sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

A IMPORTÂNCIA DA EVANGELIZAÇÃO INFANTIL

Foto: A IMPORTÂNCIA DA EVANGELIZAÇÃO INFANTIL

Temos ouvido alguns confrades afirmarem: 
- “Eu não forço os meus filhos, para a evangelização espírita, porque eu sou liberal.” 
Ao que poderia ajuntar: 
- “Porque não tenho força moral.” 
Se o filho está doente, ele o força a tomar remédios; se o filho não quer ir à escola, ele o força. Isto porque acredita no remédio e na educação. Mas não crê na religião quando afirma: 
- “Vou deixá-lo crescer, depois ele escolherá.” 
Para mim representa o mesmo que o deixar contaminar-se pelo tétano ou outra enfermidade, para depois aplicar o remédio, elucidando: 
- “Você viu que não deve pisar em prego enferrujado? Agora, irei medicá-lo.” 
Ou tuberculoso, falar-lhe dos preceitos da higiene e da saúde. 
Se nós damos a melhor alimentação, o melhor vestuário, o melhor colégio, dentro das nossas possibilidades, aos filhos, porque não lhes damos a melhor religião, que é aquela que já elegemos? Que os filhos, quando crescerem, larguem-na, que optem depois. Cumpre aos pais o dever de dar o que há de melhor. Se eles encontraram, no Espiritismo, a diretriz de libertação, eis o melhor para dar e não deixar a criança escolher, porque esta ainda não sabe discernir. Vamos orientá-los. Vamos “forçá-los”, entre aspas, motivando-os, levando-os, provando em casa, pelo nosso exemplo, que o Espiritismo é o que há de melhor. Não, como fazem muitos: obrigam os filhos irem à evangelização e, em casa, não mantém uma atitude espírita. É natural que os filhos recalcitrem, porque vêem que tal não adianta, pois que os pais são espíritas, mas em casa, decepcionam.
Se, todavia, os pais são espíritas em casa, eles irão, felizes, às aulas de evangelização e de juventude, porque estão impregnados do exemplo. 

DIVALDO FRANCO 
 
OBSERVAÇÃO: Na evangelização a criança (que é um espírito velho em corpo novo) poderá receber ajuda e os Benfeitores Espirituais podem conduzir o seu desafeto (obsessor), se for o caso, ao tratamento espiritual. (Manoel P. de  Miranda, do livro, Sexo e Obsessão).
Temos ouvido alguns confrades afirmarem:
- “Eu não forço os meus filhos, para a evangelização espírita, porque eu sou liberal.”
Ao que poderia ajuntar:
- “Porque não tenho força moral.”
Se o filho está doente, ele o força a tomar remédios; se o filho não quer ir à escola, ele o força. Isto porque acredita no remédio e na educação. Mas não crê na religião quando afirma:
- “Vou deixá-lo crescer, depois ele escolherá.”
Para mim representa o mesmo que o deixar contaminar-se pelo tétano ou outra enfermidade, para depois aplicar o remédio, elucidando:
- “Você viu que não deve pisar em prego enferrujado? Agora, irei medicá-lo.”
Ou tuberculoso, falar-lhe dos preceitos da higiene e da saúde.
Se nós damos a melhor alimentação, o melhor vestuário, o melhor colégio, dentro das nossas possibilidades, aos filhos, porque não lhes damos a melhor religião, que é aquela que já elegemos? Que os filhos, quando crescerem, larguem-na, que optem depois. Cumpre aos pais o dever de dar o que há de melhor. Se eles encontraram, no Espiritismo, a diretriz de libertação, eis o melhor para dar e não deixar a criança escolher, porque esta ainda não sabe discernir. Vamos orientá-los. Vamos “forçá-los”, entre aspas, motivando-os, levando-os, provando em casa, pelo nosso exemplo, que o Espiritismo é o que há de melhor. Não, como fazem muitos: obrigam os filhos irem à evangelização e, em casa, não mantém uma atitude espírita. É natural que os filhos recalcitrem, porque vêem que tal não adianta, pois que os pais são espíritas, mas em casa, decepcionam.
Se, todavia, os pais são espíritas em casa, eles irão, felizes, às aulas de evangelização e de juventude, porque estão impregnados do exemplo.
DIVALDO FRANCO
OBSERVAÇÃO: Na evangelização a criança (que é um espírito velho em corpo novo) poderá receber ajuda e os Benfeitores Espirituais podem conduzir o seu desafeto (obsessor), se for o caso, ao tratamento espiritual. (Manoel P. de Miranda, do livro, Sexo e Obsessão).

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

HOMOSSEXUAL x HETEROSSEXUAL

 
Uma pessoa nos escreveu dizendo:
"Sei que não podemos ter preconceito, mas vi dois homens se beijando no metrô (linha verde - domingo a tarde) e uma garotinha espantada, me deixou chocado. O que vocês me dizem disso?"
 
 
RESPONDI: A homossexualidade não é um comportamento novo. Era escondido ou não divulgado, mas sempre existiu. Hoje, veio à tona e está assustando muitas pessoas, como tudo que é novidade. E como tudo que é novo, muitos não sabem lidar com isso. Daí, encontramos gays afrontando a sociedade. Assim como vemos muitos vivendo dignamente. Como nós espíritas não somos contra, porque somos a favor do livre arbítrio, apenas orientamos os homossexuais que nos escrevem para que não caiam na prostituição ou promiscuidade. É preferível que eles se casem e vivam uma vida digna, sem escândalos, sem afrontar a sociedade do que ficar se expondo de forma que os homofóbicos os maltratem e matem ou que se comprometam com a lei divina. Precisamos lembrar que, os heteros também estão aprendendo a usar sua sexualidade. Ainda hoje ouvimos muitos pais dizendo “prendam suas cabras que meu bode está solto”. Orientam seus filhos a ter várias experiências sexuais (com a filha dos outros) antes de se casar. Quantos heteros encontramos por aí contraindo doenças sexualmente transmissíveis e, muitas vezes, transmitindo à esposa, namorada ou companheira. E vice-versa. O número de idosos da terceira idade que estão contraindo AIDS, é grande. Quantos jovens transando com vários a cada balada. Namoro tornou-se ultrapassado para muitos. Eles querem é “ficar” para não criar vínculo e/ou para poder trocar de parceiro(a) como trocam de roupa. A diferença de ficar e da prostituição é que um cobra e outro não. As roupas e danças de muitas meninas se igualam aos usados pelas moças que vendem sexo nas ruas e/ou casas de prostituição. Encontramos mulheres se igualando ao homem no que ele vem errando à séculos: vícios e sexo desregrado. Temos Reality show no horário nobre exibindo promiscuidade e novelas incentivando maldade, separações, rivalidade, assassinato, vingança, traições, tramas em família, cenas de sexo e as pessoas dando audiência, inclusive "crianças". Ouvimos músicas com letras promíscuas dançadas e cantadas até por "crianças" e ninguém nos escreve dizendo ficar horrorizado. Então, precisamos rever nossos valores. Ficamos horrorizados com a homossexualidade e somos permissivos a promiscuidade heterossexual? Pensemos nisso!
 
 
Rudymara
 
 
 
 
 

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

DIVALDO FRANCO RECEBE MENSAGEM DE FRANCISCO DE ASSIS E ANTONIO DE PÁDUA


Entre as várias mensagens espirituais sublimes, conta-nos Divaldo:
“(...) em Pádua, por exemplo, Santo Antônio escreveu uma página por meu intermédio, intitulada: AOS MÉDIUNS.
“Em Assis, inúmeras vezes, diante da tumba de São Francisco de Assis, Joanna de Angelis tem escrito mensagens de peregrina beleza, facultando-me a visão do Irmão Alegria que me transcende.”
 
Do livro: Divaldo Franco, a história de um humanista
 
 
 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

DIVALDO FRANCO RECEBE MENSAGEM DE SANTA TEREZINHA

Foto: <3 DIVALDO FRANCO RECEBE MENSAGEM DE SANTA TEREZINHA <3

Disse Divaldo: “Confesso que foram muitas as experiências superiores mediúnicas. Mas uma, porém, foi marcante, que aconteceu na Igreja Santa Terezinha de Jesus, em Lisieux, na França, quando ali estive. Joanna de Ângelis informou-me que o nobre Espírito desejava enviar à Terra uma mensagem e convidou-me à recepção. Sentei-me num dos bancos do templo e com papel e lápis – material que sempre tenho em minha pasta de viagem – eu vi a Gloriosa Entidade em todo seu esplendor, enviando o pensamento que era captado por Joanna de Ângelis, que o codificava e transmitia-o a mim. Era como se, para dar uma ideia imperfeita da ocorrência, Terezinha estivesse em um lugar muito alto, o Espírito Joanna de Ângelis ao meio e eu sentado na Igreja embaixo. A mensagem que foi escrita é de uma beleza, na sua simplicidade e no seu conteúdo, muito profunda.” 

Do livro: Divaldo Franco, a história de um humanista
 
Disse Divaldo: “Confesso que foram muitas as experiências superiores mediúnicas. Mas uma, porém, foi marcante, que aconteceu na Igreja Santa Terezinha de Jesus, em Lisieux, na França, quando ali estive. Joanna de Ângelis informou-me que o nobre Espírito desejava enviar à Terra uma mensagem e convidou-me à recepção. Sentei-me num dos bancos do templo e com papel e lápis – material que sempre tenho em minha pasta de viagem – eu vi a Gloriosa Entidade em todo seu esplendor, enviando o pensamento que era captado por Joanna de Ângelis, que o codificava e transmitia-o a mim. Era como se, para dar uma ideia imperfeita da ocorrência, Terezinha estivesse em um lugar muito alto, o Espírito Joanna de Ângelis ao meio e eu sentado na Igreja embaixo. A mensagem que foi escrita é de uma beleza, na sua simplicidade e no seu conteúdo, muito profunda.”
 
 
Do livro: Divaldo Franco, a história de um humanista
 
 
 

sábado, 18 de janeiro de 2014

PADRE COLOCA VÍDEO DA GLOBELEZA NO TELÃO DA IGREJA


Um padre colocou um vídeo nos telões da Igreja, a Globeleza dançando semi nua toda pintada e o vídeo durou uns 15 segundos. O povo da Igreja ficou todo escandalizado, então o padre perguntou:
- “Alguém se incomodou com esse vídeo aqui na casa de Deus ?”
É claro que o povo se incomodou, mas não falaram nada, então ele disse:
- “Aqui na casa de Deus não é lugar de passar essas coisas, mas na casa de vocês isso passa o dia todo e vocês não fazem nada! Será que a casa de vocês não é também a casa de DEUS? Hipócritas, são os que se escandalizam quando falam dos erros que ocorrem na casa dos outros, na igreja do outro, na vida do outro, na religião do outro... e se esquece dos erros que comete em sua própria casa.”




OBSERVAÇÕES 1 E 2 DE RUDYMARA:

1- Ele quis dizer que nos escandalizamos com o erro na casa e vida alheia, sem nos dar conta que há erro em nossa casa e em nossa vida.
2 - E há outra observação: devemos nos comportarmos no lar como nos comportamos na igreja ou qualquer templo religioso. Por que a imoralidade não é aceita dentro da igreja e em nosso lar e na rua é? Afinal, Deus está em todos os lugares.
3 - OBSERVAÇÃO DE RICHARD SIMONETTI: A samaritana perguntou à Jesus no poço da Samaria:
- Senhor, vejo que és profeta. Dize-me, então: nossos pais adoraram Deus neste monte (Garizin) e vós outros dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorá-Lo...
Este momento, é dos mais importantes no Evangelho. Porque o Mestre lança os fundamentos da verdadeira adoração dizendo:
- . . . Mulher, crede-me. Virá a hora em que não será nem neste monte, nem em Jerusalém que adorareis o Pai. Deus é espírito e em espírito e verdade é que o devem adorar os que o adoram.
Em nosso relacionamento com Deus, julgamos que haveremos de encontrá-lo nos templos religiosos. Mas, se Deus é espírito, Ele está em todos os lugares, dentro e fora dos templos. E agradá-Lo, não é freqüentar templos religiosos, em dias e horas certas, ou então, utilizando práticas exteriores, e esquecer o fundamental, que é o combate às nossas imperfeições, no esforço de renovação íntima que marca a verdadeira religiosidade. Temos que ser verdadeiros (diante dos ensinamentos evangélicos) em todos os lugares, dentro e fora dos templos, no lar, no trabalho, na rua, no trânsito, etc . . . Nos templos buscamos o entendimento e o fortalecimento para enfrentarmos os problemas, as dores, as aflições que apareçam em nossas vidas. Para isso é preciso procurar Deus “em espírito e verdade.
 


 

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

JESUS NO LAR



“FAZ-SE URGENTE O RETORNO DE JESUS À FAMÍLIA". - aconselha Joanna de Ângelis

Não através de imagens, amuletos, etc., mas através do estudo do Evangelho, e da vivência de seus ensinamentos.
O que vem ocorrendo nos lares é que a maioria dos pais e mães estão despreparados para enfrentar as dificuldades do trabalho educativo e acabam por tomar atitudes erradas, tanto na prevenção quanto na terapêutica, para corrigir os problemas que surgem. Como disse André Luiz: “Na fase atual evolutiva do planeta, existem na esfera carnal raríssimas uniões de almas gêmeas, reduzidos matrimônios de almas irmãs ou afins, e esmagadora porcentagem de ligações de resgate. O maior número de casais humanos é constituído de verdadeiros forçados, sob algemas.” Portanto, diante dos ajustes de seus próprios problemas, os filhos tornam-se, muitas vezes, mais problemas. Muitos pais tentam compensar o tempo que ficam fora trabalhando ou por estarem separados comprando coisas para os filhos, fazendo suas vontades e não colocando limites. Com isso, muitos estragam seus filhos porque os liberam demais, outros prendem demais, outros os ignoram, transferindo a responsabilidade de educar para outras pessoas, ou então, superprotegem, transformando-os em egoístas, orgulhosos, frágeis diante dos problemas. Fazendo tudo para nossos filhos, eles acostumarão e acharão que todos terão que fazer o mesmo. Fraquejarão no primeiro obstáculo. Os meninos acharão que suas esposas deverão fazer tudo para eles e que eles não devem ajudar. E as meninas serão péssimas organizadoras do lar, e irão querer empregadas para mínimas coisas, ou dependerão dos pais para tudo. Resumindo, provavelmente, terão um casamento fracassado. Não os carreguemos nos braços, caminhemos com eles. Porque “Aquele que estraga seus filhos com mimos terá que pensar as feridas.” (Eclesiástico, 30:7).
 
 
Rudymara
 
 
 

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

CONHECER PARA RESPEITAR

Foto: (Y) MUITO BOM!!!!

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

VÍCIO DE ROUBAR - depoimento de um desencarnado

Foto: VÍCIO DE ROUBAR - depoimento de um desencarnado

“Há muito luto contra o vício de roubar. Pertences alheios fascinam-me. Já fui pobre, rico e não venci o vício. Na pobreza dou sempre desculpas de que me falta tudo. Porém, encarnado rico, roubei, apoderei-me de bens de minha mãe, irmãos, organizei quadrilha e muito roubei. Ainda bem que distribuí muita esmola e ajudei a muitos, porém, não anulei minhas faltas. Minha vida tem sido assim, roubo, sofro, arrependo, faço propósito de corrigir-me, volto à carne e tudo recomeça. No corpo se esquece muito das orientações e ensinamentos. Vou pedir, e espero conseguir, reencarnar sem os dois braços físicos. Sei que não provarei que estou curado do vício se não puder fazê-lo. Mas acredito se ficar uma encarnação sem as mãos, darei valor a elas, para o uso do bem.”   (depoimento de um desencarnado)

DISSE JESUS: “Se vossa mão ou vosso pé é objeto de escândalo, cortai-os e lançai-os longe de vós; melhor será para vós que entreis na vida tendo um só pé ou uma só mão, do que terdes dois e serdes lançados no fogo eterno. – se vosso olho vos é objeto de escândalo (tropeço), arrancai-o e lançai-o longe de vós; melhor para vós será que entreis na vida tendo um só olho, do que terdes dois e serdes precipitados no fogo do inferno.”

Segundo a expressão evangélica, “entrar na vida”, equivale ao nascer de novo, ou reencarnar.
O espírito poderá reencarnar com limitações físicas e mentais que inibem suas tendências inferiores e impõem o resgate de seus débitos, a fim de que se liberte do “inferno” da consciência culpada.
Isso não significa que cairemos numa fogueira onde as almas ardem em sofrimento perene, sem jamais se consumirem.
As chamas do inferno simbolizam os tormentos da “consciência culpada”, na Terra ou no além, é ela que nos precipitarão ao “fogo do inferno.”
Essas labaredas ardentes chamam-se angústia, insatisfação, tristeza, desequilíbrio, enfermidade, que nos perturbam em face de nossos desvios do passado ou do presente.
As afirmativas de Jesus são exageradas ou enérgicas para que o indivíduo comprometido com o mal se redima.
É como alguns termos que usamos hoje:
Comer o fígado de alguém  -  significa grande raiva
Derramar rios de lágrimas   -  significa chorar muito 
Coração de pedra   -   significa grande insensibilidade, etc.
Todos temos débitos do passado que justificam quaisquer limitações. Portanto, elas se manifestam em maior ou menor intensidade, segundo programas instituídos por Deus, guardando compatibilidade com necessidades e nossa capacidade de enfrentar desafios.      

 (Richard Simonetti)
 
“Há muito luto contra o vício de roubar. Pertences alheios fascinam-me. Já fui pobre, rico e não venci o vício. Na pobreza dou sempre desculpas de que me falta tudo. Porém, encarnado rico, roubei, apoderei-me de bens de minha mãe, irmãos, organizei quadrilha e muito roubei. Ainda bem que distribuí muita esmola e ajudei a muitos, porém, não anulei minhas faltas. Minha vida tem sido assim, roubo, sofro, arrependo, faço propósito de corrigir-me, volto à carne e tudo recomeça. No corpo se esquece muito das orientações e ensinamentos. Vou pedir, e espero conseguir, reencarnar sem os dois braços físicos. Sei que não provarei que estou curado do vício se não puder fazê-lo. Mas acredito se ficar uma encarnação sem as mãos, darei valor a elas, para o uso do bem.” (depoimento de um desencarnado)

 
DISSE JESUS: “Se vossa mão ou vosso pé é objeto de escândalo, cortai-os e lançai-os longe de vós; melhor será para vós que entreis na vida tendo um só pé ou uma só mão, do que terdes dois e serdes lançados no fogo eterno. – se vosso olho vos é objeto de escândalo (tropeço), arrancai-o e lançai-o longe de vós; melhor para vós será que entreis na vida tendo um só olho, do que terdes dois e serdes precipitados no fogo do inferno.”
Segundo a expressão evangélica, “entrar na vida”, equivale ao nascer de novo, ou reencarnar.
O espírito poderá reencarnar com limitações físicas e mentais que inibem suas tendências inferiores e impõem o resgate de seus débitos, a fim de que se liberte do “inferno” da consciência culpada.
Isso não significa que cairemos numa fogueira onde as almas ardem em sofrimento perene, sem jamais se consumirem.
As chamas do inferno simbolizam os tormentos da “consciência culpada”, na Terra ou no além, é ela que nos precipitarão ao “fogo do inferno.”
Essas labaredas ardentes chamam-se angústia, insatisfação, tristeza, desequilíbrio, enfermidade, que nos perturbam em face de nossos desvios do passado ou do presente.
As afirmativas de Jesus são exageradas ou enérgicas para que o indivíduo comprometido com o mal se redima.
É como alguns termos que usamos hoje:
Comer o fígado de alguém - significa grande raiva
Derramar rios de lágrimas - significa chorar muito
Coração de pedra - significa grande insensibilidade, etc.
Todos temos débitos do passado que justificam quaisquer limitações. Portanto, elas se manifestam em maior ou menor intensidade, segundo programas instituídos por Deus, guardando compatibilidade com necessidades e nossa capacidade de enfrentar desafios.
 
 
(Richard Simonetti)




sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

DIVALDO TENTOU NAMORAR

 
DIVALDO, VOCÊ TEVE CASOS DE AMOR NA ADOLESCÊNCIA?

Quando vim para Salvador, era muito jovem e, concursado, fui trabalhar no IPASE. Via, após o expediente, os colegas saírem com as esposas, namoradas, maridos, e eu sozinho ia tomar o bonde. No dia seguinte, todo mundo contava que tinha ido ao cinema e falava das suas emoções, da convivência e do sexo. Aí comecei a ter conflitos e achar-me infeliz.
Um dia, decidi procurar uma namorada. No ponto do bonde percebi uma jovem me olhando. Não era o meu tipo, mas me fitava muito, sorriu, também sorri. Abordei-a. naquele tempo o namoro era muito romântico, até pega na mão demorava uma vida...
- Vai tomar o bonde? – perguntei-lhe.
- Oh, sim.
Embarcamos, sentamos juntos, conversamos e marcamos um encontro para o outro dia.
Cheguei eufórico em casa porque já tinha namorada. Ela trabalhava perto do Elevador Lacerda. Combináramos que eu ficaria no ponto do bonde e embarcaria quando a visse. Ela reservaria o lugar.
No dia seguinte, aguardava-a. Chamou-me e subi. Sentei-me num colo, levantei-me constrangido, e fiquei em pé, segurando no balaústre. Ela puxou a minha calça e disse:
- Sente-se.
Olhei para trás
 E vi um homem. Atribui fosse o seu pai e sinalizei não poder sentar, mas ela insistia:
- Sente-se.
- Não posso, esse senhor...
Lá estava o homem sentado ao lado da moça, olhando-me. De repente, ele sumiu. Era um espírito. Acabou ali o namoro. Saltei do bonde envergonhado com o juízo que a namorada estaria fazendo de mim e nem olhei para trás. Acho que aquela Entidade tinha sido marido dela e ainda a vigiava...

 
(Retirado do livro: SEARA DE LUZ)

 

AS INFLUÊNCIAS ESPIRITUAIS PODEM ATRAPALHAR UM RELACIONAMENTO?

Os casais não devem perder de vista que o quadro das existências é assinalado pelo entrosamento dos dois mundos – físico e espiritual- um incidindo sobre o outro, e, assim, em virtude de haver sérios comprometimentos entre encarnados e desencarnados, é fácil achar processos de perversas associações mentais, determinando enfermidades morais, viciações, desarmonias, ou processos de vinganças que são levados a cabo através de perseguições, de infiltrações pelos poros abertos das invigilâncias e permissividades do cotidiano, forjando quadros de variadas obsessões.
Assim, muitas separações conjugais são incentivadas por comparsas de pretéritos equívocos, ainda mantidos no Mundo Invisível, ou por inimigos ferrenhos, que não suportam acompanhar a rota de felicidade daqueles aos quais odeiam, ou invejam, simplesmente. Dentre os que se mostram inimigos temos muitos amores traídos de vidas passadas; corações que foram enganados com falsas promessas de bem-querer ou de fidelidade, filhos que foram abortados em passado remoto ou próximo, todos assinalados por mágoas profundas ou por sentimentos odiosos, por desejo de desforço, de vingança, devendo ser tocados em sua alma pelas energias da disposição de mudar dos seus perseguidos, sendo que, somente dessa forma, os antigos dilapidadores da harmonia da vida lograrão chances de ventura, de um caminhar sem tantos atropelos na esfera moral.
Não se pode, então, pensar em casal bem-ajustado à alegria e ao equilíbrio sem os devidos cuidados com sua vida moral-espiritual.

 
José Raul Teixeira
Do livro: Desafios da Vida Familiar

 

 

 

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

CURA ESPIRITUAL



"Quantas enfermidades pomposamente batizadas pela ciência médica não passam de estados vibratórios da mente em desequilíbrio." - (Emmanuel)
 
No trato com nossas doenças, além dos cuidados médicos indispensáveis à nossa cura, não nos esqueçamos também de que sempre, a origem de toda enfermidade principia nos recessos do espírito.
A doença, quando se manifesta no corpo físico, já está em sua fase conclusiva, em seu ciclo derradeiro. Ela teve início há muito tempo, provavelmente, naqueles períodos em que nos descontrolamos emocionalmente, contagiados que fomos por diversos vírus potentes e conhecidos como raiva, medo, tristeza, inveja, mágoa, ódio e culpa.
Como a doença vem de dentro para fora, isto é, do espírito para a matéria, o encontro da cura também dependerá da renovação interior do enfermo.
Não basta uma simples pintura quando a parede apresenta trincas. Renovar-se é o processo de consertar nossas rachaduras internas, é escolher novas respostas para velhas questões até hoje não resolvidas. O momento da doença é o momento do enfrentamento de nós próprios, é o momento de tirarmos o lixo que jogamos debaixo do tapete, é o ensejo de encararmos nossas paredes rachadas.
O Evangelho nos propõe tapar as trincas com a argamassa do amor e do perdão. Nada de martírios e culpas pelo tempo em que deixamos a casa descuidada.
O momento pede responsabilidade de não mais se viver de forma tão desequilibrada. Quem ama e perdoa vive em paz, vive sem conflitos, vive sem culpa.
Quando atingimos esse patamar de harmonia interior, nossa mente vibra nas melhores frequências de equilíbrio e da felicidade, fazendo com que a saúde do espírito se derrame por todo o corpo.
Vamos começar agora mesmo o nosso tratamento?
 
 

(Texto extraído do livro Minutos com Chico Xavier do José Carlos De Lucca.)
 
 
FELIZ 2014!!!!!!