sábado, 12 de junho de 2010

JESUS FAZ DESOBSESSÃO


Uma multidão se aproximou de Jesus, e entre eles um homem destacou-se, implorando:
- Mestre, trouxe-te meu filho, possesso de um Espírito mudo. Este, onde quer que o apanhe, lança-o por terra e ele espuma, range os dentes, e vai-se secando. Roguei aos teus discípulos que o expulsassem, mas não puderam.(...)

Dirigindo-se ao obsessor invisível, Jesus ordenou:
- Espírito mudo e surdo, eu te ordeno, sai dele e nunca mais nele entres.

O menino agitou-se com mais violência, pondo-se a gritar. O obsessor afastou-se deixando-o inerte no chão. Parecia morto. A multidão gritava:
- Morreu...

Mas Jesus, tomando-lhe pela mão, o fez erguer-se sem problemas, totalmente recuperado.
Mais tarde, os discípulos lhe perguntaram, em particular:
- Por que não pudemos expulsá-lo?

Jesus explicou:
- Esta casta de Espíritos só pode sair por meio de jejum e oração.

 

A obsessão existe desde que o mundo é mundo.
Nem sempre é fácil ou possível resolver.
Cada religião tenta ajudar as pessoas de maneiras diferentes. Os católicos usam o exorcismo; os protestantes fazem a sessão de descarrego, nós espíritas fazemos a desobsessão.
Então, muitas pessoas chegam na Casa espírita e querem que nós espíritas retiremos o obsessor.
Geralmente, não buscam saber quem é ele; porque ele age sobre nossas vidas; como podemos afastá-los; como podemos nos prevenir.
As pessoas querem uma reza forte; um amuleto; uma desobsessão rápida e quando não conseguem buscam uma outra casa religiosa. Mas a fórmula, o amuleto para afastar ou prevenir contra o ataque dos obsessores foi Jesus quem deu quando recomendou: “jejum e oração”.
Não pensemos que o jejum que Ele pediu foi o de comida. Se fosse assim, a população que passam por um jejum permanente por falta de recursos seriam pessoas santas. E o que vemos em lugares onde faltam comida, pelo contrário, há violência. O jejum que Jesus se referiu é o jejum moral. Onde devemos nos abster do ódio, vingança, maldade cultivando o Bem e a Virtude.
E a oração é uma conversa com Deus, usando a linguagem do coração, sem necessidade de muitas palavras, de repetição. É a conduta moral cristã no dia-a-dia, em todos os lugares. Todo bom pensamento, atitude e palavra é uma oração.
Por isso as pessoas pulam de religião a religião, porque buscam uma casa forte, que resolva seus problemas sem que ela tenha que modificar seus hábitos, seu modo de pensar e agir. Mas lá no Evangelho Jesus pede esta modificação:
“- Reconcilia-te o mais depressa possível com o vosso adversário, enquanto estais a caminho com ele.” Aqui Jesus pede que façamos as pazes com nossos inimigos enquanto ele está vivo (encarnado), porque depois de morto (desencarnado) ele poderá se tornar um obsessor invivível aos nossos olhos.
“- Amai vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam.” Aqui Jesus pede que não desejemos ou nos alegremos com o mal que aconteça aos nossos inimigos. Se não conseguirmos conviver com eles que, pelo menos, oremos por eles.
“- Se vocês amarem somente os que amam vcs, que mérito vcs terão?” É muito fácil amar quem nos ama, o teste está em amar (compreendendo) os que nós odeiam.
“- Amai vossos inimigos, fazei o bem a todos e auxiliai sem esperar coisa alguma.” Aqui Jesus pede que ajudemos não atrapalhando, ou seja, não nos vingando daqueles que nos fez mal.
“- Deveis perdoar setenta vezes sete vezes.” Perdoar consiste em "relevar", "desculpar" já que o esquecimento não é possível muitas vezes.
Allan Kardec explica que as moscas farejam as chagas do corpo físico e os obsessores farejam as chagas da alma. Quando dizemos ou pensamos: “Vou me matar”. Atrairemos muitos espíritos que se aproximarão e sugerirão: “Isso mesmo, assim você se livra do problema.”
Mas na verdade, nós nos envolveremos com mais problemas: cadeia, afastamento dos entes queridos, sofrimento aos familiares, obsessão por parte do "morto" e aós a morte do corpo físico virá uma reencarnação para reparar o ato impensado.



POR QUE DEUS PERMITE ESTE ASSÉDIO?
PARA NOS FORÇAR A MORALIZAR NOSSOS PENSAMENTOS, ATOS E PALAVRAS.
QUEM NÃO SE ESFORÇA A VIVER O AMOR ENSINADO PELO CRISTO, SERÁ FORÇADO A APRENDER PELA DOR, PELO SOFRIMENTO.



Compilação de Rudymara












sexta-feira, 11 de junho de 2010

OBSESSÃO


O QUE É A OBSESSÃO: É a ação persistente que um espírito (encarnado ou desencarnado) exerce sobre outro espírito (encarnado ou desencarnado).
GRADAÇÃO DAS OBSESSÕES: Em geral, a obsessão se instala gradativamente. De início é sutil e, aos poucos, vai dominando a vítima, induzindo-a a cometer pequenos erros, até chegar a ponto de dominá-la por completo. Allan Kardec, através dos seus estudos classificou a obsessão por seus estágios, sendo que por isso mesmo, não tem um caráter definitivo, servindo apenas como parâmetro para estudo, uma vez que a obsessão é muito variada em seus aspectos, sendo difícil estabelecer onde uma fase começa e termina a outra. Os graus de obsessão são:
SIMPLES - É a influência sutil na atitude do espírito, encarnado ou desencarnado.
FASCINAÇÃO - É a ação direta de um espírito sobre o pensamento de outro.
SUBJUGAÇÃO - É a paralisação através da ação mental, que um espírito determina sobre a vontade de outro.
TIPOS DE OBSESSÕES:
- Encarnado p/ Encarnado;
- Desencarnado p/ Desencarnado;
- Encarnado p/ Desencarnado;
- Desencarnado p/ Encarnado;
- Auto- Obsessão.

O QUE PREDISPÕE À OBSESSÃO: Podemos dizer que a Obsessão é resultado de dívidas passada, porém é provocada pela invigilância do obsidiado que abre as portas para a instalação da obsessão.
INVIGILÂNCIA: A PORTA PARA A OBSESSÃO: As causas cármicas (débitos do passado) aproximam o cobrador, mas o que lhe dá condição de agir sobre o obsidiado é a invigilância do mesmo, que ao se conduzir e permanecer no erro vai aos poucos criando as condições para o ataque do obsessor implacável.
A ESCRAVIZAÇÃO DO PENSAMENTO: Pensamento é força. Quando se aceita um pensamento ruim, emitido pelo obsessor, criam-se as condições para cada vez mais ser dominado até a subjugação.
PROCESSO OBSESSIVO / CONSEQÜÊNCIAS DA OBSESSÃO: Quando a vítima se mostra desprotegida e vacilante, o cobrador inicia seu ataque de forma contínua e persistente e assim vai dominando pouco a pouco. Pode ser um processo lento ou rápido, dependendo do estado da vítima.Como conseqüência do ataque implacável a vítima passa a viver sob o domínio quase total do obsessor, podendo esta ação causar inclusive problemas orgânicos na vítima.
OBSIDIADO: Pessoa assediada pelo obsessor.
A CRIANÇA OBSIDIADA: Geralmente é um espírito que já sofria perseguição na erraticidade. Com o reencarne, o sofrimento é atenuado, porém, sofre desde cedo com estas influenciações.
QUEM É OBSESSOR: É alguém como nós, sujeito a erros e acertos, que por não ter perdoado seu agressor e por estar ainda preso ao sentimento de revolta ou raiva, ataca sua vítima e tenta de todas as formas subjugá-la.
MODO DE AÇÃO DO OBSESSOR: Age nas brechas morais que encontra na vítima e utiliza-se de todos os meios que dispuser para atingir seu objetivo.Algumas vezes se une a outros espíritos e trabalham em conjunto para cercar a vítima de todos os lados.
ACESSOS À OBSESSÃO:- Idéias profundamente negativas - Depressão / Desânimo - Revolta - Medo - Irritação / Cólera - Vícios / fumo / tóxicos / álcool - Desregramento sexual - Maledicência - Ciúme - Avareza/Egoísmo - Ociosidade - Remorso
PARASITOSE ESPIRITUAL: Quando o espírito desencarna, conserva suas qualidades e seus defeitos, assim, se era um viciado, vai procurar alguém que lhe dê as condições de suprir suas necessidades referentes àquele vício que possuía e passa a viver como hospedeiro.
OVÓIDE: O espírito desencarnado, por medo, desconhecimento e sentimento de culpa, de tanto se cobrar, numa tentativa de fuga, se fecha em si mesmo e se retrai até chegar ao ponto de ovóide. A reversão deste estágio é sempre complexa.Estando neste estágio (ovóide), podem ser usados por outros espíritos, que os instalam em suas vítimas para sugar suas energias vitais e enfraquecê-las.
A OBSESSÃO PROLONGADA PODE CAUSAR:- Desordens patológicas (doenças) - Loucura - Morte Física


Estudo baseado na obra: Obsessão / Desobsessão: Profilaxia e Terapêutica Espíritas Autora: SUELY CALDAS SCHUBERT

DIVALDO FRANCO E SUA IRMÃ SUICIDA


Divaldo, conta que viu sua irmã suicida em desespero, após vinte anos do suicídio, dizendo estar impregnada pelo veneno que havia ingerido.
Divaldo começou a pensar no que poderia fazer para atenuar o sofrimento da irmã, tão querida ao seu coração. Ele orava muito pela irmã, mas desejava fazer mais por ela.
Osvaldo, irmão de Divaldo, exercia na cidade de Feira de Santana, no Estado da Bahia, o cargo de Delegado de Polícia.
Divaldo, certa vez, perguntou ao irmão qual o fato que mais o impressionara em sua árdua carreira.
Osvaldo contou-lhe que o quadro mais triste que havia presenciado era a situação das mulheres nos lupanares ou zona de meretrício como eram chamados naquela época. Aquelas mulheres entregavam-se ao comércio carnal, despreparadas para a vida e completamente sem proteção.
Contou-lhe que sua equipe policial, numa das “batidas” naquelas casas, verificou que as pobres mulheres colocavam os filhinhos sob a cama, cobrindo-os com lençóis e os obrigavam a ficar quietos para poderem atender os clientes sobre a cama.
Divaldo foi com o irmão até a zona de meretrício daquela cidade e reunindo as mulheres mais decadentes, já com o organismo corroído pela sífilis e outras doenças, indagou-lhes o que ele poderia fazer-lhes para atenuar a dor e a miséria em que viviam.
A grande maioria disse que gostaria de encontrar alguém que salvasse seus filhos, principalmente as filhas de seguir tal “profissão”.
Uma outra moça implorou chorando:
- Seria tão bom se eu pudesse encontrar uma pessoa com misericórdia que nos salvasse desta desgraça.
Divaldo, enternecido, prometeu que iria cuidar dessas pobres crianças e de suas mães em homenagem à sua tão querida irmã Nair.
Pediu forças a Deus para poder levar à Mansão do Caminho todas aquelas crianças. Eram catorze. Chegaram a ter trinta e seis crianças através do tempo, filhas dessas pobres mulheres equivocadas. Algumas delas conseguiram mudar de vida, ter uma profissão digna, graças à orientação de Divaldo.
E os anos foram passando plenos de trabalho no ideal da caridade e fraternidade.
Quando dona Ana Franco, mãe de Divaldo, desencarnou em 1972, a irmã de Divaldo estava ao lado dela. E naquele momento, Nair agradeceu à Divaldo por tudo que ele havia feito pelas mães e filhos desamparados em seu nome.
Essa homenagem fez muito bem ao Espírito de Nair que passou a se preparar para uma futura reencarnação.
Hoje ela já está reencarnada. Nasceu com lábios leporinos, resultado do veneno que havia ingerido.
Nasceu debaixo de uma árvore, de uma mulher que não tinha marido.
Joanna disse para Divaldo:
- Veja Divaldo, através do mesmo mecanismo que você à homenageou, ela veio (reencarnou) para agradecer.


Mas . . . o mais importante é que lhe foi concedida, pela misericórdia de Deus uma nova oportunidade na Escola da vida. Vale a pena viver e amar como nos ensina o Espírito Joanna de Ângelis. Vale a pena preencher com a fraternidade, a solidariedade, que são frutos amadurecidos de amor, todos os momentos da vida.
Então, se perdemos nossos entes queridos, vamos seguir este exemplo de nosso Divaldo e amar com infinita ternura todos os tristes e desamparados do caminho, tratando-os como pais, mães e irmãos queridos.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

OS MÉDIUNS E O USO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS


O uso de alguma bebida alcoólica costuma trazer incovenientes para os médiuns ?

Raul Teixeira – Todo indivíduo que se encontra engendrado nos labores mediúnicos, seja qual for a ocupação (até mesmo o médium passista), deveria abdcar do uso dos alcoólicos em seu regime alimentar. Isto porque o álcool traz múltiplos incovenientes para a estrutura da mente equilibrada, considerando-se sua toxidez e a rápida digestão de que é alvo, facilitando grandemente que o álcool entre na corrente sangüínea do indivíduo, de modo fácil, fazendo seu efeito característico.
Mesmo os inocentes aperitivos devem ser evitados, tendo-se em mente que o médium é médium as vinte e quatro horas do dia, todos os dias, desconhecendo o momento em que o Mundo Espiritual necessitará da sua cooperação. Além do mais, quando se ingere uma porção alcoólica, cerca de 30% são rapidamente eliminados pela sudorese e pela dejeção, mas cerca de 70% persiste por muito tempo no organismo, fazendo com que alguém que, por exemplo, haja-se utilizado de um aperitivo na hora do almoço, à hora da atividade doutrinária noturna não esteja embriagado, no sentido comum do termo, entretanto, estará alcoolizado por aquela porcentagem do produto que não foi liberada do seu organismo.

Do livro: Diretrizes de Segurança, questão 85 – Divaldo P. Franco e Raul Teixeira respondem perguntas em torno da mediunidade.

terça-feira, 8 de junho de 2010

O SONO NAS REUNIÕES ESPÍRITAS


Quais as causas do sono de que muitos companheiros se queixam quando participam de uma reunião mediúnica ? Como evitá-lo ?

J. Raul Teixeira – As causas podem ser várias. Desde o cansaço físico, quando o indivíduo que vem de atividades muito intensas e que, ao sentar-se, ao relaxar-se, naturalmente é tomado pelo torpor da sonolência. Também, pode ser causado pela indiferença, pelo desligamento, quando alguém está num lugar, fisicamente, entretanto, pensando em outro, desejando não estar onde se acha. Compelido por uma circunstância qualquer, a pessoa se desloca mentalmente.
O sono pode, ainda, ser provocado por entidades espirituais que nos espreitam e que não tem nenhum interesse em nosso aprendizado para o nosso equilíbrio e crescimento. Muitas vezes, os companheiros questionam: “Mas nós estamos no Centro Espírita, estamos num campo protegido, e como o sono nos perturba?” Temos que entender que tais entidades hipnotizadoras podem não penetrar o circuito de forças vibratórias da Instituição, ficam do lado de fora. Mas, a pessoa que entrou no Centro, na reunião, não sintonizou-se com o ambiente, continua vinculada aos que se conservam fora, e através dessa porta, desse plug aberto, ou dessa tomada, as entidades que ficaram lá de fora lançam seus tentáculos mentais, formando uma ponte. Então, estabelecida a ligação, atuam na intimidade dos centros neuroniais desses incautos, que dormem, que se dizem desdobrar: “Eu não estava dormindo . . . apenas desdobrei, eu ouvi tudo . . .” Eles viram e ouviram tudo o que não fazia parte da reunião. Foram fazer a viagem com as entidades que os narcotizaram.
Deparamos aí com distúrbios graves, porque quando termina a reunião o indivíduo está fagueiro, ótimo e sem sono e vai assistir à televisão até altas horas, depois de se haver submetido aos fluidos enfermiços. Por isso recomendamos àqueles que estão cansados fisicamente, que façam um ligeiro repouso antes da reunião, ainda que seja por poucos minutos, para que o organismo possa beneficiar-se do encontro, para que fiquem mais atentos durante o trabalho doutrinário. Levantar-se, borrifar o rosto com água fria, colocar-se em uma posição discreta, sempre que possível ao fundo do salão, em pé, sem encostar-se, afim de lutar contra o sono.
Apelar para a prece, porque sempre que estamos desejosos de participar do trabalho do bem, contamos com a eficiente colaboração dos Espíritos Bondosos. Faze a tua parte que o céu te ajudará.
Temos, então, o sono como esse terrível adversário de nossa participação, de nosso aprendizado, de nosso crescimento espiritual. Não permitamos que ele se apodere de nós. Lutemos o quanto conseguimos, e deveremos conseguir sempre, para combatê-lo, para termos bons frutos no bom aprendizado.


Do livro: Diretrizes de Segurança
Questão 53

domingo, 6 de junho de 2010

SUBLIMAÇÃO SEXUAL - Divaldo Franco



"(...)Mas o apóstolo Paulo já teve a oportunidade de abordar a questão: “se o indivíduo não puder suportar (a abstinência sexual), abrase-se.” Se a situação levar algum transtorno de natureza patológica procure a melhor terapia que são as satisfações de seus apetites dentro de um nível de honorabilidade. Que seria um nível de honorabilidade? Respeito por si mesmo, não se permitir descer a situações promíscuas; respeito pelo(a) parceiro(a); não se permitindo uma dependência pela libido (desejo sexual); respeito ao grupo social, não pretendendo impor a sua orientação sexual como sendo a que todos devem seguir. Porque todos nós temos, invariavelmente, um certo tipo de comportamento e o consideramos normal. Desejamos consciente ou inconscientemente que o mundo mude para estar do nosso lado, quando os outros também têm seus comportamentos e suas orientações sexuais (...)"

No livro “Sexo e Obsessão”, psicografado por Divaldo Pereira Franco, o Espírito Manuel Philomeno de Miranda diz:
“Vive-se, na Terra, a hora do sexo. O sexo vive na cabeça das pessoas, parecendo haver saído da organização genética de onde se situa.
Desvios sexuais, aberrações nas práticas do sexo, condutas extravagantes e desarticulações das funções estabelecidas pelas Leis da Vida, geram perturbações de longo curso . . .
Tormentos da libido e da função sexual têm suas matrizes nos comportamentos anteriores que o Espírito se permite, quando em outras encarnações, abusou da faculdade procriativa, aplicando-a no prazer exorbitante”. .
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Segundo informações dos espíritos, o desvario das tendências sexuais infelizes, pesam em nossas consciências. A reencarnação constitui-se expressão da misericórdia divina quando demonstramos vontade de disciplinar nossos instintos e corrigir as más inclinações.
Como proposta de libertação de nossas almas, cristalizadas nos deslizes pretéritos, muitos Espíritos retornam ao mundo físico dispostos a libertarem-se de suas consciências. Muitos fracassam, mesmo empenhando os maiores esforços. O cerco das paixões inferiores, o contato com os veículos de informação, a televisão com suas imagens tentadoras, as fotos passadas pela internet, lentamente, vão enfraquecendo e anestesiando a pequena força moral.
E, numa simbiose (associação), os dois planos se aproximam. Encarnados e desencarnados se envolvem nas paisagens mentais alimentadas pelos próprios pensamentos.
E falham na grande proposta de se libertarem da cristalização mental inferior em que se encontram.
E a advertência de Jesus nunca foi tão oportuna: “Vá, não peques mais.”

(Artigo do jornal “Palavra Espírita”, ano VI – nº 69)
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Face à vulgarização das falsas necessidades sexuais, aturdes-te, perdendo o rumo do comportamento.
Apelos despresíveis se apresentam nos veículos de comunicação de massa, e os comentários descem a expressões chulas, regadas de baixezas, fazendo do sexo um instrumento de servilismo que o leva a situação mais grotesca do que a animal, de onde procede.
Até certo modo, é compreensível a moderna reação cultural, a esse respeito, como conseqüência aos séculos de ignorância e proibição.
Todavia, substituir-lhe a função essencial pelo mal uso, é lamentável para o próprio homem.
O sexo é para a vida, e não esta para aquele.
Diante das atitudes insensatas e as conotações servis a que está levada a função genésica, dirige-a, tu, com equilíbrio, a fim de que o seu desregramento não te conduza à alucinação.
O sexo foi colocado abaixo do cérebro para ser por este conduzido.
Posto na cabeça pela revolução dos frustrados, ei-lo transformado em peça principal do corpo, em detrimento da própria vida.
Conduze-o com equilíbrio, a fim de que não derrames na sofreguidão que enlouquece, sem resolver o problema.

(Joanna de Ângelis – Divaldo P. Franco – do livro: Episódios Diários)

JESUS CURA CEGO DE NASCENÇA


Na saída da cidade santa encontrava-se um cego.
Perguntaram os discípulos:
- Mestre, quem pecou para que este homem nascesse cego? Ele ou seus pais?
Como podemos observar, os apóstolos:
- Conheciam o homem.
- Sabiam que nasceu cego.
- Admitiam existir males resultantes do pecado.
- Aceitavam a preexistência da alma.
- Concebiam a possibilidade de estar pagando por faltas de vida anterior.
Não tinham uma visão bem definida dos mecanismos da justiça divina.
Estavam imbuídos das concepções mosaicas. No primeiro mandamento da Tábua da Lei está registrado que Jeová pune a iniqüidade dos pais nos filhos, até a quarta geração.
Responde Jesus:
- Nem ele pecou, nem seus pais. Isso aconteceu para que nele se manifestem as obras de Deus.
Evidentemente que o Mestre também admitia o princípio das vidas sucessivas. Senão ele teria dito:
- Vocês estão equivocados. Não existe essa história de voltar a carne. Ninguém reencarna.Sua informação pode soar estranha. Aprendemos com a Doutrina Espírita que ninguém paga senão o que deve. Se aquele homem nasceu cego, tinha comprometimentos que justificavam tal sofrimento. Pecou.
Regra geral, sim, mas é preciso avançar um pouco na problemática do resgate. Espíritos atrasados, ou de mediana evolução, tem a reencarnação planejada por mentores espirituais, passando por experiências que lhes são impostas, sofrimentos relacionados com seus comprometimentos do passado. Reencarnam em expiação.
Os Espíritos mais evoluídos também passam por experiências difíceis, atendendo suas necessidades evolutivas, com uma diferença – eles próprios fazem o planejamento, conscientes de suas responsabilidades. Reencarnam em provação.
Esta seria a posição daquele homem cego. Não nasceu privado da visão por imposição cármica. Não era indispensável que nascesse com essa deficiência. Poderia trilhar caminhos mais suaves. Foi escolha sua, por entender que a cegueira lhe seria sumamente proveitosa, ampliando suas experiências, favorecendo seu crescimento espiritual.
Que pai poria, desde o nascimento, uma mordaça nos olhos de seu filho, providenciando para que alguém a retirasse na idade adulta, em seu nome, a fim de que o filho lhe exaltasse o suposto poder de fazer-lo enxergar?
Portanto, a obra divina a se manifestar nele não se relaciona com a visão recuperada, mas sim, ao espalhar o ocorrido com seu testemunho.
Então, Jesus, com sua própria saliva misturada com terra, preparou uma massa que aplicou nos olhos do cego. Em seguida recomendou-lhe:
- Vai lavar-te no tanque de Siloé.
Cercado de curiosos, o cego foi até lá e se lavou. Ao abrir os olhos, alegria suprema – enxergava!
Ágil como nunca, movimentava-se pela vizinhança. As pessoas admiravam sua desenvoltura.
- Mas será este o cego que mendigava?
Eufórico confirmava:
- Sou eu!
- Como te foram abertos os olhos?
- O homem chamado Jesus fez lama, ungiu-me sobre os olhos e disse-me: “vai ao tanque de Siloé e lava-te”; então fui, lavei-me e pude ver!
- Onde está ele?
- Não sei . . .
O cego foi levado aos fariseus, que também lhe perguntaram como adquirira o dom da visão:
- Ele aplicou lama em meus olhos, lavei-me e vejo.
Alguns deles, preconceituosos, presos à letra da lei que proibia curar no dia consagrado ao Senhor, contestaram:
- Não deve ser homem de Deus, porque não observa o sábado.
Outros, mais ponderados, diziam:
- Como pode um homem errado produzir semelhantes sinais?
Perguntaram ao ex-cego:
- E tu, que dizes dele?
- É um profeta.

Os fariseus não se convenceram. Mandaram chamar seus pais.
- É este que vós dizeis ter nascido cego? Como, pois, agora está vendo?
- Como enxerga agora não sabemos. Interrogai-o. Já tem bastante idade para falar por si mesmo.

O ex-cego foi novamente interrogado.
- Dá glória a Deus (equivalia a “fala a verdade, sob juramento”). Sabemos que esse homem é pecador.
- Bem, se é pecador não sei. Uma coisa sei. Eu era cego e agora vejo.
- Que te fez? Como te abriu os olhos?

- Já vos disse e não ouvistes. Por que quereis ouvir novamente? Acaso estais interessados em serdes seus discípulos?
Os fariseus se irritaram:
- Tu és discípulo dele. Somos discípulos de Moisés. Sabemos que Deus falou a Moisés e a nenhum outro. Nem conhecemos o homem de que nos falas.Resoluto, o ex-cego enfrentou seus inquisidores:
- Nisto está o admirável. Que não saibais quem ele é, donde vem. No entanto, ele abriu meus olhos. Sabemos que Deus não ouve os pecadores, mas se alguém for reverente e fizer sua vontade, este ele ouve. Jamais se ouviu dizer que alguém abrisse os olhos a um cego de nascença. Se este homem não fosse de Deus, nada poderia fazer.
A coragem daquele ex-cego, enfrentando a intolerância dos fariseus e a possibilidade de represálias, foi a gloriosa obra divina a que se referiu Jesus.
Deus fala sempre por intermédio daqueles que defendem o Bem e a Verdade, trabalhando por um mundo melhor.
A cegueira de nascença era apenas um detalhe, relacionado com suas motivações ao reencarnar. Certamente haveria de dar outros testemunhos, na vivência de sagrados ideais.
Muitos, como ele, enfrentariam perseguições e zombarias, por causa de Jesus.
Pior: seriam conduzidos às feras famintas e transformados em tochas vivas, não por débitos acumulados, mas como glorioso testemunho de suas convicções, ajudando na sedimentação da mensagem cristã.
Deus estava presente em seus heróicos testemunhos, defendendo a obra gloriosa do Bem, que, aparentemente derrotado, ressurge, em cada discípulo do cristo capaz de renunciar a si mesmo em favor de um mundo melhor.
Irritados com aquele homem que ousava contesta-los, os fariseus verberaram.
- Ora, tu és nascido todo em pecados e queres nos ensinar!
Observemos: os membros da proeminente seita judaica também admitiam que a cegueira de nascença está relacionada com as existências anteriores.

Não podemos deixar de comparar este episódio de cura com o Espiritismo. Que trata de males do corpo e da alma.
Muitos procuram os Centros Espíritas e são curados. Raros têm a coragem de proclamar a origem da cura.










sábado, 5 de junho de 2010

A ECOLOGIA E O ESPÍRITA


O PLANO ESPIRITUAL BUSCA ALERTAR OS HOMENS SOBRE A NECESSIDADE DE SE CONSERVAR A NATUREZA, POR SER IMPORTANTE À EVOLUÇÃO NA TERRA.



“Com que objetivo Deus deu a todos os seres vivos o instinto de conservação?
R: Porque todos devem cumprir os desígnios (planos) da Providência; é por isso que Deus deu o instinto de conservação. Além disso, a vida é necessária ao aperfeiçoamento dos seres que tem instintivamente esse sentimento, sem se darem conta disso.”
(O Livro dos Espíritos - questão 703)

Analisando a resposta dada pelos Espíritos a Kardec, notamos que o plano espiritual tem tentado nos esclarecer sobre a importância da evolução dos seres que habitam nosso planeta. Dentro desta temática, podemos considerar de grande importância uma atual conscientização ecológica na humanidade e, porque não dizer, no meio espírita.
Segundo dados da S.O.S. Mata Atlântica, quando os primeiros colonizadores chegaram ao Brasil, a Mata Atlântica cobria cerca de 1,29 milhões de km², aproximadamente 15% do país. Hoje, esse número é de apenas 8% de sua área original. Entre as causas estão as queimadas, que devastam boa parte do meio ambiente brasileiro e mundial. Só nos últimos anos, os estados de Roraima, Mato Grosso do Sul e Pará foram atingidos de forma extremamente violenta, com prejuízos incalculáveis para a fauna e a flora.
Nos oceanos planetários ainda reina a matança de baleias, golfinhos e tubarões. No Brasil, o comércio clandestino de animais chega à barbaridade de contrabandear aves dentro de tubos de PVC, sendo que, de dez contrabandeados, apenas um chega vivo ao seu destino. O buraco da camada de ozônio alcançou nos últimos anos o tamanho da Antártida.
Segundo os espíritos responsáveis pela codificação, a conservação é necessária para a evolução dos seres e essa evolução deve ser efetuada através de uma parceria entre os seres habitantes deste planeta. Nos é dito que a essência criada por Deus evolui por todos os reinos, desde o mineral, passando pelo vegetal e animal, individualizando-se no homem. Ora, dentro deste processo de evolução, não podemos esquecer de nossos irmãos menores, pois, cedo ou tarde, eles também se tornarão indivíduos. Não podemos esquecer que, sem a existência destes seres, não haveria vida orgânica na Terra.
Há uma necessidade de uma conscientização ecológica mais intensa nas nossas casas, escolas, centros espíritas e demais religiões. Precisamos ver a matéria não com apego, como um doce que queremos degustar o mais rápido possível, mas sim como um local de aprendizado. Mais que uma casa, uma verdadeira mãe designada pelo Pai para nos acolher enquanto aprendemos as lições necessárias para a evolução.
Passamos por um período crítico de expurgo planetário. Muitos estão percebendo esse momento dentro de seus corações e, sem explicação, sentem-se amedrontados. Como buscar paz, harmonia e serenidade quando não conseguimos ao menos cuidar da nossa própria morada?
Como buscarmos comunicação com os espíritos de luz se esquecemos dos nossos irmãos menores?
Por isso, quando estiver dentro do carro ou do ônibus e for degustar a bala que tira do bolso, lembre-se de não jogar o papel na rua, pois poderá ficar sem o doce chamado planeta Terra.


(Ricardo Viana – Revista Cristã de Espiritismo)


Obs.: Amar a Deus é amar cuidando, respeitando, preservando, conservando tudo o que ele criou, e isto corresponde ao próximo, a fauna, a flora e a nós mesmos.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

O 1º PAPA ERA CASADO?


Simão Pedro levou Jesus e dois companheiros Tiago e João, ao seu lar. Lá, encontraram a “sogra” de Pedro febril. Jesus a curou.
Então, Pedro tinha sogra? Ele era casado?
Pedro seria consagrado na Idade Média como o primeiro papa. Um sumo pontífice casado! Por que não? Não há nos ensinamentos de Jesus qualquer referência a suposta incompatibilidade entre a vocação religiosa e o matrimônio. Em nenhum momento Jesus impõe o celibato como algo indispensável para que o indivíduo se integre nas funções de orientador espiritual de uma comunidade, mesmo um papa. Não havia imposição do celibato na primitiva comunidade cristã. Os fiéis, em qualquer posição da hierarquia religiosa, casavam-se, conscientes da perfeita compatibilidade entre seus compromissos espirituais e familiares. Pedro é um exemplo maior.
A partir do século quarto, quando Constantino iniciou o processo que transformaria o Cristianismo em religião oficial do Império Romano, o movimento se institucionalizou e surgiu o profissionalismo religioso. A partir daí houve lamentáveis desvios. Um deles foi a imposição do celibato, consagrado no concílio de Latrão, no ano de 1139. dentre os objetivos, 3 são primordiais:

1º - Preservar os bens da instituição. Sacerdotes casados tenderiam a privilegiar a formação de seus próprios patrimônios;

2º - Preservar a castidade. O sexo, para os teólogos medievais, era algo pecaminoso. Como poderia o ministro de Deus, o orientador religioso, exercita-lo? Seria um sacrilégio;

3º - Preservar a dedicação plena. Compromissos e problemas familiares desviariam o sacerdote de seus deveres com a comunidade dos fiéis.


Em defesa do celibato sacerdotal, muitos lembram-se das palavras de Paulo de Tarso, na 1ª epístola aos Coríntios, cap. 7, vers. 8, diz o apóstolo:
- E aos solteiros e viúvos, digo que lhes seria bom se permanecessem no estado em que também vivo.
Se os cristãos levassem sua observação ao pé da letra, estariam contribuindo para a extinção da raça humana. Considera-se, entretanto, que ele se referia aos que se dedicam às atividades religiosas. Melhor que não assumam compromissos conjugais para que tenham maior liberdade nos serviços da fé. Mas Paulo não instituiu um dogma, tanto que acentua em seguida:
- Caso, porém, não se dominem, que se casem, porque é melhor casar do que abrasar.
Se o impulso do acasalamento, instintivo na natureza humana, fala alto, é razoável que o religioso constitua família, sem abdicar de seu ideal.
Muitos Espíritos reencarnam para sagradas tarefas no seio da religião.
Desde cedo sentem a convocação da espiritualidade.
Se católicos, entram para o seminário, preparando-se para o sacerdócio. Podem, entretanto, não ter vocação para o celibato e a castidade. Enfrentam dorida solidão. Experimentam o desejo sexual, ardem-se em fantasias e sonhos eróticos. Atormentam-se. Tem dramas de consciência.
- São os demônios – proclamam seus superiores.
- São os hormônios – esclarecem os médicos.
É a sexualidade a desabrochar, sinalizando o acasalamento. Muitos sucumbem aos apelos da Natureza. Abandonam seus compromissos ou se envolvem em ligações proibidas. Culpados? Não! Culpa de uma disciplina que contraria a lei natural. Há representantes ilustres, vultos da Humanidade, com atuação marcante em favor do progresso humano, que foram casados e tiveram filhos. Ex.: Bezerra de Menezes, Cairbar Schutel, Hermínio Miranda, Hernani Guimarães Andrade, Allan Kardec . . .
Se é erro o homem negligenciar a família humana para cuidar da família universal, não menos equivocado está aquele que se dedica exclusivamente à família humana, esquecendo-se da família universal. Pois, muitos casais prendem-se ao conceito estreito de família como ligação consangüínea, um clube fechado pelas chaves do sangue. Nesses lares são precárias a paz e a harmonia, suas raízes de estabilidade emocional e espiritual são frágeis e curtas. Para pessoas assim, que compõem grande parcela da Humanidade, problemas e limitações, contrariedades e dissabores, normais na Terra, tornam-se dramas terríveis, sempre que atingem o agrupamento familiar. Por isso, o amor que inspira o anseio de uma vida em comum, onde os filhos apresentam-se como frutos abençoados de afetividade, somente se manterá em plenitude, sem enganos, sem temores, sem desequilíbrios, quando suas raízes se estenderem além das paredes estreitas do lar.
O acasalamento nos realiza como filhos do homem.
A solidariedade nos realiza como filhos de Deus.
E se amamos a família consangüínea e muito nos preocupamos com ela, multiplicando rogativas ao céu em seu benefício, recordemos que Jesus foi até a sogra de Pedro porque Pedro estava com Jesus.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

CHICO XAVIER FALA SOBRE A HÓSTIA CATÓLICA

DISSE CHICO XAVIER: “Em nossa infância, e na primeira juventude, frequentava a Igreja Católica com o mesmo respeito com que nos dirigimos hoje a uma reunião espírita cristã, e sempre sentimos, reconhecemos, dentro da Igreja Católica, prodígios de espiritualidade inimagináveis.
Muitas vezes, principalmente nas missas da manhã, quando era possível a comunhão de vibrações espirituais de todos os crentes numa só faixa de espiritualidade e de fé em Jesus, tivemos oportunidade de ver espíritos santificados que abençoavam as hóstias, e elas se transformavam como se fossem flores de luz, que o sacerdote oferecia na mesa da comunhão.
Muitas vezes, principalmente no altar daquela que nós veneramos como sendo a nossa Mãe Santíssima, vimos irradiações de luz que alcançavam toda a assembléia, do altar consagrado a Santa Teresinha de Lisieux, muitas vezes vi repartirem rosas trazidas por criaturas desencarnadas, amigos e amigas católicos da cidade de Pedro Leopoldo, sem que eu pudesse explicar o fenômeno.”

Chico conta, ainda, que as hóstias iluminadas, quando recebidas por pessoas de fé, não se apagavam ao serem ingeridas por elas, sendo absorvidas, de preferência, pelos órgãos que estivessem atacados por alguma enfermidade. Por outro lado, nas pessoas que comungavam sem fé, as hóstias se obscureciam, assim que lhes tocavam os lábios.
O mesmo acontece com o passe espírita.