quinta-feira, 16 de setembro de 2010

JESUS SEMEOU PAZ OU GUERRA?



Quando Jesus disse: Não julgueis que vim tra
zer paz a Terra; não vim trazer-lhe paz, mas espada; porque vim separar o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra; e os inimigos do homem serão os seus mesmos domésticos. (Mateus, X: 34-36).– seu pensamento era o seguinte: “Não penseis que a minha doutrina se estabeleça pacificamente. Ela trará lutas sangrentas, para as quais o meu nome servirá de pretexto. Porque os homens não me haverão compreendido, ou não terão querido compreender-me. Os irmãos, separados pelas suas crenças, lançarão a espada um contra o outro, e a divisão se fará entre os membros de uma mesma família, que não terão a mesma fé. Vim lançar o fogo (uma nova doutrina) na Terra, para consumir os erros e os preconceitos, como se põe fogo num campo para destruir as ervas daninhas, e anseio porque se acenda, para que a depuração se faça mais rapidamente, pois dela sairá triunfante a verdade. A guerra sucederá a paz; ao ódio dos partidos, a fraternidade universal; às trevas do fanatismo, a luz da fé esclarecida.” (ESE)

Jesus profetizou o que aconteceria com seus ensinamentos. As pessoas iriam interpretar cada qual do seu modo e, consequentemente, iriam querer impor aos outros seu entendimento. E aqueles que não aceitassem, começaria uma briga, uma discussão, uma separação e até guerra sangrenta seguida de mortes. Muitas guerras “santas” aconteceram em nome da nova doutrina; muitas pessoas morreram na fogueira e de outras formas bárbaras; muitos casais separam-se por desentendimento religioso; muitos pais, irmãos, sogras, noras, genros, etc., vivem em desarmonia por seguirem crenças diferentes e o que é pior, desavenças dentro da mesma crença religiosa. Discutem o comprimento da saia, do cabelo, da manga da camisa; discutem se podem ou não usar maquiagem; discutem como deve ser o ritual do batismo, se a água deve ser jogada apenas na cabeça ou no corpo todo; se deve batizar ainda criança ou adulto; discute a cerimônia do casamento; discute, discute e discute. Mas, até quando seremos “túmulos caiados de branco”? Até quando ficaremos na exterioridade religiosa? Enquanto isso, o que mais importa fica para segundo plano? Por dentro continuaremos “cheios de podridão”? O que mais agrada Deus e Jesus? Os comprimentos da saia, do cabelo, da manga da camisa; se fomos batizados; se nos casamos na casa religiosa; se vamos toda semana ao culto de nossa igreja, templo ou casa religiosa ou a moralização de nossos atos? Enquanto isso encontramos cristãos abortando e favoráveis a legalização do aborto e das drogas; fazendo uso de drogas lícitas e ilícitas; vendendo drogas aos nossos jovens, com conseqüência violenta para a família e sociedade; negligenciando a educação de seus filhos; desrespeitando pai e mãe, professores e outras autoridades; banalizando o sexo; buscando a prosperidade material enganando, trapaceando e lesando o próximo; maltratando animais, natureza, crianças, esposa, etc.; abusando de crianças e adolescentes; profissionais da saúde maltratando pacientes; políticos agindo vergonhosamente em nome do povo; etc., etc., etc. Enfim, encontramos “cristãos” por toda parte. Mas, onde está Jesus? Nos crucifixos que adornam o peito e a parede de nosso lar? Porque ele só é lembrado nos cultos religiosos, no Natal, na Páscoa ou quando estamos com problemas? Fora da casa religiosa podemos esquecer seus ensinamentos e agir contrariando sua vontade? O que estamos aprendendo dentro dos templos religiosos “cristãos”? Onde nossa religião está falhando? Segundo Allan Kardec “a melhor religião é aquela que nos faz melhores moralmente.”  

 (Rudymara)    


 
“Seria a culpa da doutrina do Cristo? Não, por certo, pois ela condena formalmente toda violência. Disse ele em algum momento aos seus discípulos: Ide matar, queimar, massacrar os que não acreditarem como vós? Não, pois que lhes disse o contrário: Todos os homens são irmãos, e Deus é soberanamente misericordioso; amai o vosso próximo; amai os vossos inimigos; fazei bem aos que vos perseguem. E lhes disse ainda: Quem matar com a espada perecerá pela espada. A responsabilidade, portanto, não é da doutrina de Jesus, mas daqueles que a interpretaram falsamente, transformando-a num instrumento a serviço das suas paixões, daqueles que ignoram estas palavras: O meu Reino não é deste mundo.”(ESE)
 








domingo, 12 de setembro de 2010

PODEMOS REENCARNAR COMO UM ANIMAL? - metempsicose


Na antigüidade, povos da Ásia (como os hindus), da África (os egípcios) e da Europa (gregos, romanos, celtas) acreditavam que o espírito do homem poderia voltar a viver na Terra em uma nova existência. Alguns deles acreditavam que pudesse vir a animar um corpo de animal e vice-versa, teoria esta denominada de metempsicose.

A doutrina Espírita esclarece que essa volta em corpo animal é impossível, o espírito de um Homem não reencarna em reino inferior. A cada reencarnação o Espírito está em melhores condições do que na anterior - tal é a Lei Divina do Progresso (evolução), podendo apenas estacionar temporariamente.

Observação: Por isso, não acreditamos que depois que um ser alcançou a angelitude pode se rebelar contra Deus e se tornar demônio. Seria regredir também. E o ser humano foi criado para evoluir sempre.

PODEMOS IR ESTUDAR NO PLANO ESPIRITUAL DURANTE O SONO


No livro "Missionários da luz", André Luiz narra no capítulo 8, que no plano espiritual onde ele se encontra há um centro de estudos, com número superior a 300 associados, no entanto, apenas 32 conseguem romper as teias inferiores das mais baixas sensações fisiológicas, para assimilarem as lições.
Muitos faltam aos estudos porque atendem a seduções comuns, reduzindo-se ainda mais a freqüência geral.
Certa madrugada de estudo (2:00h), percebeu-se que faltavam apenas 2 companheiros: Vieira e Marcondes.
Alexandre, o orientador, recomendou ao auxiliar Sertório, que fosse saber o que se passava com os faltosos. André Luiz o acompanhou.
Primeiro foram à residência de Vieira. Ao adentrar o quarto, perceberam que Vieira estava sofrendo um pesadelo cruel. Seu corpo perispirítico estava unido à forma física, embora parcialmente desligados entre si. Ao seu lado, permanecia uma entidade singular, trajando vestes absolutamente negras. Vieira soltava gritos agudos, e sufocava-se, angustiadamente, enquanto a entidade escura fazia gestos que André Luiz não compreendia.
Sertório, então, iniciou um diálogo com a entidade, que disse ser velho conhecido de Vieira. E que estava ali porque o mesmo o chamou com suas reiteradas lembranças que o acusava de faltas que, dizia ele, não ter cometido. Que já sofria muito após a morte para ter que ouvir falsos testemunhos de amigos maledicentes. Decepcionado com o amigo, que ele achava de confiança, resolveu esperar Vieira nos momentos de sono, a fim de prestar-lhe os necessários esclarecimentos.
Sertório conversou com a entidade das sombras inferiores, para que desculpasse o amigo, dizendo que não devemos exigir dos outros conduta rigorosamente correta, se ainda não somos criaturas irrepreensíveis. A entidade ficou de pensar. Sertório então, resolveu socorrer Vieira, acordando-o energicamente gritando seu nome com força.
Assim, Vieira não pode comparecer aos trabalhos da noite.
Em seguida, foram visitar Marcondes. Segundo André Luiz, o quadro agora era muito mais triste e constrangedor. Marcondes não estava sob impressões de pavor, como aconteceu com Vieira, mas estava acompanhado de 3 entidades femininas de galhofeira expressão que permaneciam em atitudes menos edificante. Marcondes não soube disfarçar a surpresa da visita. Envergonhado, tentou dar explicações. Mergulhou a cabeça nas mãos, como desejasse esconder-se de si mesmo. As entidades atrevidas e nervosas afirmavam que estavam ali porque Marcondes as chamou, por isso, elas não permitiriam seu afastamento.
Apesar de envergonhado, Marcondes não conseguia reagir. Sertório então, resolveu ir embora dizendo:
-  Cada qual escolhe as companhias que prefere. Futuramente você compreenderá que somos seus amigos leais e que desejamos todo o bem.
Sertório explicou para André Luiz que não poderia agir ali do mesmo modo que agiu com Vieira. Marcondes deveria demorar-se em tal situação para que outro dia a lembrança desagradável mais duradoura, fortificando-lhe a repugnância pelo mal.  
Rudymara

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

"NOSSO LAR" - texto para entender melhor o filme

André Luiz é um nome fictício, adotado pelo próprio espírito para proteger sua identidade como médico carioca. E no livro “Nosso Lar” ele conta, através da mediunidade de Chico Xavier, seu sofrimento, após sua desencarnação, ao ser chamado de suicida por companheiros da zona umbralina. Até que Clarêncio, o mensageiro divino, o resgatou levando-o para a cidade espiritual chamada Nosso Lar onde explicou que ele foi mesmo um suicida "indireto". Que todo seu aparelho gástrico foi destruído vagarosamente à custa de excessos de alimentação e bebidas alcoólicas. E a sífilis (conseqüência de algumas leviandades) devorou energias essenciais para sua recuperação corporal pós-operatória.

Para nós espíritas, o Céu e o Inferno são estados de consciência e não um local geográfico. Quem já sentiu a angústia do arrependimento mais intenso, por uma falta cometida, tem uma pequena idéia do que é o sofrimento dos Espíritos culpados após a desencarnação, que se tornam muito mais intenso na Espiritualidade, onde não há as limitações impostas pelo corpo físico, nem as ilusões da existência material, que ocultam as percepções e anestesiam a consciência. Os Espíritos comprometidos com o mal mergulham, ao desencarnar, num torvelinho de emoções e lembranças relacionados com suas faltas, experimentam sofrimentos morais tão intensos que não há nada que se lhes compare na Terra, onde os levará para regiões (UMBRAIS) que condizem com o estado de sua consciência. Portanto, quem nos leva ao umbral é a nossa consciência pesada. E o umbral é definido como uma "região destinada a esgotamento de resíduos mentais.” Assim sendo, entende-se como um período posterior ao desencarne (processo em que a alma abandona o corpo após a morte deste) que possibilita à alma entender o seu atual estado espiritual. O tempo de permanência no Umbral, e a ocorrência de processos dolorosos de culpa e flagelação, vai depender do estágio evolutivo da alma e do reconhecimento humilde das faltas cometidas. Só é resgatado de lá quem realmente demonstrar sincero arrependimento das transgressões cometidas perante a lei divina.
Nós espíritas, entendemos por purgatório, as dores físicas e morais: o tempo da expiação. Quase sempre, é na Terra que fazemos o nosso purgatório, ou seja, que expiamos (pagamos) as nossas faltas. Purgatório significa purgação, purificação. O purgante é o remédio que limpa o organismo. E as dores e aflições são os purgantes que limpam a alma das viciações que nos levam a transgredir a Lei Divina. Podemos dizer que, o caminho mais rápido e seguro entre o purgatório e o Céu, é “O PRÓXIMO”. Na medida em que estivermos dispostos a respeitar, ajudar, compreender e amparar aqueles que nos rodeiam, seja o familiar, o colega de serviço, o amigo, o indigente, o doente, estaremos habilitando-nos à felicidade, contribuindo para que ela se estenda sobre o Mundo. Portanto, não nos elevaremos se não tivermos dispostos a auxiliar os companheiros que conosco estagiam no purgatório terrestre. Lembrando que, nem todos passam pelo umbral e nem todos irão para o "Nosso Lar". Há outras cidades espirituais.

Este filme mostra que, a maior surpresa da morte carnal é a de nos colocar face a face com a própria consciência; que levaremos para o Além, os “tesouros que a traça não corrói e o ladrão não rouba” como disse Jesus, ou seja, não levaremos nada que se destina ao uso do corpo, e sim tudo o que se refere ao uso da alma: a inteligência, os conhecimentos, as qualidades morais; lá não será computado o valor dos nossos bens, nem dos nossos títulos, mas serão contadas as nossas virtudes, e nesse cálculo o operário talvez seja considerado mais rico que o príncipe. André Luiz, por exemplo, não teve privilégios por ter sido médico na Terra, porque, todos somos iguais perante a lei divina; e no plano espiritual aprendemos muito, mas é encarnado que testaremos o aprendizado. Então, a "purificação" espiritual se dará depois de muitas encarnações, quantas forem necessárias, até que aprendamos que os passos do cristão, em qualquer escola religiosa, devem dirigir-se verdadeiramente ao Cristo.

Aos que acham este filme fictício deixo uma pergunta de Emmanuel que está no prefácio do livro "NOSSO LAR" : "O inabitual, entretanto, causa surpresa em todos os tempos. Quem não sorriria, na Terra, anos atrás, quando se lhe falasse da aviação, da eletricidade, da radiofonia?"


Compilação de Rudymara retirado dos livros: "O Evangelho segundo o Espiritismo", "Nosso Lar" e "Um jeito de ser feliz".


11 DE SETEMBRO - o inesquecível ataque


O mundo assistiu perplexo, a mais violenta ação terrorista que ocasionou a morte de milhares de pessoas e o trauma de milhões.
Foi a aplicação da inteligência para o mal, para a destruição e para a vingança. Uma estratégia muito bem elaborada e perfeitamente organizada para a morte.
O mundo inteiro condenou! Os principais líderes de quase todos os países repudiaram a idéia. Até mesmo os líderes do chamado Taleban reprovaram o ato.
Todos nós reprovamos, ficamos indignados, sofremos e nos comovemos, todavia perguntemos a nós mesmos: “O que ficou disso? Que lição foi deixada por esse ato tão estúpido? Será que seremos os mesmos depois do que aconteceu? Vamos ter que ficar aqui esperando os Estados Unidos bombardear cidades Palestinas, destruindo outras milhares de vidas inocentes, como inocentes foram muitos dos que morreram em New York, acreditando que isso resolve o problema atendendo apenas ao mesquinho sentimento de vingança despertado pelo orgulho? Será que nós mesmos não temos uma parcela de culpa nisso tudo? Qual a contribuição que nós estamos dando para acabar com violência? Nós estamos fazendo alguma coisa para divulgar a “não violência”?
Continuamos a gostar de assistir aos mesmos filmes violentos através da televisão, em nosso próprio lar, ou nos cinemas – os quais lotados as salas de projeção para aumentar as bilheterias do terror e da destruição.
Perguntemos aos próprios produtores de cinema americano, que investem milhões de dólares em Hollywood: “O que é que eles querem, mostrando tantos filmes que refletem a destruição dessa mesma New York? O que é que está implantado intimamente em seus corações, quando investem milhões de dólares nos mais sofisticados efeitos que mostram o Empire States Building e as próprias torres do World Trade Center sendo explodidos e pedaços de pessoas expostos pelas ruas e avenidas novaiorquinas”?
Quando se referem a extraterrestres só o fazem vinculando-os como seres do mal, que invadem atacam e destroem o nosso planeta. Raramente, ou nunca, referem-se aos seres de outros planetas, como seres mais evoluídos moral e espiritualmente.
Por quê, o ser humano gosta tanto de difundir a desgraça?
O que foi que os terroristas fizeram ao explodir aqueles aviões, se não dar aos telespectadores exatamente aquilo que eles adoram ver?
Está na hora de deixarmos de enganar a nós mesmos!!!
Os desenhos animados que são produzidos pelo próprio americano, para o “laser” das nossas crianças, só contém violência, muita disputa de poder, muita briga, muita arma, muito míssil, muita explosão, muita guerra e destruição. Como é que vamos querer que as nossas crianças cresçam pacíficas se o que damos para elas é uma cultura da guerra e da destruição? Como é que vamos querer evitar a droga e a violência no adolescente e no futuro adulto, se fechamos os olhos para a realidade dos filmes e da TV oferecida para as nossas crianças? Quais são as fitas de vídeo mais alugadas nas locadoras? 75% são de violência, menos de 10% são comédias e mensagens pacíficas, o restante é de sexo, mas sexo com imoralidade, desajustes sexuais, histerismo, paixões, luxúria e pura exploração corporal.
Quem é que aluga essas fitas? Os terroristas que atacaram New York? Não!
Quem teve a experiência de passar no vestibular, para entrar numa faculdade qualquer, como foi que você mesmo comemorou a sua vitória no vestibular? Foi com amor, altivez, elegância e fraternidade ou foi com destruição dos cabelos e das roupas dos seus próprios colegas, em atitude altamente selvagem, agressiva, estúpidas, animalescas, ridículas e violentas? Que nível superior é esse que você esperava adquirir?
Não é exagero, isso também é violência, agressão, sadismo, mau gosto e terrorismo, o problema é que nós adoramos nos enganar. É aquela mania de achar que só é ladrão quem assalta um banco, quando na realidade é também ladrão aquele que rouba uma caneta, ou quem compra o produto roubado.
Quando vêem morrer um ente querido, vítima de um ato de violência, choram, fazem escândalos, xingam governo, polícia e se revoltam até com Deus.
Passam um tempo traumatizados, chocados, mas depois voltam a viver exatamente como viviam antes, assistindo e aplaudindo as mesmas violências que disse condenar. Que coerência é essa?
Aí está a tristeza. A destruição em New York foi lamentável e estamos todos chorando.
Mas será que o mundo vai mudar?
Infelizmente não!
E depois que passar esta forte emoção?
Hollywood continuará produzindo filmes sádicos, a industria bélica vai continuar a ser incentivada com altas verbas e milhões de dólares dos governos e você vai continuar a ver os mesmos filmes na televisão e no cinema, e as crianças continuarão assistindo as mesmas desgraças de desenhos.
Continuemos a somente chorar pelo trauma do terrorismo, a apenas lamentar pela covardia dos terroristas, a apenas fazer discursos comoventes sobre o que está acontecendo, continuemos a apenas verbalizar fórmulas de como os outros deveriam fazer para acabar com tudo isso.
E esperemos o que vai acontecer, depois que este desequilíbrio espiritual se transformar em loucura geral, culminando com a grande explosão nuclear que destruirá todo o nosso planeta e consequentemente com a vida humana.
Depois, nos encontraremos atormentados no mundo espiritual para questionarmos uns aos outros: “O que você fez para acabar a violência? Que contribuição você deu, com a sua omissão, em relação as propostas de não violência." (Alamar Régis)


OBSERVAÇÃO: Mas a vingança repercute até hoje já que um pastor americano ameaçou queimar o livro sagrado dos muçulmanos (Alcorão). Este pastor condena o ato violento com violência porque não aprendeu o ensinamento do livro sagrado dos cristãos (Bíblia) que pede para: "amarmos os inimigos", retribuirmos o mal com o bem", "perdoarmos70x7 vezes", "fazermos o bem aos que nos odeiam", "orarmos pelos que nos perseguem", etc. Ele só desistiu depois que o presidente americano pediu dizendo: “Eu acho que é absolutamente importante que a maioria esmagadora dos americanos mantenha aquilo que temos de melhor: a crença na tolerância religiosa, clareza sobre quem são nossos inimigos”, disse Obama, em uma coletiva de imprensa na Casa Branca.

"NÓS DEVEMOS SER A MUDANÇA QUE DESEJAMOS VER NO MUNDO" - Gandhi

domingo, 5 de setembro de 2010

CONFLITOS CONJUGAIS - Divaldo Franco

DESDOBRAMENTO DO ESPÍRITO DURANTE O SONO


O espírito nunca está inativo (parado). O sono, que repousa o corpo, é, para o espírito, oportunidade de entrar em relação com o mundo espiritual, a fim de haurir orientação, conforto e forças para prosseguir com acerto em sua jornada terrena.
Emancipando-se parcialmente do corpo, cada espírito vai agir segundo seu estado evolutivo. Assim, varia a vivência do espírito durante o sono.
Inferiores- Presos que estão por interesses egoístas, materialistas, pouco se afastam do corpo ou do ambiente terreno; dão expansão aos seus instintos e tendências inferiores, junto aos espíritos com os quais se afinam (observar vídeo acima).
Benévolos ou evoluídos- Vão a ambientes espirituais elevados, onde se instruem e trabalham, junto a entidades superiores, e reencontram amigos e parentes desencarnados. Não somente com os desencarnados podemos nos relacionar espiritualmente, enquanto o corpo dorme.
Também podemos visitar criaturas encarnadas e com elas convivemos, de maneira superior ou inferior, conforme sejam o grau de evolução, propósitos e anseios, nossos e delas.









O ESPIRITISMO MATOU A MORTE!




OBSERVAÇÃO: A PROPAGANDA DO VÍDEO ACIMA MOSTRA A PÉSSIMA COMBINAÇÃO DE BEBIDA ALCOÓLICA E DIREÇÃO. DESENCARNAR POR ABUSAR DA VIDA FÍSICA, É SUICÍDIO INDIRETO. PORTANTO, NÃO SE MATE, VOCÊ NÃO MORRE.


sexta-feira, 3 de setembro de 2010

FILHO DE PEIXE, PEIXINHO É? - hereditariedade moral




Freqüentemente, os pais transmitem aos filhos a parecença física. Transmitirão também alguma parecença moral?
Resp.: Não, que diferentes são as almas ou Espíritos de uns e outros. O corpo deriva do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito. Entre os descendentes das raças apenas há consangüinidade. (questão 207).

Vários provérbios ressaltam a idéia de que os filhos reproduzem defeitos e qualidades dos pais:
Tal pai, tal filho; Filho de peixe, peixinho é; Quem sai aos seus não regenera . . .
Bem, depende do ângulo em que observamos o assunto. Quanto à estrutura física é notório que funciona a hereditariedade. Filha de pais obesos dificilmente será manequim. Filho de pais magérrimos terá poucas chances de ser lutador de sumô.
É necessário recordar sempre, no estudo da reencarnação, que o Espírito subordina-se às possibilidades do corpo que lhe serve às experiências humanas. Um gênio da Espiritualidade terá imensas dificuldades em mobilizar seu potencial num corpo subnutrido desde a gestação.
Isto é claramente demonstrado nas experiências com adoção. Filho de favelados humildes, paupérrimos, é adotado por família rica, ainda recém-nascido. Recebe desde logo o que há de melhor em nutrição e cuidados médicos. O confronto deste bebê, na idade adulta, com um irmão que permaneceu na favela, revelará sensível diferença em favor do primeiro.
O mesmo não se pode dizer quanto à moral.
Não herdamos a bondade ou a maldade, o altruísmo ou o egoísmo, o vício ou a virtude de nossos pais. Estes valores não estão impressos nos genes, nem se condicionam à estrutura ou desenvolvimento do corpo físico. Constituem patrimônio do Espírito. Os pais geram um corpo físico, o espírito que irá vincular-se a este corpo tem sua história á parte.
Há, sem dúvida, a influência do meio. A criança é sensível aos exemplos que recebem ao pressionamento do ambiente em que vive. Mas é uma influência relativa, mesmo porque a evolução moral opera-se de dentro para fora, a partir da disposição íntima do indivíduo em lutar contra suas imperfeições e deficiências. Por isso os filhos revelam suas próprias características, eminentemente pessoais, sua maneira de ser, não raro em oposição ao lugar em que vivem e aos estímulos que recebem. A melhor demonstração disso está no próprio lar. Numa família de cinco filhos, com os mesmos pais, o mesmo ambiente, os mesmos cuidados, sob as mesmas condições, são todos diferentes entre si, como os dedos da mão. Há um carinhoso; outro que é muito agressivo; Há o que não gosta de mentir; outro que se destaca por ser amigo do engodo; Há o fascinado por sons estridentes; outro que prefere música suave; Há o ávido por aventuras amorosas; outro extremamente comedido no relacionamento afetivo. A moral, portanto é a carteira de identidade do Espírito, dando-nos conta de que ele é filho de si mesmo, de seus patrimônios íntimos, de suas experiências pretéritas, revelando-nos o estágio de evolução em que se encontra.
Quando há uma família onde pais e filhos tem comportamento imoral, sempre dispostos a lesar o semelhante, costumamos ouvir:
- É tudo farinha do mesmo saco.
Realmente, isto pode acontecer, não por herança moral ou mera influência ambiente, mas por afinidade. Uma família de bandidos é constituída por Espíritos que tem essa tendência. Uma família de gente honesta e digna integra Espíritos do mesmo porte.
Há, ainda, a “ovelha negra”, um filho degenerado, de comportamento inconseqüente e vicioso, no seio de uma família ajustada. Espírito atrasado que foi acolhido com o propósito de ser ajudado em seu aprendizado.
O inverso também acontece: “ovelha branca” entre marginais. Espírito evoluído numa tarefa sacrificial em favor dos familiares.
Algo semelhante ocorre em relação à vocação, ponta visível de nosso universo íntimo, sem subordinação a fatores hereditários ou ambientes. Desde a mais tenra infância a criança revela tendências e habilidades relacionadas com determinada atividade que, não raro, surpreendem os adultos. Se houvesse uma escola para os pais uma disciplina seria indispensável: como ajudar os filhos a seguir suas inclinações, no indispensável casamento entre vocação e profissão.
Quando isto não ocorre, temos verdadeiros desastres: Maus médicos que seriam excelentes fazendeiros; Maus advogados que seriam ótimos músicos; Maus administradores que se dariam bem melhor como operários.
Como vemos, os filhos trazem suas próprias aptidões e senso moral. Podemos e devemos auxiliá-los a desenvolver para o Bem esses valores. Para isso estão junto de nós.
Consideremos, contudo, que chegará o momento em que seguirão seus caminhos. Então, aprenderão com seus próprios erros e crescerão com seus próprios acertos.




quarta-feira, 1 de setembro de 2010

DOENÇA É HERANÇA DE NOSSOS PAIS?


No passado, culturas materialistas, como a de Esparta, eliminavam deficientes físicos no nascedouro, pretendendo sustentar uma raça de guerreiros impecavelmente fortes e saudáveis.
Essa eugenia amoral está presente hoje nos modernos centros médicos, onde sofisticados exames, durante a gestação, determinam, quanto à conveniência de eliminar embriões "defeituosos", como se fossem peças de uma fábrica rejeitadas nos testes de qualidade.
O Espiritismo tem uma contribuição a nos oferecer, neste particular, demonstrando que crianças com problemas mentais e físicos são Espíritos em provação, enfrentando situações compatíveis com suas necessidades evolutivas e seus débitos cármicos.
Os pais, por sua vez, situam-se, geralmente, por parceiros ou mentores de seus delitos. Tem, por isso, o intransferível compromisso de ajudá-los nessas penosas jornadas de reabilitação.
O problema, portanto, não pode ser reduzido a simples acidente biológico. Embora as leis de genética estejam presentes no ato reencarnatório, não funcionam de forma casual. O mecanismo é causal. Não é o acaso que promove a combinação de elementos hereditários. A causa está nas vivências anteriores do reencarnante, que determinam a natureza de seu corpo, com as facilidades ou dificuldades que enfrentará.
Há casos em que os pais abortaram o feto que nasceria com problemas mentais, e numa nova tentativa o feto formou-se sem problemas, mas depois de alguns anos, contraiu meningite que deixou seqüelas mentais. Daí, os pais não tiveram coragem de descartá-lo, porque já aprenderam a amá-lo. É a lei perfeita de Deus agindo a nosso favor.
ENTÃO, DOENÇA NÃO É HERANÇA GENÉTICA?
A fatalidade hereditária funciona na composição da cor dos cabelos, da pele, dos olhos, da estrutura física, da morfologia. Quanto às questões envolvendo saúde, inteligência, vitalidade, o reencarnante tenderá a aproveitar os elementos genéticos compatíveis com suas necessidades e compromissos.
Recebemos de nossos genitores (pais) o material (genes) para uma nova moradia (corpo) e este será construido conforme a história que escrevemos em nosso passado, ou seja, nossa estrutura orgânica será compatível com nossas necessidades evolutivas. Nosso corpo será a colheita do nosso plantio.
Um indivíduo violento, sempre pronto a resolver "no braço" suas pendências, terá corpo frágil que inibirá seus impulsos agressivos. Ainda que reencarne em família de gente forte e saudável, ressurgirá na carne com educativas deficiências.
Geralmente, quem nasce cego dentro de uma família de cegos, é porque este espírito está aproveitando a herança genética daquela família para regastar, coletivamente, débitos do passado.
E OS QUE NASCEM SAUDÁVEIS EM FAMÍLIA COM SÉRIOS PROBLEMAS GENÉTICOS?
Neste caso chamamos de missão. É quando um Espírito reencarna com importante missão no seio de uma família que tende a gerar deficientes físicos, por exemplo, em virtude de problemas genéticos. Mas, pela natureza de suas tarefas, ele deve ter corpo saudável. Assim, técnicos da Espiritualidade atuando com segurança, selecionam o óvulo mais promissor, o espermatozóide mais adequado e promovem a fecundação, aproveitando da melhor forma possível os caracteres hereditários, favorecendo o reencarnante.
Então, missionário ou reeducando, tarefeiro ou aprendiz, teremos sempre o corpo, a saúde compatível com nossos compromissos, de acordo com os sábios desígnios de Deus, presentes até mesmo na folha que cai de uma árvore, como ensinava Jesus.