terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

GÊMEOS SIAMESES NA VISÃO ESPÍRITA

212. Há duas almas, nas crianças cujos corpos nascem ligados, tendo comuns alguns órgãos?
“Sim, mas a semelhança entre elas é tal que faz vos pareçam, em muitos casos, uma só alma.” (O Livro dos Espíritos)
Observação: Aqui é citado o caso dos siameses, onde os corpos nascem ligados e alguns órgãos sustentam os dois corpos, mas são duas almas.



Os xifópagos, via de regra, são dois espíritos ligados por cristalizados ódios, construídos ao longo de muitas reencarnações, e que reencarnam nestas condições, raramente por livre escolha e nem por punição de Deus (aliás, Deus não pune, nem castiga, apenas corrige suas criaturas), mas por uma espécie de determinismo originado na própria lei de Ação e Reação (Causa e Efeito), que os hindus denominam de “karma”. Alternando-se as posições como algoz e vítima e, também, de dimensão física e extrafísica, constrangidos por irresistível atração de ódio e desejo de vingança, buscam-se sempre e culminam se reaproximando em condições comoventes, que os obriga a compartilhar até do mesmo sangue vital e do ar que respiram.
(...) Do ponto de vista espiritual, entendemos se tratar provavelmente de dois espíritos ligados por ódio extremo, talvez de muitas reencarnações, e que renascem nestas condições não por livre escolha ou imposiçao da lei divina, mas por uma espécie de determinismo originado na própria lei de causa e efeito. Alternando-se as posições como algoz e vítima e, também, de plano (físico e espiritual), impelidos por irresistível atração de ódio e desejo de vingança, buscam-se sempre e acabam se reencontrando por vezes em circunstâncias dramáticas, que os obrigam a partilhar até do mesmo sangue vital e do ar que respiram.
(...) A convivência ensejará que os dois seres, durante a trajetória (seja ela mais longa ou muito curta), estabeleçam laços de parceria e apoio, despertando sentimentos de amizade, de respeito e início de reconciliação pelo perdão, ainda que imanifestos.


 
FONTE: REVISTA CRISTÃ DO ESPIRITISMO

domingo, 13 de fevereiro de 2011

NO MOMENTO DE DORMIR


O sono é o repouso do corpo, mas o Espírito não necessita desse repouso. Enquanto os sentidos se entorpecem, a alma se liberta parcialmente da matéria, gozando das suas faculdades espirituais. O sono foi dado ao homem para a recuperação de suas forças orgânicas e das suas forças morais. Enquanto o corpo recupera as energias gastas no estado de vigília, o Espírito vai se retemperar entre os outros Espíritos. É então que ele tira, de tudo o que vê, de tudo que percebe, e dos conselhos que lhe são dados, as idéias que lhe ocorrem depois, em forma de intuições. É o retorno temporário do exilado à sua verdadeira pátria, a liberdade momentaneamente concedida ao prisioneiro. Mas acontece, como no caso dos prisioneiros perversos que o Espírito nem sempre aproveita esse momento de liberdade para o seu adiantamento. Se conserva maus instintos, em vez de procurar a companhia dos Bons Espíritos, busca a dos seus semelhantes, e dirige-se aos lugares em que pode liberar as suas más inclinações. Aquele que se acha compenetrado desta verdade eleve o seu pensamento, no momento em que sente aproximar-se o sono; solicite o conselho dos Bons Espíritos e daqueles cuja memória lhe seja cara, a fim de que venham assisti-lo, no breve intervalo que lhe é concedido. Se assim fizer, ao acordar se sentirá fortalecido contra o mal, com mais coragem para enfrentar as adversidades.

O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXVIII, item 38



sábado, 12 de fevereiro de 2011

ÁLCOOL MATA MAIS QUE AIDS, TUBERCULOSE E VIOLÊNCIA, DIZ OMS



O álcool causa quase 4% das mortes no mundo todo, mais do que a Aids, a tuberculose e a violência, alertou a OMS (Organização Mundial da Saúde) nesta sexta-feira.

O aumento da renda tem provocado o consumo excessivo em países populosos da África e da Ásia, incluindo Índia e África do Sul. Além disso, beber em excesso é um problema em muitos países desenvolvidos, informou a agência das Nações Unidas.

No entanto, as políticas de controle do álcool são fracas e ainda não são prioridade para a maioria dos governos, apesar do impacto que o hábito causa na sociedade: acidentes de carro, violência, doenças, abandono de crianças e ausência no trabalho, de acordo com o relatório.

Cerca de 2,5 milhões de pessoas morrem anualmente por causas relacionadas ao álcool, disse a OMS em seu "Relatório Global da Situação sobre Álcool e Saúde".

"O uso prejudicial do álcool é especialmente fatal em grupos etários mais jovens e beber é o principal fator de risco de morte no mundo entre homens de 15 a 59 anos", afirma o relatório.

Na Rússia e na CEI (Comunidade dos Estados Independentes), uma em cada cinco mortes ocorre devido ao consumo prejudicial, a taxa mais elevada do planeta.

A bebedeira, que muitas vezes leva a um comportamentos de risco, agora é prevalente no Brasil, Cazaquistão, México, Rússia, África do Sul e na Ucrânia, e está aumentando entre outras populações, segundo a OMS.

"Mundialmente, cerca de 11% dos consumidores de álcool bebem bastante em ocasiões semanais; os homens superam as mulheres em quatro a cada uma. Eles praticam constantemente um consumo de risco em níveis muito mais elevados do que as mulheres em todas as regiões", disse o relatório.

Em maio passado, ministros da Saúde dos 193 países-membros da OMS concordaram em tentar conter o consumo excessivo de álcool e de outras formas crescentes do uso excessivo por meio de altos impostos sobre bebidas alcoólicas e restrições mais rígidas de comercialização.

FONTE:http://www.correiodoestado.com.br/noticias/alcool-mata-mais-que-aids-tuberculose-e-violencia-diz-oms_99060/


Leiam também o texto "BEBIDA ALCOÓLICA É DROGA?" que está postado neste blog no mês de janeiro de 2010



ALCOOLISMO COMEÇA EM CASA


Jovens começam a beber dentro de casa


O alcoolismo está entre as drogas de maior relevância no Brasil, sendo o consumo superior ao das drogas ilícitas. Estima-se que 11,2% da população seja dependente de álcool, conforme pesquisa do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas – Cebrid.

Os dados específicos da Região Sul apontam que 69,4% da população já consumiu álcool alguma vez na vida.
Outra pesquisa desenvolvida pelo Cebrid com estudantes de 10 capitais apontou que 40% dos entrevistados de 12 a 18 anos ingeriram bebida alcoólica pela primeira vez em casa. Os dados confirmam que nos últimos anos têm aumentado a dependência entre jovens e mulheres.

Conforme a Associação dos Alcoólatras Anônimos de Santa Catarina, geralmente o dependente de álcool demora para aceitar a dependência. Nesses casos, o apoio da família e dos amigos é fundamental.

Geralmente a pessoa é levada para o grupo pelos amigos, onde são compartilhadas experiências. O tempo de recuperação depende de cada pessoa. Aos poucos, a pessoa vai tendo consciência dos seus limites e volta a ter uma vida normal - disse um dos membros da AAA/SC. Atualmente a Associação dos Alcoólatras Anônimos possui 235 grupos no Estado.
Fonte: Diário Catarinense

www.antidrogas.com.br


IMPORTANTE

  • Procure o seu médico para diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios.
  • As informações disponíveis no site da Dra. Shirley de Campos possuem apenas caráter educativo.
Publicado por: Dra. Shirley de Campos

FONTE: http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/17909



OBSERVAÇÃO: Uma criança é um Espírito que chega aos nossos braços sem sabermos quem foi, que virtude ou falha moral desenvolveu na vida passada. Então, quando um pai bebe perto de seu filho, ele pode estar despertando lembranças do passado. Por exemplo: se um de seus filhos tinha vicio de bebida alcoólica, este pai estará ajudando este Espírito a lembrar este vício e inscentivando a errar novamente no mesmo ponto que, talvez, ele tenha errado no passado.



Leiam também o texto
"BEBIDA ALCOÓLICA É DROGA?" que está postado neste blog no mês de janeiro de 2010

CCC



sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

TERAPIA DO TRABALHO - estória para reflexão



Conta, Terezinha Pousa Paiva, que certa vez, quando estava no Grupo Espírita da Prece, em Uberaba, chegou uma mulher bem vestida e elegante, demonstrando tratar-se de pessoa bem situada socialmente. Contudo, seu olhar vagava, às vezes, perdido, demonstrando uma certa alienação mental. Essa mulher, aproximando-se do Chico, pediu-lhe uma orientação. E, ele, atendendo-a, relatou a seguinte história:

Havia uma mulher, que tinha vários perseguidores, que a molestavam constantemente, nunca a deixando em paz. Aconteceu que essa mulher, por orientação de alguém, passou ao trabalho, de manhã à tarde, durante todos os dias da semana, inclusive nos feriados, fins de semana e dias santos, confeccionando roupas para os desvalidos.
De vez em quando, seus perseguidores compareciam ao local de seu trabalho, a fim de verificarem se ela ainda continuava trabalhando, ou se já o havia abandonado, na intenção de retomar a possessão. Mas encontravam-na sempre nas tarefas, com a mente toda ocupada no serviço.
E o tempo corria.
De quando em quando, um dos perseguidores convidava os outros:
– Como é, pessoal, vamos ver como está a fulana?
E quando lá chegavam, encontravam-na sempre no trabalho.
E assim fizeram por várias vezes.
Escoaram-se dez anos. Seus obsessores, ao se aproximarem, mais uma vez, constataram que ela permanecia fiel ao trabalho e ao compromisso assumido, com a mente absorvida no capricho da agulha e da idéias renovadas.
Um deles, adiantando-se, falou:
– Essa não tem jeito, não! Desistamos! Deixemo-la, rapazes! Vamos embora!
E lá se foram e nunca mais voltaram...

Esta história, é um alerta para o cuidado que temos que ter com a hora vazia.

Extraído do livro "Chico Xavier – Casos Inéditos", de Weimar Muniz de Oliveira – 1ª Edição 1998


HORA VAZIA


Cuidado com a hora vazia, sem objetivo, sem atividade.
Nesse espaço, a mente engendra mecanismos de evasão e delira.
Cabeça ociosa é perigo a vista.
Mãos desocupadas facultam o desequilíbrio que se instala.
Grandes males são maquinados quando se dispõe de espaço mental em aberto.

Se, por alguma circunstância, surge-te uma hora vazia, preenche-a com uma leitura salutar, ou uma conversação positiva, ou um trabalho que aguarda oportunidade para execução, ou uma ação que te proporcione prazer . . .
O homem, quanto mais preenche os espaços mentais com as idéias do bem, mediante o estudo, a ação ou a reflexão, mais aumenta a sua capacidade e conquista mais amplos recursos para o progresso.
Estabelece um programa de realizações e visitas para os teus intervalos mentais, as tuas horas vazias, e te enriquecerás de desconhecidos tesouros de alegria e paz.
Hora vazia, nunca!

(Joanna de Ângelis – do livro: Episódios Diários – psicografado por Divaldo P. Franco)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

HISTÓRIA DE UM ESPÍRITO - Divaldo P. Franco


 
Há muitos anos, um Espírito apareceu a Divaldo (médium espírita, dirigente da instituição Mansão do Caminho da Bahia), e contou-lhe sua triste história:
“Eu era uma mulher bela, casada, também, com um homem muito atraente. Éramos felizes . . . até que um dia a beleza física dele nos desgraçou. Simpático, jovial e atraente, arranjou outra mulher mais bela e mais jovem do que eu. Uniu-se a ela, e disse-me:
- A partir de hoje irei transferir-me de casa. Por você estar velha e desgastada, procurei outra mulher mais jovem para me estimular e dar colorido à minha vida.
Dizendo isso, arrumou suas malas e saiu. Enquanto ele saía, dei um tiro em minha cabeça, para que ele ouvisse e tivesse remorso para o resto da vida. Suicidei-me . . . Não posso lhe dizer quanto tempo se passou . . . Senti o tormento que me veio depois do suicídio, a crueldade do ato impensado, o desespero que me proporcionou. Tudo quanto posso lhe dizer é que agora eu me libertei, momentaneamente do tiro, da bala que partira minha cabeça. E meu primeiro pensamento foi ver o homem por quem eu destruí minha vida. Quis visitá-lo, e uma força estranha como um magneto atraiu-me à uma casa majestosa, a uma mulher de meia idade e a um homem que estava atormentado e deitado em uma cama especial. Era meu antigo marido, portador agora de uma doença degenerativa. Estava desmemoriado, deformado, hebetado, teve também, derrame cerebral, estava sem cabelos, sem dentes, trêmulo sobre a cama . . . Uma verdadeira pasta de carne! Então eu olhei, e pensei: - Meu Deus! Foi por isso que eu me matei!? Como fui tão apegada à matéria, que murcha e se decompõe mesmo em vida. Hoje estou sofrendo moralmente! Como pude dar tanto valor à matéria! . . . Não confiei em Deus, e cheguei ao extremo de tirar minha vida por um homem que não a merecia, enceguecida por sua beleza física. Apeguei-me muito, a ponto de anular minha personalidade. Não podia viver sem ele. Tem piedade de mim e de todos aqueles que estão presos às pastas de carnes que irão se decompor e morrer em breve tempo, mais breve do que esperamos.”
E o Espírito, saiu depressa, sem dar tempo de Divaldo falar com ela.

Dessa história, podemos tirar 3 lições:
1ª - Sobre o suicídio. A recomendação Espírita é: “Não se mate você não morre.”
2ª - Procurar parceiros (as) visando beleza física e não espiritual, é outro engano. O amor verdadeiro não é cego, mas a paixão sim. Na questão 969, os Espíritos disseram para Allan Kardec que: “Muitos são os que acreditam amar perdidamente, porque apenas julgam pelas aparências, e que, obrigados a viver em comum, não tardam a reconhecer que só experimentaram um encantamento material! Não basta uma pessoa estar enamorada de outra que lhe agrada e em quem supõe belas qualidades. Vivendo realmente com ela é que poderá apreciá-la. Cumpre não se esqueça de que é o espírito quem ama e não o corpo, de sorte que, dissipada a ilusão material, o espírito vê a qualidade.”
3ª - Ninguém é de ninguém. Ninguém é posse de ninguém. Quando amamos verdadeiramente a outra pessoa, nós queremos vê-la bem, feliz, seja lá com quem for. Divaldo com muita propriedade nos exorta:
- É necessário libertar-nos dos apegos, das coisas escravocratas e seguirmos a direção do alvo, porque somos a flecha que o grande Arqueiro disparou.
 



As 3 observações foram feitas por Rudymara



 
 
 
 
 
 

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

PADRE DESRESPEITA ESPIRITISMO E RELIGIÕES ESPIRITUALISTAS



O Ministério Público pediu e a Justiça da Bahia atendeu: o livro “Sim, Sim! Não, Não! Reflexões de Cura e Libertação”, do padre Jonas Abib (foto), terá de ser recolhido das livrarias por, nas palavras do promotor Almiro Sena, conter “afirmações inverídicas e preconceituosas à religião espírita e às religiões de matriz africana, como a umbanda e o candomblé, além de flagrante incitação à destruição e ao desrespeito aos seus objetos de culto”.
Manuela Martinez, da Folha, reproduz um trecho do livro: "O demônio, dizem muitos, "não é nada criativo". (...) Ele, que no passado se escondia por trás dos ídolos, hoje se esconde nos rituais e nas práticas do espiritismo, da umbanda, do candomblé".
Nota da Canção Nova afirma que Abib tem um “profundo respeito a todas as pessoas e ideologia, (...) difundindo o amor cristão”.
Não é o que ele prega nem no livro nem em seus sermões.
Em seu sermão do dia 4 de fevereiro de 2008, ao criticar o “espiritismo de mesa, de terreiro, com todas as suas práticas, seus rituais”, contou que, quando tinha terminado de escrever o livro “Sim, Sim!”, a cópia que tinha no computador ficou embaralhada:
Não se dava para entender nada. Todos os capítulos foram conservados, mas não dava para entender nada do que estava digitado. Ali percebi o demônio querendo impedir que eu publicasse este livro, mas refiz todo o livro e ainda melhor

O negrito é da transcrição do sermão no site da Canção Nova.

O padre termina o sermão assim:

Em Levítico, capítulo 19, versículo 31, diz: “Não vos dirijais aos espíritas nem aos adivinhos: não os consulteis, para que não sejais contaminados por eles. Eu sou o Senhor, vosso Deus.” E ainda; Levítico capítulo 20, versículo 6, diz: “Se alguém se dirigir aos espíritas ou aos adivinhos para fornicar com eles, voltarei meu rosto contra esse homem e o cortarei do meio de seu povo.”

NOSSO COMENTÁRIO: Nos admira a ignorância do padre. Pois, como pode se predispor a escrever um livro sem conhecimento do assunto? - Espiritismo é um só. As outras religiões como a Umbanda, Quimbanda e Candomblé são religiões espiritualistas, não tem ligação, ou melhor, não são ramificações do Espiritismo; - O Espiritismo não tem rituais, mas as religiões espiritualistas (como a católica) tem; - O Espiritismo não pode estar citado na Bíblia porque ele surgiu em 1857 e a Bíblia começou a ser escrita em 1437 a.C. , até João em 98 d.C. A palavra "ESPIRITISMO" e "ESPÍRITA" foram criadas por Kardec. Pedimos ao padre que troque sua Bíblia pela Bíblia de Jerusalém, que é a mais bem traduzida, segundo estudiosos; - Se o padre citou Levíticos para nos atacar, podemos citar outros capítulos e versículos da Bíblia que os católicos não seguem. Por exemplo: Levíticos 20:13 - "O homem que se deitar com outro homem será punido até a morte." ou então em Levíticos 21:17-23 "Deficientes físicos estão proibidos de aproximar-se do altar do culto, para não profaná-lo com seu defeito." Perguntamos: Os católicos seguem estas leis de Moisés? Graças a Deus não. O tempo da "santa inquisição" já passou. Então, nós espíritas só pedimos respeito. Acreditamos que todas as religiões são boas, só não são melhores por serem conduzidas por pessoas com pouco entendimento do que Deus quer de nós. Perde-se muito tempo apontando erros alheios, sem buscar corrigir os seus próprios. Queremos direito de pensar, de agir, de falar, mas não queremos dar este direito aos outros. Temos muito que aprender. Mas fica aqui nosso comentário com a intenção de esclarecer e de dizer: CHEGA DE INTOLERÂNCIA RELIGIOSA.



DIVALDO FRANCO DEMONSTRA COMO APLICAR O PASSE





QUEREMOS AGRADECER A COLABORAÇÃO DE ULISSES BEZERRA GUIMARÃES QUE NOS MANDOU O NOVO ENDEREÇO DA YOU TUBE PARA POSTARMOS ESTE VÍDEO

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

ANJOS GUARDIÃES E ESPÍRITOS PROTETORES


Todos nós temos um Bom Espírito, ligado a nós desde o nascimento, que nos tomou sob a sua proteção. Cumpre junto a nós a missão de um pai junto ao filho: a de nos conduzir no caminho do bem e do progresso, através das provas da vida. Ele se sente feliz quando correspondemos à sua solicitude, e sofre quando nos vês sucumbir. Seu nome pouco importa, pois que ele pode não ter nenhum nome conhecido na Terra. Invocamo-lo, então, como o nosso Anjo Guardião, o nosso Bom Gênio. Podemos mesmo invocá-lo com o nome de um Espírito Superior, pelo qual sintamos uma simpatia especial.
Além do nosso Anjo guardião, que é sempre um Espírito Superior, temos os Espíritos Protetores, que, por serem menos elevados, não são menos bons e generosos. São Espíritos de parentes ou amigos, e algumas vezes de pessoas que nem sequer conhecemos na atual existência. Eles nos ajudam com os seus conselhos, e freqüentemente com a sua intervenção nos acontecimentos de nossa vida. Os Espíritos simpáticos são os que se ligam a nós por alguma semelhança de gostos e tendências. Podem ser bons ou maus, segundo a natureza das inclinações que os atraem para nós. Os Espíritos sedutores esforçam-se para nos desviar do caminho do bem, sugerindo-nos maus pensamentos. Aproveitam-se de todas as nossas fraquezas, como de outras tantas portas abertas, que lhes dão acesso à nossa alma. Há os que se agarram a nós como a uma presa, mas afastam-se quando reconhecem a sua impotência para lutar contra a nossa vontade.
Deus nos deu um guia principal e superior em nosso Anjo Guardião, e como guias secundários os nossos Espíritos Protetores e Familiares. É um erro, entretanto, supor que tenhamos forçosamente um mau gênio junto a nós, para contrabalançar as boas influências daqueles. Os maus Espíritos nos procuram voluntariamente, desde que achem possível dominar-nos, em razão da nossa fraqueza ou da nossa negligência em seguir as aspirações dos Bons Espíritos,e somos nós, portanto, que os atraímos. Disso resulta que não somos nunca privados da assistência dos Bons Espíritos, e que depende de nós o afastamento dos maus. Pelas suas imperfeições, sendo ele mesmo a causa dos sofrimentos que o atingem, o homem é quase sempre o seu próprio mau gênio. A prece aos Anjos Guardiães e aos Espíritos Protetores deve ter por fim solicitar a sua intervenção junto a Deus, pedir-lhes a força de que necessitamos para resistir às más sugestões, e a sua assistência para enfrentarmos as necessidades da vida.

(Do livro: O Evangelho segundo o Espiritismo - coletânea de preces espíritas)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

FELICIDADE - Richard Simonetti


Ninguém diria em sã consciência que não deseja ser feliz. A felicidade tem uma conotação diferente para cada criatura.
Por estarmos a maioria, ligados ao material, muitos condicionam a conquista da felicidade à aquisição de bens materiais, outros ancoram o sonho da felicidade na busca da fama, do sucesso, do poder, para outros a felicidade está associada à inexistência de problemas, e a lista prossegue sem fim.
Temos que lembrar que a vida não é um problema, é um desafio. Ela nos apresenta oportunidades de crescimento, nos setores que mais necessitamos. Por detrás dos problemas existem lições, desafios, tarefas. E a grande ventura tomará conta de nós quando vencermos os obstáculos que a vida nos apresenta.
Lembremo-nos da felicidade de Francisco de Assis, conquistada na humildade, na pobreza e no serviço ao próximo. O santo da humildade era moço rico, mas vivia amargurado na riqueza que possuía, só encontrou a paz depois que se entregou à riqueza do espírito. Não nos esqueçamos de Paulo de Tarso, que na condição de poderoso Saulo era infeliz, mas voltou a viver após o célebre encontro a felicidade pessoal. Gandhi encontrou a sua felicidade na luta pela paz. Madre Tereza e Irmã Dulce, apesar dos inúmeros padecimentos que sofreram, conseguiram encontrar a felicidade na felicidade que podiam proporcionar aos desvalidos do caminho. Como esquecer a permanente alegria de Chico Xavier? E problemas na vida não lhe faltaram. Divaldo Pereira Franco, outro exemplo de felicidade por fazer outros felizes diz: “Quando nós começarmos a tornar a Terra dígna de viver, o Reino de Deus estará entre nós.”
Portanto, a felicidade, nós a encontraremos na harmonização, no amor verdadeiro, na renúncia e no desprendimento. Nós a encontraremos ainda, dedicando-nos aos que sofrem, procurando amenizar-lhes as dores.
A felicidade não é deste mundo, mas começa aqui. Cabe a nós, seres inteligentes descobrir na Terra a razão fundamental da nossa existência. Será que estamos aqui para curtir a vida de maneira banal ou amoral? Portanto, enquanto não buscarmos o enriquecimento moral e espiritual, tudo nos parecerá sem sentido ou significado, tornando nossas encarnações um desafio recheado de desencanto e aflição. Buscando a felicidade em acontecimentos ou em algum bem material. E a felicidade não está fora de nós, ela é, antes de tudo, um estado de espírito. Ser feliz é nossa atitude diante da tarefa que viemos fazer na Terra, que é “progredir espiritualmente” e de preferência ajudando outros a progredirem.
Seremos felizes, materialmente, se nos contentarmos com o necessário para viver, superando as pressões da sociedade de consumo que, com seu incrível agente – a propaganda – induz-nos a desejar o supérfluo e a consumir até mesmo o que é nocivo, como o fumo e as bebidas alcoólicas. E se, nós nos contentarmos com o necessário teremos condições para tratar de assuntos mais importantes, como a conquista moral. Porque, somos dotados de potencialidades criadoras que precisam ser exercitados permanentemente e tanto mais felizes seremos quanto maior o nosso empenho em cultivar os valores da Verdade e do Bem, da Justiça e da Sabedoria, do Amor e da Caridade, fazendo sempre o melhor. Gandhi disse: “Todo aquele que possui coisas de que não precisa é um ladrão.” E Aristóteles disse: “A felicidade consiste em fazer o bem.” Divaldo P. Franco disse que aprendeu que a finalidade da vida é ser feliz através da felicidade proporcionada aos outros. E o apóstolo Paulo disse: “ Se alguém possuir bens deste mundo e, vendo o seu irmão em necessidade, fechar-lhe o coração, como poderá permanecer nele o amor de Deus?"