domingo, 19 de setembro de 2010

DESAFIOS DA VIDA FAMILIAR - livro de J. Raul Teixeira


Refletindo a respeito da importância da relação familiar no mundo terrestre, sensibilizando-nos com tantas indagações de tantos corações que anelam por acertar, que se acham desnorteados e aflitos, verificando o número repetido de perguntas sobre a desafiadora vivência familiar, dirigidas ao médium, em várias oportunidades, na pauta das suas lides de propagação espírita, decidimo-nos colaborar com essas almas e possamos respondê-las, segundo o entendimento da veneranda Doutrina Espírita...


sexta-feira, 17 de setembro de 2010

DIVÓRCIO NA VISÃO ESPÍRITA - Divaldo Franco


COMO O ESPÍRITA VÊ O DIVÓRCIO? Nós o vemos como uma necessidade para os problemas existentes. O ideal seria que os indivíduos se amassem sempre, a ponto de não necessitarem da separação legal. Como vivemos numa sociedade constituída dentro de estatutos e leis, é necessário que respeitemos estes estatutos. No entanto, quando os indivíduos, no caso, os nubentes, não conseguem mais se suportar, a fim de evitar males maiores, o divórcio ainda é uma fórmula para ajudar na recuperação da vida de ambos, dentro de uma problemática moral e legal.

HOJE O ÍNDICE DE SEPARAÇÃO DE CASAIS ESTÁ AUMENTANDO CONSIDERAVELMENTE. QUAL SERIA A CAUSA DESSE DESAJUSTE ENTRE OS CÔNJUGES? Desestrutura da personalidade humana. O matrimonio se transformou em uma atitude de irresponsabilidade em que dois parceiros se buscam para a prática do sexo, sem maiores conseqüências e sem maiores despesas. Por efeito, essa imaturidade comportamental e a falta da responsabilidade psicológica para dividir espaços tem sido responsável pela troca de casais e de parceiros, e naturalmente, pela dissolução da família. Enquanto o homem não se estruturar interiormente, todos os seus passos serão frágeis, correndo graves riscos de destruição. O problema da família é o problema ético da sociedade. É o resultado do homem solitário de criatura interior, da crença na imortalidade da alma que conscientiza o homem da justiça divina, que lhe dá dignidade, e, da reencarnação, que lhe demonstra que todo atentado à vida, ao dever e às leis soberanas do Cosmos ele terá que regularizar em próxima oportunidade. (Do livro – Entrevistas & Lições)


"Há os que decidam não casar-se mais, para viver aventuras sexuais. Neste caso, é melhor que o indivíduo case-se novamente, para que não se comprometa com as leis divinas." (J. Raul Teixeira)




quinta-feira, 16 de setembro de 2010

JESUS SEMEOU PAZ OU GUERRA?



Quando Jesus disse: Não julgueis que vim tra
zer paz a Terra; não vim trazer-lhe paz, mas espada; porque vim separar o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra; e os inimigos do homem serão os seus mesmos domésticos. (Mateus, X: 34-36).– seu pensamento era o seguinte: “Não penseis que a minha doutrina se estabeleça pacificamente. Ela trará lutas sangrentas, para as quais o meu nome servirá de pretexto. Porque os homens não me haverão compreendido, ou não terão querido compreender-me. Os irmãos, separados pelas suas crenças, lançarão a espada um contra o outro, e a divisão se fará entre os membros de uma mesma família, que não terão a mesma fé. Vim lançar o fogo (uma nova doutrina) na Terra, para consumir os erros e os preconceitos, como se põe fogo num campo para destruir as ervas daninhas, e anseio porque se acenda, para que a depuração se faça mais rapidamente, pois dela sairá triunfante a verdade. A guerra sucederá a paz; ao ódio dos partidos, a fraternidade universal; às trevas do fanatismo, a luz da fé esclarecida.” (ESE)

Jesus profetizou o que aconteceria com seus ensinamentos. As pessoas iriam interpretar cada qual do seu modo e, consequentemente, iriam querer impor aos outros seu entendimento. E aqueles que não aceitassem, começaria uma briga, uma discussão, uma separação e até guerra sangrenta seguida de mortes. Muitas guerras “santas” aconteceram em nome da nova doutrina; muitas pessoas morreram na fogueira e de outras formas bárbaras; muitos casais separam-se por desentendimento religioso; muitos pais, irmãos, sogras, noras, genros, etc., vivem em desarmonia por seguirem crenças diferentes e o que é pior, desavenças dentro da mesma crença religiosa. Discutem o comprimento da saia, do cabelo, da manga da camisa; discutem se podem ou não usar maquiagem; discutem como deve ser o ritual do batismo, se a água deve ser jogada apenas na cabeça ou no corpo todo; se deve batizar ainda criança ou adulto; discute a cerimônia do casamento; discute, discute e discute. Mas, até quando seremos “túmulos caiados de branco”? Até quando ficaremos na exterioridade religiosa? Enquanto isso, o que mais importa fica para segundo plano? Por dentro continuaremos “cheios de podridão”? O que mais agrada Deus e Jesus? Os comprimentos da saia, do cabelo, da manga da camisa; se fomos batizados; se nos casamos na casa religiosa; se vamos toda semana ao culto de nossa igreja, templo ou casa religiosa ou a moralização de nossos atos? Enquanto isso encontramos cristãos abortando e favoráveis a legalização do aborto e das drogas; fazendo uso de drogas lícitas e ilícitas; vendendo drogas aos nossos jovens, com conseqüência violenta para a família e sociedade; negligenciando a educação de seus filhos; desrespeitando pai e mãe, professores e outras autoridades; banalizando o sexo; buscando a prosperidade material enganando, trapaceando e lesando o próximo; maltratando animais, natureza, crianças, esposa, etc.; abusando de crianças e adolescentes; profissionais da saúde maltratando pacientes; políticos agindo vergonhosamente em nome do povo; etc., etc., etc. Enfim, encontramos “cristãos” por toda parte. Mas, onde está Jesus? Nos crucifixos que adornam o peito e a parede de nosso lar? Porque ele só é lembrado nos cultos religiosos, no Natal, na Páscoa ou quando estamos com problemas? Fora da casa religiosa podemos esquecer seus ensinamentos e agir contrariando sua vontade? O que estamos aprendendo dentro dos templos religiosos “cristãos”? Onde nossa religião está falhando? Segundo Allan Kardec “a melhor religião é aquela que nos faz melhores moralmente.”  

 (Rudymara)    


 
“Seria a culpa da doutrina do Cristo? Não, por certo, pois ela condena formalmente toda violência. Disse ele em algum momento aos seus discípulos: Ide matar, queimar, massacrar os que não acreditarem como vós? Não, pois que lhes disse o contrário: Todos os homens são irmãos, e Deus é soberanamente misericordioso; amai o vosso próximo; amai os vossos inimigos; fazei bem aos que vos perseguem. E lhes disse ainda: Quem matar com a espada perecerá pela espada. A responsabilidade, portanto, não é da doutrina de Jesus, mas daqueles que a interpretaram falsamente, transformando-a num instrumento a serviço das suas paixões, daqueles que ignoram estas palavras: O meu Reino não é deste mundo.”(ESE)
 








domingo, 12 de setembro de 2010

PODEMOS REENCARNAR COMO UM ANIMAL? - metempsicose


Na antigüidade, povos da Ásia (como os hindus), da África (os egípcios) e da Europa (gregos, romanos, celtas) acreditavam que o espírito do homem poderia voltar a viver na Terra em uma nova existência. Alguns deles acreditavam que pudesse vir a animar um corpo de animal e vice-versa, teoria esta denominada de metempsicose.

A doutrina Espírita esclarece que essa volta em corpo animal é impossível, o espírito de um Homem não reencarna em reino inferior. A cada reencarnação o Espírito está em melhores condições do que na anterior - tal é a Lei Divina do Progresso (evolução), podendo apenas estacionar temporariamente.

Observação: Por isso, não acreditamos que depois que um ser alcançou a angelitude pode se rebelar contra Deus e se tornar demônio. Seria regredir também. E o ser humano foi criado para evoluir sempre.