domingo, 30 de junho de 2013

11 ANOS SEM CHICO XAVIER

Foto: HOJE FAZ 11 ANOS QUE CHICO XAVIER VOLTOU AO PLANO ESPIRITUAL.....<3

Chico Xavier desencarnou aos 92 anos, em sua casa em Uberaba, no Triângulo Mineiro. Ele teve uma parada cardíaca, entre 19h30m e 20h. Milhares de pessoas se aglomeraram na casa do médium,
 que começou a sentir fortes dores no peito ainda pela manhã. O médium que há quatro anos antes deixou de realizar atendimentos por problemas de saúde já esperava a desencarnação, e dizia que gostaria de desencarnar no dia em que o povo brasileiro estivesse feliz. Seu pedido foi atendido. Desencarnou no dia em que o Brasil ganhou a Copa do Mundo. Merecimento por tantos anos de dedicação a causa espírita cristã. Pensou até o último instante na dor alheia e mostrou mais um ato de humildade. Não queria a atenção só para si. Um procedimento normal dele. Como estratégia para não se deixar contaminar pelo orgulho e por outras vaidades terrenas, costumava dizer: “Sou apenas um Cisco de Deus: Cisco Xavier”. Um cisco que fez a diferença para o Espiritismo e a todos que o admiram. Enfim, dia 30 de junho de 2013 estaremos completando 11 anos sem a presença física de Chico Xavier. Mas com a certeza que ele está vivo no plano espiritual, nas obras que psicografou e dentro de todos aqueles que aprenderam a amá-lo pelos exemplos de amor cristão que viveu. E a melhor homenagem que podemos fazer a ele é divulgar e ler os livros psicografados por ele. Livros estes que complementam as obras básicas e que, infelizmente, são pouco lidos pelos espíritas. "Espíritas, instruí-vos..."


Texto de Rudymara
 
Chico Xavier desencarnou aos 92 anos, em sua casa em Uberaba, no Triângulo Mineiro. Ele teve uma parada cardíaca, entre 19h30m e 20h. Milhares de pessoas se aglomeraram na casa do médium, que começou a sentir fortes dores no peito ainda pela manhã. O médium que há quatro anos antes deixou de realizar atendimentos por problemas de saúde já esperava a desencarnação, e dizia que gostaria de desencarnar no dia em que o povo brasileiro estivesse feliz. Seu pedido foi atendido. Desencarnou no dia em que o Brasil ganhou a Copa do Mundo. Merecimento por tantos anos de dedicação a causa espírita cristã. Pensou até o último instante na dor alheia e mostrou mais um ato de humildade. Não queria a atenção só para si. Um procedimento normal dele. Como estratégia para não se deixar contaminar pelo orgulho e por outras vaidades terrenas, costumava dizer: “Sou apenas um Cisco de Deus: Cisco Xavier”. Um cisco que fez a diferença para o Espiritismo e a todos que o admiram. Enfim, hoje, dia 30 de junho de 2013, estamos completando 11 anos sem a presença física de Chico Xavier. Mas com a certeza que ele está vivo no plano espiritual, nas obras que psicografou e dentro de todos aqueles que aprenderam a amá-lo pelos exemplos de amor cristão que viveu. E a melhor homenagem que podemos fazer a ele é divulgar e ler os livros psicografados por ele. Livros estes que complementam as obras básicas e que, infelizmente, são pouco lidos pelos espíritas. "Espíritas, instruí-vos..."


Texto de Rudymara 




sexta-feira, 28 de junho de 2013

RELIGIÃO NÃO DEVE SEPARAR IRMÃOS


 


Outro dia, um casal (um senhor e um jovem) de protestantes bateram à minha porta e o senhor disse:
 - Bom dia! Nós podemos ler uma passagem da Bíblia?

Respondi:
 - Claro!

E um deles leu um versículo e colocou seu entendimento.
Ao acabar, ele me agradeceu pela atenção. E eu disse:
- Eu que agradeço pela bela mensagem. Eu, apesar de não ser de sua religião, quando ganho folhetos de vocês, leio tudo. Aliás, leio tudo que todas as religiões pregam. Porque sigo a recomendação do apóstolo Paulo: “Leia tudo, e retenha o que for bom.”
O protestante achou interessante e disse que era o correto a se fazer. Eu então continuei:
- Se eu não ler o que outros irmãos pregam, como acabarei com o preconceito, com a separação que há entre irmãos só porque não pensa como eu? Não foi isso que o Cristo veio pedir e ensinar, não é? A minha religião é alvo de muito preconceito, porque as pessoas não buscam saber quem ela é, o que ela prega. E como seguimos o pedido do Cristo disse que "não devemos fazer aos outros o que não queremos que façam para mim”, busco compreender as outras religiões e respeitar seus pontos de vista porque quero que façam o mesmo com a minha. Senão, nunca teremos paz e nunca nos veremos como irmãos.
O homem e o rapazinho que estava com ele ficaram me olhando e acharam interessante. Abriram suas pastas e me deram folhetos e revistas de sua religião. Eu agradeci e disse:
- Muito obrigada! Quero que vocês saibam, que admiro vocês por saírem de porta em porta levando uma boa palavra às pessoas. E, muitas vezes, sendo escorraçados e humilhados.
 Eles saíram agradecidos e felizes.


OBSERVAÇÃO: Amigos(as), somos irmãos. Filhos de um só Pai. Somos diferentes na aparência porque Ele nos fez assim. E ao pensamento Ele nos deu o livre arbítrio para escolhermos o que queremos seguir. Portanto, não criemos guerra, como já foi criada, em nome de Deus. Ele não quer seus filhos brigando, discutindo, impondo seus pontos de vista. Podemos trocar informações, mas respeitando o ponto de vista do outro. Jesus disse: "AMAI-VOS, COMO EU VOS AMEI.” Ele não disse para amarmos apenas os que pensam como nós ou quem seguem o que seguimos. Sei que a religião desses protestantes que bateram à minha porta vivem pregando coisas que não são reais sobre minha religião (ESPIRITISMO). Então, se eu acho errado o que eles fazem, não devo fazer o mesmo. Eu devo ser "testemunha dos ensinamentos do Cristo". E Ele não me ensinou a discriminar, caluniar, desrespeitar a religião alheia. Isto serve aos que seguem a mesma religião. Que muitas vezes se afastam uns dos outros por achar que somente eles estão com a razão. “ESPÍRITAS, AMAI-VOS E INSTRUÍ-VOS”. Religião não deveria separar irmãos, mas uni-los.
Mas Jesus sabia que isso aconteceria, por isso disse: “Não julgueis que vim trazer paz a Terra; não vim trazer-lhe paz, mas espada; porque vim separar o homem contra seu pai, e a filha contra sua mãe, e a nora contra sua sogra; e os inimigos do homem serão os seus mesmos domésticos.” (Mateus, X: 34-36). Ele profetizou o que aconteceria com seus ensinamentos. As pessoas iriam interpretar cada qual do seu modo e, consequentemente, iriam querer impor aos outros seu entendimento. E aqueles que não aceitassem, começaria uma briga, uma discussão, uma separação,  dentro da família, dentro das casas religiosas e até guerra sangrenta seguida de mortes. Mas, isto não é cristianismo. Falamos muito de Jesus, mas até hoje, muitos de nós, ainda não entendeu seus ensinamentos.
 
 
Rudymara



 
 
 
 

segunda-feira, 24 de junho de 2013

MALDADE - evangelização infantil


O QUE É O BEM E O MAL?
“O Bem é proceder de acordo com a Lei de Deus; e o Mal é desrespeitá-la.”
O QUE É MALDADE?
É o desejo ou intenção de causar danos a alguém ou de verem outras pessoas sofrerem.
Deus nos mandou ensinamentos através de Jesus que Ele gostaria que seguíssemos. Quem segue pratica o BEM. Quem transgride pratica o MAL.
Todos nós, que moramos neste planeta, somos filhos de Deus. Foi Ele que nos criou, foi Ele que nos fez diferentes. Então, devemos respeitar aquele que é diferente e que pensa diferente de nós. Ele pediu que FIZÉSSEMOS AO OUTRO O QUE QUEREMOS O QUE O OUTRO NOS FAÇA.

 


 

Então, se somos da raça branca devemos respeitar os que são da raça negra, amarela (asiáticos) ou vermelha (índio). E vice-versa.  Por quê? Porque queremos que eles nos respeitem. Eles também olham para nós e acham que somos diferentes deles. Nem por isso devemos agredir. 
 
  

VEJAMOS ALGUNS EXEMPLO:
- Se não queremos que alguém nos bata, não devemos bater em ninguém.
- Se não queremos que um colega roube nosso material escolar, não devemos roubar o material escolar de nosso colega.
- Se não queremos que nos coloque apelido, não devemos colocar apelido em ninguém.
- Se eu não gosto que pichem o muro de minha casa, não devo pichar o muro ou parede de ninguém.
 
Enfim, antes de tomar qualquer atitude perguntemos:
- SE FOSSE COMIGO, SERÁ QUE EU IRIA GOSTAR?
 



 
Todos nós encontraremos pessoas com a cor de pele, de cabelo, de olhos diferentes, usando óculos, gordos, magros, alto, baixo, com deficiências físicas e mentais, enfim, são todos filhos de Deus assim como nós somos. E que Deus nos faz todos diferentes, mas que devemos tratar todos iguais, sem risos, piadas, humilhações e violência. Fazer uma pessoa triste, infeliz, chorar, é MALDADE.


Deus fica muito triste quando ferimos ou lesamos qualquer coisa que Ele criou.



Isto também serve para os animais, as plantas, nosso planeta e nós mesmos.
Como assim, nós mesmos?
Deus nos deu um corpo físico para cuidarmos dele. Quando usamos drogas, cigarro, bebidas alcoólicas, também estamos fazendo maldade com nós mesmos. Porque ficaremos doentes. E quem compra drogas está ajudando os traficantes cometerem maldade com outras pessoas. E quem compra produtos roubados incentivam os ladrões continuarem a roubar, a matar, a assaltar.

Então, ser bom ou ser mal é uma escolha nossa. Deus nos deixa livre para escolher ser bondoso ou maldoso. Um dia teremos que prestar contas perante a lei de Deus.    

 


OBSERVAÇÃO: Mais tarde explicar a lei de causa e efeito e, consequentemente, a reencarnação. Só assim entenderão que na próxima encarnação estarão habitando um corpo diferente e este corpo pode ser de cor de pele diferente, pode trazer algum defeito físico, etc.
 
 
Rudymara
 
 

 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

QUEM FOI IRMÃO X?


 
Humberto de Campos nasceu na pequena localidade de Piritiba, no Maranhão, em 1886.
A 5 de dezembro de 1934, desencarnou.
Três meses apenas de desencarnado, retornou do Além, através do jovem médium Chico Xavier, este, com 24 anos de idade somente, e começou a escrever, sacudindo o País inteiro com suas crônicas de além-túmulo.
O fato abalou a opinião pública. Os jornais do Rio de Janeiro e outros estados estamparam suas mensagens, despertando a atenção de toda gente. Os jornaleiros gritavam. Extra, extra! Mensagens de Humberto de Campos, depois de morto! E o povo lia com sofreguidão…
Agripino Grieco e outros críticos literários famosos examinaram atenciosamente a produção de Humberto, agora no Além. E atestaram a autenticidade do estilo. "Só podia ser Humberto de Campos!" – afirmaram eles.
Começou então uma fase nova para o Espiritismo no Brasil. Chico Xavier e a Federação Espírita Brasileira ganharam notoriedade. Vários livros foram publicados.
Aconteceu o inesperado. Os familiares de Humberto moveram uma ação judicial contra a FEB, exigindo os direitos autorais do morto!
Tal foi a celeuma, que o histórico de tudo isto está hoje registrado num livro cujo título é "A Psicografia ante os Tribunais", escrito por Dr. Miguel Timponi.
A Federação ganhou a causa. Humberto, constrangido, ausentou-se por largo período e, quando retornou a escrever, usou o pseudônimo de Irmão X.
 
 
 
 
 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

EVANGELIZEMOS OS FUTUROS PROFISSIONAIS


 
O que estamos ensinando e dando como exemplo aos nossos filhos e jovens???
Afinal, são eles que serão os futuros médicos, engenheiros, professores, políticos, etc.
Precisamos investir na educação instrução junto com a educação ética/moral/religiosa, onde aprendemos a ter cidadania, respeito ao próximo, respeito ao bem público, a buscar nosso direito e respeitar o direito do próximo, buscar justiça, mas ser justo. Enfim, devemos exigir mais de nós mesmos as mudanças que queremos ver no mundo. E ensinar, não só com palavras, mas com exemplo.
O que as religiões estão ensinando aos jovens que frequentam as casas religiosas em relação ao respeito ao próximo?
Então, educação começa em casa e a casa religiosa complementa esta educação. Porque a religião ensina uma coisa e, as vezes, no lar, a família faz tudo diferente. Exemplo: Joga papél na rua, estaciona em vaga de idoso e deficiente, bebe e dirige, etc.
Unamo-nos!!!!
 
 
 Rudymara

 
 

domingo, 16 de junho de 2013

QUE PARTE DA CASA VOCÊ OFERECE À JESUS? - estória para refletir


 
Era uma vez um rapaz que tinha muitos problemas. Constantemente, em suas orações, ele pedia que Jesus viesse visitá-lo no seu sofrimento.
Um dia, Jesus bateu à sua porta. Ele, maravilhado, convidou-o a entrar. Jesus sentou-se no sofá da sala. Na parede havia o quadro da santa ceia. Na mesinha de centro encontrava-se o Evangelho. O rapaz muito feliz disse:
- Sr. Jesus, em primeiro lugar gostaria de dizer que é uma honra recebê-lo em minha casa. Segundo, conforme o senhor deve saber, estou passando por algumas dificuldades e preciso de sua ajuda.
Jesus interrompeu dizendo:
- Meu irmão, antes de conversarmos sobre os seus pedidos, gostaria de conhecer sua casa. Onde é que você dorme?
No mesmo instante o rapaz se lembrou que guardava, no quarto, revistas e filmes pornográficos, e se apressou em dar uma desculpa:
- Não, Jesus, lá não! Meu quarto não está arrumado.
- Bem, – disse Jesus – e a cozinha? Posso conhecer?
O rapaz lembrou que na cozinha havia bebidas alcoólicas. Por isso, foi logo falando:
- Senhor, desculpe, mas prefiro que não. A minha cozinha está vazia, não tenho nada de bom para oferecer-lhe.
Neste instante, alguém bateu forte na porta. O rapaz foi atender. Quando abriu a porta vê o diabo dizendo:
- Saia da frente que eu quero entrar.
O rapaz lutou com o diabo e com muita dificuldade o empurrou para fora e fechou a porta. Cansado, voltou para a sala e continuou:
- Então, Jesus, me ajuda...
Mas, a conversa foi novamente interrompida com um forte barulho na janela. O rapaz correu para vê, e era o diabo. Outra vez a briga aconteceu, e a janela foi trancada.
- Senhor, me desculpa, mas como eu estava dizendo...
Batidas na porta dos fundos novamente interrompeu a conversa. O rapaz corre e luta novamente com o diabo que grita:
- Eu quero entrar!
O rapaz exausto volta para a sala e diz para Jesus:
- Eu não entendo. O Senhor está na minha casa, então, porque o diabo insiste em entrar?
Jesus respondeu:
- Sabe o que é meu irmão? É que na sua casa você só me deu a sala.



(autor desconhecido)



 
 
OBSERVAÇÃO: Quando pedimos ajuda aos céus, precisamos nos ajudar. “Ajuda-te que o céu te ajudará.” Queremos proteção para nosso lar, mas só damos, muitas vezes, uma parede de nossa casa para Jesus. As atitudes, os pensamentos, as palavras estão longe Dele. Nós pedimos favores a Ele, mas não queremos ouvir os pedidos que Ele faz há mais de dois mil anos para nós. Oremos e vigiemos! Pensemos nisso!
 
 
 
 
 
 

sexta-feira, 14 de junho de 2013

SUICIDA REENCARNA COM CORPO MUTILADO PARA REPRIMIR NOVO SUICÍDIO - Chico Xavier



Uma criança foi levada ao Chico Xavier porque os médicos tinham indicado a amputação das pernas. A mãe perguntou:
- Chico, o que é que eu faço?
E o Chico disse:
- Siga a orientação dos médicos.
Os amigos que acompanharam aquele atendimento perguntaram:
- Mas, Chico, como é que pode uma criança ter as pernas amputadas? Ela já não tem braços, é cega, muda e surda. Qual a vantagem dessa encarnação?
- O Chico explicou:
- Os espíritos amigos me disseram que a mãe deveria seguir as orientações médicas porque o espírito que habita este corpo mutilado, nas últimas 10 encarnações, se suicidou. E antes de encarnar, ele rogou a misericórdia divina para que impedisse por todos os modos que ele cometesse o suicídio novamente. Embora ele não tenha os braços, não ouça, não fale e não enxergue, ele está pensando em ir caminhando procurar uma ponte para se jogar. A gangrena veio como a misericórdia divina para que na próxima encarnação ele viesse com menos débito e começasse a caminhar para a recuperação espiritual.
 

OBSERVAÇÃO: Como disse Emmanuel: “A sagrada oportunidade de uma nova experiência concedida por Deus, já significa, em si, o perdão ou a magnanimidade da Lei.” Então, o perdão que o Espiritismo e os amigos espirituais preconizam em verdade não é de fácil execução. Requer muito boa-vontade. Demanda esforço - esforço continuado, persistente. Reclama perseverança. Pede tenacidade. ENTÃO, DEUS NÃO PERDOA? Quem não perdoa é a LEI de Deus, porque perdoar seria anular o mal que foi feito. E na verdade, a lei ama, deixando ao infrator a oportunidade de reparação, ou seja, Deus dá meios para ressarcirmos erros. Aos espíritas não existe penas eternas. Aqueles que se acham renovados pelo processo da renovação moral, aqueles que conseguiram romper as amarras do passado, pelo Bem que fizeram, naturalmente minimizaram as conseqüências do Mal que realizaram, e muitas vezes são poupados, estão excluídos do débito pelo Bem que fizeram. Exemplo: aquele que reencarna para ficar cego, com o Bem que praticar diminuirá sua dívida com a lei divina. Ele poderá ficar com a visão precisando apenas de óculos. “O amor cobre multidões de pecados.” – disse Jesus.
 
 
 
 

quinta-feira, 13 de junho de 2013

CONSEQUENCIAS PELA FALTA DO PERDÃO



No livro Ação e Reação, de André Luiz, cap. IX, diz Silas, um médico dedicado da espiritualidade:
 
“ A ação do mal pode ser rápida, mas ninguém sabe quanto tempo exigirá o serviço da reação, é indispensável ao restabelecimento da harmonia soberana da vida, quebrada por nossas atitudes contrárias ao bem . . .”
 
Portanto, a bobeira de um minuto pode resultar em decênios de sofrimento para consertar os estragos que fazemos em nossa biografia espiritual, quando não exercitamos o perdão.
Numa simples discussão, um poderá ir para o cemitério e o outro para a cadeia. Sem falar nas famílias desamparadas, e as dolorosas obsessões. O morto transforma-se em verdugo (obsessor), empolgado pelo desejo de vingar-se. E ninguém pode prever até onde irão os furiosos combates espirituais entre os dois desafetos.
O escritor espírita Luiz Gonzaga Pinheiro, autor de 12 livros diz, baseado nas informações de sua equipe de trabalho, que casos de vampirismo e ódios intensos impõem, por vezes, o renascimento de corpos ligados (gêmeos siameses), com possibilidades de o mesmo ser atenuado para gêmeos univitelinos. Isso ocorre para que estabeleçam laços de parceria e apoio, despertando sentimentos de amizade, de respeito e início de reconciliação pelo perdão.
Tudo isso ocorre porque ao invés de REVIDAR, deveríamos RELEVAR.
 
 
ENTÃO, CONTE ATÉ 10 ANTES DE REAGIR .....ANTES DE REVIDAR UMA AGRESSÃO......
 
 
 
 
 

segunda-feira, 10 de junho de 2013

PERDOAR PODE PRESERVAR NOSSA SAÚDE

 
O ressentimento vai minando (diminuindo) nossas energias e enfraquecendo os mecanismos imunológicos (que nos deixam imunes, protegidos, das doenças).
Há uma quantidade imensa de males físicos e psíquicos resultantes do auto-envenenamento, resultado do cultivo de mágoas no lar, na rua, no local de trabalho, na escola . . .
O ódio produz reações perturbadoras em nosso comportamento e nos enferma. O campo de vibração é tão negativa que a espiritualidade não consegue se aproximar para ajudar. Divaldo P. Franco diz que o perdão, deixou de ser uma virtude teológica (religiosa) para ser uma terapia.
Muitas pessoas afirmam perdoar, mas a maioria que faz esta afirmativa, faz só da boca para fora, e que mais cedo ou mais tarde acabam mostrando variadas formas de revide, porque não é sincero, não é do fundo do coração. Por exemplo, aquele perdão onde dizemos:

- Perdôo, mas não esqueço o mal que me fez! - (rancor)
- Perdôo, mas não quero vê-lo nunca mais! – (condenação)
- Perdôo, mas lamento ter me envolvido com esse (a) infeliz! – (menosprezo)
- Perdôo, mas Deus há de castigá-lo! – (maldição)
- Perdôo, mas antes lhe direi uma verdades! – (pretensão)
- Perdôo, mas deixa ela (e) vir me pedir alguma coisa! – (vingança)
 
Em qualquer dessas alternativas estamos destilando o nosso ressentimento que vai nos envenenando.
O melhor mesmo, é não ter que perdoar.
E para não precisar perdoar, é só usarmos a fórmula mágica que chama-se COMPREENSÃO.Porque ninguém é propriamente mau. Somos todos filhos de Deus. Não podemos exigir das pessoas mais do que podem dar. Há mais fragilidade que intencionalidade nos prejuízos que estas pessoas nos causam.
A compreensão dispensa o perdão.
Porque, quem compreende não se ofende, entende as limitações humanas, e enche-se de misericórdia (compaixão). Jesus sabia disso, por isso disse no instante derradeiro: "PAI, PERDOA-LHES, ELES NÃO SABEM O QUE FAZEM."
 
 
 
 
 

sexta-feira, 7 de junho de 2013

MORTE NA INFÂNCIA


 

Por que tão frequentemente a vida se interrompe na infância?

A curta duração da vida da criança pode representar, para o Espírito que o animava, o complemento de existência precedentemente interrompida antes do momento em que devera terminar, e sua morte, também não raro, constitui provação ou expiação para os pais.  (questão 199 de O Livro dos Espíritos)


Precisamos lembrar que uma criança é juvenil no corpo, mas o espírito é velho e trás toda uma herança das encarnações passadas. Há morte prematura que é complemento de uma vida interrompida antes do tempo, ou seja, são, muitas vezes, ex-suicídas (conscientes ou inconscientes), então eles retornam para que restabeleça o equilíbrio. Lembram ainda os Benfeitores que os pais estão igualmente comprometidos com a Lei de Causa e Efeito e, na maioria das vezes, foram cúmplices ou causadores indiretos da falta que gerou o sofrimento de hoje. Para tais espíritos, é programado uma reencarnação emergencial onde o Espírito em situação crítica na Espiritualidade retorna para breve existência, como um enfermo em estado grave que é conduzido ao pronto-socorro. Pois, o suicida provoca tal destrambelho perispiritual e tão grande tormento em sua consciência, que a melhor solução pode ser o retorno à carne, em complemento da existência anterior. A situação em que estará o Espírito na nova existência mostrará a maneira como viveu na pretérita e, particularmente, como morreu. O suicida será duplamente beneficiado:
POR UM LADO, o choque biológico do renascimento implicará no esquecimento do passado, permitindo-lhe reordenar suas experiências, no propósito de superar graves traumas relacionados com seu gesto de fuga.
POR OUTRO, a carne funcionará como escoadouro dos desajustes decorrentes da agressão que cometeu contra si mesmo, marcado em seu perispírito.
Exatamente por isso terá existência breve, porquanto o corpo físico não resistirá por muito tempo às pressões de seu psiquismo conturbado que, inclusive, impor-lhe-á limitações na gênese orgânica.
André Luiz reporta-se a um suicida, que se matou ingerindo veneno, no livro Entre a Terra e o Céu, psicografia de Francisco Cândido Xavier. Em nova existência, saúde frágil, desencarnou aos sete anos.
Um mentor espiritual explicou que aquela breve experiência na carne fora sumamente útil ao Espírito, livrando-o de parte de seus desajustes, e que ele deveria reencarnar em breve, na mesma família, já em melhores condições.
A MORTE DE CRIANÇAS ESTÁ ASSOCIADA, TAMBÉM, A PROBLEMAS CÁRMICOS, ENVOLVENDO O DESENCARNANTE E SEUS GENITORES.
O trauma da separação, particularmente quando ocorre em circunstâncias trágicas, impõe, às personagens desses dramas, angústias semelhantes às que impuseram às suas vítimas, quando comprometidas em comportamento criminoso.
É incontável o número de crianças vitimadas por atos terroristas, guerras negligência, imprudência, omissão. Os responsáveis enlutam lares, semeiam sofrimentos, levam corações ao desespero.
Passam, pois, por experiências semelhantes, na condição de filhos que desencarnam prematuramente ou de pais que os vêem partir, sofrendo os mesmos constrangimentos que provocaram, a fim de aprenderem a respeitar o próximo.
Revoltamo-nos contra aqueles que cometem atrocidades, principalmente quando envolvem crianças. Deveríamos lamentá-los, porquanto semeiam espinhos que forçosamente colherão.
Por isso Jesus, que conhecia melhor do que ninguém os mecanismos da justiça divina, não evocou castigos celestes para aqueles que o crucificavam. Apenas rogou, em oração:
Pai, perdoa-lhes. Não sabem o que fazem.
HÁ DESENCARNAÇÃO PREMATURA QUE CONSAGRAM EXPERIÊNCIAS MISSIONÁRIAS. 
O Espírito reencarna com a missão específica de sensibilizar afetos caros ao seu coração, resgatando-os da indiferença e do acomodamento em relação aos objetivos da vida.
Enquanto na convivência amorosa, em seu breve estágio, fazem o encanto dos familiares, tangendo-lhes as fibras mais íntimas da afetividade. São crianças adoráveis - inteligentes, comunicativas, generosas. Coroam sua missão com a própria morte.
Com elas vão as ilusões dos pais. A separação lhes é extremamente dolorosa, como se a existência houvesse perdido o significado.
Buscando caminhos de religiosidade, ávidos de consolo, encontram promissoras oportunidades de edificação espiritual.
 O desencarnado, que os acompanha e ampara, alegra-se porque o objetivo foi alcançado.
Richard Simonetti no livro Atravessando a Rua, conta a experiência de um casal que reencarnou com a tarefa de cuidar de crianças, numa instituição assistencial. No entanto, envolvidos pelos interesses imediatistas, ambos andavam distraídos de sua missão. Então, um mentor espiritual que os assistia, preocupado com sua deserção, reencarnou como seu filho. Foi aquela criança maravilhosa, inteligente, sensível, que faz a felicidade dos pais, que passam a gravitar em torno dela.
Consumando a intenção de despertar os pais, ele desencarnou na infância, deixando-os desolados, desiludidos, deprimidos. Encontraram lenitivo a partir do momento em que se entregaram de corpo e alma a crianças num orfanato, exatamente como fora planejado. O mentor viera apenas para ajudá-los a corrigir o desvio de rota.
Muitos espíritos ainda encontram-se em fase primária de desenvolvimento e na hora da grande transição vem ter a sua chance e resgatam aqueles débitos através das enfermidades degenerativas, pelas dificuldades ambientais sócio econômica e em face da injustiça social que vige no mundo.
Esta afirmativa pode ser chocante para quem imagina que tudo acontece por fatalidade divina, ou seja, “porque Deus quer que aconteça.” Se fosse verdade nós estaríamos livres de qualquer responsabilidade envolvendo a vida e a morte.
O doente morre à míngua de socorro. Vontade de Deus.
Transeuntes morrem num tiroteio. Vontade de Deus.
Dezenas de pessoas morrem num atentado terrorista. Vontade de Deus.
Milhares morrem numa guerra. Vontade se Deus.
E por que não dizer que o indivíduo que tenta o suicídio e a mulher que pretende abortar só conseguem seu objetivo porque é a vontade de Deus?
Mas na verdade, nenhum desses crimes, nenhuma dessas mortes ocorre por iniciativa divina. São contingências geradas pela insensatez humana. Deus não criou seus filhos e esqueceu deles. Tanto que mandou Jesus à Terra para aprendermos a sermos mais sensatos, mais solidários, caridosos, etc. Quem esquece de Deus (de vivenciar suas leis) em muitas ocasiões somos nós.
Deus quer que vivamos na Terra de forma produtiva, fazendo o melhor, aproveitando integralmente o tempo de vida que nos concede e as oportunidades de edificação. Se isso não acontece, não podemos debitar ao Criador o que é de nossa responsabilidade.
Na medida em que um país se desenvolve, aprimorando seus serviços de saúde, reduz-se drasticamente a mortalidade infantil.
Será que Deus premia os países ricos, preservando suas crianças?
Mais racional e justo é considerar que a vida situa-se como Dom de Deus, mas a qualidade e duração da existência humana subordinam-se ao empenho do homem, criando condições para que as pessoas vivam mais e melhor.
Deus inspira o progresso, as revelações, as descobertas, o bem-estar humano, mas compete ao Homem agir como instrumento da Divindade para que isso tudo ocorra.
Não é da vontade de Deus que morram crianças na favela.
Excetuando-se as que partem atendendo a problemas cármicos, a vasta maioria morre porque Deus não encontra pessoas que se disponham a agir como instrumentos de sua vontade para socorrê-las.
A presença imanente de Deus faz-se sentir em todas as dimensões do Universo e em todas as manifestações de vida.
Tudo revela a existência de um ser soberano, infinitamente justo e misericordioso, que nos deu o Dom de viver, reservando-nos gloriosa destinação.
Mas, se prestarmos atenção, superando milenárias tendências egoísticas que caracterizam a criatura humana em relação às dificuldades do próximo, perceberemos que Deus está presente também nos olhos tristes da criança carente, pedindo-nos que a ajudemos a viver.
POR QUE MULHERES QUE ANSEIAM PELA MATERNIDADE EXPERIMENTAM SUCESSIVAS FRUSTAÇÕES?
Geralmente estamos diante de problemas cármicos, a partir de comprometimentos em existências anteriores. A causa é o aborto induzido. A mulher que se recusa ao compromisso da maternidade, expulsando o filho que estagia em seu corpo, às portas da reencarnação, comete uma auto-agressão. Produz desajustes em seu perispírito, o corpo espiritual, em área correspondente à natureza de seu delito. Em vida futura, mais amadurecida, a ansiar pela maternidade, terá problemas. Grávida, não conseguirá segurar a gestação do filho que anseia, na mesma proporção em que expulsou, outrora, filhos de seu seio. O problema pode estar, também, no reencarnante. Se foi um suicida, traz sérios comprometimentos perispirituais que poderão repercutir no corpo em formação, a promover o aborto. Fracassos sucessivos, tanto da gestante quanto do reencarnante, os ensinarão a valorizar e respeitar a vida.
O QUE ACONTECE COM O ESPÍRITO NA MORTE PREMATURA?
Normalmente, um retorno tranquilo. O que dificulta a readaptação à pátria espiritual é o apego à vida física, os comprometimentos com a ambição, as paixões, os vícios... O Espírito literalmente entranha-se na vida física, o que lhe impõe sérias dificuldades, até mesmo para perceber sua nova condição. Já o jovem nem sempre tem esses comprometimentos. É alguém que desperta para a vida, que ainda não se envolveu. Será logo acolhido e amparado pelos mentores espirituais, por familiares desencarnados.
Precisamos lembrar que o grande problema dos que partem nessa condição é a reação dos que ficam. Desespero, revolta, rebeldia são focos pestilentos de vibrações desajustadas, que atingem em cheio o passageiro da Eternidade, causando- lhe aflições e desajustes, já que nos primeiros tempos de vida espiritual tende a permanecer ligado psiquicamente à família. E o que é pior – na medida em que os familiares insistem nas lembranças, quando a desencarnação ocorreu em circunstâncias trágicas, induzem o Espírito a reviver, em tormento, todas aquelas emoções. Há uma mensagem famosa de uma jovem que desencarnou no incêndio do Edifício Joelma, psicografada por Francisco Cândido Xavier, dirigida à sua mãe. Após dizer-lhe que fora muito bem amparada e que sua morte atendera a compromissos cármicos, pediu à mãe que não ficasse recordando do incêndio nem a contemplasse, na tela de sua mente, morrendo queimada. – Cada vez que a senhora me vê assim, é assim que me sinto.
Já André Luiz informa-nos que todos eles são recolhidos em Instituições apropriadas, não se encontrando Espíritos de crianças nas regiões umbralinas. Há inúmeras descrições espirituais de Escolas, parques, colônias e instituições diversas consagradas ao acolhimento e amparo às crianças desencarnadas.
Chico Xavier, analisando a situação espiritual e o grau de lucidez desses Espíritos diz:

"Os benfeitores espirituais habitualmente nos esclarecem que a criança desencarnada no Mais Além, recobra parcialmente valores da memória, quando na condição de Espírito, tenha já entesourado alta gama de conhecimentos superiores, com pouco tempo depois da desencarnação, conseguindo, por isso, formular conceitos e anotações de acordo com a maturidade intelectual adquirida com laborioso esforço.
O mesmo não acontece com o Espírito que ainda não adquiriu patrimônio de experiência mais dilatados, seja por estar nos primeiros degraus da evolução humana ou por essência de aplicação pessoal ao estudo e a observação dos acontecimentos.
Para o Espírito nesse estágio, o desenvolvimento na vida espiritual é semelhante ao que se verifica no plano físico em que o ser humano é compelido a aprender vagarosamente as lições da existência e adiantar-se gradativamente, conforme as exigências do tempo."

André Luiz (Entre a Terra e o Céu) vai pronunciar-se da mesma forma: "Acreditamos que o menino desencarnado retomasse, de imediato, a sua personalidade de adulto ... Em muitas situações, é o que acontece quando o Espírito já alcançou elevado estágio evolutivo. Contudo, para a grande maioria das crianças que desencarnaram, o caminho não é o mesmo. Almas ainda encarceradas no automatismo inconsciente, acham-se relativamente longe do autogoverno. Jazem conduzidos pela Natureza, à maneira de criancinhas no colo materno. É por esse motivo que não podemos prescindir de períodos de recuperação, para quem se afasta do veículo físico, na fase infantil." 
 
Apostila Original: Instituto de Difusão Espírita de Juiz de Fora - MG

Dizem que os bons "vão" primeiro. Isso é verdade? É justo?
Divaldo: Não. Nem é verdade, nem é justo. Cada um de nós sempre vê o ser querido como o melhor do mundo, sem defeito algum e quando ele parte, achamos que foi antes do tempo.
Diariamente morrem milhares de pessoas de câncer e não damos a menor importância, mas quando o mal chega à família é uma tragédia, porque está em nossa casa.
Em verdade, esse conhecido aforismo não é real. Se assim fosse, a Terra estaria pior do que se encontra.
 
 
 
 
 

quinta-feira, 6 de junho de 2013

O QUE PRECISAMOS FAZER PARA RECEBER O PERDÃO DE DEUS?

 
Poderemos utilmente pedir a Deus que perdoe as nossas faltas?

Deus sabe discernir o bem do mal; a prece não esconde as faltas. Aquele que a Deus pede perdão de suas faltas só o obtém mudando de proceder. As boas ações são a melhor prece, por isso que os atos valem mais que as palavras. (questão 661 - do O Livro dos Espíritos)


Não basta o arrependimento para recebermos o perdão. É apenas o primeiro passo na árdua jornada da reabilitação, em favor da qual não bastam penitências, ritos, ou rezas. É de fundamental importância que o mal seja reparado através da dor ou do amor.
 
Da DOR é através do pagamento das dívidas com resgates.
Do AMOR é através da caridade que estendermos ao próximo: “o amor cobre multidões de dívidas”.
 
Aquele que ofendeu alguém e recebe absolvições por ter orado, repetidamente, um certo número de vezes, determinado pelo sacerdote, fica com a estrada livre para novos desatinos. Nesse tipo de perdão, vemos visível estímulo a novos erros, novos enganos, novas ilusões.
O perdão que o Espiritismo e os amigos espirituais preconizam em verdade não é de fácil execução.
Requer muito boa-vontade.
Demanda esforço - esforço continuado, persistente.
Reclama perseverança.
Pede tenacidade.



Richard Simonetti
 
 
 
 

terça-feira, 4 de junho de 2013

POR QUE ESFRIA A PAIXÃO DE UM CASAL APÓS O NASCIMENTO DOS FILHOS?

 
Por que motivo os casais que noivavam apaixonadamente experimentam a diminuição do interesse afetivo nas relações recíprocas, após o nascimento dos filhos?


Chico Xavier: Grande número dos enlaces na Terra obedecem a determinação de resgate escolhidas pelos próprios cônjuges, antes do renascimento no berço físico e aqueles amigos que serão filhos do casal, muitas vezes transformam, ou melhor, omitem as dificuldades prováveis do casamento para que os cônjuges se aproximem segundo os preceitos das leis divinas e formem o lar, transformando determinadas dificuldades em motivos de maior amor, de compreensão maior.
O namoro, o noivado, muitas vezes, estão presididos pelos espíritos familiares que serão os filhos do casal. Quando esses mesmos espíritos se transformam em nossos filhos parece que há diminuição de amor, mas isso não acontece. Existe, sim, a poda da paixão, no capítulo das afeições possessivas que nós devemos evitar.

 

(Extraído do livro “Lições de Sabedoria -Chico Xavier )
 
 
 
 

segunda-feira, 3 de junho de 2013

PENA DE MORTE - Richard Simonetti

Foto: PENA DE MORTE - Richard Simonetti

1 - Qual deveria ser a posição espírita, num eventual plebiscito sobre a pena de morte?
A posição espírita, contrária à pena de morte, está claramente exposta em “O Livro dos Espíritos”, no capitulo que trata da Lei de Destruição.

2 - E quanto aos espíritas que se dizem favoráveis à pena máxima, em crimes hediondos, que chocam a opinião pública?
Certamente não estudaram com o devido cuidado os princípios doutrinários.

3 - Não seria a pena de morte um eficiente recurso para dar um “choque” de despertamento nos indivíduos tão comprometidos com a violência, que parecem enqüadrados num impasse evolutivo?
A autoridade suprema para esse “choque” e Deus. O Criador não delega semelhante função aos legisladores humanos.

4 - Em época de exacerbamento da violência, não seria de inspiração divina a idéia da pena de morte, com o propósito de coibi-la?
As leis divinas não mudam ao sabor das conveniências humanas. São imutáveis. E está inscrito no Quinto Mandamento da Tábua da Lei, recebida por Moisés no Monte Sinai, que Kardec reconhece, em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, como a primeira revelação divina:
“Não matarás”. Isto se aplica a indivíduos e coletividades.

5 -Não é um tanto difícil aceitar o “não matarás” quando se sofre na própria carne os efeitos da violência?
Sem dúvida. Mas é preciso considerar que, segundo milenar princípio, a violência apenas gera violência. Ainda que relutemos em aceitar, a Doutrina Espírita demonstra que as vítimas da violência estiveram envolvidas com ela em existências anteriores.

6 - Fazendo abstração das Leis Divinas e considerando a necessidade de leis humanas que atendam às contingências da época em que vivemos, não é a pena de morte um castigo exemplar?
Por que castigo? A execução apenas liberta o criminoso dos liames carnais, fazendo engrossar o contingente de Espíritos rebeldes e agressivos que pressionam as criaturas humanas, induzindo-as a um comportamento violento.

7 - Se os brasileiros escolherem a pena de morte, não teremos aí a manifestação da vontade divina, considerando, segundo velho ditado, que “A voz do povo é a voz de Deus’?
Os fariseus crucificaram Jesus dizendo-se inspirados por Deus. Árabes e judeus trucidam-se hoje, julgando representar os interesses do Eterno. O mesmo ocorre entre fanáticos católicos e protestantes, na Irlanda. Algumas das piores atrocidades humanas foram cometidas por multidões que supunham cumprir a vontade de Deus.

8 - Quais seriam as alternativas à pena de morte?
Começaremos a resolver o problema da violência combatendo suas origens. Todos sabemos onde estão: miséria, fome, abandono, ignorância... O saneamento desses males exige um trabalho gigantesco que jamais será resolvido enquanto debitarmos as providências necessárias unicamente ao governo, com a omissão da população em geral, com multidões agindo como eremitas sociais, encasteladas no egoísmo.
 
1 - Qual deveria ser a posição espírita, num eventual plebiscito sobre a pena de morte?A posição espírita, contrária à pena de morte, está claramente exposta em “O Livro dos Espíritos”, no capitulo que trata da Lei de Destruição.
 
2 - E quanto aos espíritas que se dizem favoráveis à pena máxima, em crimes hediondos, que chocam a opinião pública?
Certamente não estudaram com o devido cuidado os princípios doutrinários.
 
3 - Não seria a pena de morte um eficiente recurso para dar um “choque” de despertamento nos indivíduos tão comprometidos com a violência, que parecem enqüadrados num impasse evolutivo?A autoridade suprema para esse “choque” e Deus. O Criador não delega semelhante função aos legisladores humanos.
 
4 - Em época de exacerbamento da violência, não seria de inspiração divina a idéia da pena de morte, com o propósito de coibi-la?As leis divinas não mudam ao sabor das conveniências humanas. São imutáveis. E está inscrito no Quinto Mandamento da Tábua da Lei, recebida por Moisés no Monte Sinai, que Kardec reconhece, em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, como a primeira revelação divina:
“Não matarás”. Isto se aplica a indivíduos e coletividades.
 
5 -Não é um tanto difícil aceitar o “não matarás” quando se sofre na própria carne os efeitos da violência?Sem dúvida. Mas é preciso considerar que, segundo milenar princípio, a violência apenas gera violência. Ainda que relutemos em aceitar, a Doutrina Espírita demonstra que as vítimas da violência estiveram envolvidas com ela em existências anteriores.
 
6 - Fazendo abstração das Leis Divinas e considerando a necessidade de leis humanas que atendam às contingências da época em que vivemos, não é a pena de morte um castigo exemplar?Por que castigo? A execução apenas liberta o criminoso dos liames carnais, fazendo engrossar o contingente de Espíritos rebeldes e agressivos que pressionam as criaturas humanas, induzindo-as a um comportamento violento.
 
7 - Se os brasileiros escolherem a pena de morte, não teremos aí a manifestação da vontade divina, considerando, segundo velho ditado, que “A voz do povo é a voz de Deus’?Os fariseus crucificaram Jesus dizendo-se inspirados por Deus. Árabes e judeus trucidam-se hoje, julgando representar os interesses do Eterno. O mesmo ocorre entre fanáticos católicos e protestantes, na Irlanda. Algumas das piores atrocidades humanas foram cometidas por multidões que supunham cumprir a vontade de Deus.
 
8 - Quais seriam as alternativas à pena de morte?Começaremos a resolver o problema da violência combatendo suas origens. Todos sabemos onde estão: miséria, fome, abandono, ignorância, drogas... O saneamento desses males exige um trabalho gigantesco que jamais será resolvido enquanto debitarmos as providências necessárias unicamente ao governo, com a omissão da população em geral, com multidões agindo como eremitas sociais, encasteladas no egoísmo.
 
 
 
 
 

sábado, 1 de junho de 2013

PENA DE MORTE

 

 
 
Diz José Raul Teixeira: “(...) A pena de morte é uma das coisas mais antigas da Humanidade. 
Quando alguém não estava procedendo de acordo com a maioria ou com o desejo dos reis, dos príncipes, era condenado à morte por lanças, por espadas, por flechas, por incineração, afogados, as mais variadas formas de pena de morte foram impostas às criaturas.
O tempo foi passando e a pena de morte foi cedendo lugar à justiça, à lei, ao processo. Alguém que cometeu um erro contra a sociedade será julgado, por pessoas idôneas, socialmente falando.
Com o nascimento da lei, da organização social, tudo foi tomando um aspecto mais humano.
Mas, as contradições humanas continuaram a existir, porque a pena de morte não foi banida definitivamente do mundo, apenas foi tomando coloridos especiais.
Ficaram em alguns países as marcas da pena de morte propriamente dita: o paredão, a forca, a morte por tiro, por arma de fogo, a injeção letal, a cadeira elétrica.
Temos como exemplos os países árabes, a China, onde a pena de morte propriamente dita ainda vigora (...)”


 

OBSERVAÇÃO DE RUDYMARA: Quando acontece um assassinato que comove um país, muitos comentam: “SE A VÍTIMA FOSSE SEU FILHO(A) VOCÊ ESTARIA PEDINDO PENA DE MORTE.” E nós perguntamos: “SE O CONDENADO FOSSE SEU FILHO(A), VOCÊ ESTARIA A FAVOR DA PENA DE MORTE?”
Então, ainda vemos e julgamos os fatos pela emoção e não pela razão. Num mundo onde as manipulações, baseadas nos interesses materialistas ainda vigora, os únicos condenados seriam os que não teriam recursos financeiros para se defender ou um apadrinhamento forte. Basta conhecer alguém de influência para estar livre.
Lembremos que Jesus foi condenado a pena de morte e não devia nada. E Ele veio para nos ensinar que somos todos filhos de Deus. Portanto, estes que queremos condenar a pena de morte são nossos irmãos, criados por Deus como nós, e que fizeram mau uso do livre arbítrio. Como podemos achar certo acabar com a violência usando a violência?
Como diz Richard Simonetti: “Começaremos a resolver o problema da violência combatendo suas origens. Todos sabemos onde estão: miséria, fome, abandono, ignorância, drogas... O saneamento desses males exige um trabalho gigantesco que jamais será resolvido enquanto debitarmos as providências necessárias unicamente ao governo, com a omissão da população em geral, com multidões agindo como eremitas sociais, encasteladas no egoísmo.”
Então, a lei humana pode legalizar a eutanásia, o abortamento, a pena de morte, mas nunca o moralizarão. O fato de ser legal não implica em ser moral.
Além do mais, somos imortais, ou seja, a execução apenas liberta o criminoso do corpo carnal, fazendo aumentar o número de Espíritos desencarnados rebeldes e agressivos que tornam-se obsessores e que irão pressionam as criaturas humanas, induzindo-as a um comportamento violento. E os legisladores e executores da pena de morte terão que responder perante a lei de Deus que diz: “NÃO MATARÁS.”
Como vemos, nossos sentidos são primários e não temos direito de julgar. Só há um juiz, perfeito e infalível: DEUS.”