sábado, 2 de janeiro de 2010

ALLAN KARDEC (biografia)


Allan Kardec nasceu às 19 horas, em 3/10/1804, em Lião, França, de antiga família lionesa, católica, cujo nome era Hippolyte Léon Denizard Rivail era seu nome ( conforme livro de batismo).
Ao redor dos 11 anos de idade, seus pais o enviaram para estudar em Yverdum, na Suíça, no Instituto de Educação do célebre pedagogo Pestalozzi.

Possuía vasta cultura humanística e conhecia o alemão, o inglês, o italiano, o grego, o latim, todavia não foi médico, como às vezes se ouve dizer.

De 1824 a 1848, além de lecionar, Rivail escreveu inúmeras e importantes obras pedagógicas.
Em meados de 1825, fundou e dirigiu uma “Escola de Primeiro Grau”, que funcionou até 1834, quando foi fechada por dificuldades financeiras que um seu tio causara.

Casou-se em 6/2/1832, com a professora Amélia Gabriele Boudet, que lhe foi companheira dedicada e valiosa colaboradora. Não tiveram filhos.

Convidado por um amigo, participou de reuniões onde reunindo-se em torno de mesa de três pés, as pessoas faziam perguntas a que os espíritos respondiam por meio de pancadas. Essa prática tornara-se moda na Europa, ao redor de 1850-52, e alcançara os salões de Paris, onde morava o Prof. Rivail.

Homem de cultura geral, Rivail já se interessara pelos estudos do magnetismo animal, mas foi somente a partir de 1855 que começou a ter contato com os fenômenos das "mesas girantes" e "comunicações do além-túmulo."

Revisou 50 cadernos de escritos mediúnicos, formulando indagações aos espíritos. Serviu-se, para tanto, de mais de dez médiuns, especialmente as Srtas. Baudin e Japhet, que recebiam mensagens com o auxílio da cesta-de-bico e da cesta-pião.

Formou a sua convicção “sobre a imortalidade da alma, a natureza dos espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da Humanidade – segundo os ensinos dados por espíritos superiores” constituindo a Doutrina dos Espíritos, que ele denominou de Espiritismo.

Em O que é o Espiritismo, escreveu: “Essa crença apóia-se em raciocínios e fatos. Eu próprio não a adotei antes de tê-la examinado demoradamente. Tendo adquirido, no estudo das ciências exatas, hábitos positivistas, sondei, esquadrinhei essa nova ciência em seus mais íntimos refolhos; quis dar-me conta de tudo, porque nunca aceito uma idéia sem conhecer o porque e o como.”

O primeiro livro espírita a ser codificado por Allan Kardec foi “O Livro dos Espíritos”, que apresenta-se na forma de perguntas e respostas, totalizando 1.019 tópicos. Foi o primeiro de uma série de cinco livros editados pelo pedagogo sobre o mesmo tema. As médiuns que serviram a esse trabalho foram inicialmente Caroline e Julie Boudin (respectivamente, 16 e 14 anos à época), às quais mais tarde se juntou Celine Japhet (18 anos à época) no processo de revisão do livro. Após o primeiro esboço, o método das perguntas e respostas foi submetido a comparação com as comunicações obtidas por mais de dez médiuns franceses, cujos textos psicografados contribuíram para a estruturação de O Livro dos Espíritos, publicado em 18 de Abril de 1857, no Palais Royal, na capital francesa, contendo 550 itens. Só a partir da segunda edição, lançada em 16 de março de 1860, com ampla revisão de Kardec mediante o contato com grupos espíritas de cerca de 15 países da Europa e das Américas, aparecem as atuais 1019 perguntas e respostas. Este livro está dividido em quatro (4) partes, e de cada parte nasceram os demais livros da codificação.

Editou, a partir de janeiro de 1858, a Revista Espírita (mais antiga do mundo), que circulou até recentemente, sofreu interrupção, mas voltou a ser editada.

Fundou também a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, em 1º de abril de 1858, que foi modelo de organização espírita, quanto à parte mediúnica e de estudos.

Para a publicação das obras espíritas, objetivando distingui-las das que produzira pelo seu próprio saber, como pedagogo, adotou o pseudônimo de Allan Kardec, nome que, conforme revelação feita (pelo espírito Zéfiro), usara em encarnação anterior, ainda em solo francês (Gálias, hoje, França), ao tempo dos druidas.

Como ele mesmo disse, sua parte na obra, de revelar a Doutrina Espírita foi a de haver coletado, coordenado e divulgado os ensinos. E, por organizar os ensinos revelados pelos espíritos formando uma coleção de leis (um código) é que Allan Kardec foi chamado “O Codificador”.
A missão que desempenhou na Terra, com tanto devotamento, inaugurou, a Era do Espírito.
Kardec temia pela direção do movimento espírita, se viesse a falecer, mas os Espíritos o tranqüilizaram dizendo que: outros trabalhadores continuariam a tarefa interrompida.
Em 1861, a Inquisição espanhola faz queimar (em praça pública), em Barcelona, 300 livros espíritas, apesar dos protestos de Kardec. Numa sessão mediúnica, o Bispo de Barcelona, autor do auto-de-fé, transmite, através de um médium, a seguinte declaração: “Está escrito: tu queimaste as idéias e as idéias te queimarão.”

Foi em 31/3/1869, em Paris, com 64 anos, entre 11 e 12 horas, pelo rompimento de um aneurisma, em pleno labor de estudo e organização de novas tarefas espíritas e assistenciais que Kardec desencarna, cumprindo, e muito bem, a missão.

Agradecemos a Kardec o trabalho e dedicação de sua vida à codificação dos ensinos dos espíritos, a fim de que também pudéssemos entender melhor as leis divinas, recebendo com isso conforto, bom ânimo e esperança para nossas vidas.

O lema de Kardec era: Trabalho, Solidariedade e Tolerância.

Para honrar-lhe a memória, procuremos nos aperfeiçoar e servir, para que todos reconheçam no Espiritismo a doutrina capaz de modificar o homem para melhor e influir benéfica e poderosamente na sociedade.

O corpo de Kardec foi sepultado no Cemitério do Père-Lachaise, com a frase esculpida no frontispício do dólmen de Allan Kardec:

“Nascer, viver, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a Lei.”

UMBANDA, QUIMBANDA OU CAMDOMBLÉ NÃO SÃO ESPIRITISMO


Há uma confusão generalizada no que diz respeito à essência do Espiritismo, que é muitas vezes confundido com seitas ou religiões espiritualistas, como a Umbanda, a Quimbanda e o Candomblé.
Há um grande número de religiões que são alicerçadas no Espiritismo. Porém, o Espiritismo é diferente delas.
Considerando-se que todo espiritualista é aquele que acredita que existe algo além da matéria, podemos concluir que todo espírita é espiritualista, mas nem todo espiritualista é espírita.
O Espiritismo deve ser entendido como a Doutrina surgida na França, e codificada por Allan Kardec. Codificada e não fundada, pois os ensinamentos foram trazidos pelos Espíritos e organizados por Kardec, nos 5 livros da codificação espírita: “O Livro dos Espíritos”, “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, “O Livro dos Médiuns”, “A Gênesis”, “O Céu e o Inferno”.
O Espiritismo não tem dogmas, não tem rituais, não adota em suas reuniões e em suas práticas qualquer tipo de paramentos ou vestes especiais, cálice com vinho ou bebidas alcoólica, incenso, mirra, fumo, altares, imagens, andores, velas, procissões, trabalhos espirituais, talismãs, amuletos, sacrifício animal, santinhos, administração de indulgências, confecção de horóscopos, exercício da cartomancia, quiromancia, astrologia, numerologia, pagamento de promessas, despachos, riscos de cruzes e pontos, não tem curas espirituais com cortes, fórmulas mágicas para resolver problemas sentimentais, financeiros, etc.
Os princípios da Doutrina Espírita são: A pluralidade das existências, a preexistência do espírito antes do nascimento e a continuação da vida após a morte, a intercomunicação entre encarnados e desencarnados, recompensas e penas, não como premiação e castigo divino, mas conseqüência natural dos atos praticados (Lei de Causa e Efeito).

(Artigo escrito por Altamirando Carneiro no jornal “O Espírita”)



Observação: Umbanda, Quimbanda e Candomblé não são derivações do Espiritismo, consequentemente, seus adeptos não são espíritas.


OBS.: NA FIGURA ACIMA ESTÃO: JESUS, EMANNUEL, AUTA DE SOUZA, JOANNA DE ÂNGELIS, LÉON DENIS, MEIMEI, BEZERRA DE MENEZES E CHICO XAVIER.

 
 
 
 
 
 

QUEM É MARIA PARA OS ESPÍRITAS?




Maria ganhou muitos nomes pelos católicos. Por exemplo: Nossa Senhora de Fátima, pela aparição em Fátima (Portugal); Nossa Senhora Aparecida, por ter sido encontrado uma imagem na cidade de Aparecida durante uma pesca; o título de rainha, etc., são nomes e títulos que a Igreja Católica deu a Maria. Para nós espíritas ela foi aqui na Terra, Maria a mãe de Jesus. Hoje, é um espírito que continua a trabalhar na Seara do Senhor, não mais como mãe, mas como irmã de Jesus e de todos nós, já que aprendemos que somos todos filhos de Deus, e aqui na Terra nós não “somos” mães, filhos, netos, etc., nós “estamos” por um breve tempo desempenhando tais papéis. Temos grande admiração e respeito a este espírito que aceitou a missão de receber o maior espírito que o planeta Terra já recebeu: JESUS. E foi ele que pediu que fossemos "mansos como as pombas, mas prudentes como as serpentes". E nós somos mansos como as pombas e nos esquecemos de ser prudente como a serpente. E tudo que os outros dizem, nós acreditamos. Vejamos que na idade média, a religião tradicional dizia para o povo que o mundo ia acabar. E o povo saía entregando as fazendas, as cabras, as casas, para a religião dominante. Mas, se o mundo ia acabar, porque a religião recebia? E ninguém refletia sobre isto? Mostrando como somos tolos. Temos que pensar no que está sendo apregoado, se faz sentido. E na maioria das vezes, veremos que são coisas ridículas. E os zombeteiros tiram proveito disso, enquanto nós nos conformamos dizemos que isso é das religiões. As pessoas mais atentas dirão: “Tá vendo, o que a religião faz com a cabeça dos outros?” Mas não é a religião, são alguns religiosos encarnados ou desencarnados, ou pseudo religiosos, seria melhor dizer, que se valem do nome da crença, da atitude das pessoas, da imaturidade emocional dos indivíduos, e saem por ai pregando.
J. Raul Teixeira conta, em uma de suas palestras que certa vez, no seu Estado (R.J.), apareceu um indivíduo com um cobertor nas costas, fazendo profecia e dizendo que aquele cobertor havia sido mandado tecer por Maria de Nazaré para ele. E as pessoas iam lá colocar a mão no tal cobertor e queriam levar um pedacinho. E conclui dizendo: “em pleno século 21, é um vexame. Muita gente sofre enganos, é enganada, é iludida, furtada, roubada, porque não amadureceu emocionalmente, intelectualmente, não aprendeu a raciocinar. E estes quesitos não podem ser imputados à Deus, à Jesus e nem à religião, mas sim, aos grupos sócio-econômico, político-econômico, que adotam os nomes das religiões. Bom senso e água fluidificada, não fazem mal a ninguém. É a ingenuidade que faz com que as pessoas busquem este tipo de coisa. Isso vai gerando a ignorância cada vez maior das pessoas. Quando alguém ouve que apareceu Nossa Senhora na janela, o povo todo marcha para lá. Encontraremos universitários ou não, é uma ignorância generalizada. Usemos o raciocínio e perguntemos: “Será que Nossa Senhora não tem mais o que fazer nos páramos celestiais?” ; “Será que para ajudar a humanidade ela precisa vir aqui em São Paulo, Rio de Janeiro, etc.?”; “Por que Maria não apareceria para os povos africanos, japoneses ou da Etiópia?” Por detrás desta psicologia da credulidade tem sempre alguém tirando vantagem. Nós estamos desacostumados a pensar. Nós estamos acostumados a acreditar. Somos pouco criteriosos. O Espiritismo está nos ajudando a pensar, questionar e não aceitar tudo que nos dizem.”
O QUE É SANTO NA VISÃO ESPÍRITA? André Luiz responde: “É um atributo dirigido a determinadas pessoas que aparentemente atenderam, na Terra, à execução do próprio dever.” Os santos são chamados pela Doutrina Espírita de socorristas, e estes trabalham e não querem outro pagamento a não ser adquirir vontade de serem bons e servos de Jesus. Trabalham por toda parte, nos umbrais, nos postos de socorro e também ajudam os encarnados e muitas vezes, atendem os chamados de fé em nome das diversas entidades conhecidas na Terra (Maria, Jesus, Expedito, etc.). Há grande concentração de socorristas em lugares de romaria onde muitos oram e fazem pedidos. Estes abnegados trabalhadores atendem em nome de Nossa Senhora, dos diversos santos, de Jesus, etc. Os bons acodem sempre. Se os pedidos são mais complexos, são encaminhados a ministérios próprios e analisados pelos que lá trabalham. Para serem atendidos, são levados em conta alguns critérios como: “O que pede é bom para ele?” As vezes, pede-se uma graça que seria um bem no momento, e causa de dor no futuro; pedem fim de sofrimentos, doenças e às vezes não se pode interromper o curso de seu resgate; também é levado em conta, se ao receber a graça, a pessoa melhora se voltando mais ao “Pai”. Se aprovado, vão os socorristas e ajudam a pessoa, não importando a eles para quem foi feito o pedido, embora, há equipes que trabalham atendendo os pedido à Nossa Senhora, santos do lugar, etc . . . Podemos também ser atendidos pelos próprios santos, que nada são que servos de Jesus.
O ESPÍRITA FAZ PROMESSA? Não. Promessa é costume dos católicos. Nós espíritas não barganhamos com Deus, Maria ou qualquer outro "santo". Por exemplo, há quem vá a Aparecida do Norte para agradecer a Nossa Senhora (Maria) por um pedido alcançado como se ela estivesse lá. Caminham quilômetros, carregam cruzes, velas, sobem ladeiras de joelhos, etc. Nós espíritas questionamos: "será que ela não ficaria mais contente se fizessem algo por alguém para retribuir o que "ela" fez?" O sacrifício que Maria, Deus, Jesus e os benfeitores espirituais querem de nós é o da alma e não a do corpo físico. É a reforma íntima onde nos despojamos dos sentimentos, atitudes e palavras inferiores. Estes Espíritos de grande evolução que viveram e vivem conosco neste planeta devem ser exemplos para que sigamos seus ensinamentos na prática e não para virarem "santos(as)" para que, depois de sua desencarnação fiquemos pedindo, pedindo e pedindo. Aliás, eles também fazem seus pedidos e nós não lhes damos ouvidos. Perguntemos: "Como estamos tratando nossos familiares, nossos colegas de escola ou trabalho?" "Nós perdoamos ou revidamos as ofensas?" "Respeitamos os mais velhos, os animais, as crianças, o próximo e a nós mesmos?" Enquanto isso, muitos comercializam o nome de Maria e sua falsa imagem, pois ela era simples como o filho, não usaria coroa de ouro e não aceitaria estar vestida com roupa cuja franja é de ouro 14 K, as lantejoulas vieram da Tchecoslovaquia, o veludo é inglês e sua imagem é guardada em uma caixa de ouro. Precisamos lembrar que Jesus repreendeu o comércio no templo religioso. Este é o que o espírita pensa, sem querer impor ou ir contra quem pensa e age de maneira diferente.
OS ESPÍRITAS ACREDITAM EM MILAGRE? As curas realizadas por Jesus, por exemplo, foram consideradas pelo povo como milagres, no sentido que a palavra tinha na época: o de coisa admirável, prodígio. Atualmente, o Espiritismo esclarece que os fenômenos de curas se dão pela ação fluídica, transmissão de energias, intervenção no perispírito, e permite examinar e compreender as curas realizadas por médiuns (espíritas ou não); por pessoas dotadas de excelente magnetismo; ou direto pelos socorristas (santos) desencarnados. Essa explicação não diminui nem invalida as curas admiráveis, feitas por Jesus; pelo contrário, leva-nos a reconhecer que Jesus tinha alto grau de sabedoria e ação, para poder acionar assim as leis divinas e produzir tais fenômenos. Os fatos como milagres nada mais são do que fenômenos; fenômenos que estão dentro das leis naturais; são efeitos cuja causa escapa à razão do homem comum. Podem ocorrer sempre que se conjuguem os fatores necessários para isso.
E A VIRGINDADE DE MARIA? A virgindade perene de Maria, defendida pelos teólogos medievais, mesmo os mais ilustres como Agostinho e Tomás de Aquino, entranhou-se de tal forma na mente popular que se incorporou ao seu nome. Os fiéis evocam a Virgem Maria. No entanto, a virgindade da mãe de Jesus, que teria sido preservada mesmo depois do parto, contraria os textos evangélicos, onde está registrado que ela teve outros filhos. Em Mateus (13:53-56) diz o povo, em Nazaré, onde Jesus acabara de fazer uma pregação: Não é este o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas? E suas irmãs, não moram conosco? Então, de onde vem tudo isso? Pretendem os teólogos que os enunciados irmãos de Jesus eram primos ou, então, filhos de um primeiro casamento de José. Mera especulação. Por outro lado, Lucas foi o único evangelista a registrar o episódio da anunciação. Médico grego, discípulo do apóstolo Paulo, não conviveu com Jesus. Escreveu seu Evangelho com base na tradição oral ( transmissão oral de fatos ), décadas mais tarde. Jesus tornara-se uma figura mitológica, e nada melhor para exaltar o homem mito do que situá-lo como filho de uma virgem. Outro motivo ponderável para que se optasse pela virgindade de Maria: o sexo.
O simbolismo sobre o suposto pecado cometido por Adão e Eva resultou na perda do paraíso, como encontra-se no Livro Gênese, do Velho Testamento. Sexo, portanto, era sinônimo de pecado. Os casais eram orientados a buscar a comunhão carnal apenas com o objetivo de procriação. Os teólogos, buscavam fórmulas para que o sexo, que não podiam proibir, sob pena de extinguirem a raça humana, fosse minimizado na vida familiar e exercitado não como parte da comunhão afetiva, mas exclusivamente para a procriação.
O sexo era vedado aos domingos, dias consagrados ao Senhor; no jejum de quarenta dias, antes da Páscoa; vinte dias antes do Natal; dias antes de Pentecostes; três ou mais dias antes de receber a comunhão; durante o período menstrual, semanas entes e depois do parto . . . Quanto menos tempo disponível, menos pecado. Para conter os fiéis apregoava-se que o sexo nos períodos proibidos gera filhos deficientes físicos e mentais e doenças como a lepra e a tuberculose. Vítimas inocentes das supostas artes do original casal, estamos todos maculados pelo seu “pecado”. Todos menos Maria. Por graça de exceção ela teria nascido pura, imaculada. A idéia da “imaculada conceição” gerou um problema para os teólogos. Segundo o dogma do pecado original experimentamos a morte por causa dele. Então, se Maria nasceu sem essa mácula não poderia morrer. Resolveu-se a questão com outro dogma: a assunção de Maria. Ela não morreu. Foi arrebatada aos céus em corpo e espírito! Não há limites para a fantasia quando renunciamos à lógica e ao bom senso.
Kardec situa Maria como a imaculada, não sob o ponto de vista físico, mas espiritualmente. Porque para nós espírita SEXO não é pecaminoso. Pecaminoso é a maneira que alguns utilizam o SEXO. Porque este foi feito para gerar vida, e muitos acham que a vida foi feita para o sexo. Se sexo fosse errado, Deus teria arrumado outro meio para que seus filhos fossem gerados na Terra. Portanto, para nós espíritas, Maria será sempre um grande espírito, tenha ela sido virgem ou não.
DE QUEM É A FOTO ACIMA? É de Maria, ditada por Emmanuel ao pintor Vicente Avela através da mediunidade de Chico Xavier. Em uma rápida entrevista, Chico frisou que a fisionomia de Maria é tal qual Ela é conhecida quando suas visitas às esferas espirituais mais próximas e perturbadas da crosta terrestre; como a Legião dos Servos de Maria que agem na instituição em amparo aos suicidas que está detalhado no livro Memórias de um suicida.

OBSERVAÇÃO: NÃO SOMOS CONTRA QUEM PENSA E AGE DE MANEIRA CONTRÁRIA, COLOCAMOS AQUI O QUE NÓS ESPÍRITAS PENSAMOS SOBRE MARIA E COMO A RESPEITAMOS.

COMPILAÇÃO DE RUDYMARA






JESUS VAI VOLTAR?


Muita gente, mesmo no meio espírita, encarou a entrada do Terceiro Milênio como um período apocalíptico.
Imaginou-se Jesus chegando, acompanhado de todos os anjos, sentado num trono glorioso, e todos os povos da Terra reunidos diante Dele, e Ele separando os justos (trigos) dos injustos (joios), para a chegada do Reino Divino. Este tipo de comportamento é próprio da imaturidade humana.
Observemos um detalhe: Se os escolhidos forem OS MANSOS E PACÍFICOS como afirmou Jesus em "O Sermão da Montanha", nosso Planeta ficará às moscas. Pois, poucos podem dizer que deixaram de ser agressivos.
Como disse Chico Xavier: “devemos lembrar que a Humanidade conquistará os valores espirituais ao longo de vários séculos, através de muitas reencarnações, que possibilitarão a promoção de nosso planeta. Até lá, teremos muitas idéias renovadoras, apresentadas e vivenciadas por missionários que já estão encarnados entre nós ou outros que ainda virão, para estimularem as criaturas humanas nos caminhos da renovação.” Portanto, a separação acontecerá na medida em que retornarmos ao Além (ao desencarnarmos). Os Espíritos que persistirem no mal (OS JOIOS) encarnarão em planetas inferiores. Os bons (OS TRIGOS) herdarão a Terra, ou seja, continuarão a encarnar na Terra para desfrutarem de um mundo melhor.
Jesus, ao se despedir dos discípulos, antes da crucificação, conforta dizendo: "Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora." E lhes anuncia: "Se me amais, guardai os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai e ele vos dará outro Consolador a fim de que esteja para sempre convosco. Ele é o Espírito de Verdade, quem o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece (POR SER ESPIRITUAL). Vocês o conhecem, porque ele mora com vocês, e estará com vocês. Eu não deixarei vocês órfãos, mas voltarei para vocês. Mas o Consolador, o Espírito Santo, que o Pai vai enviar em meu nome, ele ensinará a vocês todas as coisas e fará vocês lembrarem tudo o que vos disse."
Jesus deixou claro que tem muito a nos ensinar, mas se nos dias atuais muitas pessoas não suportam ouvir falar sobre a reencarnação, por exemplo, imaginemos naquela época.
Notemos também que o Consolador prometido não é Jesus, é o Espírito de Verdade ou Espírito Santo, ou seja, não é uma pessoa encarnada, mas sim de natureza espiritual. Então, nós espíritas, acreditamos que Jesus cumpriu sua promessa, voltando através do Espiritismo, ou seja, pela doutrina ditada pelos Espíritos, através de vários médiuns, e organizada por Kardec.
ENTÃO O ESPIRITISMO É A RELIGIÃO DO FUTURO? Segundo Léon Denis, o Espiritismo não é a religião do futuro, mas o futuro das religiões, ou seja, as religiões se renderão a reencarnação, a comunicação com os "mortos", terão uma ligação direta entre a criatura e o Criador, sem intermediários, sem rituais, sem pagamentos, sem trocas, sem barganhas, sem superstições e sem sacerdócio profissional.
O Espiritismo veio relembrar os ensinamentos de Jesus (confirmar sua missão), permanecer conosco (não em pessoa, mas espiritualmente), conduzir a toda a verdade (que antes não suportaríamos).
Mas é exatamente o que o Espiritismo faz, por meio das manifestações dos bons Espíritos. Invisíveis mas atuantes, longe de negar ou destruir o Evangelho. Faz com que adoremos a Deus pela elevação do pensamento a Ele, com fervor e com sinceridade, fazendo o bem e evitando o mal, sem precisarmos de qualquer manifestação exterior para cultos, pois o principal templo para culto da Presença Divina é a CONSCIÊNCIA.
Portanto, o Reino, como ensina Jesus, é uma realização interior, uma construção íntima, uma disposição para cumprir as leis divinas, que se resumem no amor e se exprimem no serviço ao semelhante. Onde as pessoas cumprem essa orientação, instala-se o Reino, alicerçado em seus corações.
Como disse irmão X, através da psicografia de Chico Xavier: "Cada um de nós é um mundo, onde o Cristo deve renascer." Portanto, preparemos este mundo, para que Ele renasça em nós, ou seja, que nossos atos, palavras e pensamentos lembrem a presença Dele. Então, a volta de Jesus será simbólico, ou seja, Ele estará presente em nossas ações, ou melhor, nossas ações lembrarão Jesus.
Acreditamos que, a vinda do Cristo se dará na continuação que daremos naquilo que Ele fez e pediu que fizéssemos. Como cultivar a solidariedade, para que desapareçam as diferenças sociais, os preconceitos, as lutas de classes, as disputas, os crimes, as explorações. Daí, um mundo novo se instalará na Terra.

Compilação de Rudymara




APOMETRIA NÃO É PRÁTICA ESPÍRITA


MAS O QUE É APOMETRIA? A resposta que encontramos foi a seguinte: “Apometria é um conjunto de princípios e técnicas de tratamento espiritual baseado no desdobramento e na separação dos múltiplos corpos e níveis do ser humano. Trata as personalidades de vidas passadas e desdobramentos da vida atual, chamada de subpersonalidades. Desfaz também trabalhos de magia, trata e encaminha espíritos obsessores, auto-obsessões e energias diversas. Como se fosse uma desobsessão mais objetiva e direta.”
Como vimos, a apometria fala de "MÚLTIPLOS CORPOS ESPIRITUAIS", e para a Doutrina existe apenas um “CORPO SUTIL OU ESPIRITUAL”, ou seja, O PERISPÍRITO; ela fala do perdão quase instantâneo, por parte de adversários (obsessores) seculares e que desfaz trabalhos de magia, após serem submetidos à técnica, contrariando a própria natureza humana e a necessidade de reforma íntima pedida por Jesus. Pois, quando Jesus retirava um obsessor recomendava: “VÁ E NÃO PEQUES MAIS.” Com esta recomendação, Ele pedia que a pessoa moralizasse seu comportamento. Porque são as chagas da alma que atraem e dão campo de ação aos obsessores. Se apenas retirarmos o obsessor, a pessoa não buscará saber por que o atraiu ou como conseguirá afastá-lo, ou seja, não buscará a reforma íntima. E quanto a vidas passadas, a Doutrina explica que “Se Deus nos deu o esquecimento das vidas passadas, algum motivo justo tem”, e ao nos reformarmos, estaremos superando, automaticamente, as dores do presente que são conseqüência do passado. Logo se observa, ao estudarmos o assunto, que se trata de uma técnica que adota conceitos de crenças orientais e princípios do ramatisismo. E tais conceitos e princípios não são espíritas e sim espiritualistas.
Divaldo Pereira Franco, durante uma larga entrevista, no programa Presença Espírita da Rádio Boa Nova, de Guarulhos (SP), em Agosto/2001, a partir de uma pergunta a ele dirigida, afirma: "NÃO IREI ENTRAR NO MÉRITO NEM NO ESTUDO DA APOMETRIA, PORQUE EU NÃO SOU APÔMETRA, EU SOU ESPÍRITA. O QUE POSSO DIZER É QUE A APOMETRIA, SEGUNDO OS APÔMETRAS, NÃO É ESPIRITISMO, PORQUANTO AS SUAS PRÁTICAS ESTÃO EM TOTAL DESACORDO COM AS RECOMENDAÇÕES DE “O LIVRO DOS MÉDIUNS”. NÃO EXAMINAREMOS AQUI O MÉRITO OU DEMÉRITO PORQUE EU NÃO PRATICO A APOMETRIA, MAS, SEGUNDO A PRESUNÇÃO DE ALGUNS, ESTE MÉTODO É UM PASSO AVANÇADO DO MOVIMENTO ESPÍRITA NO QUAL ALLAN KARDEC ESTARIA ULTRAPASSADO. E QUE ALLAN KARDEC FOI A PROPOSTA PARA O SÉCULO DEZENOVE E PARTE DO SÉCULO VINTE E A APOMETRIA É UM DEGRAU MAIS EVOLUIDO, NO QUAL ALLAN KARDEC ENCONTRA-SE TOTALMENTE ULTRAPASSADO, TESE COM A QUAL, NA CONDIÇÃO DE ESPÍRITA, EU NÃO CONCORDO EM ABSOLUTO.”
Então, apesar de respeitarmos o ponto de vista dos apômetras, os espíritas não adotam esta técnica de desdobramento, até porque em Espiritismo não há técnicas. E antes de aceitarmos conceitos novos dentro da Doutrina, consultemos algumas obras de fontes seguras. Exemplo: Ao final dos livros "Instruções Psicofônicas" e "Vozes do Grande Além", de mensagens recebidas por Francisco C. Xavier, em trabalhos de desobsessão, nos anos de 1952 a 1956, em Pedro Leopoldo, há boletins anuais, com estatísticas dos atendimentos, onde se vê que é muito pequeno o percentual de recuperação plena. E lembremos de que estes trabalhos mediúnicos contavam com a presença do maior médium da história da Humanidade - Francisco Cândido Xavier! Vejamos algumas afirmações seguras:
Manoel Philomeno de Miranda/ Divaldo Pereira Franco, em "Loucura e Obsessão", afirma à página 14: "A CURA DAS OBSESSÕES, CONFORME OCORRE NO CASO DA LOUCURA, É DE DIFÍCIL CURSO E NEM SEMPRE RÁPIDA, ESTANDO A DEPENDER DE MÚLTIPLOS FATORES, ESPECIALMENTE, DA RENOVAÇÃO, PARA MELHORA, DO PACIENTE (...).” Allan Kardec, em "O Evangelho Segundo o Espiritismo", capítulo 28, item 84, diz: "Observação. – A CURA DAS OBSESSÕES GRAVES REQUER MUITA PACIÊNCIA, PERSEVERANÇA E DEVOTAMENTO.” Albino Teixeira/Francisco C. Xavier, em "Paz e Renovação", indaga, no capítulo 48 (Obsessão e Cura), à página 135: "EM QUALQUER PROGRESSO OU DESENVOLVIMENTO DE AQUISIÇÕES DO MUNDO, NADA SE OBTÉM SEM PACIÊNCIA, AMOR, EDUCAÇÃO E SERVIÇO; COMO QUEREIS, MEUS IRMÃOS DA TERRA, QUE A OBSESSÃO – QUE É FREQUENTEMENTE DESEQUILÍBRIO CRONIFICADO DA ALMA – VENHA A DESAPARECER SEM PACIÊNCIA, AMOR, EDUCAÇÃO E SERVIÇO, DE UM DIA PARA OUTRO?”

Bastam estas citações, eminentemente doutrinárias, para saber que a cura das obsessões não se faz com um toque de mágica, de uma hora para outra. Quem já participou dos trabalhos de desobsessão "espírita" sabe bem o que estamos falando. Nossa razão não aceita tanta facilidade - eis que não admite seja possível transformação tão rápida em Espíritos que cultivam o ódio tão intensamente. Podemos lembrar o obsessor que perseguiu Divaldo Franco por mais ou menos 30 anos. Pensemos: “SE ELE TEVE DIFICULDADE PARA AFASTAR O OBSESSOR, É SINAL QUE NEM SEMPRE É FÁCIL E RÁPIDO TAL RESULTADO.”
Explica Divaldo: “(...) TENHO CERTEZA DE QUE AQUELES QUE ADOTAM ESSES MÉTODOS NOVOS, PRIMEIRO, NÃO CONHECEM AS BASES KARDEQUIANAS, E, AO CONHECEREM-NAS, NUNCA AS VIVENCIARÃO PARA TEREM CERTEZA. ENTÃO, SE ALGUÉM PREFERE A APOMETRIA, DIVORCIE-SE DO ESPIRITISMO. É UM DIREITO! MAS NÃO MISTURE, PARA NÃO CONFUNDIR. (...) NÃO TEMOS NADA CONTRA A APOMETRIA, AS CORRENTES MENTO-MAGNÉTICAS, AQUELAS OUTRAS DE NOMES MUITO ESDRÚXULOS E PSEUDOCIENTÍFICOS. MAS COMO ESPÍRITAS, NÓS DEVEMOS CUIDAR DA PROPOSTA ESPÍRITA. (...) 
Então, temos por obrigação explicar que a mediunidade não é patrimônio exclusivo da Doutrina Espírita e muitas práticas alheias ao Espiritismo a utilizam. Assim acontece com a desobsessão, os católicos chamam de “exorcismo”; os protestantes “descarrego”; os apometras de "apometria", os espíritas de "desobsessão", etc., e cada qual tem seu método. Por isso é dever de todo espírita estudar profundamente as obras básicas, para que possamos preservar a pureza doutrinária. O Codificador, referindo-se ao Espiritismo, indaga-nos: "COMO PRETENDER-SE EM ALGUMAS HORAS ADQUIRIR A CIÊNCIA DO INFINITO.” Os diversos cultos religiosos existentes merecem nosso respeito, mas nem por isso vamos adotar seus rituais e práticas exteriores, por considerá-los contrários aos princípios básicos da Doutrina Espírita. Concluímos que falta o conhecimento da Doutrina Espírita. Não basta a freqüência à Casa Espírita. É indispensável estudá-la, incessante, incansavelmente. Seu aprendizado exige esforços. Percebe-se, claramente, que a Doutrina Espírita é uma ilustre desconhecida de boa parte dos 'ESPÍRITAS', especialmente quanto à sua parte teórica. Reconhecemos haver pessoas sinceras, com elevados sentimentos, que enveredam por esses outros caminhos; mas sabemos que não bastam os bons sentimentos, como bem nos recomenda o Espírito da Verdade, em "O Evangelho Segundo o Espiritismo", 6º capítulo, item 5: "ESPÍRITAS, AMAI-VOS, ESTE O PRIMEIRO ENSINAMENTO; INSTRUÍ-VOS, ESTE O SEGUNDO.” Portanto, urge estudar a Doutrina Espírita, para melhor aplicá-la. Indispensável estabelecer critérios mais rigorosos quanto à admissão de participantes às reuniões mediúnicas. Allan Kardec era extremamente rigoroso para admitir freqüentadores às reuniões ditas experimentais. Há dois meios fundamentais ao aprimoramento das reuniões mediúnicas: estudo e reforma íntima. O Espiritismo constitui-se numa doutrina completa, em seus aspectos moral, religioso, filosófico e científico, com suas raízes no Evangelho de Jesus Cristo, representando o Cristianismo Redivivo. Portanto, não basta afirmar-se espírita e utilizar a mediunidade para que uma prática seja considerada espírita; Que as orientações dos Espíritos Superiores que acompanham o Movimento Espírita no Brasil são muito claras quanto à fidelidade aos princípios codificados por Allan Kardec; Que a orientação, a experiência e a prática dos médiuns mais amadurecidos como Francisco Cândido Xavier e Divaldo Pereira Franco, entre outros, tem demonstrado sempre a necessidade de vigilância com relação à preservação da pureza dos princípios básicos da Doutrina Espírita. O espírito Nora no livro “Aconteceu na Casa Espírita” alerta: “UMA DAS ARMAS QUE OS INIMIGOS DA PAZ CERTAMENTE UTILIZARÃO, SERÃO MODISMOS. HAVERÃO DE EXPLORAR TODOS OS TIPOS DE CRENÇAS POPULARES, AGITANDO ONDAS DE NOVIDADES DOUTRINÁRIAS.”
Então, se porventura “doutores” em Espiritismo te solicitarem alterações drásticas, propondo implantações de novas idéias, acolhe-os com simpatia, respeitando-lhes o modo de pensar, esclarecendo-os quanto possível sem, contudo incorporar nas atividades da Casa, o que não esteja em absoluto acordo com as obras básicas.

OBSERVAÇÃO DO GRUPO DE ESTUDO "ALLAN KARDEC":  Nós espíritas não somos contra a Apometria, mas a doutrina espírita já tem seu método de desobsessão. Gostaríamos que as casas espíritas que dão cursos de Apometria, dessem cursos de coisas mais importante para o "espírito" que somos. Como cursos que explique: O que é doença; como ficamos doentes; como nos previnir das doenças; o que é obsessão; como nos previnir da obsessão; quem são os obsessores; como lidar com eles; etc. Estamos atacando o efeito sem explicar a causa. Até quando atrairemos para os centros espíritas pessoas que buscam somente os fenômenos espíritas? O tempo de transição pede mudanças comportamentais e não de métodos desobsessivos ou seja lá a moda do momento. Em que os espíritas estão ajudando neste esclarecimento e nesta mudança? Consultemos nossa consciência. Há espírita questionando a credibilidade de Divaldo Franco e Allan Kardec para defender novidades que não condizem com a doutrina. O que será da doutrina espírita quando Divaldo desencarnar?








OS ANIMAIS SÃO NOSSOS IRMÃOS?



Diante do conhecimento atual, é ridículo acreditar que o mundo, os animais e o homem foram criados diretamente por Deus em apenas uma semana. E que somos descendentes de Adão e Eva. Sabemos hoje que a vida apareceu há mais ou menos 3,5 bilhões de anos, um bilhão de anos após a formação da Terra. Afirma-se que ela tenha surgido na água sob forma de seres minúsculos extremamente simples. Depois foram originando as células, depois as plantas e aos animais invertebrados que habitam o mar. Do mar a vida fixou sobre a terra firme e depois no ar (os pássaros). Os primeiros seres humanos surgiram sobre a Terra há aproximadamente 3 milhões de anos. Ao longo dos anos, os seres sofreram transformações sucessivas, dando origem a várias espécies. Portanto, a espécie humana descende, por evolução, daqueles primeiros seres vivos microscópios. Nós somos espíritos em crescimento, por enquanto; somente alcançamos a maioridade ao atingir o estado de Espíritos puros. Nascemos em mundos inferioríssimos e, através de milênios, adquirimos o instinto. Por milênios e milênios de evolução experimentamos graus inferiores até conquistar a inteligência. Um cachorro, por exemplo, quando der sinal de inteligência, não continuará mais aqui na Terra., que não lhe oferecerá condições; mas irá para mundos em começo de evolução, para onde o Espírito dele será transferido. Após cachorro, reencarnará no corpo de um primata aprendendo a andar de pé, a usar as mãos e depois morará em cavernas. Portanto, nós espíritas nos fundamentamos na Ciência, seguimos a tradição do conceito darwiniano da evolução, a teoria da origem das espécies, da seleção natural e do próprio progresso. Só que Darwin se deteve em determinados ângulos, como o do “elo perdido”, um dos maiores desafios científicos, ou seja, eles não conseguem explicar e provar o ponto onde o animal torna-se homem, quando ele "desceu da árvore" (deixou de ser macaco): é que a transição ocorre através de muitas encarnações. É nesse ponto que o Espiritismo, ilumina de forma incomparável tão escuros labirintos, nos quais as Ciências se debatem há muito tempo. Os animais que se destacam realizam estágios intermediários de vida material em planetas inferiores à Terra. Quando desencarnam vão para o plano espiritual onde os prepostos do Cristo, modificam seus revestimentos espirituais (perispírito), para adequá-los à fala e à vida racional; considerando que o perispírito é o molde do corpo físico, aí reside a semelhança física do homem com alguns animais.
PODEMOS REENCARNAR NUM CORPO ANIMAL? O Espiritismo não aceita a teoria da Metempsicose, ou seja, o espírito de um Homem não reencarna em reino inferior. A cada reencarnação o Espírito está em melhores condições do que na anterior - tal é a Lei Divina do Progresso (evolução).
E A REENCARNAÇÃO DOS ANIMAIS?
A reencarnação para os animais é quase sequencial à morte. Mas alguns ficam tempo maior no plano espiritual, exemplo: Hermínio C. Miranda, em Diálogo com as Sombras, descreve o "dirigente das trevas" como sendo visto quase sempre montado em animais. André Luiz refere-se, em suas obras, a cães puxando espécies de "trenós" (livro Nosso Lar), aves de monstruosa configuração (Obreiros da Vida Eterna), etc. Divaldo Franco conta que, certa vez, foi fazer uma palestra em certa cidade, ao ser recebido na casa que iria hospedá-lo, assustou-se com um cachorro grande, que lhe pulou no peito. Ao comentar com a anfitriã, esta assustou porque ela disse que seu cachorro havia morrido há um ano e meio. E ele descreveu a raça do cachorro e ela disse que era igual ao dela. Então, provavelmente o cão permaneceu na casa que o acolheu por muitos anos e que sua presença foi detectada pela mediunidade de Divaldo. Mas, quando vão reencarnar, eles não escolhem em que espécie reencarnar, pela inexistência de livre-arbítrio.
A ALMA DOS ANIMAIS É DIFERENTE DA ALMA HUMANA?
Sim, é diferente. Não possuindo inteligência, os animais não possuem igualmente consciência, livre-arbítrio, senso moral, nem responsabilidade. Ao desencarnarem, são orientados e mantidos por Espíritos da Natureza, em grupos específicos a cada raça.
OS ANIMAIS POSSUEM INTELIGÊNCIA OU INSTINTO?
A inteligência é uma faculdade própria do ser humano que, impulsionada pelo nosso pensamento, faz-nos agir segundo a nossa vontade, quer na parte moral, quer na parte intelectual, quer na parte espiritual. Por exemplo: não devo roubar, não devo viciar-me, porque são ações imorais; quero ler este livro, é ação intelectual; vou orar, é uma ação espiritual. Isso tudo é comandado pela inteligência, porque a inteligência é humana. A inteligência é o livre-arbítrio, que é um poder, a faculdade de decidir, de determinar, dependente apenas da vontade. E o instinto é o movimento que domina os homens e os animais em seu procedimento. Pelo instinto, o homem pertence ao reino animal e, pela inteligência, pertence à Humanidade. Todas as necessidades de nosso corpo carnal são provindas pelo instinto, desde as mais rudimentares às mais altas: são exigências do nosso corpo, que devem ser atendidas, pois são a parte animal da nossa vida. Exemplo: um bebê que acaba de nascer, tão logo é envolto em suas roupinhas, começa a agitar os lábios pedindo alimento; e com sofreguidão suga com sua boca o bico do seio de sua mãe; ninguém lhe ensinou isso, pois ele mal acaba de nascer, no entanto, o instinto já agiu para conservar-lhe a vida.
E A EUTANÁSIA NOS ANIMAIS?
Morte piedosa do animal, talvez, só quando o veterinário atestar que traumas ou doenças sejam irreversíveis, além de acompanhadas de dores insuportáveis. Apesar do animal possuir uma alma, esta é diferente da humana, por não possuir livre-arbítrio, não tem carma à resgatar. Dever cristão é que impõe ao dono ampará-lo até o último sopro de vida, para morrer em paz e para com gratidão do ser humano ao chegar à regiões espirituais que Deus lhe concede.
POR QUE OS ANIMAIS SOFREM TANTO SE ELES NÃO TEM DÉBITOS A RESGATAR?
No caso deles, a dor age como impulso evolutivo. Exemplo: quando feridos, os próprios animais, eventualmente seus companheiros, lambem os machucados numa rudimentar ação de assepsia, na busca da cura ou alívio; isso representa os primórdios da fraternidade.
O QUE DEVEMOS FAZER AO VER UM ANIMAL SENDO AGREDIDO? Se uma pessoa estiver maltratando um animal devemos interferir, jamais nos omitir. Mas que a intervenção seja por altruísmo, com educação e amor à Natureza. Como? Com brandura e educação, não piorando o ânimo do agressor, o qual, já exaltado, poderá se tornar mais rude ainda com o animal. Os animais não falam, não raciocinam, sentem dor, sede e fome. O sentimento de piedade demonstra elevação espiritual, principalmente quando seguido da respectiva ajuda para a cessação da causa do sofrimento. A piedade é a ante-sala do Amor, assim como a crueldade o é da violência.
QUE DIZER DAQUELES QUE ABANDONAM SEUS ANIMAIS?
O abandono de animais é condenação certa. O autor desses dolorosos quadros que o cotidiano nos mostra, agindo irresponsavelmente, cedo ou tarde terá que prestar contas à sua consciência.
E
OS ANIMAIS QUE SÃO TREINADOS PARA TORNAREM-SE AGRESSIVOS? No caso de animais treinados para ataque, agressividade, destruição, representam vertentes da ignorância e crueldade humanas; mas a ignorância desaparecerá à medida que o homem evolver, em mundos compatíveis ao seu estágio moral.
A crueldade, porém, significa contração de pesadas dívidas ante o tribunal da consciência de quem a pratica; esses, despertos pelo arrependimento desses sonhos trevosos a que voluntariamente se entregaram, terão a Dor por corregedoria; seus sofrimentos serão proporcionalmente iguais aos que infligiram. Provavelmente, esta seja uma das causas de tantas doenças, tantas anomalias congênitas, tantos desastres mutiladores.
Por tudo isso, concluímos que todos somos irmãos: homens e animais. Ontem éramos animais, quais os que hoje nos servem. E, amanhã, esse mesmo animal ingressará no reino hominal.
Encerremos com a sábia frase de Charles Darwin: "Chegará o dia em que os homens conhecerão o íntimo dos animais, e nesse dia, um crime contra um animal será um crime contra a humanidade."




Compilação de Rudymara


sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

O DIABO EXISTE?



Sabemos que, nós somos espíritos, e levamos para o além
túmulo a nossa indisciplina e maldade, assim como levamos também todas as experiências boas adquiridas. Nosso planeta ainda é muito inferior, por isso a predominância dos espíritos inferiores é maior. Esses espíritos, deste e do outro mundo, constituem a falange denominada no Evangelho pelo nome de SATANÁS, DIABO ou DEMÔNIO. São os adversários, os inimigos da Justiça, do Bem, da Verdade. Mas não podemos nos esquecer que, são filhos de Deus, consequentemente, nossos irmãos. Deus, que é eternamente justo e bom, não pode ter criado seres predispostos ao mal por sua própria natureza e condenados pela Eternidade. Se Deus, que é bom, não é capaz de perdoar, como espera que exercitemos o perdão ensinado por Jesus? Acreditar na pena eterna, seria negar Sua bondade. E, como poderia existir um maligno lutando de igual para igual com a Divindade e cuja única preocupação seria de contrariar Seus desígnios? Será que não podemos confiar nos "anjos", já que estes seres perfeitos correm os riscos de rebelarem-se? Os Espíritos não retrocedem na evolução, portanto, quando alcançam a perfeição não se rebelam, porque não abrigam mais sentimentos de orgulho ou revolta. Se acreditássemos nisso teríamos que acreditar que Deus errou na Sua criação, consequentemente, que Ele não é perfeito. Seria um absurdo acharmos isso.
Anjo e Demônio, segundo a Bíblia, é uma maneira simbólica de dizer que o Bem e o Mal lutam constantemente dentro de nós. Entretanto, podemos designar por anjos os Espíritos puros que já alcançaram a perfeição. Neles o Bem já venceu o Mal; por demônios, os Espíritos atrasados, imperfeitos, que ainda cedem às tentações do mal.
O "DIABO", nada mais é que espírito (ou espíritos), que viveu entre nós, e que continua realizando o que realizava, quando estava encarnado, utilizando-se de pessoas que pensam e agem como eles agiam. Estes espíritos não vão senão onde acham com o que satisfazerem a sua perversidade; para afastá-los, não basta pedir-lhes nem mesmo ordenar, é preciso despojar de nós o que os atrai. Os maus espíritos farejam as chagas da alma, como as moscas farejam as chagas do corpo; do mesmo modo que limpamos o corpo para evitar a bicheira, limpemos também a alma de suas impurezas para evitar o ataque dos maus espíritos. Jesus quando expulsava o “demônio” aconselhava dizendo: “Vá, e não peques mais”; ou seja, “vá e não erre mais”, para não atrair novamente estes "demônios". Em outra passagem (João, 6:70), Jesus profetizou dizendo: "Vocês não são os doze que escolhi? Apesar disso, um de vocês é um diabo". Jesus se referia à Judas. E este, como sabemos, não tinha capa vermelha, chifres e tridente. O homem, por necessitar de imagens e figuras para impressionar sua imaginação, pintou os seres incorpóreos com formas materiais dotadas de atributos que lembram as suas qualidades ou seus defeitos.
Os anjos são representados numa figura radiosa, com asas brancas, símbolo da pureza, e Satanás com chifres, garras e os atributos da bestialidade, símbolo das baixas paixões. Mas o Mestre apenas quis dizer que um dos discípulos iria cometer um ato diabólico. No conceito do Mestre o diabo não indicava um gigante de perversidade, poderoso e eterno. Designa o próprio homem, quando algemado às imoralidades do sentimento inferior. Daí concluímos que cada criatura humana apresenta certa percentagem de expressão diabólica na parte da personalidade. A Doutrina Espírita explica também que, existem sim as zonas sombrias, terríveis e dolorosas, mas como vimos, o diabo partilhou dos serviços apostólicos, ou seja, foi um apóstolo do Cristo. Assim como Jesus, nós também nos deparamos diariamente com muitos diabos encarnados em nosso dia-a-dia. São os que nos sugerem beber, fumar, usar drogas, abortar, roubar, lesar o próximo; os que enganam inocentes para satisfazer seus desejos sexuais desequilibrados; os que cometem crimes hediondos como torturar e matar uma criança, um animal, um idoso, um doente, etc.; sem nos esquecermos daqueles que matam indiretamente, como os que desviam o dinheiro público para enriquecer enquanto milhares de pessoas morrem na miséria ou nas portas dos hospitais; os que retiram vidas em desabamentos e acidentes ao construírem casas, prédios, escolas, pontes, estradas, etc. com material inferior; os que se vingam covardemente; os traficantes, que são vendedores de sonho que, cedo ou tarde, vira pesadelo ao usuário, aos familiares e á sociedade que é roubada, assaltada, assassinada para sustentar o vício destes sonhadores; os que compram produtos roubados são incentivadores de crimes; os “Judas” da atualidade ou Falsos Cristos, que enriquecem vendendo Jesus, ou seja, seus ensinamentos, por bem mais que 30 moedas, iludindo miseráveis, ignorantes e sofredores. Estes são alguns, dos muitos atos diabólicos. Mas lembremos que, a condição de "DIABO" é transitória, passageira, porque Deus nos criou para a perfeição e lá chegaremos quer queiramos ou não, porque essa é a Sua vontade. O demônio de hoje será o anjo de amanhã, quando a vida lhe impuser penosas experiências de reajuste, através da reencarnação, reconduzindo-o aos roteiros do Bem. Então, podemos dizer que O DIABO NÃO EXISTE, não da maneira alegórica que muitos imaginam. O que existe são Espíritos, encarnados e desencarnados, com comportamento diabólico.



Texto de Rudymara








SEXO NA VISÃO ESPÍRITA


O Livro Gênese, do Velho Testamento, mostra claramente que, a simbólica perda do paraíso, foi ocasionada pelo pecado de Adão e Eva ter experimentado O FRUTO DA ÁRVORE DA CIÊNCIA (CONHECIMENTO) DO BEM E DO MAL (Gênese, 2:9). Mais tarde, os teólogos encasquetaram que o pecado exercitado pelo casal se tratava de sexo, mais exatamente o prazer sexual. Sexo, portanto, passou a ser sinônimo de pecado. Quanto maior o prazer, maior o pecado. Os casais deveriam estar convenientemente vestidos, evitando a sensualidade pecaminosa; não era prudente casar-se com mulher muito bonita, porque aumentava o desejo; carícias sensuais nem pensar! Era mais prazer pecaminoso. Tomás de Aquino (em Súmula Teológica) leva aos extremos a idéia, proclamando que o homem que ama a esposa com muita paixão transgride o Bem do casamento e pode ser rotulado de adúltero; Agostinho (em Solilóquios), afirma que nada afasta mais o homem das alturas do que os carinhos da mulher e aqueles movimentos do corpo, sem os quais ele não pode possuir sua esposa. Os teólogos buscavam fórmulas para que o sexo, que não podiam proibir, sob pena de extinguirem a raça humana, fosse diminuído na vida familiar e exercitado não como parte da comunhão afetiva, mas exclusivamente para a procriação. O sexo era proibido aos domingos, dias consagrados ao Senhor; no jejum de quarenta dias, antes da Páscoa; vinte dias antes do Natal; dias antes de Pentecostes; três ou mais dias antes de receber a comunhão; durante o período menstrual, semanas entes e depois do parto. Quanto menos tempo disponível, menos pecado. Para conter os fiéis apregoava-se que o sexo nos períodos proibidos gera filhos deficientes físicos e mentais e doenças como a lepra e a tuberculose.
ENTÃO, O SEXO DEVE SER LIVRE?
O sexo sempre foi livre e deve ser livre. Portanto, não devemos concordar com a promiscuidade e a vulgaridade com que ele é exercido, mas à liberdade com responsabilidade, mediante a consciência da sua finalidade. Hoje a mente das pessoas está no sexo; é a cabeça sexual. O estômago, quando se come demais, tem indigestão. Qualquer órgão de que se abusa, sofre o efeito imediato. O problema do sexo é a mente. Criou-se o mito que a vida foi feita para o sexo, e não o sexo para a vida. Depois da revolução sexual dos anos 60, o sexo saiu do aparelho genésico e foi para a cabeça. Só se pensa, fala respira sexo. E quando o sexo não funciona, por exaustão, parte-se para os estimulantes, como mecanismos de fuga, o que demonstra que o problema não é dele, e sim, da mente viciada. Se o problema fosse do sexo, as pessoas ‘saciadas’ seriam todas felizes, o que, realmente não acontece. Ou a criatura conduz o sexo, ou este a arruina. Ou se disciplina o estômago, ou se morre de indigestão.
SEXO É AMOR?
Não, sexo é um fenômeno biológico de atração magnética, porque os animais o praticam e não se amam. O amor é um sentimento, o sexo é um veículo de sensações. Quando irrigado pelas superiores emoções do amor, ele ilumina a alma e, sem o tempero santificante desta emoção, ele atormenta o Ser.
E O SEXO ANTES DO CASAMENTO?
A sugestão ao jovem espírita é a atitude casta. Uma atitude casta não quer dizer isenta de comunhão carnal, mas sim, de respeito, de pureza. Deve-se colocar o amor acima do sexo, porque quando o sexo é moralizado pelo amor, sabe-se quando, como e onde atuar. Quando mencionamos castidade, não nos referimos à abstinência total e absoluta, mas ao respeito. Um casal que se respeita vive castamente. Amem, e o amor dirá o que fazer. Se tiverem o sexo pré-conjugal, procurem honrá-lo através do matrimônio. O Espiritismo nos ensina a "amar a Deus acima de tudo e ao próximo como a si mesmo". Temos que nos amar, e a melhor maneira é a de nos respeitarmos. Portanto, sexo, sim, mas, amor também. Amor com responsabilidade. Sexo com responsabilidade, assumindo-se as conseqüências: filhos, compromissos com o parceiro(a) até quando possível, para evitarmos dramas piores com a separação. Portanto, sexo não é um ato pecaminoso, errado ou sujo; o erro está na maneira que, algumas pessoas, fazem uso dele. Dúvidas sobre o assunto? Leiam o livro "VIDA e SEXO", psicografado por Francisco Cândido Xavier, com ensinamentos do Espírito Emmanuel.


Compilação de Rudymara