sexta-feira, 17 de setembro de 2010

DIVÓRCIO NA VISÃO ESPÍRITA - Divaldo Franco


COMO O ESPÍRITA VÊ O DIVÓRCIO? Nós o vemos como uma necessidade para os problemas existentes. O ideal seria que os indivíduos se amassem sempre, a ponto de não necessitarem da separação legal. Como vivemos numa sociedade constituída dentro de estatutos e leis, é necessário que respeitemos estes estatutos. No entanto, quando os indivíduos, no caso, os nubentes, não conseguem mais se suportar, a fim de evitar males maiores, o divórcio ainda é uma fórmula para ajudar na recuperação da vida de ambos, dentro de uma problemática moral e legal.

HOJE O ÍNDICE DE SEPARAÇÃO DE CASAIS ESTÁ AUMENTANDO CONSIDERAVELMENTE. QUAL SERIA A CAUSA DESSE DESAJUSTE ENTRE OS CÔNJUGES? Desestrutura da personalidade humana. O matrimonio se transformou em uma atitude de irresponsabilidade em que dois parceiros se buscam para a prática do sexo, sem maiores conseqüências e sem maiores despesas. Por efeito, essa imaturidade comportamental e a falta da responsabilidade psicológica para dividir espaços tem sido responsável pela troca de casais e de parceiros, e naturalmente, pela dissolução da família. Enquanto o homem não se estruturar interiormente, todos os seus passos serão frágeis, correndo graves riscos de destruição. O problema da família é o problema ético da sociedade. É o resultado do homem solitário de criatura interior, da crença na imortalidade da alma que conscientiza o homem da justiça divina, que lhe dá dignidade, e, da reencarnação, que lhe demonstra que todo atentado à vida, ao dever e às leis soberanas do Cosmos ele terá que regularizar em próxima oportunidade. (Do livro – Entrevistas & Lições)


"Há os que decidam não casar-se mais, para viver aventuras sexuais. Neste caso, é melhor que o indivíduo case-se novamente, para que não se comprometa com as leis divinas." (J. Raul Teixeira)




quinta-feira, 16 de setembro de 2010

JESUS SEMEOU PAZ OU GUERRA?



Quando Jesus disse: Não julgueis que vim tra
zer paz a Terra; não vim trazer-lhe paz, mas espada; porque vim separar o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra; e os inimigos do homem serão os seus mesmos domésticos. (Mateus, X: 34-36).– seu pensamento era o seguinte: “Não penseis que a minha doutrina se estabeleça pacificamente. Ela trará lutas sangrentas, para as quais o meu nome servirá de pretexto. Porque os homens não me haverão compreendido, ou não terão querido compreender-me. Os irmãos, separados pelas suas crenças, lançarão a espada um contra o outro, e a divisão se fará entre os membros de uma mesma família, que não terão a mesma fé. Vim lançar o fogo (uma nova doutrina) na Terra, para consumir os erros e os preconceitos, como se põe fogo num campo para destruir as ervas daninhas, e anseio porque se acenda, para que a depuração se faça mais rapidamente, pois dela sairá triunfante a verdade. A guerra sucederá a paz; ao ódio dos partidos, a fraternidade universal; às trevas do fanatismo, a luz da fé esclarecida.” (ESE)

Jesus profetizou o que aconteceria com seus ensinamentos. As pessoas iriam interpretar cada qual do seu modo e, consequentemente, iriam querer impor aos outros seu entendimento. E aqueles que não aceitassem, começaria uma briga, uma discussão, uma separação e até guerra sangrenta seguida de mortes. Muitas guerras “santas” aconteceram em nome da nova doutrina; muitas pessoas morreram na fogueira e de outras formas bárbaras; muitos casais separam-se por desentendimento religioso; muitos pais, irmãos, sogras, noras, genros, etc., vivem em desarmonia por seguirem crenças diferentes e o que é pior, desavenças dentro da mesma crença religiosa. Discutem o comprimento da saia, do cabelo, da manga da camisa; discutem se podem ou não usar maquiagem; discutem como deve ser o ritual do batismo, se a água deve ser jogada apenas na cabeça ou no corpo todo; se deve batizar ainda criança ou adulto; discute a cerimônia do casamento; discute, discute e discute. Mas, até quando seremos “túmulos caiados de branco”? Até quando ficaremos na exterioridade religiosa? Enquanto isso, o que mais importa fica para segundo plano? Por dentro continuaremos “cheios de podridão”? O que mais agrada Deus e Jesus? Os comprimentos da saia, do cabelo, da manga da camisa; se fomos batizados; se nos casamos na casa religiosa; se vamos toda semana ao culto de nossa igreja, templo ou casa religiosa ou a moralização de nossos atos? Enquanto isso encontramos cristãos abortando e favoráveis a legalização do aborto e das drogas; fazendo uso de drogas lícitas e ilícitas; vendendo drogas aos nossos jovens, com conseqüência violenta para a família e sociedade; negligenciando a educação de seus filhos; desrespeitando pai e mãe, professores e outras autoridades; banalizando o sexo; buscando a prosperidade material enganando, trapaceando e lesando o próximo; maltratando animais, natureza, crianças, esposa, etc.; abusando de crianças e adolescentes; profissionais da saúde maltratando pacientes; políticos agindo vergonhosamente em nome do povo; etc., etc., etc. Enfim, encontramos “cristãos” por toda parte. Mas, onde está Jesus? Nos crucifixos que adornam o peito e a parede de nosso lar? Porque ele só é lembrado nos cultos religiosos, no Natal, na Páscoa ou quando estamos com problemas? Fora da casa religiosa podemos esquecer seus ensinamentos e agir contrariando sua vontade? O que estamos aprendendo dentro dos templos religiosos “cristãos”? Onde nossa religião está falhando? Segundo Allan Kardec “a melhor religião é aquela que nos faz melhores moralmente.”  

 (Rudymara)    


 
“Seria a culpa da doutrina do Cristo? Não, por certo, pois ela condena formalmente toda violência. Disse ele em algum momento aos seus discípulos: Ide matar, queimar, massacrar os que não acreditarem como vós? Não, pois que lhes disse o contrário: Todos os homens são irmãos, e Deus é soberanamente misericordioso; amai o vosso próximo; amai os vossos inimigos; fazei bem aos que vos perseguem. E lhes disse ainda: Quem matar com a espada perecerá pela espada. A responsabilidade, portanto, não é da doutrina de Jesus, mas daqueles que a interpretaram falsamente, transformando-a num instrumento a serviço das suas paixões, daqueles que ignoram estas palavras: O meu Reino não é deste mundo.”(ESE)
 








domingo, 12 de setembro de 2010

PODEMOS REENCARNAR COMO UM ANIMAL? - metempsicose


Na antigüidade, povos da Ásia (como os hindus), da África (os egípcios) e da Europa (gregos, romanos, celtas) acreditavam que o espírito do homem poderia voltar a viver na Terra em uma nova existência. Alguns deles acreditavam que pudesse vir a animar um corpo de animal e vice-versa, teoria esta denominada de metempsicose.

A doutrina Espírita esclarece que essa volta em corpo animal é impossível, o espírito de um Homem não reencarna em reino inferior. A cada reencarnação o Espírito está em melhores condições do que na anterior - tal é a Lei Divina do Progresso (evolução), podendo apenas estacionar temporariamente.

Observação: Por isso, não acreditamos que depois que um ser alcançou a angelitude pode se rebelar contra Deus e se tornar demônio. Seria regredir também. E o ser humano foi criado para evoluir sempre.

PODEMOS IR ESTUDAR NO PLANO ESPIRITUAL DURANTE O SONO


No livro "Missionários da luz", André Luiz narra no capítulo 8, que no plano espiritual onde ele se encontra há um centro de estudos, com número superior a 300 associados, no entanto, apenas 32 conseguem romper as teias inferiores das mais baixas sensações fisiológicas, para assimilarem as lições.
Muitos faltam aos estudos porque atendem a seduções comuns, reduzindo-se ainda mais a freqüência geral.
Certa madrugada de estudo (2:00h), percebeu-se que faltavam apenas 2 companheiros: Vieira e Marcondes.
Alexandre, o orientador, recomendou ao auxiliar Sertório, que fosse saber o que se passava com os faltosos. André Luiz o acompanhou.
Primeiro foram à residência de Vieira. Ao adentrar o quarto, perceberam que Vieira estava sofrendo um pesadelo cruel. Seu corpo perispirítico estava unido à forma física, embora parcialmente desligados entre si. Ao seu lado, permanecia uma entidade singular, trajando vestes absolutamente negras. Vieira soltava gritos agudos, e sufocava-se, angustiadamente, enquanto a entidade escura fazia gestos que André Luiz não compreendia.
Sertório, então, iniciou um diálogo com a entidade, que disse ser velho conhecido de Vieira. E que estava ali porque o mesmo o chamou com suas reiteradas lembranças que o acusava de faltas que, dizia ele, não ter cometido. Que já sofria muito após a morte para ter que ouvir falsos testemunhos de amigos maledicentes. Decepcionado com o amigo, que ele achava de confiança, resolveu esperar Vieira nos momentos de sono, a fim de prestar-lhe os necessários esclarecimentos.
Sertório conversou com a entidade das sombras inferiores, para que desculpasse o amigo, dizendo que não devemos exigir dos outros conduta rigorosamente correta, se ainda não somos criaturas irrepreensíveis. A entidade ficou de pensar. Sertório então, resolveu socorrer Vieira, acordando-o energicamente gritando seu nome com força.
Assim, Vieira não pode comparecer aos trabalhos da noite.
Em seguida, foram visitar Marcondes. Segundo André Luiz, o quadro agora era muito mais triste e constrangedor. Marcondes não estava sob impressões de pavor, como aconteceu com Vieira, mas estava acompanhado de 3 entidades femininas de galhofeira expressão que permaneciam em atitudes menos edificante. Marcondes não soube disfarçar a surpresa da visita. Envergonhado, tentou dar explicações. Mergulhou a cabeça nas mãos, como desejasse esconder-se de si mesmo. As entidades atrevidas e nervosas afirmavam que estavam ali porque Marcondes as chamou, por isso, elas não permitiriam seu afastamento.
Apesar de envergonhado, Marcondes não conseguia reagir. Sertório então, resolveu ir embora dizendo:
-  Cada qual escolhe as companhias que prefere. Futuramente você compreenderá que somos seus amigos leais e que desejamos todo o bem.
Sertório explicou para André Luiz que não poderia agir ali do mesmo modo que agiu com Vieira. Marcondes deveria demorar-se em tal situação para que outro dia a lembrança desagradável mais duradoura, fortificando-lhe a repugnância pelo mal.  
Rudymara

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

"NOSSO LAR" - texto para entender melhor o filme

André Luiz é um nome fictício, adotado pelo próprio espírito para proteger sua identidade como médico carioca. E no livro “Nosso Lar” ele conta, através da mediunidade de Chico Xavier, seu sofrimento, após sua desencarnação, ao ser chamado de suicida por companheiros da zona umbralina. Até que Clarêncio, o mensageiro divino, o resgatou levando-o para a cidade espiritual chamada Nosso Lar onde explicou que ele foi mesmo um suicida "indireto". Que todo seu aparelho gástrico foi destruído vagarosamente à custa de excessos de alimentação e bebidas alcoólicas. E a sífilis (conseqüência de algumas leviandades) devorou energias essenciais para sua recuperação corporal pós-operatória.

Para nós espíritas, o Céu e o Inferno são estados de consciência e não um local geográfico. Quem já sentiu a angústia do arrependimento mais intenso, por uma falta cometida, tem uma pequena idéia do que é o sofrimento dos Espíritos culpados após a desencarnação, que se tornam muito mais intenso na Espiritualidade, onde não há as limitações impostas pelo corpo físico, nem as ilusões da existência material, que ocultam as percepções e anestesiam a consciência. Os Espíritos comprometidos com o mal mergulham, ao desencarnar, num torvelinho de emoções e lembranças relacionados com suas faltas, experimentam sofrimentos morais tão intensos que não há nada que se lhes compare na Terra, onde os levará para regiões (UMBRAIS) que condizem com o estado de sua consciência. Portanto, quem nos leva ao umbral é a nossa consciência pesada. E o umbral é definido como uma "região destinada a esgotamento de resíduos mentais.” Assim sendo, entende-se como um período posterior ao desencarne (processo em que a alma abandona o corpo após a morte deste) que possibilita à alma entender o seu atual estado espiritual. O tempo de permanência no Umbral, e a ocorrência de processos dolorosos de culpa e flagelação, vai depender do estágio evolutivo da alma e do reconhecimento humilde das faltas cometidas. Só é resgatado de lá quem realmente demonstrar sincero arrependimento das transgressões cometidas perante a lei divina.
Nós espíritas, entendemos por purgatório, as dores físicas e morais: o tempo da expiação. Quase sempre, é na Terra que fazemos o nosso purgatório, ou seja, que expiamos (pagamos) as nossas faltas. Purgatório significa purgação, purificação. O purgante é o remédio que limpa o organismo. E as dores e aflições são os purgantes que limpam a alma das viciações que nos levam a transgredir a Lei Divina. Podemos dizer que, o caminho mais rápido e seguro entre o purgatório e o Céu, é “O PRÓXIMO”. Na medida em que estivermos dispostos a respeitar, ajudar, compreender e amparar aqueles que nos rodeiam, seja o familiar, o colega de serviço, o amigo, o indigente, o doente, estaremos habilitando-nos à felicidade, contribuindo para que ela se estenda sobre o Mundo. Portanto, não nos elevaremos se não tivermos dispostos a auxiliar os companheiros que conosco estagiam no purgatório terrestre. Lembrando que, nem todos passam pelo umbral e nem todos irão para o "Nosso Lar". Há outras cidades espirituais.

Este filme mostra que, a maior surpresa da morte carnal é a de nos colocar face a face com a própria consciência; que levaremos para o Além, os “tesouros que a traça não corrói e o ladrão não rouba” como disse Jesus, ou seja, não levaremos nada que se destina ao uso do corpo, e sim tudo o que se refere ao uso da alma: a inteligência, os conhecimentos, as qualidades morais; lá não será computado o valor dos nossos bens, nem dos nossos títulos, mas serão contadas as nossas virtudes, e nesse cálculo o operário talvez seja considerado mais rico que o príncipe. André Luiz, por exemplo, não teve privilégios por ter sido médico na Terra, porque, todos somos iguais perante a lei divina; e no plano espiritual aprendemos muito, mas é encarnado que testaremos o aprendizado. Então, a "purificação" espiritual se dará depois de muitas encarnações, quantas forem necessárias, até que aprendamos que os passos do cristão, em qualquer escola religiosa, devem dirigir-se verdadeiramente ao Cristo.

Aos que acham este filme fictício deixo uma pergunta de Emmanuel que está no prefácio do livro "NOSSO LAR" : "O inabitual, entretanto, causa surpresa em todos os tempos. Quem não sorriria, na Terra, anos atrás, quando se lhe falasse da aviação, da eletricidade, da radiofonia?"


Compilação de Rudymara retirado dos livros: "O Evangelho segundo o Espiritismo", "Nosso Lar" e "Um jeito de ser feliz".


11 DE SETEMBRO - o inesquecível ataque


O mundo assistiu perplexo, a mais violenta ação terrorista que ocasionou a morte de milhares de pessoas e o trauma de milhões.
Foi a aplicação da inteligência para o mal, para a destruição e para a vingança. Uma estratégia muito bem elaborada e perfeitamente organizada para a morte.
O mundo inteiro condenou! Os principais líderes de quase todos os países repudiaram a idéia. Até mesmo os líderes do chamado Taleban reprovaram o ato.
Todos nós reprovamos, ficamos indignados, sofremos e nos comovemos, todavia perguntemos a nós mesmos: “O que ficou disso? Que lição foi deixada por esse ato tão estúpido? Será que seremos os mesmos depois do que aconteceu? Vamos ter que ficar aqui esperando os Estados Unidos bombardear cidades Palestinas, destruindo outras milhares de vidas inocentes, como inocentes foram muitos dos que morreram em New York, acreditando que isso resolve o problema atendendo apenas ao mesquinho sentimento de vingança despertado pelo orgulho? Será que nós mesmos não temos uma parcela de culpa nisso tudo? Qual a contribuição que nós estamos dando para acabar com violência? Nós estamos fazendo alguma coisa para divulgar a “não violência”?
Continuamos a gostar de assistir aos mesmos filmes violentos através da televisão, em nosso próprio lar, ou nos cinemas – os quais lotados as salas de projeção para aumentar as bilheterias do terror e da destruição.
Perguntemos aos próprios produtores de cinema americano, que investem milhões de dólares em Hollywood: “O que é que eles querem, mostrando tantos filmes que refletem a destruição dessa mesma New York? O que é que está implantado intimamente em seus corações, quando investem milhões de dólares nos mais sofisticados efeitos que mostram o Empire States Building e as próprias torres do World Trade Center sendo explodidos e pedaços de pessoas expostos pelas ruas e avenidas novaiorquinas”?
Quando se referem a extraterrestres só o fazem vinculando-os como seres do mal, que invadem atacam e destroem o nosso planeta. Raramente, ou nunca, referem-se aos seres de outros planetas, como seres mais evoluídos moral e espiritualmente.
Por quê, o ser humano gosta tanto de difundir a desgraça?
O que foi que os terroristas fizeram ao explodir aqueles aviões, se não dar aos telespectadores exatamente aquilo que eles adoram ver?
Está na hora de deixarmos de enganar a nós mesmos!!!
Os desenhos animados que são produzidos pelo próprio americano, para o “laser” das nossas crianças, só contém violência, muita disputa de poder, muita briga, muita arma, muito míssil, muita explosão, muita guerra e destruição. Como é que vamos querer que as nossas crianças cresçam pacíficas se o que damos para elas é uma cultura da guerra e da destruição? Como é que vamos querer evitar a droga e a violência no adolescente e no futuro adulto, se fechamos os olhos para a realidade dos filmes e da TV oferecida para as nossas crianças? Quais são as fitas de vídeo mais alugadas nas locadoras? 75% são de violência, menos de 10% são comédias e mensagens pacíficas, o restante é de sexo, mas sexo com imoralidade, desajustes sexuais, histerismo, paixões, luxúria e pura exploração corporal.
Quem é que aluga essas fitas? Os terroristas que atacaram New York? Não!
Quem teve a experiência de passar no vestibular, para entrar numa faculdade qualquer, como foi que você mesmo comemorou a sua vitória no vestibular? Foi com amor, altivez, elegância e fraternidade ou foi com destruição dos cabelos e das roupas dos seus próprios colegas, em atitude altamente selvagem, agressiva, estúpidas, animalescas, ridículas e violentas? Que nível superior é esse que você esperava adquirir?
Não é exagero, isso também é violência, agressão, sadismo, mau gosto e terrorismo, o problema é que nós adoramos nos enganar. É aquela mania de achar que só é ladrão quem assalta um banco, quando na realidade é também ladrão aquele que rouba uma caneta, ou quem compra o produto roubado.
Quando vêem morrer um ente querido, vítima de um ato de violência, choram, fazem escândalos, xingam governo, polícia e se revoltam até com Deus.
Passam um tempo traumatizados, chocados, mas depois voltam a viver exatamente como viviam antes, assistindo e aplaudindo as mesmas violências que disse condenar. Que coerência é essa?
Aí está a tristeza. A destruição em New York foi lamentável e estamos todos chorando.
Mas será que o mundo vai mudar?
Infelizmente não!
E depois que passar esta forte emoção?
Hollywood continuará produzindo filmes sádicos, a industria bélica vai continuar a ser incentivada com altas verbas e milhões de dólares dos governos e você vai continuar a ver os mesmos filmes na televisão e no cinema, e as crianças continuarão assistindo as mesmas desgraças de desenhos.
Continuemos a somente chorar pelo trauma do terrorismo, a apenas lamentar pela covardia dos terroristas, a apenas fazer discursos comoventes sobre o que está acontecendo, continuemos a apenas verbalizar fórmulas de como os outros deveriam fazer para acabar com tudo isso.
E esperemos o que vai acontecer, depois que este desequilíbrio espiritual se transformar em loucura geral, culminando com a grande explosão nuclear que destruirá todo o nosso planeta e consequentemente com a vida humana.
Depois, nos encontraremos atormentados no mundo espiritual para questionarmos uns aos outros: “O que você fez para acabar a violência? Que contribuição você deu, com a sua omissão, em relação as propostas de não violência." (Alamar Régis)


OBSERVAÇÃO: Mas a vingança repercute até hoje já que um pastor americano ameaçou queimar o livro sagrado dos muçulmanos (Alcorão). Este pastor condena o ato violento com violência porque não aprendeu o ensinamento do livro sagrado dos cristãos (Bíblia) que pede para: "amarmos os inimigos", retribuirmos o mal com o bem", "perdoarmos70x7 vezes", "fazermos o bem aos que nos odeiam", "orarmos pelos que nos perseguem", etc. Ele só desistiu depois que o presidente americano pediu dizendo: “Eu acho que é absolutamente importante que a maioria esmagadora dos americanos mantenha aquilo que temos de melhor: a crença na tolerância religiosa, clareza sobre quem são nossos inimigos”, disse Obama, em uma coletiva de imprensa na Casa Branca.

"NÓS DEVEMOS SER A MUDANÇA QUE DESEJAMOS VER NO MUNDO" - Gandhi

domingo, 5 de setembro de 2010

CONFLITOS CONJUGAIS - Divaldo Franco

DESDOBRAMENTO DO ESPÍRITO DURANTE O SONO


O espírito nunca está inativo (parado). O sono, que repousa o corpo, é, para o espírito, oportunidade de entrar em relação com o mundo espiritual, a fim de haurir orientação, conforto e forças para prosseguir com acerto em sua jornada terrena.
Emancipando-se parcialmente do corpo, cada espírito vai agir segundo seu estado evolutivo. Assim, varia a vivência do espírito durante o sono.
Inferiores- Presos que estão por interesses egoístas, materialistas, pouco se afastam do corpo ou do ambiente terreno; dão expansão aos seus instintos e tendências inferiores, junto aos espíritos com os quais se afinam (observar vídeo acima).
Benévolos ou evoluídos- Vão a ambientes espirituais elevados, onde se instruem e trabalham, junto a entidades superiores, e reencontram amigos e parentes desencarnados. Não somente com os desencarnados podemos nos relacionar espiritualmente, enquanto o corpo dorme.
Também podemos visitar criaturas encarnadas e com elas convivemos, de maneira superior ou inferior, conforme sejam o grau de evolução, propósitos e anseios, nossos e delas.