
"Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más."
domingo, 21 de março de 2010
INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL COM SÊMEN DE UM DESENCARNADO

sábado, 20 de março de 2010
ESPIRITISMO NÃO FAZ USO DO CHÁ DO SANTO DAIME

Existem venenos que agem gota a gota. (André Luiz – Conduta Espírita)
quinta-feira, 18 de março de 2010
EX PADRE SE DIZ ESPÍRITA E INDIGNA CATÓLICOS EM TERESINA
Procedente de Brasília, Martins vem a Teresina com frequência, segundo ele, para fazer atendimentos espirituais.
O ex-padre é recebido por membros da Fundação Espírita Bezerra de Menezes.
Ele foi colocado para fora da Igreja Católica sob acusação de praticar mistificação com os fieis ao supostamente simular incorporação de espíritos para fazer curas milagrosas. Miguel Fernandes Martins diz receber o espírito do frei Fabiano de Cristo.
O ex-padre é crítico da Igreja Católica, que chama de arcaica. Ele acusa padres e bispos de revelarem segredos obtidos em confissões. Afirma também que a Igreja cobra R$ 40 mil para fazer anulação de casamentos. Ele apareceu em emissoras de tevê da capital fazendo premonições e dando conselhos aos telespectadores. Ele cobra R$ 7 por consulta.
Padre Tony Batista discorda. Entende que ele não tem a capacidade anunciada. Afirma também que ele, se fosse padre mesmo, deveria se apresentar ao pároco local. “A doutrina cristã não tem nenhuma compatibilidade com o espiritismo. Nós convivemos e nos amamos, mas a doutrina é incompatível.”
O pároco de Fátima contesta afirmações de que segredos de confissões estariam sendo revelados. “Isso é algo sagrado para nós, sacerdotes.” Tony Batista não acredita no espiritismo. Ele também não acredita que Miguel Fernandes seja capaz de fazer milagres.
OBS.: A afirmação do padre Tony Batista foi bastante infeliz e demonstra total ignorância no que diz respeito ao Espiritismo. Porque o Espiritismo é sim uma doutrina cristã, já que nossa conduta tem como base o Evangelho do Cristo. E o amor independe de rótulo religioso. Nem todo católico tem conduta cristã, assim como nem todo espírita. Estamos todos buscando seguir o Cristo, mas nem todos conseguem. Por isso, "não julgueis para não serdes julgados."
Assista estes videos e veja que a igreja católica admite a comunicação com os "mortos".
http://www.youtube.com/watch?v=eLoKKx71BtQ
http://www.youtube.com/watch?v=_QqQjM0725U
quarta-feira, 17 de março de 2010
CONFUSÃO ENTRE ESPIRITISMO E OUTROS CULTOS - J. Raul Teixeira
CENTRO DE UMBANDA
Por que no Brasil se confunde Espiritismo com cultos africanistas, com terreiros e coisas assim?
Raul Teixeira responde: Isso se deve ao fato de termos um grande contingente de pessoas que desconhecem o que seja o Espiritismo e que não se interessam, nem desejam saber o que realmente ele é. Muitos espalham informações sobre o Espiritismo de acordo com o que supõem que seja, demonstrando grande dose de leviandade ou de má intenção. Ainda que o Espiritismo e, por sua vez, os espíritas, não tenham nada contra as práticas e crenças africanistas, é importante que cada coisa esteja no seu lugar, facilitando até a busca e o enquadramento das criaturas que estão procurando novas propostas de vida. Somente por meio das leituras sérias e dos estudos metódicos se conseguirá desfazer a confusão que gera tantos mal entendidos entre os espiritualistas.
domingo, 14 de março de 2010
RESUMO DO LIVRO "MEMÓRIAS DE UM SUICIDA"

Este jovem procurou um pároco e contou seu sonho. O pároco então, passou a ensinar-lhe quanto sabia.
Diante das suas ambições, o jovem despertou a vontade de ser um sacerdote. Mas o pároco, disse que o rapaz não tinha vocação para o sacerdócio, e aconselhou-lhe que exercesse o sublime sacerdócio construindo um lar, com respeito, justiça e amando sempre o próximo.
O conselho do pároco calou fundo, e os planos foram adiados.
O jovem então, apaixonou-se por Maria Magda com fervor. Ambos faziam planos matrimoniais, quando Magda conhece um outro rapaz, Jacinto de Ornelas y Ruiz, apaixona-se, casa-se e muda-se para Madrid.
O jovem sentiu-se humilhado, cheio de ódio, rancor, despeitado e jurou vingança. Diante do desgosto, ele reativou a ideia de ser sacerdote e a realizou.
Serviu às leis de Inquisição. Perseguia, denunciava, caluniava, fazia intriga, mentia, condenava, torturava e matava.
Quinze anos depois do casamento de sua amada Maria Magda, o sacerdote vai para Madrid a mando da Igreja. O acaso então, os colocou novamente frente a frente, trazendo muito ódio à lembrança, mas sentindo que ainda a amava.
Tentou cativa-la, mas não conseguiu. Ela resistiu com dignidade. Jacinto, percebeu o assédio do sacerdote à sua esposa. Preparou-se para deixar Madrid, buscando refúgio no estrangeiro para si próprio como para a família. Pois, o medo do oficial do Santo-Ofício era grande.
Mas, o sacerdote descobriu, denunciou Jacinto de Ornelas ao tribunal, com muitas acusações.
Jacinto foi preso, processado e entregue ao sacerdote, por ordem dos seus superiores.
Jacinto foi levado à masmorra infecta, onde passou martirizantes privações e torturas: arrancaram-lhe as unhas e os dentes, fraturaram os dedos, deslocaram os pulsos, queimaram a sola dos pés.
Maria Magda, sofria pensando o que poderia estar acontecendo ao marido. Por isso, procurou o sacerdote entre lágrimas, suplicou trégua e compaixão.
Ele então, prometeu o marido de volta com uma condição, de que ela se entregasse à ele.
Ela relutou, mas acabou aceitando. Pois sabia que se não fizesse o acordo, seu marido seria morto.
Dias depois do pacto, Magda vai à sala de torturas, contempla o marido, desespera-se, e não consegue ocultar o ódio pelo sacerdote.
Ele notou o desprezo, sentiu-se cansado em lutar por um bem inatingível, pois não conseguia entender aquele sublime amor que cobria as mãos de Jacinto com beijos e lágrimas.
E por não conseguir o amor de Magda, a inveja, o despeito, o ciúme, tomou-lhe o coração. As tendências maléficas do passado, vieram-lhe na lembrança, quando no ano 33 gritou junto ao povo para condenar Jesus de Nazaré em favor da liberdade do bandoleiro Barrabás. Ele então, vazou os olhos de Jacinto perfurando-os com pontas de ferro incandescido.
Jacinto inconformado com a situação, não querendo tornar-se estorvo à querida companheira, suicidou-se dois meses depois de obter a liberdade.
Magda voltou para a terra natal com os filhos, desolada e infeliz. Nunca mais viu o sacerdote ou obteve notícias.
O arrependimento não tardou iniciar ao mesquinho ser do sacerdote. Não dormia com tranqüilidade, vivia nervoso e a imagem de Jacinto o atordoava. Ele passou a evitar cumprir as tenebrosas ordens de seus superiores, até que mais tarde foi levado ao cárcere perpétuo.
Da Segunda metade do século XVII até o século XIX, ele começou a expiar, na Terra como homem e na erraticidade como Espírito, os crimes e perversidades cometidos sob a tutela do Santo-Ofício.
Na Segunda metade do século XIX, reencarnou em Portugal, como escritor famoso, Camilo Castelo Branco, para a última fase das expiações inalienáveis: a cegueira.
O mesmo horror que Jacinto de Ornelas sentiu pela cegueira, ele também sentiu. Diante da inconformidade, imitou a gesto, deu um tiro no ouvido, tornando-se em 1890, suicida como Jacinto o fora em meado do século XVII.
A cegueira era uma expiação, mas o suicídio não.
O suicídio foi uma escolha dele, que perdeu a oportunidade que Deus estava dando para que ele reparasse sua falta do passado. Ele fez mal uso do livre arbítrio.
Camilo Castelo Branco lança neste livro, através da médium Yvonne A . Pereira (que também foi uma suicida na sua encarnação passada) um alerta para aqueles que pensam que a vida termina no túmulo.
Camilo conta a experiência dele e de outros suicidas como:
Jerônimo que deu um tiro no ouvido porque era rico e não suportou a ruína dos negócios comerciais;
Mario Sobral perdeu-se nos instintos inferiores, influenciado pela beleza física, a vaidade, a sedução, que pediam cada vez mais prazeres. Quando percebeu que estava perdendo sua esposa para outro, tentou encontrar-se e reconduzir sua vida, mas não conseguiu. Sua esposa não o aceitou. Ele então, à matou estrangulada e logo após enforcou-se;
Belarmino era um professor conceituado, diante de uma tuberculose, resolveu acabar com o sofrimento, cortando os pulsos;
João era viciado em jogo, perdeu tudo, inclusive a honra e a própria vida, envenenou-se.
http://grupoallankardec.blogspot.com/2010/01/para-onde-vai-o-suicida.html
sábado, 13 de março de 2010
ZOANTROPIA E LICANTROPIA

VÍCIOS E PAIXÕES

Paixão é o excesso ou descontrole nos sentimentos e nas emoções.
Devemos comandar nossas necessidades e sentimentos. A partir do momento em que eles é que passem a nos dirigir, estaremos escravizados pelo vício ou pela paixão.
Excessos na vida corpórea causam efeitos prejudiciais no campo fluídico, André Luiz examinou alguns casos assim:
a) Sexo: Desregramentos sexuais produziram bacilos psíquicos que influíam sobre as células geradoras, chegando a aniquilá-las.
b) Álcool, fumo e tóxicos: Seu uso produziu fluidos venenosos que abalaram o sistema nervoso e lesaram funções orgânicas. Quando abusivo, esse uso estabelece dependência e acarreta conseqüências muito danosas.
c) Alimentação: Excessos alimentares criam parasitos fluídicos, além das alterações sofridas pelo que fora ingerido, prejudicando todo o aparelho digestivo, ficando evidente que se deve evitar a gula.
Observação: Em dia de estudos e práticas espirituais, para se estar bem disposto fisicamente, não desgastado nas energias, e poder estar bem assistido espiritualmente, deve-se evitar quaisquer vícios ou excessos. A refeição que preceder a reunião espiritual deve ser leve.
quarta-feira, 10 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
HOMEM E MULHER SÃO IGUAIS PERANTE DEUS?

Deus criou ESPÍRITOS e, partindo do princípio doutrinário, este não tem sexo. Tanto podemos encarnar em corpo masculino como feminino. Somos iguais quanto à origem e destinação, inteligência e perfectíveis. Por isso, homem e mulher devem exercitar direitos idênticos. Graças a Deus, estão distantes os tempos em que, filósofos discutiam se a mulher tinha alma; tempos onde ela tinha dono (o primeiro era o pai e o segundo o marido). Somente em sociedades primitivas pode persistir a concepção de que ela é inferior ao homem. No século 20 iniciou-se os movimentos feministas que garantiram à mulher o direito de votar, de exercer profissão liberal, de gerir seus próprios negócios, de exercitar o livre-arbítrio. O que contribuiu para essa desejada igualdade foi quando a mulher começou a exercer uma atividade profissional, não simplesmente por uma necessidade de auto-afirmação, mas, sobretudo, em decorrência de um problema econômico, a fim de auxiliar na formação de renda que atenda às necessidades se subsistência da família. São raros os lares que podem dispensar tal iniciativa. Mas somos obrigados a reconhecer que o processo de libertação da mulher não se faria de forma pacífica, que geraria dificuldades no relacionamento familiar e inspiraria perturbadoras iniciativas na alma feminina. Muitos lares estão em crise porque a mulher não admite ser contestada em sua disposição de fazer o que julga conveniente. Ela ajuda nas despesas da casa, mas quer que o marido retribua a gentileza ajudando nos afazeres domésticos. As mulheres que chamamos de “do lar”, trabalham a semana todo com os afazeres do lar para que o marido saia tranqüilo para o trabalho. Mas nos finais de semana e feriados, ela não acha justo que só o marido usufrua desta regalia. Nestas datas ela quer que eles a ajudem. E o homem, com caráter machista, acha-se ofendido. Mas este abalo ou atrito é necessário para que haja modificações profundas, e com o tempo serão superados na medida em que a humanidade assimilar plenamente um princípio fundamental: a igualdade de direitos entre o homem e a mulher.
Por isso, Allan Kardec perguntou na questão 822-a: “Assim sendo, uma legislação, para ser perfeitamente justa, deve consagrar a igualdade dos direitos do homem e da mulher?” E os mentores responderam: “Dos direitos sim; das funções, não. Preciso é que cada um esteja no lugar que lhe compete . . .”
Pretender absoluta igualdade envolvendo as funções é contrariar a própria biologia. O homem foi estruturado para o trabalho mais pesado; a mulher é convocada às responsabilidades do lar, particularmente no cuidado dos filhos. Não pretendemos reinstituir as Amélias, o retorno da mulher à condição de escrava do lar. Ela tem o direito e, mais que isso, a necessidade de desenvolver atividades na comunidade. Mas é preciso reconhecer que acima dos sucessos no campo social e profissional, está a suprema realização feminina como esposa e mãe, sustentando o lar, que é reconhecidamente a célula básica da civilização. A família pode transformar a casa de tijolos em lar, quando os membros desenvolvem os valores éticos, as responsabilidades morais. É dentro dos lares que saem as pessoas que irão compor a sociedade. Os futuros médicos, professores, engenheiros, políticos, pais, mães, funcionários públicos, profissionais em geral. Portanto, lares equilibrados, sociedade equilibrada; lares desequilibrados, sociedade desequilibrada. A sociedade é o reflexo de nossos lares.
A renovação das criaturas se fará através da “educação”. Não da educação instrução, que recebemos nos bancos escolares, mas da educação moral, que recebemos dentro do lar. Através, principalmente, do exemplo. Mas, como espíritos imperfeitos podem ser bons educadores? Reconhecemos as verdadeiras educadoras não pela santidade, mas pelo “esforço” e pela “disciplina” que trouxerem como bagagem, os quais serão os alicerces firmes e sólidos da “educação”. São valores reconhecidos pelos que buscam acertar na tarefa. Então, devemos ter sempre conosco a legenda “educar-se para educar”, a fim de não esquecermos nossa necessidade de progresso. E, a cada avanço na jornada evolutiva, melhoramos nossa condição de educadores. O espírito eminentemente feminino, na sua maioria, já adquiriu na esteira das encarnações sucessivas enormes cabedais de afetividade e sensibilidade, amor e ternura, carinho e delicadeza, devido muito especialmente à doação incessante à maternidade e aos membros da família.
O aperfeiçoamento moral de todo espírito reencarnado passa inevitavelmente pelo trabalho amoroso e educativo de toda mãe terrestre, como afirma e espírito Agostinho no O Evangelho Segundo o Espiritismo cap. XIV, item 9: “Merecei as divinas alegrias que Deus concede à maternidade, ensinando a essa criança que ela está na Terra para se aperfeiçoar, amar e abençoar.”
quarta-feira, 3 de março de 2010
BELEZA E PAIXÃO

Muitos são os que acreditam amar perdidamente, porque apenas julgam pelas aparências, e que, obrigados a viver em comum, não tardam a reconhecer que só experimentaram um encantamento material! Não basta uma pessoa estar enamorada de outra que lhe agrada e em quem supõe belas qualidades. Vivendo realmente com ela é que poderá apreciá-la. Cumpre não se esqueça de que é o espírito quem ama e não o corpo, de sorte que, dissipada a ilusão material, o espírito vê a qualidade.
(Questão 939 do O Livro dos Espíritos)


