sexta-feira, 9 de setembro de 2011

EMMANUEL FOI MANUEL DA NÓBREGA


Uma das encarnações de Emmanuel, segundo informes do Plano Espiritual, se deu como o padre Manuel da Nóbrega (1517-1570), quando fundou a aldeia de Piratininga e o Colégio de São Paulo, dando origem à cidade de São Paulo.
Emmanuel revelou ter sido o padre Manoel da Nóbrega numa sessão realizada em 1949. Partes da mensagem psicografada diziam: "O trabalho de cristianização, irradiado sob novos aspectos do Brasil, não é novidade para nós ... Nos azares e aventuras da terra dadivosa que parecia sem fim, aceitei a sotaina, de novo, e por Padre Nóbrega conheci de perto as angústias dos simples e as aflições dos degredados. Intentava o sacrifício pessoal para esquecer o fastígio mundano e o desencanto de mim mesmo, todavia, quis o senhor que, desde então, o serviço americano e, muito particularmente, o serviço ao Brasil não me saísse do coração. A tarefa evangelizadora continua. A permuta de nomes não importa. Desde que conheçamos a governança e a tutela de Cristo, o nome de quem ensina ou de quem faz não altera o programa.”
Reencarnado na vila portuguesa de Sanfins, em 1517, o padre ficou conhecido como "o primeiro apóstolo do Brasil", para onde veio em 1549. Ele desencarnou em 1570, 16 anos após a fundação de nossa cidade.
No Anuário Espírita de 1974, no qual consta uma reportagem acerca do título de cidadão honorário recebido pelo médium Chico Xavier (1910-2002) em São Paulo, em 19/05/ 1973. Na ocasião, Chico Xavier esclareceu sobre a fundação da cidade ocorrida em 29/08/1553: o eminente Padre Manoel da Nóbrega, fundador de São Paulo, considerada presentemente a cidade mais importante do Hemisfério Sul, foi visitado pelo Apóstolo São Paulo, que lhe apareceu nimbado de intensa luz. Redivivo, o amigo da gentilidade apontou-lhe as Campinas circunjacentes e lhe pediu fundasse, no Planalto Piratiningano, uma cidade, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que se estabelecesse sobre as quatro colunas básicas do Cristianismo: amor e fé, trabalho e instrução. Então, sem dúvida alguma, Paulo de. Tarso (séc. I), o apóstolo dos gentios e uma das principais figuras da divulgação do Evangelho no mundo, em Espírito tem participado do desenvolvimento de São Paulo.
A propósito, o historiador paulista Tito Lívio Ferreira certa vez perguntou: "Por que teria Padre Manoel da Nóbrega escolhido esse dia para fundar a cidade de São Paulo dentro de uma Escola, fato ímpar na História do Mundo?" Porque 25 de Janeiro é o dia da Conversão do Apóstolo São Paulo. Nesse caso, vemos que foi decisão de Nóbrega homenagear Paulo de Tarso, deliberadamente.

E hoje, segundo Nena Galves (amiga de Chico Xavier), Emmanuel está encarnado. Ele encarnou alguns anos antes da desencarnação de Chico Xavier. E este acompanhou a reencarnação de Emmanuel assim como acompanhou a reencarnação de sua mãe, Maria João de Deus. E Sonia Barsante, residente em Uberaba, MG, e freqüentadora do Grupo Espírita da Prece de Chico Xavier, também testemunha que em determinado dia no ano de 2000 Chico Xavier ausentou-se por alguns momentos em transe mediúnico. Ao retornar disse-lhe com alegria que fora em desdobramento espiritual até uma cidade do Estado de São Paulo para visitar um bebê que seria o espírito de Emmanuel já reencarnado. Terminou dizendo-lhe e aos demais que lá estavam presentes: “Vocês ainda vão reconhecê-lo!”
 
OBSERVAÇÃO DE RUDYMARA: Para nós do Grupo Allan Kardec não importa postar um texto que atraia apenas uma curiosidade vazia. Mas, importa tirarmos lições como, neste caso, mostrarmos a veracidade da reencarnação e a confirmação da questão 95 do O Livro dos Espíritos onde os Espíritos disseram à Allan Kardec que o desencarnado pode ficar visível e até palpável aos encarnados na forma que lhe convém usando o envoltório semimaterial chamado perispírito. No caso de Emmanuel ele não se apresentou com a forma de sua última encarnação, mas sim da encarnação que lhe marcou mais que foi como o senador Públio Lentulus, que viveu na época de Jesus, confirmada no livro "Há 2000 mil anos". Além de confirmar a vinda de Espíritos de grande evolução na fase de transição planetária para ajudar na evolução do planeta.

 
Clique neste link e veja todas as encarnações de Emmanuel
http://pt.wikipedia.org/wiki/Emmanuel_%28esp%C3%ADrito%29




quarta-feira, 7 de setembro de 2011

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL


Sete de setembro. Feriado nacional. Dia da Independência do Brasil.
Por todo o País se fazem presentes as comemorações.
São desfiles militares, escolares, civis. Discursos, bandas, orquestras.
Evoca-se 1822, em verso e prosa.
Enaltece-se Dom Pedro I como o Libertador.
Desde a sua audaciosa desobediência às determinações da Metrópole portuguesa, não regressando a Portugal, estava proclamada a Independência do Brasil.
O Príncipe tinha suas noites povoadas de sonhos de amor à liberdade.
Desenvolvia no Espírito as noções da solidariedade humana.
Não representava o tipo ideal necessário à realização dos projetos espirituais, mas era voluntarioso. E ele era a autoridade.
Os patriotas já não pensavam noutra coisa que não fosse a organização política do Brasil.
A imprensa da época concentrava as energias nacionais para a suprema afirmação da liberdade da Pátria.
As pessoas viviam a expectativa. Todos os corações aguardavam.
Então, no retorno da sua viagem a São Paulo, um correio leva ao conhecimento de Dom Pedro as novas imposições das cortes de Lisboa.
Ali mesmo, nas margens do Ipiranga, ele deixa escapar o grito: “Independência ou Morte!”
Sem suspeitar, Dom Pedro I era dócil instrumento de um Emissário Divino, que velava pela grandeza da Pátria.
Consumou-se o fato e, logo, os versos do Hino da Independência eram cantados: “Já podeis da Pátria filhos, ver contente a Mãe gentil. Já raiou a liberdade, no horizonte do Brasil.”
A independência do Brasil foi fruto do intenso trabalho das hostes espirituais junto aos homens. Muitos homens deram a vida por este Ideal.
São passados 185 anos da nossa Independência.
Olhamos o nosso imenso País, um gigante geográfico e nos indagamos: “Somos realmente livres?”
A verdadeira independência é moral.
Enquanto prosseguem vigentes o jeitinho brasileiro e a lei de Gerson não seremos livres.
Quando assumirmos nosso papel de homens dignos, corretos, fiéis aos nobres ideais, seremos livres.
Quando o estandarte da solidariedade e da tolerância se implantar em nossos corações, a nossa bandeira verde e amarela tremulará mais bela.
Quando estendermos os braços para o bem da comunidade, as estrelas do Pano Pátrio brilharão com maior intensidade.
Quando a ordem e a disciplina se instalarem nas ações de todos nós, o branco do Pavilhão Nacional terá alcançado o verdadeiro sentido: a paz.
Para que o progresso real se instale, é necessário que as individualidades cresçam. A soma das conquistas pessoais resultará no crescimento coletivo.
Hoje é um excelente dia para se propor a trabalhar pelo nosso Gigante.
Dizem que está adormecido, mas só porque os seus filhos dormem.
A Mãe gentil que nos recebe nesta etapa da vida no planeta merece-nos o esforço.
Se quisermos, e só se quisermos, poderemos tornar verdadeira, desde agora a assertiva espiritual: Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho.
Coração que pulsa, que ama, que não relega ao abandono os seus filhos. E tanto quanto pode, recebe e ampara os filhos de outros solos.
Pátria do Evangelho que irradia o bem, que serve de modelo, que luta pela Justiça, pela Verdade.
Independência moral. Crescimento real. Vamos todos começar neste dia a lutar por tais objetivos?
Você sabia que Tiradentes, morto em 1792, continuou após a sua morte, a trabalhar pela Independência do Brasil?
Ele estava com o Príncipe Regente Dom Pedro no Grito do Ipiranga.
Isto demonstra que os Espíritos, mesmo abandonando a carne, prosseguem nos Ideais abraçados.
Os Espíritos, como os homens, amam o torrão que lhes serviu de berço, se interessam pelas coletividades, trabalham pelo bem geral.

Redação do Momento Espírita, com base nos cap. 18 e 19 do livro Brasil, coração do Mundo, Pátria do Evangelho, pelo Espírito Humberto de Campos, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.


OBSERVAÇÃO DE RUDYMARA: Por que não temos mais a matéria "EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA" nas escolas? Porque com o fim da ditadura militar, os que instituiram a Democracia entenderam que essa disciplina era "coisa de militarismo". No entanto, na Democracia os jovens não conhecem mais quem fizeram a história do Brasil, da cidade, onde se localizam geograficamente, mas sabem o nome e a vida do cantor predileto, as fofocas dos artistas, quem entra e quem sai do BBB e tantas outras futilidades. Muitos perderam respeito pelo país porque associam o país aos governantes dele. O país só é um pouco exaltado na época da Copa do Mundo, onde interesses financeiro e político dos dirigentes também estão desanimando o povo de torcer. Infelizmente, vemos muitos jovens usando camisas de outros países nesta época e até torcendo contra a Seleção Brasileira. A educação moral tinha como finalidade o ensinamento do exercício dos direitos e deveres dos cidadãos na escola, no lar, na sociedade. Enfim, queremos a volta da "EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA", urgente.





segunda-feira, 5 de setembro de 2011

ESPÍRITO PROTETOR - J. Raul Teixeira


P: - É ponto pacífico em todas as religiões, que todo indivíduo tem um espírito protetor ou "anjo da guarda" que o acompanha durante toda a vida. Esse espírito fica sempre junto do seu protegido ou sua atuação se faz à distância?

R: - Esse Anjo da Guarda estará sempre junto ao seu protegido, sem que esse "estar junto" seja entendido física ou geograficamente. Mesmo que se encontre à distância do protegido o Anjo Guardião estará "perto", desde que o seu tutelado se mantenha psiquicamente a ele vinculado. Isso nos permite dizer que a atuação do Guardião pode fazer-se estando próxima ou distante, fisicamente, do seu protegido.

P: - A chamada "Voz da Consciência" é a voz desse espírito protetor?

R: - A voz da consciência, geralmente, se refere à presença das leis divinas em nossa intimidade, agindo na condição do implacável juiz que nos aplaude quando acertamos e que nos admoesta quando erramos. Entretanto, em muitas ocasiões, a inspiração superior dos nossos Guardiões pode-se apresentar como verdadeira voz da consciência, principalmente quando nos vem advertir quanto a situações comprometedoras ou, ainda, quando nos sugere realizações importantes para a nossa jornada de evolução.

P: - Ele tem recursos para evitar ou provocar acidentes ou enfermidades, com o objetivo de proteger seu pupilo de um mal maior?

R: - Quanto mais evoluídos são os Espíritos, de mais recursos dispõem para conduzir os seus tutelados para uma ou outra situação, sempre atentos às necessidades e aos méritos dos seus pupilos, principalmente quando essas necessidades e esses méritos tenham o poder de interferir positivamente no processo evolucional dos indivíduos.

P: - Quais são os recursos que ele adota para desviar seu protegido dos vícios, das paixões e demais prejuízos espirituais?

R: - Pode ele inspirar, mobilizar situações sociais em torno dos seus tutelados. Pode lançar mão de fluidos diversos, de energias variadas, que tenham a possibilidade de agir nas células, nos órgãos, no psiquismo. Entretanto todas essas providências estão sempre associadas à "lei do mérito”.

P: - Esgotados esses recursos ele se afasta deixando o pupilo entregue a sua própria sorte?

R: - Consciente como é de que não deverá impor ao seu tutelado, aquilo que este não queira, entrega-o ao próprio livre arbítrio, quando, então, se vinculará às faixas vibratórias que deseje, até o momento do arrependimento e do "retorno" aos bons climas espirituais.