios próprios e analisados pelos que lá trabalham. Para serem atendidos, são levados em conta alguns critérios como: “O que pede é bom para ele?” Ás vezes, pede-se uma graça que seria um bem no momento, e causa de dor no futuro; pedem fim de sofrimentos, doenças e às vezes não se pode interromper o curso de seu resgate; também é levado em conta, se ao receber a graça, a pessoa melhora se voltando mais ao “Pai”. Se aprovado, vão os socorristas e ajudam a pessoa (de qualquer religião e fora dela também), não importando a eles para quem foi e como foi feito o pedido, embora, há equipes que trabalham atendendo os pedido à Nossa Senhora, santos do lugar, etc. Podemos também ser atendidos pelos próprios santos, que nada são que servos de Jesus.

DE QUEM É A FOTO ACIMA? É de Maria, ditada por Emmanuel ao pintor Vicente Avela através da mediunidade de Chico Xavier. Em uma rápida entrevista, Chico frisou que a fisionomia de Maria é tal qual Ela é conhecida quando suas visitas às esferas espirituais mais próximas e perturbadas da crosta terrestre; como a Legião dos Servos de Maria que agem na instituição em amparo aos suicidas que está detalhado no livro Memórias de um suicida.


O TEXTO COMPLETO ESTÁ POSTADO NO MÊS DE JANEIRO DE 2010 COM O TÍTULO "QUEM É MARIA PARA OS ESPÍRITAS" E FOI COMPILADO POR RUDYMARA



sexta-feira, 7 de outubro de 2011

FESTA ESPÍRITA - Raul Teixeira

O QUE PODE E O QUE NÃO PODE NUMA FESTA ESPÍRITA?

Raul: Muitas instituições espíritas, sob a justificativa que precisam manter suas obras sociais, resolvem que os meios justificam os fins. E para isso lançam mão de atividades que nada tem a ver com a seriedade do pensamento espírita.

Às vezes, promovem almoço, jantares regados a bebidas alcoólicas. Mas, se da tribuna espírita nós fazemos a divulgação dos malefícios das bebidas alcoólicas, por que para ganharmos dinheiro para a obra agora a bebida alcoólica já passa a valer? Alguns argumentam que, se não tiver bebida alcoólica pouca gente comprará os convites. Não há nenhum problema. Nós vamos fazer o almoço para as pessoas que aceitem almoçar como um verdadeiro espírita, sem bebida alcoólica.

Se fizermos uma tarde de alegria dançante temos que buscar saber que tarde ou noite dançante será este, senão estaremos ali prestigiando o desequilíbrio, a desarmonia, a excitação, a libidinagem. Porque tudo aquilo que seja feito em nome do Espiritismo deve ter um sentido de nobreza.

Existem os bailes dos anos 60 com outra característica, onde as pessoas se alegram e se vestem a caráter e se faz uma festa de alegria, mas sempre fora do Centro Espírita. Porque todas as vezes que fizermos festas mundanas dentro da obra espírita ou fizermos estas refeições regadas a alcoólicos, tenhamos a certeza de que isto poderá ser tudo, menos Espiritismo.

QUAL É A SUA BEBIDA ALCOÓLICA PREFERIDA, SE É QUE BEBE ÁLCOOL?

Raul: A minha bebida alcoólica preferida é H2O sem gás.




quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A EVOLUÇÃO MORAL ESTÁ EM SEGUNDO PLANO?



NÓS EVOLUIMOS MUITO CIENTIFICAMENTE. POR QUE A EVOLUÇÃO MORAL ESTÁ EM SEGUNDO PLANO?

Raul Teixeira: Não é verdade que a questão moral esteja tão em segundo plano. A grande questão é que a mídia de maneira geral dá destaque ao mal, ao escandaloso, ao erro. Dão destaque àquilo que vende e aquilo que vende é porque gera interesse nas pessoas. É o escândalo. Fala-se a respeito das crianças que são estupradas, violentadas todos os dias, em todos os aparatos da mídia. No entanto, ninguém cogita das famílias inumeráveis que adotam crianças; dos médicos que atendem de graça nos seus consultórios; do doutor Pitangui que abre sua clínica no Rio de Janeiro para atender periodicamente as pessoas de graça. O bem não tem valor. Ninguém dá notícia de um jovem favelado que estudou, que se formou. Mas, dá notícia do jovem favelado que usa e vende drogas, que assalta. Então, não é que o bem não existe, é que o mal está muito destacado. O mal avança na Terra por culpa dos bons porque os maus são ousados e intrigantes enquanto os bons são tímidos. E é isso que a gente vê. Quando vamos fazer alguma coisa boa morremos de vergonha, muitas pensam: “O que vão dizer de mim?” E o mal assalta em plena luz do dia, põe todo mundo deitado no chão sem se importar com a câmera que está filmando. Por quê? Porque ele é ousado e intrigante e o bom e o bem são tímidos. Mas, independente desse fenômeno, o bem está crescendo e daqui a pouco o mal desaparecerá. Porque o mal não tem vida própria, ele é mantido por nós durante esta fase de ansiedade por notícias grosseiras, instigantes, que geram adrenalina. Quantos artistas participam de obras sociais e ninguém fala disso. Mas, os artistas do escândalo, aqueles que casam dez vezes, etc., estão sempre na mídia. Então, alguma coisa está errada em nossa degustação dos valores morais da sociedade. No dia que nós nos desinteressarmos pela notícia escandalosa eles deixarão de vender e vão ter que tentar colocar notícias melhores. Diz Emmanuel que notícia ruim não deve ser divulgado em tempo algum, e se nós estamos nos deliciando com isso, é porque estamos num momento difícil do gosto que estamos apresentando. Então, os homens e mulheres tem grande responsabilidade nessa expansão do mal. Porque eles tem os veículos em suas mãos e eles poderiam dar espaço ao bem. Ninguém está dizendo para não noticiar o mal, mas que o mal noticiado seja para construção do bem e não noticiar o mal por noticiar o mal. Que se use a notícia má para tirarmos exemplo de como não errarmos naquele ponto, de como devemos corrigir ou coibir, etc. Uma manchete negativa fica semanas, meses sendo falada a mesma coisa. Uma notícia boa, quando ele é falado, é só aquela vez e não há mais outra oportunidade. Verificamos quantas coisas boas você não fica sabendo e que há no mundo. O lar de crianças de Divaldo Franco, por exemplo, ninguém conhece. Ele atende mais de 3.500 pessoas por dia e que é bancado por ele com a comunidade. Quem tem nas mãos esta responsabilidade saibam usar esta responsabilidade, porque senão a gente acaba dando um tiro contra o próprio pé.






segunda-feira, 3 de outubro de 2011

ANIVERSÁRIO DE ALLAN KARDEC


Kardec nasceu dia 03 de outubro de 1804 em Lion na França.
Seu nome verdadeiro era Hyppolite Lèon Denizard Rivail. Ele era professor e escreveu vários livros didáticos.
Seu interesse pelos fenômenos começou quando aceitou o convite de um amigo para participar de uma reunião onde as mesas giravam. A princípio Kardec disse ao amigo que aquele fenômeno podia ter explicação natural. Mas depois que descobriu que as mesas respondiam perguntas disse: “Isto, agora, é outra questão. Só acreditarei quando o vir e quando me provarem que uma mesa tem cérebro para pensar, nervos para sentir e que possa tornar-se sonâmbula.”
Em maio de 1855, em casa da Srª Plainemaison, Rivail presenciou, pela primeira vez, o fenômeno da mesas girantes “que giravam, saltavam e corriam, em condições tais que não deixavam lugar a qualquer dúvida.”
Assistiu, também, a ensaios imperfeitos de escrita mediúnica numa ardósia (lousa), com auxílio de uma cestinha. Disse ele: “Entrevi, naquelas aparentes futilidades, no passatempo que faziam daqueles fenômenos, alguma coisa de sério, como a revelação de uma nova lei que tomei a mim estudar a fundo.”
Conheceu a família Baudin, em cuja casa, através da mediunidade das jovens Caroline e Julie, e pelos fenômenos com auxílio da cesta escrevente, pode observar: “Comunicações contínuas e respostas a perguntas formuladas, algumas vezes até a perguntas mentais, que causavam, de modo evidente, a intervenção de uma inteligência estranha.”
Verificou que as comunicações vinham de espíritos dos que já viveram na Terra e que não eram todos iguais em conhecimento nem moralidade. Mesmo assim, suas informações eram valiosas.
À medida que o prof. Rivail coletava os ensinamentos e os organizava de forma didática, foi se evidenciando que constituíam toda uma doutrina. Um conjunto de princípios, harmoniosamente entrosados, revelando as leis divinas (naturais e imutáveis) que regem o Universo e a vida dos seres.
Era a doutrina dos espíritos; eles é que a haviam ditado, o prof. Rivail não a criou nem a fundou, foi, apenas, o seu Codificador (quem coletou e organizou os ensinos, as leis e os princípios revelados).
Para distingui-la das demais doutrinas espiritualistas, Rivail a denominou Espiritismo e, aos adeptos, chamou de espíritas ou espiritistas.
Para apresentar e divulgar essa doutrina publicou livros espíritas. A fim de não confundirem com suas obras (livros) como pedagogo, publicou-as sob o pseudônimo de Allan Kardec, nome que tivera em uma encarnação anterior, entre os celtas (conforme lhe havia sido revelado).
O Espiritismo é na origem, uma revelação divina, por ser de iniciativa dos espíritos do Senhor, ou Espírito Santo; e humana na sua elaboração pelo trabalho de Kardec e de todos os estudiosos e pesquisadores com base nas informações prestadas pelos espíritos.
O Espiritismo é uma doutrina filosófica, de bases científicas e conseqüências morais (ou religiosas).




domingo, 2 de outubro de 2011

PARA SER ESPÍRITA PRECISA SER PERFEITO? - Divaldo Franco


Ouvimos pessoas dizerem: “- Bem, eu estou no Espiritismo faz dez anos, mas ainda não sou espírita. Eu sou neófito (aprendiz).”
É uma atitude desculpista porque, para ser espírita, basta adotar os postulados da Doutrina Espírita: a crença em Deus, na imortalidade da alma, na comunicabilidade do Espírito, na reencarnação, na pluralidade dos mundos habitados, aceitar o Evangelho de Jesus – eis aí o código que define a criatura espírita.
Outros se utilizam de ardis para escamotear o desinteresse pela transformação moral e pela realização de um mundo mais justo, dizendo sempre que são espiritualistas. Mas é óbvio que sendo espírita ele é espiritualista, mas sendo espiritualista não é, necessariamente, espírita. Naturalmente pode ser católico, protestante, budista, islamita; pode estar vinculado a qualquer corrente religiosa que aceite a imortalidade da alma, mas se moureja numa Casa Espírita e adota-lhe o conteúdo, torna-se-lhe exigível a definição, porquanto, uma atitude de comodidade das mais reprocháveis é a indefinição, que permite ao indivíduo enganar-se, na suposição de que está enganando aos outros.
Muitos dizem também: “Eu ainda não sou espírita, mas gostaria de ser, eu ainda não sou perfeito.” Mas, se Kardec disse que: “Reconhece-se o espírita pelo esforço que ele faz para melhorar-se”, significa que, se temos algo a melhorar, é porque não somos perfeito, portanto nosso discurso deveria ser assim: “Eu sou espírita imperfeito, mas estou tentando tornar-me melhor."
E, se esperarmos a perfeição para dizermos ser espíritas, não seremos nunca. Pois, quando alcançarmos a perfeição, não seguiremos mais uma religião, ou melhor, um rótulo religioso, porque nossa religião, no plano espiritual, será a prática do AMOR.
Então: “Assuma-se espírita!”


sexta-feira, 30 de setembro de 2011

COMO NASCERAM AS OBRAS BÁSICAS?


Nasceram a partir de um livro chamado O LIVRO DOS ESPÍRITOS. Um livro escrito pelos Espíritos através de vários médiuns e organizado por Allan Kardec. Este livro nasceu em 18 de abril de 1857 com 501 perguntas e respostas. Perguntas feitas por Kardec e respostas dadas por Espíritos. Já na segunda edição aumentaram para 1018 o número de perguntas e respostas. E a curiosidade sobre o assunto também foi aumentando por isso nasceram as outras obras da codificação, ou seja, como O Livro dos Espíritos está dividido em quatro partes: 1ª –DAS CAUSAS PRIMÁRIAS, 2ª – DO MUNDO ESPÍRITA OU MUNDO DOS ESPÍRITAS, 3ª – DAS CAUSAS MORAIS e 4ª – DAS ESPERANÇAS E CONSOLAÇÕES, cada parte virou um novo livro. Vejamos:

1ª PARTE : DAS CAUSAS PRIMÁRIAS: deu origem ao 5º livro "A GÊNESE" (1868). Este livro, além de representar a maturidade do pensamento kardequiano em torno da Doutrina Espírita, traz de forma lógica e reveladora, considerações acerca da origem do planeta Terra; explica a questão dos milagres, a natureza dos fluidos, os fatos extraordinários e as predições contidas no Evangelho;

2ª PARTE: DO MUNDO ESPÍRITA OU MUNDO DOS ESPÍRITOS: deu origem ao 2º livro "O LIVRO DOS MÉDIUNS" (1861). Também conhecido como guia dos médiuns e dos evocadores ele trata do tema central da Doutrina: a atuação dos médiuns e o relacionamento deles com os Espíritos desencarnados. Trata também da Ciência espírita e apresenta uma série de definições para as atuações e tipos de médiuns, bem como para os Espíritos que podem apresentar imperfeições, uma vez que nada mais são do que humanos sem corpo físico;

3ª PARTE: DAS CAUSAS MORAIS: deu origem ao 3º livro "O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO” (1864). Kardec entendia que as seitas, cultos e religiões se preocupam mais com a parte mística do que com a parte moral. Explica ele que, apesar da moral evangélica ter sido sempre admirada, trata-se mais de um ato de fé do que compreensão verdadeira, uma vez que o novo testamento é de difícil entendimento para a maioria dos leitores. Os preceitos morais contidos no Evangelho foram escritos repletos de parábolas e metáforas, dificultando o entendimento. Assim, para tornar as “passagens obscuras” do texto, mais claras, o Evangelho Segundo o Espiritismo traz explicações sobre como aplicar os ensinamentos de Cristo na vida. Desta maneira, com a ajuda dos Espíritos, Kardec introduz o que ele chama de “chave” para decifrar o conteúdo do Evangelho;

4ª PARTE: DAS ESPERANÇAS E CONSOLAÇÕES: deu origem ao 4º livro "O CÉU E O INFERNO” (1865). Este livro trata das causas do temor da morte; fala obviamente sobre Céu e Inferno, e traça paralelos entre as crenças cristãs existentes e a espírita (uma nova crença cristã) a respeito do limbo, das penas eternas, dos anjos e origem dos demônios. Na parte em que apresenta depoimentos, surgem narrações de desencarnados em condições razoáveis de evolução, bem como Espíritos infelizes, sofredores e suicidas. Traz um exame comparando sobre a passagem da vida material para a espiritual, falando sobre as penalidades e recompensas, anjos e demônios.
As perguntas do O Livro dos Espíritos foram formuladas por Allan Kardec, mas as respostas foram dadas pelos Espíritos através da mediunidade de várias jovens médiuns. E as informações dos outros livros foram organizadas por Kardec, mas também vieram dos Espíritos. Por isso o livro chama-se “O LIVRO DOS ESPÍRITOS”, já que pertence a eles (Espíritos).