domingo, 26 de junho de 2011

HISTÓRIA DE UM POLÍTICO REENCARNADO - J. Raul Teixeira



J. Raul Teixeira conta que certo dia ia a uma conferência numa cidade importante do Brasil, e ao dirigir-se para almoçar num restaurante, com os seus anfitriões, enquanto esperavam que o semáforo abrisse para atravessarem larga avenida, ele via uma mulher andrajosa ali ao lado, no caixote do lixo a procurar comida e a separar o lixo mais limpo do mais sujo. Tal cena causou-lhe tamanha impressão, que perdeu a vontade de almoçar, embora a necessidade de o fazer. Enquanto tentava se recompor mentalmente, já no restaurante, pensando naquele ser que nada tinha, e ele ali num restaurante com os seus amigos, apareceu-lhe, através do fenômeno da vidência espiritual, um espírito amigo que o acompanha na sua tarefa doutrinária, que o acalmou, referindo que mesmo que fosse dar comida àquela senhora ela recusaria. E o Espírito, em breves pinceladas contou a história daquela mulher, que nesta vida era a reencarnação de um famoso político brasileiro, ainda hoje muito conceituado, e que por ter prejudicado tanto o povo, tinha reencarnado numa condição miserável, devido ao mecanismo do complexo de culpa que fez, após a morte do corpo de carne, no mundo espiritual (onde não conseguimos esconder nada, nem de nós, nem dos outros), voltando numa condição miserável para aprender a valorizar aquilo que ele tanto desprezara na vida anterior: as dificuldades financeiras do próximo. Curiosamente, o nome desse famoso político estava afixado nesse local, dando nome à avenida, e essa mulher, por um mecanismo de fixação inconsciente, não largava aquele local onde outrora lhe prestaram grandes homenagens. Não era um castigo divino, mas sim uma decorrência da Lei de Causa e Efeito, onde cada um colhe de acordo com os seus atos, pensamentos e sentimentos.

"A SEMEADURA É LIVRE MAS A COLHEITA OBRIGATÓRIA"

 
 
FRASE DE CHICO XAVIER: "Devemos orar pelos políticos, pelos administradores da vida pública. A tentação do poder é muito grande. Eu não gostaria de estar no lugar de nenhum deles. A omissão de quem pode e não auxilia o povo é comparável a um crime que se pratica contra a comunidade inteira. Tenho visto muitos espíritos dos que foram homens públicos na Terra em lastimável situação na Vida Espiritual . . ."




sexta-feira, 24 de junho de 2011

DIVALDO FRANCO E IRMÃ DULCE - uma linda amizade



Divaldo voltava do IPASE, onde trabalhou durante a sua juventude e maturidade, quando observou que uma freira, muito franzina, tentava carregar nos seus braços um mendigo doente nas ruas da cidade do Salvador.
Na época, bem jovem e forte, o nosso irmão apresentou-se à religiosa, oferecendo-se para carregar o pobre doente.
A freira também apresentou-se, dizendo chamar-se irmã Dulce, e contou-lhe que sonhava construir um grande hospital para abrigar esses doentes abandonados nas ruas. Nosso irmão, então, carregou o doente que estava tuberculoso, com fortes hemoptises e levou-o a um barracão seguindo as orientações de irmã Dulce.
Passado algum tempo, nossa irmã telefonou a Divaldo e foi o início de uma grande amizade.
A boa religiosa, contou-lhe, certa feita, que um cantor famoso oferecera uma expressiva doação em dinheiro para as obras do Hospital, numa época de sérias dificuldades. E assim os dois amigos dialogavam sempre sobre as bênçãos da beneficência.
Divaldo sempre visitava a freira amiga, mesmo depois da fundação do Hospital Santo Antonio, que ela idealizou e fundou.
Fala-nos sempre sobre o carinho que irmã Dulce nutria pelos doentes, a ponto de trocar as camas ortopédicas de presente para seu uso particular, por mais leitos no hospital.
Divaldo conta que para a freira, a caridade tinha urgência. Quando faltavam quartos, internava os doentes em qualquer outro cômodo do hospital, pois achava que era melhor do que deixá-los na rua sofrendo privações.
Em uma oportunidade, a Mansão do Caminho recebeu mais de 2.000 panetones e ofereceu parte deles à irmã Dulce para que ela distribuísse aos seus doentes.
Assim são os caminhos da fraternidade, da solidariedade, da amizade. Duas almas de grande evolução, com o mesmo ideal de amor, travaram belíssima e sólida amizade, dialogando sobre os pobres e aflitos do mundo, procurando amenizar suas dores e padecimentos através da ação da caridade.
Professavam religiões diferentes, mas o amor a Jesus e o ideal de dedicação ao próximo os irmanava.




segunda-feira, 20 de junho de 2011

CORPUS CHRISTI - comemoração católica



 
Como começou a comemoração de Corpus Christi pelos católicos?
Segundo narração católica, uma garota chamada Juliana que nasceu em Liège em 1192, interna de um convento das agostinianas em Mont Cornillon, aos 17 anos começou a ter 'visões'. O Papa Urbano recebeu o segredo das visões. Uma das visões retratava um disco lunar dentro do qual havia uma parte escura. Istofoi interpretado como sendo uma ausência de uma festa eucarística no calendário litúrgico para agradecer o sacramento da Eucaristia. Então, Corpus Christi tornou-se um feriado católico cuja finalidade é para agradecer a presença "real" de Jesus Cristo no sacramento da Eucaristia. A hóstia, acreditam eles, ser o próprio corpo do Cristo (Corpus Christi em latim), e o vinho o sangue.
Mas, o que é Eucaristia?
É um ritual que reproduz a última ceia, onde Jesus disse: "Este é o meu corpo . . . isto é o meu sangue . . . fazei isto em memória de mim", com o intenção de promover a comunhão (comum-união) entre os católicos e Jesus. Tal ritual acontece durante as missas quando o padre distribui o hóstia e toma um gole de vinho.
Onde começou a procissão de Corpus Christi com as ruas enfeitadas?
Os protestantes da Reforma de Lutero, negavam a presença real de Cristo na Eucaristia. Por isso, o catolicismo fortaleceu o decreto da instituição da Festa de Corpus Christi, obrigando o clero a realizar a Procissão Eucarística nas ruas das cidades, como manifestação pública da fé na presença real de Cristo na Eucaristia. Tornou-se, então, uma disputa entre católicos e protestantes, esquecendo assim o verdadeiro sentido do cristianismo. Por isso, vemos os católicos enfeitarem as ruas nesta data.


E para os espíritas, o que significa a frase: "Este é o meu corpo . . . isto é o meu sangue . . . fazei isto em memória de mim"?
Jesus, na última refeição que fez com os apóstolos, tomou de um pão, deu graças e repartiu entre eles, dizendo ser (simbolicamente) o "seu corpo" (o corpo da sua doutrina: o pão espiritual) oferecido para eles. Da mesma maneira Jesus fez com o cálice de vinho, dizendo ser (simbolicamente) seu sangue (o sacrifício que Ele se submeteria para beneficiá-los). E pediu: "façam isto em memória de mim."
Para nós espíritas, Jesus pediu para que os apóstolos (do cristianismo), em qualquer época, de qualquer religião, compartilhassem uns com os outros o pão de sua doutrina que é o pão espiritual: O AMOR, ou melhor, o pão de cada dia, seja ele o pão de trigo, o pão do espírito, o pão da dor ou da alegria. Enfim, que doassem e se doassem, com sacrifício, derramando sangue, se preciso fosse, assim como Ele fez por nós. Ele fez este pedido porque sabia que sua doutrina (o cristianismo) não seria de fácil aceitação, por isso concluiu nesta mesma ceia: "se me perseguiram, também perseguirão a vós outros." Tanto que seus apóstolos foram perseguidos e mortos barbaramente. Exemplo: Pedro foi crucificado de cabeça para baixo; os cristãos novos morreram nas arenas comidos por leões. E Jesus conclui pedindo que fizessem isto em memória Dele, ou seja, para que Seus ensinamentos não ficassem esquecidos.
O que podemos fazer para que os ensinamentos cristãos não fiquem esquecidos?
Ressuscitando Jesus em nossas atitudes e palavras e não apenas reproduzindo Seus gestos e palavras. Afinal, foi Ele que nos ensinou que: "A fé sem obras (úteis) é morta."

Texto de Rudymara




sábado, 18 de junho de 2011

SÍNDROME DO PÂNICO NA VISÃO ESPÍRITA - Divaldo Franco

Outro distúrbio que tem atingido níveis alarmantes é a síndrome do pânico. Qual a explicação que o Espiritismo oferece para esse transtorno?

Divaldo Franco: (...) O nome pânico vem do deus Pan, que na tradição grega apresenta-se com metade do corpo com forma humana e a outra com modulagem caprina. O deus Pan era guardador das montanhas da Arcádia e, quando alguém adentrava nos seus domínios, ele aparecia, produzindo no visitante o estado de pânico, palavra essa derivada do seu nome. Portanto, é um distúrbio muito antigo.

Invariavelmente a psicogênese do ponto de vista espírita encontra-se na consciência de culpa do paciente por atos perturbadores praticados na atual existência ou em existências pretéritas, o que proporciona um comportamento inseguro, desconfiado. Trata-se de alguém que busca esconder-se no corpo para fugir dos problemas que foram praticados anteriormente. Quando irrompe a síndrome do pânico, a sensação é terrível, porque é semelhante à da morte. É eminentemente um distúrbio feminino, embora atinja também, segundo os especialistas, o sexo masculino.

Segundo estou informado, faltando, naturalmente, confirmação científica, a síndrome do pânico nunca matou ninguém durante o surto, entretanto, aquela sensação horrorosa é praticamente igual à de morte.

Que fazer? Orar. Ter a certeza de que ela é de breve curso, procurar respirar profundamente, acalmar-se, vincular-se a Deus, rogar a proteção dos Espíritos nobres. Assim, lentamente, dá-se uma descarga de adrenalina, procedente das glândulas supra-renais, e o indivíduo refaz-se, passando aquele período mais doloroso, fazendo simultaneamente a terapêutica com um psiquiatra e, de acordo com a psicogênese, um psicólogo ou psicanalista. Nada obstante, eu sugeriria pessoalmente que a pessoa procurasse também as terapêuticas espíritas, quais as das boas palavras, das reuniões doutrinárias, do conhecimento de si mesmo, dos passes ou bioenergia, da água magnetizada e, por extensão, do socorro que os bons Espíritos propiciam através das reuniões mediúnicas de desobsessão, que dispensam a presença dos pacientes.



quarta-feira, 15 de junho de 2011

JESUS INTERFERIU NA GUERRA FRIA - Divaldo Franco


Segundo Divaldo Pereira Franco, os Espíritos amigos lhe contaram que num determinado período da Guerra Fria, quando Estados Unidos e União Soviética estavam a ponto de um confronto nuclear, os Mentores que administram a economia moral na Terra recorreram a Jesus, apresentando a paisagem vergonhosa da cultura e da civilização, as ameaças de extermínio.
Nos armazéns de artefatos nucleares havia, em depósito, armamentos que poderiam destruir a Terra inúmeras vezes, reduzindo o planeta a asteróides, à semelhança das partículas de gelo que giram em torno de Saturno, formando os seus anéis luminosos.
O Senhor, Autor da Terra, então, destacou mensageiros especiais para impedirem a calamidade que se agigantava, mediante ameaças contínuas.
Nesse momento, aquelas disputas foram desviadas, e os cientistas passaram a concentrar-se na Lua, como sendo o lugar estratégico para a deflagração da guerra. Estados Unidos e Rússia começaram a pesquisar, aplicar verbas, criar artefatos mais sofisticados, apostando quem primeiro chegaria a Lua.
Nesse meio tempo, as visitas diplomáticas, a maturidade dos povos aumentaram; enquanto as guerras do Sudeste asiático foram diminuindo de intensidade e, já a partir de 1969, quando o primeiro homem pousou na Lua, surgiu maior interesse pela conquista do Sistema Solar, aplicando-se verbas para se conhecer melhor o Universo.
Mais tarde, (entre os anos 70 e 80) o presidente norte-americano, alucinado pelas vaidades hollywoodianas, estabeleceu o programa militar “Guerra nas Estrelas”, cujo princípio era o de salvar ou exterminar o planeta, gerando um tipo de destruição na qual não houvesse nenhum sobrevivente, mas, também, nenhum vencedor. . .
Os Estados Unidos utilizariam o satélite para detectar mísseis, e poderia assim, destruí-los no ar, antes que ele alcançasse o alvo, ou então, apertaria um botão para disparar mísseis e exterminar o planeta. O que parecia coisa de filme, passou a ser realidade.
Disse Pietro Ubaldi, com muita propriedade, que "uma guerra nuclear será a desgraça do vitorioso."
Vimos os danos derivados do problema da grande usina soviética de Chernobil que, apresentando uma falha, produziu uma onda radioativa que por pouco não cobriu toda a Europa, e a sua contaminação chegou quase ao Canadá. Numa guerra dessa natureza, o vencedor tombaria sobre o vencido, por causa da radiação das moléculas, espalhando a morte em toda parte.
Nesse momento, quando se planejava a “Guerra nas Estrelas”, a Divindade apresentou um homem da envergadura de Gobarchev que, sendo considerado ateu, e que poderia destruir o Ocidente, sugeriu a paz. Em Helsinque, ele propôs o desarmamento dos foguetes de pequeno alcance, e depois deslumbrou o mundo, ao abraçar as pessoas no meio da rua, desprezando a vigilância da guarda. Este homem, que tem carisma semelhante ao de Gandhi, veio exterminar a guerra nuclear, começando a desarmar as ogivas intercontinentais, de grande alcance.

Assim, a Divindade interferiu, enviando missionários à Terra, para mudar a estrutura feroz dos sonhadores da anarquia e da destruição.

Observação de Rudymara: Emmanuel, no livro "A Caminho da Luz", fala das reuniões realizadas por Jesus. Disse ele que "em todos os fenômenos do nosso sistema, existe uma Comunidade de Espíritos Puros e Eleitos pelo Senhor Supremo do Universo, em cujas mãos se conservam as rédeas diretoras da vida de todas as coletividades planetárias. Essa Comunidade de seres angélicos e perfeitos, da qual é Jesus um dos membros divinos, já se reuniu, nas proximidades da Terra, para a solução de problemas decisivos da organização e da direção do nosso planeta, por duas vezes no curso dos milênios conhecidos. A primeira reunião, aconteceu quando nosso planeta estava sendo formado, "quando o orbe terrestre se desprendia da nebulosa solar, a fim de que se lançasse, no Tempo e no Espaço, as balizas do nosso sistema cosmogônico e os pródomos da vida na matéria em ignição, do planeta"; e a segunda, foi quando se decidia a vinda do Senhor à face da Terra, trazendo à família humana a lição imortal do seu Evangelho de amor e redenção." E no final desse mesmo livro, capítulo XXIV "O Espiritismo e as grandes transições", Emmanuel cita a corrida armamentista do século XX, e explica que as indústrias bélicas atingiam culminâncias imprevistas (perigosas), por isso haveria uma terceira reunião: "Espíritos abnegados e esclarecidos falam-nos de uma nova reunião da comunidade das potências angélicas do sistema solar, da qual é Jesus um dos membros divinos. Reunir-se-á, de novo, a sociedade celeste, pela terceira vez, na atmosfera terrestre, desde que o Cristo recebeu a sagrada missão de abraçar e redimir a nossa Humanidade, decidindo novamente sobre os destinos no nosso mundo."

Esta terceira reunião a que se refere Emmanuel parece ser a que Divaldo conta nesta história.

E, recentemente, lemos no livro "Transição Planetária" de Manoel P. de Miranda, psicografado por Divaldo Franco, a citação da quarta reunião falando sobre as providências que estes Espíritos abnegados e puros estão tomando para auxiliar esta transição do nosso planeta.

Muitos, ainda pensam que, Deus e Jesus estão sentados em tronos de ouro sem trabalhar . . .



terça-feira, 14 de junho de 2011

UM CASO DE REENCARNAÇÃO - Gerson Simões Monteiro



A reencarnação não é uma invenção do Espiritismo, porque todos os Espíritos criados por Deus reencarnam em diversos corpos do sexo masculino ou feminino, e em diversos mundos habitados, até atingirem a perfeição espiritual. Entre os judeus, a crença da reencarnação era geral. Textos do Velho e do Novo Testamento aludem à reencarnação com o nome de ressurreição. A reencarnação, segundo a Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec, é a volta do espírito a um novo corpo que nada tem a ver com o anterior.
A alma que não se depurou em uma única vida recebe a prova de uma nova existência, durante a qual dá mais um passo na senda do progresso. É por essa razão que passamos por muitas existências até chegarmos à perfeição, a mesma alcançada por Jesus.
O parapsicólogo indiano Hamendra Banerjee pesquisou mais de 1.200 casos de pessoas que tinham nítidas lembranças do que foram em vidas anteriores, ou seja, desde o local onde tinham vivido no passado até nomes de parentes, apelidos e fatos acontecidos com elas. Esses dados foram checados por Banerjee comprovando a reencarnação.
Um fato observado pelo professor Banerjee, na época diretor de pesquisas do Instituto Indiano de Parapsicologia, trata da reencarnação em sexos opostos. Gnana, com três anos de idade, afirmava ter sido o menino Tiillekeratne, que morrera aos 11 anos. Quando levada a casa em que morara na outra vida, a menina ficou muito contente ao reconhecer a irmã e manifestou aversão ao irmão, com quem brigara pouco antes de morrer.
Outro caso pesquisado foi o de Nejati, que dizia ser a reencarnação de Nagib Budak, que morreu assassinado com uma punhalada na cabeça. O menino Nejati nasceu com a marca do ferimento da punhalada da encarnação anterior, além de também reconhecer casas e parentes da sua vida passada.


Esta e outras histórias de reencarnação estão no livro: Reencarnação - É possível provar







segunda-feira, 13 de junho de 2011

DEUS CASTIGA?


A expressão: "Cuidado! Deus castiga!" é errônea e não deve ser dita.
Deus não faz julgamentos a cada ato da pessoa. Ele criou leis naturais, físicas e morais, que regem a vida universal e é de acordo com uma dessas leis que as conseqüências de nossos atos vêm natural e automaticamente.
Todas as nossas ações acarretam conseqüências, que serão boas ou más conforme o ato praticado. Não há uma única imperfeição da alma que não traga desagradáveis e inevitáveis conseqüências; e não há uma só virtude que não seja fonte de alegria, de recompensa.
Podemos, pois, dizer, de modo simbólico, que tudo é medido e pesado na balança da justiça divina.
Lei de Causa e Efeito ou Lei de Ação e Reação chama-se essa lei divina, pela qual, a cada ato do ser, corresponde um efeito, um estado, uma obra. Alguns a chamam também lei do retorno. E Jesus a ensinou, afirmando: "A cada um será dado segundo as suas obras." (Mt 16:27).


Observação de Rudymara: As leis dos homens são elaboradas pelos deputados. Quando alguém transgride alguma dessas leis e é condenado à prisão, ninguém diz: “Os deputados me castigaram!” Assim acontece com a lei divina. Deus fez leis que devem ser seguidas, mas quando transgredimos uma delas e sofremos as conseqüências não devemos dizer: “Deus me castigou!” Na verdade estamos sendo julgados pela lei Dele, ou melhor, colhendo o que plantamos. Então, não é castigo é a colheita do mau uso do livre arbítrio.






sexta-feira, 10 de junho de 2011

SANTO E SANTA NA VISÃO ESPÍRITA



Os “santos(as)” da igreja católica, foram homens e mulheres que marcaram sua vida na Terra com atitudes de caridade que deveriam servir de exemplo aos seus adeptos e devotos. Mas, a maioria não segue esses exemplos de amor ao próximo, lembram-se deles apenas para pedir: emprego, curas, solução de problemas, etc. Exemplo: Irmã Dulce socorria os pobres e doentes e construiu um hospital para eles. Quando ela for canonizada alguém seguirá seu exemplo? Será que ela ficará feliz em receber velas, preces e peregrinações ou donativos para seu hospital, cestas básicas, roupas, sapatos, remédios, etc., aos pobres?
É comovente ver a fé das pessoas mais simples e ignorantes, mas os que já conseguem entender o verdadeiro sentido da fé (a fé sem obras é morta) devem mudar seu modo de pensar e agir para que possamos mudar séculos de ignorância e de cabresto. Só assim cresceremos e ajudaremos os que convivem conosco a crescer. Sem querer impor, mas apenas esclarecendo. Se continuarmos agindo assim, o mundo nunca irá mudar porque nós não mudaremos o nosso mundo interno.
Enquanto isso, muitos comercializam o nome dos “santos”. Precisamos lembrar que Jesus repreendeu o comércio no templo religioso. Este é o que o espírita pensa sem querer impor ou ir contra quem pensa e age de maneira diferente.
Estamos marcando passo a séculos porque acomodamos com certos dogmas e rituais religiosos que acreditamos agradar Deus sem perceber que o que O agrada é moralizar nossas atitudes. Por isso, vemos pessoas com crucifixo no peito, freqüentando cultos religiosos, lendo Bíblia, etc., fazendo uso de drogas lícitas e ilícitas, se prostituindo e levando pessoas a se prostituir de maneira direta e indireta, enganando, adulterando, roubando, enfim, lesando o próximo e a si mesmo.
No livro “O Consolador” a questão 200 diz: Onde localizar a origem dos desvios da razão humana? E Emmanuel responde: A origem desse desequilíbrio reside na defecção do sacerdócio, nas várias igrejas que se fundaram nas concepções do Cristianismo. Ocultando a verdade para que prevalecessem os interesses econômicos de seus transviados expositores, as seitas religiosas operaram os desvirtuamento da fé, fixando a sua atividade, por absoluta ausência de colaboração com o raciocínio, no caminho infinito de conquistas da vida.
Sem esclarecimento muitos continuarão a desabafar com sacerdotes e estes continuarão iludindo as pessoas dizendo que com algumas preces repetidas e decoradas estão perdoados dos pecados. Por isso, as pessoas voltam a “pecar”, porque assim é muito fácil ser perdoado; continuarão a acreditar que a cerimônia religiosa é mais importante que a convivência do casal dentro do lar, do respeito de um pelo outro e pelos filhos; continuarão acreditando que jogar água no corpo ou na cabeça (batismo) é mais importante que tornar-se cristão nas atitudes, palavras e pensamentos, etc.
Nossa religião acredita em evolução espiritual e, sem conhecimento continuaremos fazendo barganha com Deus, Jesus, Maria e outros; continuaremos retribuindo o bem que recebemos com joelhos esfolados, caminhadas com cruzes nas costas, dízimos, cera em formato de velas, cabeças, pernas, braços, etc., ao invés de retribuir o bem recebido fazendo bem ao próximo e a nós mesmos procurando mudar nossas atitudes.

Texto de Rudymara


terça-feira, 7 de junho de 2011

CRIANÇAS NO ALÉM


Sempre nos despertou grande curiosidade a sorte das crianças após a “morte”, bem como a possibilidade de intercâmbio com aqueles que tenham se despojado prematuramente de suas roupagens carnais. A questão aparece no "Livro dos Espíritos" questão 381: 'Por morte da criança, readquire o Espírito, imediatamente, o seu precedente vigor?' . A resposta : “Assim tem que ser, pois que se vê desembaraçado de seu invólucro corporal. Entretanto, não readquire a anterior lucidez, senão quando se tenha completamente separado daquele envólucro, isto é, quando mais nenhum laço exista entre ele e o corpo.”


Ocorre que esse desligamento será tanto mais rápido quanto mais elevado for o grau evolutivo do Espírito em questão.
No Brasil, um triste episódio marcaria o casal Francisco e Terezinha Cruañes. Foi em tarde ensolarada, numa fazenda do interior de São Paulo, quando a pequena Fernanda Cruañes, de apenas quatro anos de idade, caía do trator em que se encontrava, vindo a desencarnar em 08 de agosto de 1981. Menos de doze meses após o ocorrido, exatamente em 30 de julho de 1982, Fernanda se manifestava através da mediunidade segura de Francisco Cândido Xavier, em comunicação reproduzida na obra "Estamos no Além", solicitando aos seus pais que não se entregassem tanto ao desespero, como freqüentemente vinham fazendo, posto que todas aquelas sensações de sofrimento lhe eram integralmente transmitidas.
Informações igualmente preciosas nos deu André Luiz, em sua obra intitulada "Entre a Terra e o Céu", psicografada por Francisco Cândido Xavier. Conta-nos ele que, em determinado momento no plano espiritual, passa a ouvir uma suave melodia; ao se aproximar, percebe que a música era entoada por um coro de crianças felizes e sorridentes, em meio a paisagens de rara beleza. Ele se encontrava no Lar da Bênção — um misto de escola de preparação para a maternidade e abrigo para espíritos que haviam desencarnado na infância. Alguns deles, naquele exato momento, recebiam a visita de suas mães, ainda encarnadas, que para lá se deslocavam por ocasião do sono físico. André Luiz, então, fascinado com o que via, questiona se haveria ali cursos primários de alfabetização; ao que a dirigente daquele educandário responde afirmativamente, pois que se tratava de um verdadeiro estabelecimento de ensino no além, que abrigava, à época, cerca de dois mil espíritos desencarnados em tenra idade, que lá permaneciam até reunir condições para retornar ao plano físico, o que se dava, na maioria das vezes, antes que o Espírito retomasse sua compleição adulta. Há, portanto, espíritos que, tendo desencarnado na infância, em retorno ao plano espiritual reassumem em curtíssimo prazo a forma adulta que tinham antes de reencarnar, ou, ainda, outra apresentação perispiritual que lhes convenha, sempre de acordo com suas potencialidades. Entretanto, o Espírito André Luiz, ainda na obra "Entre a Terra e o Céu", nos afirma que essas são exceções, pois que a maioria dos seres que estagiam no planeta Terra necessitam de longo espaço de tempo e total amparo da Espiritualidade para se desvencilharem dos impositivos da forma infantil.


(José Marcelo Gonçalves Coelho)










sábado, 4 de junho de 2011

A VISÃO DE ALBERT EINSTEIN - Richard Simonetti


O homem pode receber, sem ser por meio das investigações da Ciência, comunicações de ordem mais elevada acerca do que lhe escapa ao testemunho dos sentidos?
Resposta: Sim, se Deus julgar conveniente pode revelar o que à Ciência não é dado apreender. (Questão 20 de O Livro dos Espíritos)

Exemplo: Em 1919, por ocasião de um eclipse solar no Brasil, cientistas de todo o Mundo puderam realizar observações telescópicas que confirmavam os raciocínios de Einstein.
Quando amigos o procuraram para informar que sua teoria estava comprovada, o sábio sorriu e disse:
- Eu não tenho necessidade de provas.
- Como chegou a essa certeza? - perguntaram.
- Foi graças a uma maravilhosa experiência . . .
E Einstein contou que certa noite, após muito meditar a respeito dos insondáveis mistérios cósmicos, pensou em abandonar suas pesquisas. Sentia-se impotente para tarefa de tal magnitude. Foi então que aconteceu uma visão de impressionante clareza e precisão. Diante de seus olhos delineou-se a imagem perfeita do Universo. Como se fosse um privilegiado espectador, observou extasiado seu funcionamento, sua complexa estrutura envolvendo espaço e tempo. Imediatamente escreveu, explicando minuciosamente o que lhe foi dado ver. Organizou mapas onde desenhou com a máxima exatidão todas as figuras astronômicas em suas diferentes movimentações, a fim de que pudesse formular sua teoria e torná-la compreensível.

Observação: A explicação de Einstein evidencia que ele foi decididamente influenciado por orientadores espirituais que colaboram em favor do progresso humano.



Do livro: A Presença de Deus





sexta-feira, 3 de junho de 2011

CONCURSO "MAIOR BRASILEIRO" - vote Chico Xavier


O concurso Maior Brasileiro de Sempre está na reta final e em breve o ganhador finalmente será conhecido pelo público.

Nesta etapa, os 10 candidatos disputam o título que será divulgado no início de Julho de 2011. A iniciativa de lançar o concurso foi do dramaturgo brasileiro Aguinaldo Silva.


Entre e vote: http://www.aguinaldosilvadigital.com.br/2010/?page_id=2811