Nesta etapa, os 10 candidatos disputam o título que será divulgado no início de Julho de 2011. A iniciativa de lançar o concurso foi do dramaturgo brasileiro Aguinaldo Silva.
Entre e vote: http://www.aguinaldosilvadigital.com.br/2010/?page_id=2811
"Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más."


Em O Livro dos Espíritos, questão 103, o Espírito de Verdade esclareceu dizendo: "OS ESPÍRITOS VÊM INSTRUÍ-LOS E GUIÁ-LOS NO CAMINHO DO BEM E NÃO NO CAMINHO DAS HONRAS E DA FORTUNA, OU PARA SERVIREM SUAS MESQUINHAS PAIXÕES. SE VOCÊS NÃO LHES PEDISSEM NADA DE FÚTIL OU FORA DE SUAS ATRIBUIÇÕES, NÃO DARIAM OPORTUNIDADE ALGUMA AOS ESPÍRITOS ENGANADORES; ONDE VOCÊS DEVEM CONCLUIR QUE QUEM É ENGANADO TEM APENAS O QUE MERECE.”

Divaldo: Não, o sexo é um fenômeno biológico de atração magnética, porque os animais o praticam e não se amam. O amor é um sentimento, o sexo é um veículo de sensações. Quando irrigado pelas superiores emoções do amor, ele ilumina a alma, sem o condimento santificante desta emoção, ele atormenta o Ser.
Não creio que os jovens sejam responsáveis por isso, mas sim, muitos adultos e muitos idosos que mantiveram o conceito sexual na indumentária do pecado. Todo fenômeno de revolução passa por um ápice, para depois chegar à normalidade.
Ocorre que as grandes indústrias do sexo, a grande mídia, estimulam as sensações mais primitivas, para poderem vender prazer, atrapalhando de conduzi-lo às expressões superiores da vida. Mas, é natural.
Não está distante o dia que, o homem, saturado das sensações, buscará encontrar-se consigo mesmo, através das emoções superiores, nas quais o sexo tem um papel muito importante a desempenhar: a permuta (troca) de hormônios e o equilíbrio da vida.
E o adultério é coabitar (viver) com alguém e aventurar-se simultaneamente (ao mesmo tempo) com outrem. Não nos parece legal nem moral esse comportamento.

| Içami Tiba, conhecido e respeitado psiquiatra paulista, defende a tese de que o álcool é, sem dúvida, a porta de entrada para a maconha e outras drogas consideradas mais pesadas. O jovem que pensava em experimentar a maconha, mas não tinha coragem, passa a tê-la quando ingere bebida alcoólica. Essa idéia, que é abonada por diversos especialistas, acrescenta aos malefícios causados pelo álcool mais um item na sua imensa lista de inconveniências. E um item importante, dados os problemas que o consumo das drogas tem produzido na sociedade moderna. No meio espírita sabe-se, já faz tempo, da relação que existe entre o consumo de álcool e a obsessão. No capítulo de abertura do livro Diálogo dos Vivos, obra publicada em 1974, Herculano Pires escreveu: “A obsessão mundial pelo álcool, no plano humano, corresponde a um quadro apavorante de vampirismo no plano espiritual. A medicina atual ainda reluta – e infelizmente nos seus setores mais ligados ao assunto, que são os da psicoterapia – em aceitar a tese espírita da obsessão. Mas as pesquisas parapsicológicas já revelaram, nos maiores centros culturais do mundo, a realidade da obsessão. De Rhine, Wickland, Pratt, nos Estados Unidos, a Soal, Carrington, Price, na Inglaterra, até a outros parapsicólogos materialistas, a descoberta do vampirismo se processou em cadeia. Todos os parapsicólogos verdadeiros, de renome científico e não marcados pela obsessão do sectarismo religioso, proclamam hoje a realidade das influências mentais entre as criaturas humanas, e entre estas e as mentes desencarnadas”. O fato é de fácil compreensão. A dependência do álcool prossegue além-túmulo e, como o Espírito não pode obtê-lo no local em que agora reside, o chamado plano extrafísico, ele só consegue satisfazer a sua compulsão pela bebida associando-se a um encarnado que beba, o que tem sido confirmado por vários autores, como André Luiz e Cornélio Pires. Este último, na mesma obra acima citada, disse a um amigo, que o consultou sobre o tema, que “cachaça, meu caro João, recorda simples tomada que liga na obsessão”. E, finalizando sua resposta vazada em versos, reafirmou: “Eis no Além o que se vê, seja a pinga como for, enfeitada ou caipira, é laço de obsessor”. Ora, se o álcool favorece o processo obsessivo, não é difícil entender por que o psiquiatra paulista entende que pode ele dar início ao consumo de drogas mais pesadas, que podem matar ainda mais rapidamente que o álcool, como é o caso do crack e da cocaína. Dizemos “mais rapidamente”, porque, ninguém ignora, todas matam, mais cedo ou mais tarde. |


