Dr. Bezerra atendia à todos e não cobrava nada. Certo dia, seu ajudante de consultório lhe perguntou: - Dr. Bezerra, sua família está passando necessidade, por que o senhor não cobra pelo menos um pouco das pessoas? E ele respondeu: - Como estas pessoas irão pagar, se muitos não tem o que comer? O rapaz então perguntou: - O que o senhor comeu ontem? E Dr. Bezerra respondeu, depois de gaguejar: - Nada. Então, entraram em acordo, as pessoas pagariam se quisessem, e o quanto pudessem, e o dinheiro iria para às mãos de sua esposa. E certo dia, ao examinar uma criança, deu a receita para a mãe. Ela chorando disse: - Como comprarei este remédio, se não tenho o que comer? Dr. Bezerra, tratou de procurar algum dinheiro para lhe dar, mas não encontrou. Então, olhou para seu dedo e viu seu anel de formatura. Não pensou duas vezes, retirou o anel do dedo e deu para a mãe, dizendo: - Leve este anel, ele comprará comida e os remédios que seu filho precisa.
ESTE ERA BEZERRA DE MENEZES, O APÓSTOLO DA CARIDADE.
“A medicina humana, compreendida e aplicada dentro de suas finalidades superiores, constitui nobre missão espiritual.”(Emmanuel)
“O médico honesto e sincero, amigo da verdade e dedicado ao bem, é um Apóstolo da Providência Divina, da qual recebe a devida assistência e inspiração, sejam quais forem os princípios religiosos por ele esposados na vida.”(Emmanuel)
“Clinicar é sinônimo de sofrer. Onde estiver o homem padecendo, está ao lado a medicina aliviando, consolando, mitigando . . . e padecendo, como mãe carinhosa.”(Miguel Couto)
“O maior erro da medicina oficial terrena é julgar que o túmulo é a última etapa dos seus esforços.” (Dr. Inácio Ferreira)
Bezerra de Menezes, o médico que tinha sua profissão como verdadeiro sacerdócio, dizia:
“Um médico não tem o direito de terminar uma refeição; nem de escolher hora; nem de perguntar se é longe ou perto, quando um aflito qualquer lhe bate a porta; nem de deixar de acodir por estar com visitas; nem por ter trabalhado muito e achar-se fatigado; ou por ser noite, e o caminho ou tempo está ruim; nem por ficar longe ou no morro o que, sobretudo, pede um carro a quem não tem com que pagar a receita; ou diz a quem chora a porta que procure outro, esse não é médico, é negociante de medicina. Esse é um infeliz, que manda para outro o anjo da caridade que lhe veio fazer uma visita e lhe trazia a única gratificação que podia saciar a sede de riqueza do seu espírito, a única que jamais se perderá nos vais-e-vens da vida."
Algumas centenas de pessoas se reuniram em uma marcha contra a venda de cerveja e vinho na cidade de Booneville, Mississippi, no domingo (15).
A manifestação tinha como objetivo chamar atenção para o referendo que acontecerá na terça-feira sobre a venda das bebidas alcoólicas na cidade. A maior parte dos manifestantes são filiados à Citizens Against Alcohol Sales (Cidadãos Contra a Venda de Bebida Alcoólica).
A venda de cerveja e vinho light (?) passaria a ser legalizada caso a campanha de Gary Walker, da organização Citizens for New Business and Growth (Cidadãos por Novos Negócios e Crescimento), dê resultados. "Na terça-feira todos vão poder escolher o que seus corações acharem melhor sem ninguém olhando sobre seus olhos", disse Walker, que alega que a liberação das bebidas vai gerar empregos e renda para a pequena cidade.
Do lado dos manifestantes, Irmão Lee Dillard, pastor da Igreja Batista de Booneville e porta-voz do Citizens Against Alcohol Sales, diz que "os benefícios são menores que as vantagens" da proibição. Ele chega a citar estatísticas de crimes cometidos sob o efeito de álcool como argumento. "40% dos perpetradores estão sob a influência de bebidas alcoólicas imediatamente antes ou depois que cometem crimes violentos", disse Dillard.
OBSERVAÇÃO: O mundo está mudando mesmo. Quando é que víamos pessoas fazendo passeata contra bebida alcoólica? Começamos a combater o cigarro através da conscientização. Os fumantes achavam "charmoso" ter um cigarro entre os dedos, hoje muitos acham constrangedor.
Assim está acontecendo com a bebida alcoólica. Cada garrafa de bebida que adquirimos ajuda a sustentar a indústria que mata mais gente e destrói mais lares do que uma guerra. Um seareiro de Jesus não deveria compactuar com isso.
Nós espíritas não podemos esquecer que "somos espíritos", e como espíritos não sabemos nossa idade espiritual, que vicios tivemos, que erros cometemos em encarnações passadas. Muitas vezes, um gole de bebida alcoólica desperta lembranças do passado que poderá nos induzir a errar novamente no mesmo ponto do erro do passado. Lembremos que "a carne não é fraca, fraco é o espírito." Sem contar que, somos exemplo para outros espíritos que convivem conosco neste planeta. Se uma pessoa consegue ficar num golinho o outro talvez não fique. Portanto, seremos responsabilizados pelo mau exemplo, o insentivo, o despertamento dos vícios do passado naqueles que convivem conosco.
E as doenças de nosso corpo físico são reflexos dos abusos do passado e do presente. No caso da bebida alcoólica, o resgate não é apenas em relação ao fígado. O álcool causa males em vários órgãos do nosso corpo.
Alerta André Luiz: “Precatar-se contra tóxicos, narcóticos, alcoólicos, e contra o uso demasiado de drogas que viciem a composição fisiológica natural do organismo. Existem venenos que agem gota a gota.”
Leia neste blog o texto: "BEBIDA ALCOÓLICA É DROGA?"
O medo de ser enterrado vivo induz muita gente a desejar ser cremado. Queima-se o cadáver evitando o problema. Mas há uma dúvida que inspira a pergunta mais freqüente:
- Se no ato crematório o Espírito ainda estiver preso ao corpo, o que acontecerá? Tudo aquilo que doamos temos, é da lei. Tudo que temos, devemos.
O corpo é uma veste e um instrumento muito valioso e útil para o espírito, enquanto encarnado. Depois de morto, nenhuma utilidade mais tem para o espírito que o animou. Poderá vir a ser cremado sem que nada disso traga qualquer prejuízo real para o espírito desencarnado.
Pensam alguns que se o seu corpo for queimado ou lesado haverá prejuízo para o seu ressurgimento no mundo espiritual. Entretanto, não é o corpo material que continua a viver além-túmulo nem é ele que irá ressurgir, reaparecer, mas sim o espírito com o seu corpo fluídico (perispírito), que nada tem a ver com o corpo que ficou na Terra.
É necessário observar que, se o Espírito estiver ligado ao corpo não sofrerá dores, porque o cadáver não transmite sensações ao Espírito, mas obviamente experimentará impressões extremamente desagradáveis, além do trauma decorrente de um desligamento violento e extemporâneo. Mas pense bem, enterrar o corpo é também algo horrível se o espírito permanecer preso a ele; a autópsia; a putrefação do corpo, os vermes devorando a carne putrefata, é também angustiante para o espírito. Entretanto devemos lembrar que o perispírito está em outra faixa vibratória, e que em circunstâncias normais não deve ser afetado, quer pela decomposição, quer pela cremação.
Entretanto, acreditamos que um espírito cujo corpo vai ser cremado, é desligado, talvez de forma violenta, mas não será queimado, mesmo que fique preso.
Sofrem mais os espíritos muito apegados à matéria, os sensuais, os que se agarram aos prazeres da vida. Mas respondendo objetivamente, acreditamos que não são sensações físicas, e sim emocionais, morais.
Para que o Espírito não se encontre ligado ao corpo físico, é recomendável um intervalo razoável após a morte (Emmanuel diz 72 horas), a fim de se ter maior segurança de que o desligamento perispiritual já tenha completado.
Nos fornos crematórios de São Paulo espera-se o prazo legal de vinte e quatro horas. Não obstante, o regulamento permite que o cadáver permaneça em câmara frigorífica pelo tempo que a família desejar. Espíritas costumam pedir três dias. Há quem peça sete dias.
Importante reconhecer, todavia, que muito mais importante que semelhantes cuidados seria cultivarmos uma existência equilibrada, marcada pelo esforço da auto-renovação e da prática do Bem, a fim de que, em qualquer circunstância de nossa morte, libertemo-nos prontamente, sem traumas, sem preocupação com o destino de nosso corpo.
Podem a Benção e a Maldição atrair o bem e o mal para aquele sobre quem são lançadas?
R: Deus não escuta a maldição injusta e culpado perante Ele se torna o que o profere. Como temos os dois gênios opostos, o bem e o mal, pode a maldição exercer momentaneamente influência, mesmo sobre a matéria. Tal influência, porém, só se verifica por vontade de Deus como aumento da prova para aquele que é dela objeto. Demais, o que é comum é serem amaldiçoados os maus e abençoados os bons. Jamais a benção e a maldição podem desviar da senda da justiça a Providência, que nunca fere o maldito, senão quando mau, e cuja proteção não acoberta senão aquele que a merece. (questão 557)
O ato de abençoar implica em desejar o bem de alguém. Assim como a oração, o alcance da benção depende de nosso envolvimento com ela, dos sentimentos que mobilizamos. O pai que, displicentemente, abençoa o filho, sem desviar a atenção do programa de televisão, não vai além das palavras. Já a mãe, que leva a criança ao leito, conversa com ela, conta-se uma história e a beija carinhosamente, põe a própria alma ao abençoá-la, envolvendo-a em poderosas vibrações de amor, com salutar repercussão em seu psiquismo. Ao contrário da benção, amaldiçoar é desejar o mal de alguém. O fato de desejarmos que uma pessoa seja atropelada, não implicará, evidentemente, nesse funesto acontecimento. Não possuímos poderes para tanto, nem Deus o permitiria. Mas podemos perturbar nosso desafeto. À semelhança da benção, a maldição é um pensamento contundente, revestido de carga magnética deletéria, passível de provocar-lhe reações adversas, como nervosismo, tensão, irritabilidade, mal-estar. Se, porém, o amaldiçoado é uma pessoa bem ajustada, moral ilibada, idéias positivas, sentimentos nobres, nada lhe acontecerá. Simplesmente não haverá receptividade para nossa vibração maldosa. O "olho gordo", o "mal olhado", o "mal fluido", ou como queiramos chamar, é repelido ou aceito dependendo de nós. Nós somos o nosso próprio amuleto. Bênçãos e maldições são como bumerangues, que retornam às nossas mãos quando os atiramos. Se amaldiçoamos alguém, odientos, o mal que lhe desejamos volta invariavelmente para nós, precipitando-nos em perturbações e desequilíbrios. Somos vitimados por nosso próprio veneno. Em contrapartida, aquele que abençoa alimenta-se de bênçãos, neutralizando até mesmo vibrações negativas de eventuais desafetos da Terra ou do além. Certamente, em inúmeras circunstâncias, inspiramos antipatia em pessoas que cruzam nosso caminho. Impossível agradar a todos. Tudo que podemos desejar é que isso jamais ocorra em função de uma omissão ou iniciativa infeliz de nossa parte.
Jesus disse: “Não se turbe o vosso coração. Crede em Deus, crede também em mim. – Há muitas moradas na casa de meu Pai.”
Durante muito tempo esta afirmativa pareceu vaga, absurda e sem nexo. Porque os antigos acreditavam que o céu era o teto da Terra. E nesse teto, estavam fixados o Sol (farol que sustentava o dia); a lua e as estrelas (luzes que enfeitavam a noite). Acreditavam que a abóbada celeste movimentava-se em torno da Terra. Quando surgia, o Sol espantava a noite. Quando o Sol declinava, morria o dia. A ciência engatinhava e suas idéias se confundiam com a teologia dogmática; que dizia: · A Terra, o centro do Universo. · O homem, o rei da criação. Com o tempo descobriu-se que o teto da Terra é infinito, e as luzes do Céu, são astros distantes. Durante séculos, a religião, usou o seu poder temporal para impor suas idéias, utilizando-se de precários cálculos e observações de Ptolomeu, astrônomo grego que viveu no século I da era cristã. Ele foi o autor da teoria geocêntrica, que dizia que os astros giravam em torno da Terra. Sua teoria sustentava a teoria da igreja. A igreja proibia avançar além dessa idéia, o castigo para quem se atrevesse era a morte. No século XVII, no ano de 1543, o astrônomo italiano Galileu Galilei, defendia a teoria de Nicolau Copérnico, um eclesiástico, que viveu um século antes, que temia e respeitava as autoridades religiosas. Tal teoria, é a heliocêntrica, que afirmava que os astros giravam em torno do Sol. Por essa afirmativa, Galileu foi levado ao tribunal inquisitorial, e “convidado” a negar a teoria que defendia. A pena, caso ele se recusasse a negar, era arder na fogueira. Com essa teoria, a Terra não seria mais o centro do Universo, mas apenas um humilde planeta que gira em torno do Sol, uma estrela de 5ª grandeza. Para as autoridades religiosas, era difícil admitir que o “homem”, o rei da Criação, habitasse um grão de poeira, em areal infinito. Então, Galileu, negou a teoria heliocêntrica, mas afirmou, ao mesmo tempo, aos companheiros: - A Terra se move. Galileu, inventou então, o telescópio, que o ajudou a confirmar com cálculos matemáticos as conclusões de Copérnico. Hoje, qualquer criança de primeiro grau tem consciência de que a Terra é apenas um satélite do Sol. E além da Terra, há mais 8 planetas que fazem parte desse sistema solar. Em pesquisas atuais, já foram constatados que há mais sóis e mais planetas somente na nossa galáxia. Segundo os Espíritos, de todos os mundos que compõem o nosso sistema planetário, a Terra é dos de habitantes menos adiantados, física e moralmente. Júpiter é um dos mundos mais próximos da perfeição. O volume de cada um e a distância a que esteja do Sol nenhuma relação necessária guardam com o grau do seu adiantamento.
Na questão 55 de O Livro dos Espíritos, os Espíritos disseram à Kardec que "são habitados todos os mundos que se movem no espaço; que só o orgulho e a vaidade podem sustentar a idéia de que o Homem está solitário no Universo."
Portanto, a afirmativa de Jesus, que parecia um absurdo, hoje já não é mais. Quando pensamos nessa vastidão infinita, somos levados a admitir que não estamos sós.