quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

“QUEM É FIEL NO POUCO, TAMBÉM É FIEL NO MUITO, E QUEM É DESONESTO NO POUCO, TAMBÉM É DESONESTO NO MUITO” - Lucas 16:10

 

 
Muitas pessoas pedem honestidade aos políticos. Mas, elas mesmas não são honestas onde trabalham, estudam ou vivem. Na primeira oportunidade levam objetos que não lhe pertencem. Compram e não pagam. Emprestam e não devolvem. Se recebem troco a mais, não devolvem. Se lhe oferecem propina, aceitam. Saqueia um caminhão que tomba ou se acidenta. Há quem rouba indiretamente, quando compra produtos roubados. Daí, alguém diz:

- Mas os políticos roubam milhões. Mas, se não podemos confiar um objeto sem valor a esta pessoa, será que podemos confiar algo de grande valor? Quem não é fiel no pouco, será fiel no muito? A tentação não é maior? Qual a diferença em roubar milhões e um pote de manteiga? O valor do objeto roubado, mas o delito é o mesmo. Será que, quem rouba um pote de manteiga só não rouba milhões porque não tem acesso? E quando não somos fiel nas mínimas coisas que Jesus nos pede, como seremos nas grandiosas?  É para repensarmos as nossas ações.
 
 
Rudymara
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

ESTA ENFERMEIRA SALVOU 2.500 VIDAS DO GUETO

 


 
Durante a segunda guerra, Irena conseguiu permissão para entrar no Gueto de Varsóvia como encanadora, e para fazer limpeza de esgoto. Toda vez que ela saia do gueto, escondia uma criança no fundo de sua sua caixa de ferramentas, ou em sacos de lixo. Ela adestrou um cão, para fazer barulho quando ela deixava o gueto, e assim atrair a atenção dos guardas nazistas. Ela salvou 2500 crianças da morte. Nos momentos finais da guerra, ela foi descoberta, e os nazistas quebraram as pernas e braços dela. Cada criança salva tinha o nome escrito em papel, e escondido em uma jarra enterrada no quintal dela. Após a guerra, ela pegou o registro de cada uma das crianças, e tentou achar os parentes. As crianças que ficaram definitivamente sem parentes vivos foram orientadas para adoção. Em 2007 ela foi indicada ao prêmio Nobel da paz, mas quem ganhou foi o Al Gore, por seu power-point sobre mudanças climáticas... Lógico que o maior prêmio não está na Terra. Ela desencarnou em 2008, e seu trabalho é hoje continuado, em uma organização que se chama "vida numa jarra".
 
 
OBSERVAÇÃO DE RUDYMARA: Lendo a história de Irena, lembrei a parábola dos talentos, contada por Jesus. Onde, o homem citado na parábola é Deus, os servos somos nós. Portanto, Deus empresta para uns mais valores, para outros mais ou menos, e para outros menos. Mas, cada um tem possibilidade de dobrar os valores confiados por Deus em bençãos no céu. Uns tem o talento de ensinar, outros de limpar, outros de cozinhar, outros de contar histórias, outros tem o talento da benevolência, humildade, amor, coragem, fé, entendimento, perdão, paz, tolerância, caridade, compaixão, mediunidade, etc. Todos temos algum talento, e são com estes talentos que buscaremos a prosperidade espiritual que tanto nos pediu Jesus. Não enterremos nosso talento, como fez o último servo da parábola, com a desculpa que não faz o bem porque não tem dinheiro ou tempo para fazê-lo. O bem não se faz apenas com o dinheiro, mas também com os outros talentos que Deus nos empresta como: as mãos, a inteligência, a palavra, uma atitude de carinho, de solidariedade, etc.
Os que não usam seu talento para o Bem, estão enterrando os talentos que Deus emprestou e retornarão ao plano espiritual (ao desencarnar) como aqui chegaram (no nascimento), sem ter feito bom uso deles em prol do próximo e deles mesmo, por egoísmo e preguiça. Lembremos que seremos cobrados não só pelo que fizemos, mas por todo o mal que resulte do bem que não haja feito.
 
 
 

domingo, 23 de fevereiro de 2014

PUNIÇÃO E PREVENÇÃO

 
De imediato, sim. Já que deixamos chegar longe a impunidade. Quem não consegue viver em sociedade, respeitando leis e pessoas, precisam ser afastados dela, pelo menos por um tempo. Os menores que estão delinquindo por ser usuários de drogas deveriam ser obrigados a ir a um centro de recuperação. Se são doentes e adoecem a família e a sociedade deveriam ser obrigados a se tratar. Nos Estados Unidos ao usuário é dado a escolha de ir para o presídio ou receber tratamento. Os que escolhem o centro de recuperação, toda semana são obrigados a fazer exame e apresentar ao juiz provando que não fizeram uso de drogas. Depois que eles estiverem bem, são levados a estudar, fazer um curso profissionalizante que possam integrá-los a sociedade. Então, para melhorar os presos, sejam menores ou não, os presídios e Fundação Casa, não deveriam ser um amontoado de pessoas ociosas. Deveriam ser obrigados a estudar e trabalhar. Se alguém não quiser, não come, não sai da cela e não tem pátio nos fins de semana. Aqui fora, para comer e ter lazer, o cidadão de bem precisa trabalhar, não é? Lá não deveria ser diferente. Visita? Só através de vidro e vigiado por guardas. Assim, não há como entrar celular, drogas, etc. Isto serve aos advogados também. E deveria ser proibido levar coisas para eles. Seja comida, roupas, etc. E às crianças que ainda não entraram no mundo das drogas e do crime, precisam de um trabalho de prevenção, urgente. Precisamos de escolas que não se igualem a Fundação Casa. Onde tenha EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA. Onde os alunos e professores se sintam motivados a lecionar e estudar. Onde aprendam que se não estudar, repete de ano. Onde se danificar algo na escola, desrespeitar uma autoridade, será penalizado. Onde o aluno seja obrigado a limpar o que sujou. Assim, aprenderão, desde cedo, a respeitar a hierarquia, os patrimônios públicos e os bens alheios. Onde os pais não passem a mão na cabeça porque acham que os filhos estão sofrendo constrangimento por limpar um chão que sujou ou uma parede que pichou. Então, antes de chorarmos na porta de Fundação Casa, cadeia, presídio, de vermos nosso filho viciado em drogas ou nas mãos de traficante, eduquemos e/ou deixemos educar. E lembremos que, menor ou não, mesmo que consigam fugir das leis dos homens, da lei divina ninguém foge.
 
 
Rudymara
 
 
 
 

sábado, 22 de fevereiro de 2014

CONSULTAR ESPÍRITOS



Muitas pessoas procuram nos Centros Espíritas o dia de “consulta”. Essas pessoas, geralmente, querem dos Espíritos um milagre. Elas não buscam “consultar” os livros da Codificação que explicarão o porquê das dores e aflições, ou então, “consultar” os Espíritos de Emmanuel, Joanna de Ângelis, André Luiz, Bezerra de Menezes, etc., através dos livros espíritas, que são orientações baseados no receituário divino que é o Evangelho, trazido pelo médico de nossa alma, que é JESUS. Somente seguindo esse receituário divino curaremos as chagas de nossa alma, para não sofrermos dores e aflições no futuro. O remédio desse receituário, ás vezes, é amargo. Por isso muitos fogem, querendo um “milagre” que não precise fazer o sacrifício de engolir o remédio da abstinência dos vícios, dos erros, das falhas morais. As pessoas não querem entender as propostas de Jesus, não querem fazer a reforma íntima, enfim, só querem receber, mas não querem sacrificar, renunciar às coisas que lhe fazem mal. Evidentemente, não é fácil.
Aprendemos com o estudo da escala espírita, que existem Espíritos levianos, ignorantes, maliciosos, irrefletidos e zombeteiros, que se metem em tudo e a tudo respondem sem se importarem com a verdade. "Gostam de causar pequenos desgostos e ligeiras alegrias, de fazer intriga, de induzir maldosamente em erro, por meio de mistificações e de espertezas" (O Livro dos Espíritos, questão 103). Por isso, o Espírito de Verdade esclareceu dizendo: "Os Espíritos vêm instruí-los e guiá-los no caminho do bem e não no caminho das honras e da fortuna, ou para servirem suas mesquinhas paixões. Se vocês não lhes pedissem nada de fútil ou fora de suas atribulações, não dariam oportunidade alguma aos Espíritos enganadores; onde vocês devem concluir que quem é enganado tem apenas o que merece." (O Livro dos Médiuns, cap. XXVII, item 303, 1a pergunta.).
Portanto, casa espírita, que segue realmente os ensinos das obras básicas, não faz consulta espiritual.
 
 
Rudymara
 
 
 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

SERÁ QUE PODEMOS MUDAR NOSSO CARMA?





Responde Divaldo Franco: “Sim, podemos mudar o nosso carma a cada minuto. O Bem que eu faço é Bem que me faz Bem; o mal que pratico é desequilíbrio que me faz mal; todo Bem que eu pratico, diminui o mal que eu pratiquei; todo mal que realizo, aumenta a carga dos males que eu já fiz. Então, se eu trago um carma muito pesado o Bem que eu vou fazendo, eu vou diminuindo, porque Deus não é cobrador de impostos, Deus é amor, e na sua lei o que vigora é o Bem. Portanto, uma pessoa que traz um carma áspero, na ação meritória, vai se libertando. Existem muitas pessoas doentes que passaram a dedicar-se ao Bem, e à medida que se afeiçoaram ao Bem, passaram a ter longa vida, sobrevida, libertaram-se de todas as sequelas de muitas doenças.”
Exemplo: aquele que reencarna para ficar cego, com o Bem que praticar durante sua vida, ele diminuirá sua dívida com a lei divina. Ele poderá ficar com a visão precisando apenas de óculos. Afinal, Jesus ensinou que “o amor cobre multidão de pecados”.
 
 
 
 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

ESPÍRITAS, AMAI-VOS, EIS O PRIMEIRO MANDAMENTO; E INSTRUÍ-VOS, EIS O SEGUNDO!

ESPÍRITAS, AMAI-VOS, EIS O PRIMEIRO MANDAMENTO; E INSTRUÍ-VOS, EIS O SEGUNDO!
Esta frase foi ditada pelo Espírito de Verdade, em Paris, 1960 (cap. VI, item 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo)
* Muitos espíritas frequentam as casas espíritas, mas não buscam estudar, entender, compreender os ensinamentos que ela traz.
* Querem cumprir “obrigação” de comparecer às reuniões; dizem ter lido vários livros, mas não guardam uma só lição deles; frequentam um estudo e não prestam atenção no assunto apresentado e fora dele não procuram buscar mais informação. Costumamos dizer que muitos comparecem com o corpo, mas a alma deixa em casa. Tem aqueles que até dormem, alegando estar desdobrados. São estes que, quando aparece uma novidade abraçam sem conhecimento “da causa”.
* Há quem apareça com dúvidas, mas a resposta deve ser a que ela quer ouvir, senão ela não aceita e se revolta. Porque ela não quer a resposta da doutrina, mas a resposta que lhe agrada.
* Há espírita que fica limitado a fazer palestras, sem se preocupar em vivenciar o que prega.
* Há casa espírita que espanta trabalhadores de boa vontade porque se acham donos da verdade e do Centro Espírita. Onde o que prevalece não é o que o Espiritismo prega, mas o que eles pregam.
* Há quem ouça a explicação à luz da doutrina e continua fazendo “do seu jeito” porque acredita que “seu jeito” é o certo. É assim que nasce o “Espiritismo a moda da casa”; “mediunidade à moda do médium”, etc.
* há médiuns que só trabalham no dia da reunião, achando que esta “caridade” basta. Sem se dar conta que a maior caridade é ele que está recebendo.
*Há espírita que compete com outro espírita. Quando um está realizando um bom trabalho ou uma boa divulgação da doutrina, dificilmente vemos espíritas elogiando, incentivando ou oferecendo auxílio.
* Há quem alegue não ter tempo. Mas, quando aparece um show, uma festa, o tempo aparece.
* Há quem não queira “pegar” responsabilidade. Mas, e se fosse remunerado (materialmente), será que não “pegaria” a responsabilidade?
* Há quem falte por estar chateado com algo que ouviu. Mas, no trabalho remunerado, será que esta pessoa pediria demissão ou faltaria quando “ficasse chateado” com algo que ouviu?
*Há quem falte porque não o colocaram para dar “passe”. Esta pessoa quer servir sua vaidade e não a doutrina espírita.
* Há quem abandone o trabalho que realizava na casa espírita sem dar satisfação. Aqui caracteriza falta de responsabilidade, de respeito ao próximo que conta com aquela pessoa. Repetimos a pergunta: Se fosse remunerado (materialmente) abandonaria sem dar satisfação?
*Há quem faça caridade sem caridade, por obrigação. Infelizmente, lembramos aqui a falta de caridade nas palavras, na maneira que estende um donativo, na diferenciação no trato com aqueles que conhecemos e com aqueles que desconhecemos, etc.
Enfim, se ficarmos aqui, enfileiraremos vários outros tantos exemplos conhecidos por nós espíritas. Tudo isso só acontece por falta de entendimento da doutrina. Não adianta dizer que estudou anos e anos as obras básicas se não buscou entende-las.
São pessoas que estão no Espiritismo, mas não tem o Espiritismo dentro delas.
São estas que mudam, facilmente, de religião e ainda saem maldizendo a doutrina espírita.
Por isso, trabalhemos nosso “orgulho”, filho do “egoísmo” para nos melhorarmos como espíritas, amigos, trabalhadores, profissionais, familiares, enfim, como cristãos que somos.
Costumamos dizer que cada um amadurece em tempo diferente, mas alguns não fazem força para isso. O tempo de mudança está nos impulsionando para esta melhora, para o trabalho interno e externo, mas estamos lentos e preguiçosos. A doutrina precisa de espíritas dinâmicos que questionem, que comparem uma resposta com a outra, que busquem o trabalho sem esperar que lhe ofereçam, dirigentes de um trabalho ou casa espírita devem aprender a ouvir sugestões novas que ajudem a dinamizar o Espiritismo sem o desfigurar, é claro. Os mais velhos devem ouvir os mais jovens e vice-versa e dar-se as mãos. O conhecimento, nem sempre, está com os mais velhos. Nós espíritas sabemos que há jovens que tem uma bagagem muito maior que a de um ancião. O corpo pode ser novo, mas o espírito é velho, como costumamos dizer. Chamá-los para fazer pequenas palestras. Pedir para a mocidade redigir textos sobre algum assunto. Debater, conversar, orientar. Final, o Espiritismo estará nas mãos deles no futuro.
Como disse Bezerra de Menezes: “O estudo da Doutrina faz adeptos conscientes para a Causa. Quem se aprofunda no conhecimento da Verdade solidifica a fé.”
“Espíritas, amai-vos e instruí-vos!”
Texto de Rudymara

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

RESPONSABILIDADE SEXUAL

 
As energias sexuais, quando utilizada de forma correta, proporciona o bem-estar e a felicidade de viver.
Quando utilizada de forma leviana e promíscua, servem de vínculo para novos processos obsessivos de difícil solução; Espíritos menos felizes participam da vida sexual do indivíduo, se banqueteando das energias sexuais como verdadeiros chacais.
Não é o corpo que tem necessidade de sexo: é a mente viciada, ou melhor, é o Espírito imortal que transfere por automatismo as suas necessidades de encarnação em encarnação; então não é o corpo, é o Espírito viciado querendo desendentar-se em qualquer vasilhame que encontrar.
Vejamos o que diz Divaldo Franco no livro Sexo e Consciência: “A nossa tarefa evolutiva é aprimorar os recursos espirituais de que somos portadores para atingir um estado de sublimação sexual. Essa sublimação não se dá exclusivamente pela abstinência. O indivíduo poderá se abster do uso do sexo, mas permanecerá com os quadros mentais dos tormentos. Parceiros que vivem em plena harmonia estão sublimando a função sexual.”
Joanna de Ângelis afirma que sublimação não é abandonar a vivência sexual para assumir uma postura castradora inibitória; para aquele que se propõe a uma renovação moral e mental, os Bons Espíritos vêm em socorro, basta apenas direcionarmos o nosso pensamento para o Alto, para o Divino, para eu possamos nos enxergar como Espíritos eternos que temporariamente habitam um corpo físico.
Os bons Espíritos chegam a dizer que analisam o ser humano pela sua essência e não pela sua opção sexual.
Vejamos o que diz Divaldo Franco na mesma obra supracitada: “Os espíritos nobres não admitem qualquer forma de preconceito, ao desencarnar ele será visto não pela aparência que apresentava, mas pela essência espiritual.”Daí analisarmos que a responsabilidade sexual está para todos e para todas as expressões sexuais.
 
 
Oswaldo Coutinho (Revista Internacional do Espiritismo fev. de 2014)
 
 
OBSERVAÇÃO DE RUDYMARA: Sexo não é um ato pecaminoso, errado ou sujo; o erro está na maneira que, algumas pessoas, fazem uso dele. Quando entendermos sua finalidade, faremos uso dele com mais responsabilidade.
 
 
 
 

domingo, 16 de fevereiro de 2014

TORMENTOS SEXUAIS DA ALMA


 
Indubitavelmente a criatura humana estagia em níveis sexuais degradantes e enfermiços, pois, condicionada a prazeres devoradores que dificultam sua ascensão espiritual, vive para o sexo como se este fosse a maior usina geradora de felicidade. Criado por Deus como mecanismo divino de reprodução das espécies, o sexo tornou-se joguete nas mãos de pessoas desajustadas que se tornam presas fáceis e acabam servindo de alimento pernicioso para os espíritos menos felizes que ainda estagiam e se banqueteiam nos prazeres carnais. Nunca é demais alertar aos incautos do caminho que o sexo, como qualquer outro departamento do corpo físico, tem fins específicos dentro de um harmonioso conjunto. É necessário, portanto, que se estudem emocionalmente aqueles que vivem jugulados e atormentados pelo prazer que entorpece os sentidos.
O que é o sexo senão um mecanismo divino de ascensão, através da canalização de suas energias específicas para as artes, como a música, a pintura, a poesia, ou para as ciências, como a física, a engenharia, a biologia, enfim para todos os valores nobres que a vida nos oferece.
Então, por que não tentar trabalhar em si essas energias genésicas, tentando desvincular-se das sensações muitas vezes animalescas que estão relacionadas ao passado espiritual do ser, que estagia em vários níveis de evolução? Por que não lutar, se todos compreendemos que somos espíritos eternos em busca de novas experiências redentoras que nos permitirão desfrutar de outras formas de sentimentos e não apenas de sensações? Tais sensações surgem devoradoras e muitas vezes destroem nosso psiquismo, produzindo desequilibro e acarretando obsessões.
Vejamos algumas advertências dos espíritos nobres que sempre estão a nos orientar em relação às dificuldades encontradas pelo caminho. Diz o nobre espírito André Luiz no livro Sexo e Destino: “Saiba você que na quinta noite de minha permanência aqui, notando Beatriz em aguda crise de sofrimento, diligenciei buscar meu genro para assisti-la em pessoa... E sabe onde o encontrei?
“Nada de escritório, segundo a falsa informação que deixara em casa. Indignado, fui surpreendê-lo numa furna penumbrosa, em plena madrugada, junto da menina que você acaba de conhecer. Os dois unidos, qual marido e mulher. Champanha correndo e música lasciva. Entidades perturbadoras e perturbadas, jungidas ao corpo dos bailarinos, enquanto outras iam e vinham, a se inclinarem sobre taças, cujo conteúdo lábios entediados não haviam conseguido sorver totalmente.
“Em recanto multicolorido, onde algumas jovens exibiam formas seminuas em coleios esquisitos, vampiros articulavam trejeitos, completando, em sentido menos digno, os quadros que o mau-gosto humano pretendia apresentar, em nome da arte. Tudo rasteiro, impróprio, inconveniente...”
A leitura constante de revistas pornográficas e vídeos pornôs também estimula os pensamentos desvirtuados do sexo, atraindo os obsessores que se afinizem com essas vibrações. Vemos que o principal alimento da obsessão sexual são o padrão vibratório e o tipo dos pensamentos e ações realizados pelo encarnado.
O obsessor funciona como estopim, estimulando cada vez mais a degradação moral do encarnado e fazendo o possível para que este nunca esteja satisfeito.
No livro Sexo e Obsessão, de Divaldo Franco, pelo espírito Manoel Philomeno de Miranda, encontramos a seguinte referência a essa prática:
“Os seus adversários espirituais encharcam-no de ideias pervertidas e desejos lúbricos insaciáveis, devairando-o. Fixando-se-lhe nos painéis mentais, telecomandam-no a distância, e quando se desprende pelo sono físico é atraído ou arrebatado para os sítios de vergonha e depravação, nos quais mais se acentuam os desbordamentos da paixão insana...”
Na colônia do astral inferior, ele relata os seguintes acontecimentos:
“Num dos quadros dantescos, pudemos defrontar diversos Espíritos reencarnados, que seguiam jugulados aos seus algozes, presos a coleiras como se fossem felinos esfaimados, babando ante o espetáculo que lhes aguçava os instintos grosseiros...
“Figuras estranhas, com aspecto semelhante aos antigos seres mitológicos do panteão greco-romano, confundiam-se com muitos outros indivíduos extravagantes em complexas simbioses de vampirismo, carregando-se uns aos outros, acompanhando freneticamente um desfile de carros alegóricos...”
Por isso, aproveitemos o quanto antes os ensinamentos maravilhosos, que a Doutrina dos Espíritos nos proporciona, com o objetivo de sublimar nossas energias sexuais. Não somos o corpo, estamos no corpo para conquistar nossa plenitude, o nirvana, o samadhi e para cada vez mais nos libertarmos das sensações grosseiras da matéria, e viajarmos em direção à verdadeira felicidade que, por enquanto, ainda não se encontra na terra.



 OSWALDO COUTINHO

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

A REENCARNAÇÃO É “PUNIÇÃO”?



Não. É oportunidade de “reparar” os deslizes, as falhas morais, as transgressões que cometemos ao desrespeitar a lei divina.
“Nós atuamos em virtude do livre-arbítrio, quando, por nossa negligência ou má vontade, retardarmos o nosso avanço; prolongamos conseguintemente, a duração de nossas encarnações materiais, que, então, nos parecem uma punição, pois que, por nossa falta, permanecemos nas categorias inferiores, obrigado a recomeçar a mesma tarefa. (A Gênese, cap.11, nº 26, FEB).
A lei é de causa e efeito, “o plantio é livre, mas a colheita obrigatória”. Sabemos o que é certo e o que é errado. Queremos errar e ser perdoados com apenas algumas preces repetidas. Por isso, reparar a transgressão pela dor é visto como “punição”. Mas, nós espíritas vemos como oportunidade de aprendizado. Ainda somos alunos preguiçosos e negligentes. Precisamos aprender a fazer bom uso do nosso livre arbítrio.
Exemplo: quando um aluno repete de ano, por não ter se esforçado para tirar boa nota ou por ter tido dificuldade de aprender a lição, a lei dá a oportunidade desse aluno tentar novamente. Assim é a lei de Deus, que é mais perfeita que a lei dos homens. Ela nos dá a oportunidade de aprender, rever os erros, fazer melhor a lição.
 
 
Rudymara
 
 
 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

A BUSCA DA CURA NAS CASAS ESPÍRITAS



No capítulo VIII do O Evangelho Segundo o Espiritismo, item 20 temos a comunicação de um espírito que quando encarnado foi um cura de Ars, ou seja, foi um vigário da cidade chamada Ars.
Este vigário chamava-se Vianney e ele realizava curas quando estava encarnado. Esse capítulo nos mostra uma pessoa cega que procurou um (a) médium para evocar Vianney para que este a curasse.
Vianney atende ao chamado e diz:

 
“Por que me chamaste? Para que eu imponha as mãos sobre esta pobre sofredora que está aqui, e a cure? Ah, que sofrimento, bom Deus! Perdeu a vista e as trevas se fizeram para ela. Pobre criança! Que ore e espere. Todas as curas que obtive, e que conhecem, não atribua senão Àquele que é o Pai de todos nós. Nas vossas aflições, voltai sempre os olhos para o céu, e dizei, do fundo do coração: “Meu Pai, curai-me, mas fazei que a minha alma doente seja curada antes das enfermidades do corpo; que minha carne seja castigada, se necessário, para que a minha alma se eleve para vós com a brancura que possuía quando a criastes . . .”

 
Vianney deixou claro que não era ele que curava, mas sim, Deus. Ele era apenas um instrumento Dele. Pois, só Deus sabe se podemos ou não nos curar. Só Ele sabe o que plantamos e o que devemos colher.
E, para quem procura a Casa Espírita somente para curar males do corpo, lembre-se, a finalidade do Espiritismo é curar as chagas da alma, através da aplicação do Evangelho em nosso dia a dia. O corpo só será saudável quando a alma for saudável. O corpo reflete o que levamos na alma. Quando Deus permitir que nos curemos de alguma doença, Ele se utilizará do "passe", da "água fluidificada" ou de qualquer outro método ou pessoa, dentro e fora das religiões. Portanto, para obtermos este mérito, muita coisa é levado em conta, o principal é nos propormos a viver seus ensinamentos.
 

 
Rudymara
 
 
 
 

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

CHICO XAVIER ABRE MÃO DE UM DONATIVO DE 22 MILHÕES DE CRUZEIROS PARA O LAR DA CARIDADE (HOSPITAL FOGO SELVAGEM)

Foto: <3 CHICO XAVIER ABRE MÃO DE UM DONATIVO DE 22 MILHÕES DE CRUZEIROS PARA O LAR DA CARIDADE (HOSPITAL FOGO SELVAGEM) <3

No dia 15 de maio 1955, Chico Xavier transferiu o donativo de 22 milhões de cruzeiros para o Lar da Caridade (Hospital do Fogo Selvagem), por generosidade de Dona Maria Auxiliadora Franco Rodrigues. Tal hospital foi construído pela amiga e incansável batalhadora Aparecida Conceição Ferreira. 
Poderia parecer estranho para alguns que Chico trabalhasse numa instituição e transferisse donativos para outra. Estas pessoas não sabiam que Chico era excelente investidor cujo objetivo não era enriquecer o grupo onde trabalhava e sim consolar e divulgar a Doutrina Espírita.
Seu talento mediúnico era também repartido, ele doava todos os direitos dos seus livros a várias editoras. Beneficiou diversas casas assistenciais com os donativos que recebia. Guiado por suas próprias ideias ou de seus mentores espirituais, a partir dessas atitudes de Chico muitos grupos espíritas nasceram.
Ele foi um investidor com visão no futuro espírita. Incentivava os grupos ao trabalho social e ao estudo da doutrina espírita por meio da Codificação.
Chico temia que houvesse um grupo materialmente poderoso dentro da Doutrina Espírita a ditar ordens. O Espiritismo não é uma religião hierárquica, portanto, não devemos formar dirigentes com objetivos autoritários. Nós espíritas não devemos obedecer por temor, mas sim, servir por amor. Um só rebanho, um só pastor... Jesus.

DO LIVRO: ATÉ SEMPRE, CHICO XAVIER
NENA GALVES
 

No dia 15 de maio 1955, Chico Xavier transferiu o donativo de 22 milhões de cruzeiros para o Lar da Caridade (Hospital do Fogo Selvagem), por generosidade de Dona Maria Auxiliadora Franco Rodrigues. Tal hospital foi construído pela amiga e incansável batalhadora Aparecida Conceição Ferreira.
Poderia parecer estranho para alguns que Chico trabalhasse numa instituição e transferisse donativos para outra. Estas pessoas não sabiam que Chico era excelente investidor cujo objetivo não era enriquecer o grupo onde trabalhava e sim consolar e divulgar a Doutrina Espírita.
Seu talento mediúnico era também repartido, ele doava todos os direitos dos seus livros a várias editoras. Beneficiou diversas casas assistenciais com os donativos que recebia. Guiado por suas próprias ideias ou de seus mentores espirituais, a partir dessas atitudes de Chico muitos grupos espíritas nasceram.
Ele foi um investidor com visão no futuro espírita. Incentivava os grupos ao trabalho social e ao estudo da doutrina espírita por meio da Codificação.
Chico temia que houvesse um grupo materialmente poderoso dentro da Doutrina Espírita a ditar ordens. O Espiritismo não é uma religião hierárquica, portanto, não devemos formar dirigentes com objetivos autoritários. Nós espíritas não devemos obedecer por temor, mas sim, servir por amor. Um só rebanho, um só pastor... Jesus.

 
 
DO LIVRO: ATÉ SEMPRE, CHICO XAVIER
NENA GALVES
 
 
 

domingo, 9 de fevereiro de 2014

ESPIRITISMO É SINÔNIMO DE ESTUDO E TRABALHO


Há espíritas que nada fazem no Centro Espírita, senão frequentar reuniões, como se meramente cumprissem uma obrigação religiosa. Talvez porque ninguém lhes tenha informado o essencial: ESPIRITISMO É ESTUDO E TRABALHO. Qualquer pessoa com um mínimo de contato com a Doutrina deve estar informada de que ser Espírita é “ARREGAÇAR AS MANGAS”. O trabalho divide-se em duas formas: o primeiro é o trabalho de reformar-se moralmente buscando entender quem ela é, o que faz aqui neste mundo, de onde veio e para onde vai. E o outro é o trabalho da caridade que estendemos ao próximo. Seja a caridade material: dinheiro, roupas, alimentos, etc., seja a caridade moral: carinho, respeito, tolerância, etc. A doutrina precisa de trabalhadores espíritas, comprometidos com este trabalho que consola, que ajuda as pessoas a serem e a viverem melhor. O mundo só será melhor quando melhorarmos nosso mundo interior.
Rudymara

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

CHICO XAVIER VISITOU UM CASSINO

Foto: CHICO XAVIER VISITOU UM CASSINO 

Sempre que viajávamos juntos, aprendíamos muito. Ensinamentos oportunos eram transmitidos em forma de exemplos e palavras. Eram aulas transmitidas na prática com a vivência de um espírito superior. 
Fomos em caravana a Foz do Iguaçu para uma noite de autógrafos no Centro Espírita “Os Mensageiros”. Após o trabalho na casa espírita, visitamos as cataratas e os pontos turísticos. À noite, atrevidamente manifestamos o desejo de visitar um cassino. Chico prontificou-se acompanhar-nos.
 Ao chegar ao cassino, fomos atraídos pelas máquinas papa-niqueis.
Colocávamos moedas, uma após outra, e todas eram tragadas pela máquina.
Sugeri que Chico tentasse a sorte colocando ele também uma moeda.
Qual não foi nossa surpresa quando a máquina despejou muitas moedas.
Para nossa alegria, Chico repartiu seu prêmio entre todos, mas convidando-nos a jogá-las na máquina, que novamente as tragava uma a uma.
Chico alertou-nos que era hora de deixar o cassino. Era dinheiro do jogo, disse, ao jogo pertencia. Quantos não teriam perdido todo seu dinheiro nesses papa-niqueis?
Chico deu-nos uma lição e defendeu-nos da tentação de continuar a jogar.

DO LIVRO: ATÉ SEMPRE, CHICO XAVIER
NENA GALVES
TEMA: DESPRENDIMENTO
 
Sempre que viajávamos juntos, aprendíamos muito. Ensinamentos oportunos eram transmitidos em forma de exemplos e palavras. Eram aulas transmitidas na prática com a vivência de um espírito superior.
Fomos em caravana a Foz do Iguaçu para uma noite de autógrafos no Centro Espírita “Os Mensageiros”. Após o trabalho na casa espírita, visitamos as cataratas e os pontos turísticos. À noite, atrevidamente manifestamos o desejo de visitar um cassino. Chico prontificou-se acompanhar-nos.
Ao chegar ao cassino, fomos atraídos pelas máquinas papa-niqueis.
Colocávamos moedas, uma após outra, e todas eram tragadas pela máquina.
Sugeri que Chico tentasse a sorte colocando ele também uma moeda.
Qual não foi nossa surpresa quando a máquina despejou muitas moedas.
Para nossa alegria, Chico repartiu seu prêmio entre todos, mas convidando-nos a jogá-las na máquina, que novamente as tragava uma a uma.
Chico alertou-nos que era hora de deixar o cassino. Era dinheiro do jogo, disse, ao jogo pertencia. Quantos não teriam perdido todo seu dinheiro nesses papa-niqueis?
Chico deu-nos uma lição e defendeu-nos da tentação de continuar a jogar.

DO LIVRO: ATÉ SEMPRE, CHICO XAVIER
NENA GALVES
TEMA: DESPRENDIMENTO



 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

CONVITE ESPECIAL

sábado, 1 de fevereiro de 2014

ESPÍRITO DESENCARNADO LEVA O MÉDIUM DIVALDO FRANCO À SUA TUMBA

 
Divaldo, após concluir algumas palestras na capital bandeirante, seguíamos para Curitiba, numa caminhonete, quando Franklin, no bairro de Butantã, se recordou de que prometeu à sua mãe visitar a tumba do seu falecido pai.
Espírita militante e com larga folha de serviços à causa, o moço perguntou a Divaldo se lhe
Após estacionarmos o veículo, Franklin passou a percorrer as aléias da necrópole onde se enfileiravam as tumbas (muito parecidas entre si, com a mesma simetria e característica) em granito negro, com os nomes dos inumados inscritos em yiddish (hebreu), enquanto nos detínhamos a regular distância.
Transcorridos alguns minutos, nosso condutor retornou desanimado, asseverando ser-lhe impossível identificar o mausoléu, porquanto se esqueceu do número de registro e entre aqueles milhares que ali se enfileiravam não teria possibilidade de o encontrar.
Desolado, ia retirar-se, quando Divaldo que, como todos os outros, com exceção de Franklin, jamais ali estivera, disse:
- Vejo o senhor seu pai dizendo que nos conduzirá ao mausoléu, não porque ali esteja, porém, com a finalidade de que o filho ateste à mãe a sua obediência, atendendo-lhe à solicitação.
Ante a nossa surpresa e a emoção filial, seguiu Divaldo à frente e todos nós, imediatamente, sem titubear, até uma tumba em tudo igual às demais, indicando:
- Afirma ele que é esta.
Nenhum sinal exterior que a distinguisse das outras. Sobre o bloco de pedra lapidado apenas alguns caracteres, para nós ilegíveis. Franklin, visivelmente comovido, adiantou-se e, examinando a tumba pelo lado oposto ao qual nos encontrávamos, exclamou:
- É esta, sim. Aqui está o nome de papai.
Foram feitas diversas fotografias, comprovando à senhora Wagner, viúva do desencarnado, que o filho lhe fizera a vontade.
 
 
Do livro: Seara de luz
Organizado por: Fernando Hungria.